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Bandidos têm usado grupos de desapega para vender celulares roubados

Quem compra celular roubado pode ser preso por crime de receptação e pena é de um ano de cadeia. Pode estar na caixa, em uma etiqueta, na bateria, todo celular tem um IMEI. É só digitar: *#06# e logo aparece o número com a identificação internacional de equipamento móvel.

 

Se você perceber em um grupo de Facebook um Smartphone bonito e que normalmente tem um preço alto sendo vendido por um valor pequeno já comece a desconfiar. Os bandidos entre eles os que atuam na Zona Oeste, em Itaguaí, Seropédica e Mangaratiba, locais onde aumentou e muito o número de roubos, tem usado grupos de desapego no Facebook para vender os produtos dos roubos. Os anúncios normalmente contêm além do valor baixo do produto, mensagens como “vendo pra sair rápido” ou outra que caracteriza a pressa da pessoa em vender logo a mercadoria. Além do produto roubado correr o risco de não estar funcionando, já que muitas pessoas assim que são vitimas de assalto logo vão à delegacia e ligam para sua operadora de telefonia móvel bloqueando o aparelho através do IMEI do produto. A polícia tem rastreado esses grupos em busca dos vendedores e dos compradores que adquirirem produtos oriundos de roubos.

Bandidos atraem vitimas e além de não passar o celular “comprado” pela pessoa a assaltam

Os grupos também têm servido de isca para os bandidos chamarem a atenção da pessoa que se interessa pelo baixo custo do celular. Muitas marcam um lugar com o falso dono do aparelho e depois são assaltadas, sequestradas e até mortas. Em outros a pessoa compra o aparelho barato da mão do bandido e quando chega em casa descobre que o celular não permite fazer ligações e acessar a internet, já que se o aparelho tiver o IMEI bloqueado pelo dono em uma delegacia ele jamais voltará a ter esses recursos, apenas irá ligar e se tornar inútil.

Se você comprar um celular que foi roubado você pode ser preso

Além dos diversos riscos que a pessoa corre ao comprar um celular roubado, ela pode ir parar na cadeia. Quem compra comete crime de receptação e a pena é de um ano de reclusão. No Rio de Janeiro, quem compra celular roubado está recebendo um aviso para comparecer à delegacia após uma decisão da justiça.

Pode estar na caixa, em uma etiqueta, na bateria, todo celular tem um IMEI. É só digitar: *#06# e logo aparece o número com a identificação internacional de equipamento móvel.

 

Operadoras têm um banco de dados compartilhado e sabem exatamente onde está cada aparelho nesse exato momento. A polícia usa esse e outros dados para rastrear celulares roubados. Em uma delegacia do Rio, os delegados pediram à justiça que as operadoras de celular mandassem uma mensagem para os telefones roubados durante o assalto a uma loja na Barra da Tijuca, na Zona Norte da cidade. Os bandidos levaram 130 celulares.

 

O juiz determinou que a mensagem fosse: “Compareça à delegacia e comprove a aquisição lícita do aparelho mediante apresentação de nota fiscal”.

 

Pela decisão, se as operadoras não mandarem a mensagem, vão ter que pagar uma multa diária de 10 salários mínimos. A partir de agora, para agilizar esse processo, quem receber a mensagem tem cinco dias para vir aqui até a delegacia para comprovar a procedência do aparelho. Se a pessoa não vier ou não comprovar que o celular foi comprado de forma lícita, pode até responder pelo crime de receptação.

 

“Não existe como se omitir da identificação que a polícia consegue obter, ou seja, você está usando um aparelho que é produto de crime, nós vamos saber que você está usando, vamos saber quem é você, onde você mora, ou seja, não há como se esconder”, alerta o delegado Marcos Motta.

 

As operadoras devem também bloquear o IMEI do celular, o que inutiliza o aparelho, se o dono não procurar a polícia. No Rio, o número de roubos de celulares aumentou 62% de janeiro a agosto.

 

O novo chefe de polícia do Rio diz que a estratégia das mensagens vai fazer, agora, parte do protocolo de investigação desse tipo roubo em todo o estado. “A tendência da perspectiva da apuração criminal há de acompanhar também a perspectiva de evolução tecnológica”, espera Carlos Leba, chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

 

Leia a matéria

http://http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2016/10/quem-compra-celular-roubado-no-rio-recebe-um-aviso-para-ir-delegacia.html

 

Nota fiscal é a única garantia

Contudo, também existem pessoas que queiram vender seu celular no Facebook e isto é perfeitamente legal e normal. Essas pessoas vão lhe apresentar a nota fiscal do produto. Mas, apenas vá ao encontro do vendedor caso você confie nele, o encontro seja em um local movimentado e que a nota fiscal seja exposta no anúncio. Mas mesmo assim ainda é arriscado.

 

Celular roubado ou perdido como proteger a sua segurança e privacidade?

