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Procon Estadual autua bancos por recusa no recebimento de contas na boca do caixa

O Procon Estadual autuou na última quarta (09), os bancos Itaú, Bradesco, HSBC e Santander pela recusa no recebimento de contas na boca do caixa. A Autarquia também determinou que as instituições voltem a aceitar imediatamente, nos guichês de atendimento presencial, os boletos de contas de consumo, como Light, Ampla, CEG e Cedae, entre outras. Atualmente, muitas dessas contas podem ser pagas apenas nos caixas eletrônicos.

 

No entendimento do Procon Estadual, a postura dos bancos de não aceitar algumas contas na boca do caixa segrega uma fatia importante da sociedade, especialmente os idosos. Com isso, quem tem dificuldade em operar os caixas eletrônicos acaba pedindo ajuda a terceiros, o que cria um ambiente propício à aplicação de golpes.

 

Um dos direitos garantidos pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC) é a proteção contra métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços. O CDC também proíbe que as empresas se aproveitem da fraqueza ou ignorância do consumidor, tendo em vista sua idade, saúde, conhecimento ou condição social, para impor seus produtos ou serviços. Isso acontece, de maneira velada, quando os bancos, com o objetivo de aumentar seus lucros, restringem o pagamento de determinadas contas aos caixas eletrônicos.

 

Os bancos têm um prazo de 15 dias úteis, contados a partir do recebimento da notificação, para apresentar as suas defesas. Caso o prazo não seja cumprido ou os argumentos não sejam aceitos pelo Setor Jurídico do Procon Estadual, as instituições serão multadas.

 

Procon Estadual autua Ampla por mortes em Rio Bonito devido a demora no conserto de fiação

O Procon Estadual autuou as concessionárias de energia elétrica Light e Ampla por falhas na prestação do serviço. Foram duas autuações contra cada uma. No caso da Ampla, um cabo de energia da empresa se rompeu e caiu em uma rua de Rio Bonito, matando mãe e filho. Os moradores da região disseram que acionaram a empresa seis horas antes do ocorrido, mas os funcionários demoraram a chegar.

A outra autuação contra a Ampla diz respeito à demora no conserto dos estragos causados pelo temporal do último dia 17. A lentidão deixou algumas regiões até três dias sem energia. Problema semelhante aconteceu em diversos bairros servidos pela Light, como Ramos, Del Castilho, Caju, Anchieta, Pavuna e Engenho Novo. A empresa foi autuada por isso. A Maré foi outra área coberta pela Light que foi afetada pela falta de luz e isso também foi alvo de autuação. Os moradores do local chegaram a fazer um protesto, nesta segunda-feira (22/02), pedindo providências à concessionária.

De acordo com o Procon Estadual, as infrações cometidas pelas concessionárias desrespeitam os conceitos de segurança, regularidade, eficiência e continuidade na prestação de serviços, previstos pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC) e por outras leis.

Light e Ampla têm 15 dias úteis, contados a partir do recebimento da notificação, para apresentar a sua defesa. Caso o prazo não seja cumprido ou os argumentos não sejam aceitos pelo Setor Jurídico do Procon Estadual, as concessionárias serão multadas

Procon Estadual interdita empresa de instalação de GNV em automóveis

O Procon Estadual, ligado à Secretaria de Estado de Proteção e Defesa do Consumidor, realizou, nesta segunda-feira (22/02), a primeira ação da Operação Bomba! Bomba! Bomba! Seu objetivo é vistoriar estabelecimentos que realizam a instalação e reparo de gás veicular natural (GNV) em automóveis. A fiscalização ocorreu em 15 lojas nas Zonas Norte e Oeste do Rio e em Niterói. Ao todo, 11 delas foram autuadas, sendo que uma, além de autuada, foi interditada.

O estabelecimento interditado foi o Fort Gás, localizado na Rua Xavier Curado, 510, em Marechal Hermes. O local não possuía extintores contra incêndio conforme o laudo de exigências do Corpo de Bombeiros e estava com o alvará de funcionamento vencido desde dezembro de 2014.

No Solução do Gás, localizado na Av. Dom Hélder Câmara, 8045, em Piedade, não havia aviso de “proibido fumar” nem sinalizações visuais de equipamentos preventivos como determina o laudo de exigências dos Bombeiros.Também não havia um Código de Defesa do Consumidor para consulta, cartaz do Disque 151 nem um exemplar do Livro de Reclamações. Além disso, não foi apresentado o alvará de funcionamento. Os fiscais deram o prazo de 48 horas para ajustes nas irregularidades encontradas e para apresentação de um alvará válido, ou o local será interditado.

