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Vândalos depredam ônibus do BRT em Cosmos após baile funk

Tem sido frequente atos de vandalismo por parte de passageiros em Santa Cruz e região

Na madrugada da última segunda – feira por volta de 1 da manhã, dois articulados que faziam o percurso Campo Grande x Santa Cruz foram depredados por um grupo que saia de um baile na região de Cosmos, Zona Oeste do Rio, segundo a empresa que administra os ônibus. Por motivos de segurança, os serviços desse trecho ficaram interrompidos de 1h30 até às 4h, prejudicando muitos trabalhadores que dependem dos veículos. Os vândalos quebraram as portas e os vidros dos carros, que foram recolhidos para reparos. Juntos, os dois ônibus faziam 40 viagens por dia, que atendiam, aproximadamente, 1, 7 mil passageiros.

 

Não é a primeira vez que por motivos de vandalismo, os ônibus param de circular. Na região de Santa Cruz é frequente estações tendo prejuízos por baderneiros, que além de quebrarem vidros das estações, costumam dar calote nos valores das passagens e destroem os carros da frota.

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Jorge Picciani e Paulo Melo se entregam na sede da PF no Rio

Veja os vídeos. Eles ficarão no mesmo presídio onde esta Sérgio Cabral

Presidente da Alerj chegou em carro particular por volta de 16h45. Imagens são da GloboNews.

G1 e O Globo

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Jorge Picciani, e o ex-ocupante do cargo, Paulo Melo, se entregaram na sede da Polícia Federal na tarde desta quinta-feira (16).

A Justiça expediu os mandados de prisão deles e de Edson Albertassi, todos do PMDB, horas antes. A decretação da prisão ocorreu após sessão no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) na tarde desta quinta-feira (16).

Jorge Picciani chegando a sede da PF no Rio

 

Paulo Melo Chegando a sede da PF no Rio

 

O MPF pediu as prisões do trio com base nas investigações da operação Cadeia Velha, que apura pagamentos de propinas a agentes públicos por empresários do setor de transportes.

Ainda segundo o entendimento do TRF-2, cabe ao plenário da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) analisar se os deputados permanecerão presos. Uma sessão extraordinária da Alerj deve ocorrer nesta sexta-feira às 15h.

A princípio, a decisão deve ser analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa e, lá, poderá ser elaborado um projeto de resolução que será encaminhado ao plenário da Alerj.

Mas existem alguns conflitos nesse trâmite porque os deputados Paulo Melo e Albertassi fazem parte do CCJ. Albertassi, inclusive, é atualmente presidente da CCJ. Então, é possível que antes que o projeto de resolução seja elaborado e encaminhado para a votação, tenha que haver uma mudança na composição da comissão.

 

Picciani, Melo e Albertassi serão levados para presídio onde está Cabral

TRF-2 decretou prisão dos deputados do PMDB; decisão será submetida à Alerj

 

Os deputados estaduais Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi, todos do PMDB, serão levados para a a Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica. Esta é a unidade de triagem dos presos do sistema penitenciário do estado do Rio. Em Benfica, estão os presos da Lava-Jato no Rio, entre eles o ex-governador Sérgio Cabral.

 

Os três parlamentares tiveram a prisão decretada nesta quinta-feira por decisão unânime da 1ª Seção Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª região (TRF-2). O deputado Jorge Picciani se apresentou à Superintendência da Polícia Federal no Rio por volta de 16h45m desta quinta-feira. Minutos depois, às 16h59m, Paulo Melo chegou ao local. A assessoria de imprensa de Edson Albertassi informou que ele também vai se entregar à PF. Antes de serem encaminhados à unidade em Benfica, eles devem ser levados ao Instituto Médico Legal (IML).

 

SESSÃO NA ALERJ

 

A prisão dos deputados será submetida à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), como prevê a Constituição. Após receber a notificação, a Alerj vai convocar uma sessão extraordinária para avaliar a determinação. Segundo deputados, a sessão deve ocorrer às 15h de sexta-feira. No entanto, é possível que seja convocada ainda nesta quinta.

 

A avaliação do Legislativo sobre uma determinação de prisão contra um parlamentar está prevista na Constituição. Em novembro de 2015, o Senado confirmou a prisão do então senador Delcídio Amaral (MS), flagrado elaborando um plano de fuga para o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró. Caso a Alerj opte por reverter a prisão, os três deputados serão soltos.