1 ) Envie um comando de busca e destruição de dados através do aplicativo Find My Phone que você deve ter instalado em seu smartphone, conforme falamos na matéria citada acima. Isto deve ser feito mais rápido possível para que você obtenha êxito nesta ação. Este tipo de função no aplicativo Find My Phone lhe permite fazer duas coisas: a primeira delas é tocar uma sirene ou um som de chamada de maneira que se o celular estiver por perto, você poderá ouvi-lo e quem sabe recuperá-lo. A segunda opção é, no caso de dar o telefone como perdido, mandar apagar todos os dados que estiverem no celular e no cartão SD, de maneira que a pessoa que o pegar não consiga acessar os arquivos que você tem no aparelho e que podem vir a lhe causar algum dano.

2 ) Mude todas as suas senhas que porventura alguma vez foram digitadas neste smartphone, existem métodos que permitem aos bandidos rastrear informações neste aparelho e se você gravou ou mesmo digitou alguma senha de acesso a banco, e-mail, redes sociais e outras neste smartphone, pode ser que esta informação ainda seja possível de ser recuperada pelo bandido. Mude suas senhas o mais rápido possível.

3 ) Avise em diversos locais onde você possa ser identificado pelo número do seu telefone de que o seu celular foi roubado, seja para empresas, instituições ou pessoas. Alguém pode querer se passar por você e se fazer ser indentificada como você através do seu número de telefone celular, em alguns casos isto dá certo para o bandido e ele vai dar um golpe usando o seu nome.

4 ) Registre imediatamente um boletim de ocorrência na polícia, atualmente isto pode até mesmo ser feito através da internet e também pode resguardar você de qualquer uso indevido que venham a fazer do seu celular e do seu número de celular, provando na justiça que você não estava de posse do aparelho quando o problema ocorreu.

5 ) Avise imediatamente a sua operadora de telefonia móvel para que ela bloqueie o IMEI deste celular e também o seu chip para que não venha a gerar contas com valores monstruosos para você pagar.

 

COMO SABER SE VOCÊ COMPROU UM CELULAR ROUBADO?

 

 

Estas pequenas ações podem diminuir bastante a dor de cabeça que você pode ter além de ficar sem o seu smartphone.

Com informações do Jornal Hoje da Rede Globo de televisão e canais do Youtube.

Não dói o útero e sim a alma’, diz menina vítima de estupro coletivo

Trinta e três homens são procurados por participação no estupro. Polícia já pediu a prisão de quatro suspeitos.

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A adolescente de 16 anos que foi vítima de um estupro coletivo em uma comunidade da Zona Oeste do Rio voltou a fazer um desabafo nas redes sociais. Diante de tantas mensagens de apoio e solidariedade, a jovem acrescentou a mensagem: “Todas podemos um dia passa e por isso .. Não, não doi o útero e sim a alma por existirem pessoas cruéis sendo impunes !! Obrigada ao apoio”, disse a menina, que na manhã desta sexta (27) também aderiu à campanha na rede social pelo “fim da cultura do estupro”.

Na noite desta quinta (26), ela já havia feito um agradecimento na internet. “Venho comunicar que roubaram meu telefone e obrigada pelo apoio de todos. Realmente pensei que seria julgada mal”. De acordo com relatos da vítima, 33 homens armados teriam participado do crime

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A polícia já pediu a prisão de quatro homens. Um deles é Lucas Perdomo Duarte Santos, de 20 anos, com quem a adolescente tinha um relacionamento, Marcelo Miranda da Cruz Correa, de 18 anos, Michel Brazil da Silva, de 20, e Raphael Assis Duarte Belo, de 41. Segundo a família da menina, o rapaz que a menina conheceu na escola e com o qual ela já havia tido um relacionamento, teria agido premeditadamente.

“Um deles é namorado dela, tinha sido namorado dela, que ela conheceu na escola. E isso foi uma vingança dele. Ele fez isso com ela e chamou mais 30 para fazer o mesmo. O pai dela nem aguenta falar que chora muito. Um ser humano que é capaz de fazer isso com uma menina de 16 anos só, cheia de sonho, né? E eles fazem isso. A família está assim, sem palavras”, lamentou.

A polícia pede que qualquer pessoa que tenha informações sobre um dos suspeitos de participação nesse crime entre em contato com o Dique-Denúncia através do telefone 2253-1177.

A família da adolescente disse que a família ainda se sentiu aliviada pela vida da garota ter sido poupada. “Esse agente comunitário que veio trazê-la [para casa] eu acho que ele foi uma pessoa que salvou a vida dela, porque eles iriam matá-la. Porque é isso que eles fazem, né. Não é normalmente a história que a gente conhece? Eles estupram e matam”, disse a parente da adolescente.