Em Niterói, o Márcio GNV, localizado na Rua Barão do Amazonas, 314, foi autuado por não possuir exemplar do Livro de Reclamações.

Os estabelecimentos que não apresentaram irregularidades são: Bio Gas (Rua 24 de Maio, 648); Cinsvel (Av. Nova York, 499 – Bonsucesso); Del Gás (Rua Barreiros, 465 – Ramos); AIM (Rua Radialista, 82 – Taquara).

Balanço da Operação Bomba! Bomba! Bomba!

1-Del Gás (Rua 24 de Maio, 336): Ausência do Livro de Reclamações.

2- Solução do gás (Av. Dom Hélder Câmara, 8045 – Piedade): Não havia aviso de proibido fumar nem sinalizações visuais de equipamentos preventivos como determina o laudo de exigências.Prazo de 48 horas para adequação sob pena de interdição. Ausência do Alvará. Prazo de 48 horas para apresentação, sob pena de interdição. Ausência do CDC para consulta. Ausência do cartaz do Disque 151. Ausência do Livro de Reclamações.

3 – Inspetech (Rua Bela, 717 – São Cristóvão):Ausência do Livro de Reclamações.

4 – Fort Gás (Rua Xavier Curado, 510 – Marechal Hermes): Estabelecimento não possui extintores conforme laudo de exigências. Alvará vencido 23/12/14. Estabelecimento interditado.

5 – Centro Automotivo Imperial (Rua Francisco Eugênio, 396/398/400 – São Cristóvão):Ausência de preço nos aromatizantes veiculares e limpadores de para-brisa. Ausência do Livro de Reclamações.

6 – Del Gás(Av. Lobo Júnior,1736 – Penha): Ausência do Livro de Reclamações.

7 – Seta(Av. Brasil, 8785 – Olaria): Ausência de certificado de corpo de bombeiros, dado prazo de 48 horas para apresentar no Procon.

8 – Carro a gás(Rua do Matoso, 126 A-Praça da Bandeira): Ausência de preço nos limpadores de para brisa e serviços.Ausência do Livro de Reclamações.

9 – Del Gás (Av. Brasil,12277 – Penha): Ausência do Livro de Reclamações.

10 -Márcio GNV (Rua Barão do Amazonas, 314 – Niterói): Ausência do Livro de Reclamações.

11 – GNV Teste (Av. Ernani Cardoso, 385 lj A/B – Cascadura): Ausência do Certificado do Corpo de Bombeiros, dado prazo de 48 horas para apresentar no Procon, sob pena de interdição.

Procon Carioca multa parque aquático por prática abusiva

O Procon Carioca, órgão da Prefeitura do Rio, multou o Rio Water Planet, único parque aquático da cidade, situado em Vargem Grande, na Zona Oeste, por proibir a entrada de clientes com comida e bebida, obrigando-os a utilizar os cartões de consumo fornecidos pelo estabelecimento.

“Quem passa o dia inteiro em um parque tem o direito de escolher o que consumir. Não pode ficar limitado apenas ao que é vendido no local. Isso é venda casada, uma prática abusiva que desrespeita o direito do consumidor”, afirmou a presidente do Procon Carioca, Solange Amaral.

Em outubro do ano passado, o Procon Carioca convocou os representantes do parque aquático para um ajuste de conduta. O objetivo era permitir a entrada de clientes com uma quantidade mínima de alimentos, mas não houve acordo.

O Ministério Público do Rio de Janeiro será comunicado sobre a decisão do órgão para que sejam adotadas as medidas legais cabíveis.

 

Procon Estadual autua 14 autoescolas na cidade do Rio

O Procon Estadual realizou, na última segunda-feira (07/12), a Operação Roda Presa, que tem o objetivo de fiscalizar autoescolas. Foram vistoriados 21 estabelecimentos no Centro e nas zonas Norte, Sul e Oeste da cidade do Rio, dos quais 14 foram autuados. Os principais problemas identificados pelos fiscais foram cláusulas abusivas nos contratos firmados entre as autoescolas e os alunos e a cobrança de valores diferentes para pagamento em dinheiro ou em cartão.