 

Os desembargadores do TRF-2 determinaram, também, o afastamento de Picciani, Melo e Albertassi das funções legislativas. Porém, o tribunal decidiu que apenas a prisão pode ser submetida à Alerj — o afastamento, não. Assim, mesmo que a Alerj derrube a prisão, os parlamentres continuariam afastados do mandato.

 

 

 

O afastamento é uma medida cautelar. Em outubro deste ano, o Supremo Tribunal Federal decidiu que medidas cautelares contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) precisariam ser submetidas ao plenário do Senado. Na ocasião, os senadores devolveram o mandato à Aécio. A decisão do STF produziu efeitos em casas legislativas do país.

 

 

É possível, portanto, que a Alerj resolva deliberar também sobre o afastamento, usando como argumento a recente decisão do STF sobre o caso de Aécio.

 

Na hipótese de a Alerj reverter o afastamento, o Ministério Público Federal deve recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). O procurador Carlos Aguiar, um dos cinco integrantes da força-tarefa do MPF a atuar no caso, já afirmou a intenção de garantir o afastamento dos deputados com recursos às instâncias superiores do Judiciário.

 

Uma eventual pedido do MPF a ser encaminhado ao STJ precisaria ser referendado por um procurador que atua na corte, que ainda não está definido.

 

 

 

Leia mais: https://oglobo.globo.com/brasil/picciani-melo-albertassi-serao-levados-para-presidio-onde-esta-cabral-22075975#ixzz4yco1UYLg

Assaltos a duas unidades do Hipermercado Extra causaram pânico entre funcionários e clientes no Rio

Após tamanha violência, rede de Santa Cruz manteve a loja funcionando mesmo com trabalhadores abalados

 

Uma tentativa de assalto terminou em tiroteio na noite desta terça-feira (12), no estacionamento do supermercado Extra, em Santa Cruz, zona oeste do Rio. Cinco pessoas ficaram feridas, entre elas uma criança de 7 anos.

De acordo com a Polícia Militar, pelo menos quatro criminosos participaram da ação. Os agentes acreditam que o grupo pretendia roubar o setor de eletrônicos, em especial celulares do supermercado, porém, ao chegar no estacionamento, encontraram os vigilantes que fariam o recolhimento de dinheiro do estabelecimento. Eles renderam os dois seguranças, mas uma segunda equipe de vigilantes também estava no local para atender a lotérica. Eles foram alertados por clientes sobre o assalto e trocaram tiros com os criminosos.

No tiroteio, mãe e filho que passavam pelo local foram baleados. Carla de Souza Ferreira, de 33 anos, e o filho, Carlos Eduardo de Souza, de 7 anos, foram levados por populares para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo. O estado de saúde dos dois é estável.

Outras duas pessoas ficaram feridas. Taís Franco Fontes, de 25 anos, estava em um estande dentro do supermercado, quando foi atingida por estilhaços. Ela também foi socorrida para  o Hospital Albert Schweitzer. Já o vigilante Ricardo da Silva, de 41 anos, foi levado para a UPA João 23, em Santa Cruz.

De acordo com a Polícia Militar, os assaltantes conseguiram fugir, porém um deles teria sido baleado durante confronto.

Mesmo após tamanha violência, a filial de Santa Cruz manteve a loja funcionando.

Segundo os trabalhadores, o local foi fechado e dado ordem para que fosse lavado para a retirada das marcas de sangue. Muito abalados e assustados, os funcionários foram obrigados a voltar ao trabalho após a limpeza e a loja funcionou normalmente até às 23 horas. “Não havia a mínima condição de trabalhar, estava assustada e tudo que eu fazia eu olhava para os lados com medo de algo ocorrer. Minha mãe pediu que eu pedisse demissão da loja, pois estamos com muito medo”, disse uma funcionária.

 

Em nota, a rede de supermercados Extras informou que “durante tentativa de assalto em sua unidade de Santa Cruz, ocorreu uma troca de tiros no estacionamento entre os assaltantes e os seguranças de uma empresa de carro forte. Houve feridos, que já foram encaminhados para atendimento médico. A rede está à disposição das autoridades competentes”.

 

Filial assaltada

Mais cedo, uma outra unidade do supermercado Extra foi alvo de criminosos na Ilha do Governador, zona norte do Rio. De acordo com testemunhas, o grupo estava armado com fuzis, mas não houve troca de tiros. Ao perceber a aproximação da polícia, os criminosos fugiram roubando um carro.

O caso foi registrado na Delegacia da Ilha do Governador (37ª DP), onde foi instaurado Inquérito policial para apurar as circunstâncias da tentativa de roubo ao supermercado. Diligências estão em busca de imagens de câmeras de segurança e testemunhas.