A polícia já identificou pelo menos quatro homens envolvidos no crime. A adolescente de 16 anos foi estuprada no sábado (21) numa comunidade da Zona Oeste. Em depoimento à polícia, ela disse que foi até a casa de um rapaz com quem se relacionava há três anos. Ela se lembra de estar a sós na casa dele e só se lembra que acordou no domingo, em uma outra casa, na mesma comunidade, com 33 homens armados com fuzis e pistolas. Ela destacou que estava dopada e nua.

A garota retornou para casa na terça-feira (24). “Ela chegou descalça, descabelada, com aspecto de que tinha se drogado muito e com uma roupa masculina toda rasgada. Provavelmente eles deixaram ela nua e ela vestiu aquilo pra vir em casa”, contou a parente. A família teria questionado a menina o que havia acontecido, mas ela não revelou nada.

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Ainda na terça-feira, segundo contou a pessoa da família, menina teria voltado à comunidade para tentar reaver seu celular, que foi roubado. Um agente comunitário foi quem a acolheu, ao perceber como ela estava, e a conduziu para junto da família novamente.

A família só soube do estupro na quarta-feira (25), quando fotos e vídeos exibindo a adolescente nua, desacordada e ferida estava sendo compartilhado na internet pelos agressores, que ironizam o próprio crime.

“Eu a mãe, a gente chora quando vê o vídeo. O pai dela não aguenta falar que chora muito. Nosso sentimento é de tristeza, de indignação, estamos estarrecidos de ver até que ponto chega a maldade humana, né. A família está, assim, sem palavras, consternada”, desabafou a avó da garota. A ouvidoria do Ministério Público recebeu mais de 800 denúncias sobre esse caso.

Nesta quinta-feira (26) a adolescente foi ao médico e tomou um coquetel para evitar doenças sexualmente transmissíveis. A Secretaria Municipal de Saúde disse que ela vai ter acompanhamento psicológico.

A OAB do RJ disse, em uma nota de repúdio, que um ato repulsivo como este nos mostra que precisamos combater diariamente a cultura do machismo. A Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal divulgou uma nota pedindo rapidez e rigor na identificação de todos os envolvidos.

Polícia prende PM acusado de integrar milícia na Zona Oeste

Na operação, da última sexta-feira, outro suspeito também foi preso. Agentes apreenderam ainda duas pistolas e dinheiro

 

Policiais da Delegacia de Homicídios da Capital (DH) prenderam nesta sexta-feira dois homens, sendo eles um PM, acusados de integrarem uma milícia que atua na região de Curicica, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio. De acordo com os agentes, Willian da Silva Alves, o Negão, de 35 anos, e o PM Bruno Gomes Dias, de 32 anos, estavam em veículo quando foram capturados.

Com a dupla foram apreendidos duas pistolas, sendo uma calibre .40, com numeração raspada, anotações com contabilidade da milícia e R$ 1.240 em espécie. Os dois vão ser autuados em flagrante por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.

“Com a prisão e apreensão de duas pistolas, a DH vai investigar a participação deles e dos outros integrantes da quadrilha em homicídios ocorridos em Jacarepaguá”, afirmou o delegado Fábio Cardoso, titular da especializada.

Nesta quinta-feira, agentes da DH com objetivo de apurar homicídios em Jacarepaguá prenderam um homem apontado como chefe da milícia que atua nas redondezas da Estrada da Boiúna. Erivaldo Juvino Silva, conhecido como Nem, de 41 anos, foi capturado com um fuzil calibre 5.56 com luneta e mira a laser acoplada; uma pistola calibre 45 com o kit-rajada, que aumenta o poder de fogo do armamento, e um colete balístico. A polícia investiga a participação dele em mortes na região.

 

Polícia apreendeu duas pistolas com numeração raspada, anotações com contabilidade da milícia e R$ 1.240 em espécie

Fonte: O Dia

Achados quatro corpos em caçamba na Zona Oeste do Rio

Quatro corpos foram encontrados na caçamba de uma caminhonete na Praça Seca, Zona Oeste no Rio de Janeiro, na noite da última terça-feira (11). Informações dão conta que alguns deles estavam com os pés amarrados.

De acordo com a Divisão de Homicídios, os corpos – deixados em um acesso da Rua Barão ao Morro São José Operário – tinham marcas de tiros. A Polícia Militar identificou as vítimas como Paulo Roberto Freitas, Bruno Hudson Gonçalves e dois menores de idade; um de 17 e outro com menos de 14.

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Ainda segundo a PM, apenas o mais novo não tinha passagem pela polícia. Os outros foram fichados por roubo, violência contra a mulher e crime análogo ao de formação de quadrilha e associação para o tráfico, respectivamente. Continuar lendo

Delegacia de Campo Grande prende integrantes de milícia

Policiais da 35ª DP (Campo Grande) prenderam, nesta segunda-feira, 10 pessoas apontadas como integrantes de milícia na Zona Oeste. A operação teve como objetivo cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão. Segundo os agentes, a ação foi realizada na capital e na Baixada Fluminense.