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Continuam as buscas por desaparecida após tragédia em Mangaratiba

Família busca apoio e autoridades seguem a procura da moça

O corpo de bombeiros e a defesa civil de Mangaratiba continuam as buscas para tentar encontrar Flávia Lima de 27 anos, que desapareceu após a tragédia ocorrida na última sexta-feira (6), com o desabamento do trecho da Estrada São João Marcos (RJ- 149) na Serra do Piloto.

Segundo o relato do namorado, eles haviam sido tragados pela cratera na hora do desabamento e que somente ele havia conseguido sair. As buscas estão sendo realizadas desde então na cachoeira dos escravos, que encontra-se com alto volume de água – devido as chuvas, dificultando o trabalho dos agentes. Também foram realizadas buscas na mata e no mar, na saída da boca da barra. A procura tem sido feita com a ajuda de cães e drones. O Grupamento de Busca e Salvamento do Corpo de Bombeiros da Barra também está colaborando. 

Nas redes sociais, a comoção e o apoio aos familiares é imensa na luta para encontrar Flávia.

Com site da prefeitura de Mangaratiba

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Empresa Samarco, saiba mais sobre o crime cometido por irresponsáveis contra o país

Dê condolências a França mas ajude a fiscalizar e recuperar o Brasil

O maior desastre ambiental da história do Brasil completa hoje 12 dias e suas consequências podem ser ainda maiores. A destruição que o rompimento das barragens causou levará séculos para serem recuperadas e mais duas barragens podem agravar ainda  mais a situação. A irresponsabilidade com o nosso meio ambiente e com as pessoas é algo monstruoso.

 

Veja a matéria feita pelo CQC da Rede Bandeirantes sobre o desastre. Vale a pena.

CLIQUE NOS LINKS ABAIXO:

PARTE 1

http://entretenimento.band.uol.com.br/cqc/2015/video/15679565/proteste-ja—mariana-conheca-os-bastidores-da-tragedia

PARTE 2

http://entretenimento.band.uol.com.br/cqc/2015/video/15679568/proteste-ja—mariana-cqc-e-barrado-em-coletiva-de-imprensa.html

PARTE 3

http://entretenimento.band.uol.com.br/cqc/2015/video/15679544/juliano-dip-fala-sobre-ter-sido-barrado-em-coletiva-em-mariana.html

 

Samarco admite que duas barragens podem se romper em Mariana

 

Representantes da Samarco, mineradora responsável pela barragem que se rompeu em Mariana (MG) no dia 5, disseram na última terça (17) que há riscos de rompimento das represas de Santarém e de Germano, que ficam próximas à primeira. Eles afirmaram ainda que a de Santarém não se rompeu, diferentemente do que a empresa informou.

 

“Tem o risco e nós, para aumentarmos o fator de segurança e reduzirmos o risco, estamos fazendo as ações emergenciais necessárias”, disse o gerente-geral de Projetos Estruturais da Samarco, Germano Lopes.

 

“O monitoramento dessas barragens está sendo feito de forma online. Todos os dias os fatores de seguranças são reportados. A gente não percebeu ainda nenhuma movimentação nessas barragens. Existe uma plano de ação montado [caso haja rompimento da barragem]”, completou o diretor de Operações e Infraestrutura da empresa, Kléber Terra.

Segundo Terra, o fator de segurança na barragem de Santarém é 1,37. Na de Germano, o dique Celinha, uma das estruturas, tem índice de 1,22, o menor em todo o complexo. Esse índice vai de 0 a 2. O nível mínimo de segurança recomendado por lei é 1,5.

 

De acordo com os técnicos, estão sendo feitas obras emergenciais nas duas barragens, com a colocação de blocos de rocha de cima para baixo para reforçar a estrutura. Nesta semana, o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais divulgou imagens feitas por drones da corporação que mostram uma rachadura na barragem de Germano.

 

“Nós estamos com aproximadamente 90 dias para transportar todo o material lá pra baixo, fazermos o preenchimento da erosão na margem direita, nivelamento da crista da barragem, de forma a aumentar o nível de segurança da estrutura e permitir o tratamento da água dentro do reservatório de Santarém”, disse o engenheiro e geotécnico da empresa José Bernado.

 

Nesta última terça-feira, os representantes da empresa explicaram que a única barragem que se rompeu foi a de Fundão, diferentemente do que a própria Samarco informava desde o dia da tragédia. A empresa dizia que, além de Fundão, Santarém havia rompido. Segundo os técnicos, 40 milhões de metros cúbicos de rejeitos desceram, erodindo Santarém.