Com algumas informações do portal R7

PGR envia pedido de instauração de inquérito contra Pezão ao STJ

A Procuradoria-Geral da República enviou para o Superior Tribunal da Justiça (STJ), nesta segunda-feira (11), um pedido de instauração de inquérito para investigar o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB).

Pezão é citado por delatores da Odebrecht, como Benedicto Junior, o BJ, e Leandro Azevedo, ex-diretor do grupo. Os dois disseram, em delação, que a empreiteira pagou R$ 20,3 milhões na campanha do governador em 2014, via caixa dois. A Odebrecht teria pago, ainda, um milhão de Euros a Renato Pereira, marqueteiro de Pezão.

A prestação de contas apresentada pelo governador ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), entretanto, não traz doações da Odebrecht.

Fonte: JB

Uerj volta às aulas em meio a clima de insegurança

No 1º dia da retomada após mais de seis meses, aluna é furtada e docentes não sabem se vão receber

 

A saga da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) continua, apesar do retorno às aulas nesta segunda-feira (28). O sucateamento da universidade causado pelo corte no repasse de verbas do governo do estado é um problema enfrentado por estudantes, docentes e funcionários há meses. A insegurança nos campus é apenas mais um problema. Nesta manhã, uma estudante do 7º período do curso de direito foi furtada no interior do elevador.

A assessoria da Uerj informou que foi feito um registro interno de queixa de furto, mas que não foi possível identificar o suspeito. Além disso, a universidade orientou que a aluna também procure uma delegacia para registrar a ocorrência.

“Ao mesmo tempo que ficamos felizes em reencontrar os alunos, já que esse é o primeiro semestre de 2017, sabemos que é difícil ter expectativa de que teremos um semestre produtivo. O governo tem atacado a Uerj de forma que compromete o ensino, as condições já estão prejudicadas. Infelizmente, nós não temos expectativa de fazer o nosso trabalho do jeito que os estudantes merecem. É desestimulador para nós e para eles”, disse a presidente da Associação dos Docentes e professora de Sociologia da instituição, Lia Rocha.

Aulas

Esta segunda-feira é o primeiro dia de aulas de todo o ano de 2017. A retomada na Uerj nesta manhã acontece em meio a um clima de protestos. Está marcado um ato, com início às 16h, na Reitoria da Universidade.

“O governo [Luiz Fernando] Pezão segue sem atender o conjunto das nossas demandas. A reitoria, após consultar o Fórum de Diretores, mostrou mais uma vez como não está do lado da comunidade universitária ao ordenar uma volta às aulas sem nenhuma consulta aos organismos democráticos de professores, técnicos e estudantes e os conselhos universitários”, diz o evento do Facebook.

As críticas ocorrem em meio a dúvidas sobre a permanência das aulas e de cumprimento do calendário. Isso porque os professores, que decidiram na semana passada suspender a greve da categoria iniciada dia 1º de agosto, podem retomá-la a qualquer momento, ou seja, permanecem em estado de greve.

No site oficial da Uerj, uma nota à comunidade ressalta que a situação “não está normal”, lembrando a lista de reivindicações da instituição, como o pagamento de salários atrasados e retorno do restaurante universitário. “A despeito da permanência desse quadro de dificuldades, entendemos que é crucial o início das aulas, com a maior brevidade possível, em consideração aos nossos estudantes, àqueles que estão buscando a UERJ por meio do Vestibular/2018, e, em especial, em respeito à nossa missão e ao nosso compromisso perante a sociedade fluminense”, finaliza a nota.

Lia informa que está marcada para a próxima quarta-feira (30) nova paralisação, em que será feita uma nova assembleia e um ato em conjunto com docentes. Além disso, o líder do governo na Alerj, deputado Edson Albertassi (PMDB), se comprometeu na última reunião, a dar uma resposta nesta quarta-feira sobre a implementação da lei que atualiza o Plano de Carreira Docente, e retomar a negociação sobre a dedicação exclusiva. “Vamos reavaliar a situação, a partir do acordo de compromissos que o governo assumiu com a gente. Nós voltamos às aulas por causa desses compromissos assumidos. Mas se não houver avanço, podemos ter que retomar a greve”, completou Lia.

Pagamento

Os docentes ainda não receberam o 13º salário do ano passado e não têm garantia de que os próximos salários serão pagos em dia. Além disso, os professores substitutos não recebem desde janeiro deste ano, e o restaurante universitário permanece inativo.

No último dia 24, após reunião entre o secretário de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Social, Gustavo Tutuca, e o reitor da Uerj, Ruy Garcia Marques, ficou prometido o pagamento dos salários atrasados dos professores substitutos que passaram pela Universidade, e pelo Cap da Uerj, nos últimos meses.

De acordo com a secretaria, serão gastos cerca de R$ 350 mil para quitar a dívida. O objetivo é efetuar o pagamento ainda esta semana.

Tutuca prometeu, ainda, voltar a pagar as bolsas Prociência e Proatec a partir de setembro. O custo mensal das bolsas gira em torno de R$ 2,2 milhões. Já sobre as bolsas em atraso, a ideia é criar um calendário de pagamento para quitar a dívida.

 

Fonte: JB

Prefeitura reabre restaurante popular em Campo Grande

Doações do clube de regatas Flamengo farão local funcionar por pelo menos um ano

Fechado há cerca de dez meses por falta de recursos, foi reaberto nesta última segunda-feira o restaurante popular de Campo Grande, Zona Oeste do Rio, agora sob gestão municipal. “Há muita gente hoje, nesse Rio de Janeiro de crise, que precisa do restaurante popular. Reabrimos com muita alegria. Aqui tem pessoas de cabelos brancos, aposentados, desalentados, desempregados. Tudo isso vale a pena”, comemorou o prefeito Marcelo Crivella durante a reinauguração.

Graças as doações realizadas pelo Flamengo, que recebeu alimento suficiente para um ano de funcionamento do local no empate por 1 a 1 com o Atlético-MG, ainda na primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Ao todo, foram 350 toneladas de alimento doadas ao restaurante.

A promessa da prefeitura é de que o espaço em Vargem Grande, onde mais um restaurante foi reaberto, sirva diariamente, 2.500 almoços (a R$ 2,00 cada) e 700 cafés da manhã a R$ 0,50. O restaurante funcionará de segunda sexta, das 6h às 9h, para café da manhã, e das 10h às 15h para almoço. Para a reabertura da unidade de Campo Grande, foram necessárias obras de recuperação da cozinha e dos equipamentos. A reforma do restaurante custou R$145.774,93. “O Rio de Janeiro precisa voltar a ser um espaço de solidariedade, boa vontade, apagar aquela imagem do passado de violência, corrupção, políticos presos”, defendeu Crivella.

O prefeito anunciou ainda que o município vai se responsabilizar também por reabrir os restaurantes populares de Bangu e Bonsucesso. “É um momento de crise aguda, um esforço enorme. Estamos fazendo isso em nome dessa solidariedade, esse espírito público de boa vontade que tem que haver. O Rio precisa superar essa fase ruim”, afirmou. O estado tinha, ao todo, 15 restaurantes, e os que não passaram para gestões municipais foram desativados.

A cerimônia contou com a presença da secretária de Desenvolvimento, Emprego e Inovação, Clarissa Garotinho, responsável pelo projeto, elogiada por Crivella: “Fez um grande esforço, lutou muito para conseguir parceiros e fazer a obra”.

MP do Rio denuncia nove PMs por recebimento de propina de traficantes

Nove policiais militares foram denunciados à Justiça pelo Ministério Público (MP), acusados de receber propina durante operação na Cidade Alta, na zona norte do Rio, em 2 de maio. Todos os PMs são sargentos, estavam lotados no 16º Batalhão de Polícia Militar e pertenciam ao Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate). A informação foi divulgada nesta segunda-feira (12), pelo MP.

De acordo com os promotores de Justiça Alexandre Themístocles e Eduardo Rodrigues Campos, a notícia sobre o recebimento de propina foi feita por um dos 45 traficantes presos durante a operação. Carlos Alberto de Assis Farias, conhecido por Cachoeira, preso após a tentativa de retomada, revelou um acordo entre os policiais investigados para que dessem apoio na manutenção do terreno, em troca de propina.

De acordo com o MP, o traficante fez a denúncia por se sentir enganado pelos policiais, já que pagou para ter apoio na retomada da comunidade, mas a PM prendeu 45 integrantes da facção e apreendeu 36 fuzis. Há suspeita de que os policiais também tenham recebido propina nas outras tentativas da facção de retomar o território, já que todas ocorreram quando o mesmo grupo de PMs estava de serviço.

A pedido do MP, a juíza Tula Mello, da 20ª Vara Criminal da capital, determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal dos policiais. Na denúncia, o MP requereu a conversão da prisão temporária dos policiais em preventiva.

Fonte: Agência Brasil