Esta última irregularidade foi identificada em três autoescolas: Apollo (Rua Marquês de Abrantes, 177, Flamengo),Novo Rio (Rua do Catete, 38) e Augusto (Rua Riachuelo, 199, Centro). A Autoescola Apollo, por exemplo, oferecia 5% de desconto para pagamentos no cartão de débito. Na Autoescola Novo Rio, o contrato oferecido aos alunos estipulava a cobrança de uma multa de 50% sobre os três meses subsequentes à data da matrícula em caso de desistência. Já o contrato da Autoescola Augusto não previa a devolução do dinheiro caso o aluno desistisse do curso. Além disso, um cartaz na parede do estabelecimento informava a cobrança de uma multa de R$ 200 se o consumidor não quisesse mais frequentar a autoescola.

Não foram encontradas irregularidades nas seguintes autoescolas: Jacarepaguá (Avenida Geremário Dantas, 1.400), Aleixo (Avenida Brás de Pina, 1.463, Vila da Penha), Abolição (Rua da Abolição, 471), Classe A: (Estrada do Tindiba, 1.851, loja A, Jacarepaguá), BR 114 (Rua Cirne Maia, 126, Cachambi), Palu (Avenida Nelson Cardoso, 920, Jacarepaguá) e Zuhlke (Rua Capitão Rezende, 408, Méier).

 

Balanço da Operação Roda Presa:

1 – Autoescola Canadá(Rua Visconde de Pirajá, 580, Ipanema): Ausência do Livro de Reclamações, do Código de Defesa do Consumidor e do cartaz com o endereço e o telefone do Procon.

2 – Autoescola Torigno (Avenida Dom Hélder Câmara, 6.518, Pilares): Ausência do Livro de Reclamações, do Código de Defesa do Consumidore do cartaz do 151.

3 -Autoescola Narciso (Rua Voluntários da Pátria, 249, Botafogo): Ausência do Livro de Reclamações e do Código de Defesa do Consumidor.

4 – Autoescola Irani (Estrada do Tindiba, 2.089, sala 217, Taquara, Jacarepaguá): Ausência do Livro de Reclamações e do Código de Defesa do Consumidor.

5 – Autoescola Trovão (Avenida Dom Hélder Câmara, 3.357, Del Castilho): Ausência do Livro de Reclamações, do Código de Defesa do Consumidor e do cartaz do 151.

6 – Autoescola Estrela do Méier (Rua Castro Alves, 50, Méier): Ausência do Livro de Reclamações, do Código de Defesa do Consumidor e do cartaz do 151.

7 – Auto e Moto escola Alliance (Avenida das Américas, 3.939, Barra da Tijuca): Ausência do Livro de Reclamações e do Código de Defesa do Consumidor.

8 – Autoescola Apollo (Rua Marquês de Abrantes, 177, Flamengo): Ausência do Livro de Reclamações e do cartaz do 151. Preços diferentes para pagamento em dinheiro e em cartão.

9  -Autoescola Novo Rio (Rua do Catete, 38): Ausência do Código de Defesa do Consumidor e do cartaz do151. O contrato estipulava a cobrança de uma multa de 50% sobre os três meses subsequentes à data da matrícula em caso de desistência. Reclamação no Livro de Reclamações datada de 25/07/2015 não apresentada ao Procon (o prazo é de 30 dias).Diferenciação de preços para pagamentos em dinheiro e em cartão.

10 – Autoescola Augusto (Rua Riachuelo, 199, Centro): Ausência do Livro de Reclamações, do Código de Defesa do Consumidor e do cartaz do 151. O contrato estipula não devolução de quantia em caso de desistência. E um cartaz na parede informa a cobrança de uma multa de R$ 200 em caso de desistência. Diferenciação de preços para pagamentos em dinheiro e em cartão.

11 – Autoescola Irani (Avenida das Américas, 7.607, Barra da Tijuca): Ausência do Código de Defesa do Consumidor e do Livro de Reclamações.

12 -Autoescola Family (Avenida Treze de Maio, 199, Centro): Ausência do Livro de Reclamações.

13 – Autoescola Fox (Avenida das Américas, 16.401, Recreio): Ausência do Código de Defesa do Consumidor e do Livro de Reclamações.

14 – Autoescola Rio de Janeiro (Rua da Quitanda, 111, Centro): Ausência do Livro de Reclamações.

Operação do Procon Estadual na Black Friday resulta em 235 irregularidades identificadas

Na última sexta-feira (27/11), os fiscais do Procon Estadual trabalharam em esquema de prontidão na Operação Pega Pra Capar para conferir denúncias feitas pelos consumidores durante a Black Friday. No total, foram 235 irregularidades identificadas, entre propaganda enganosa, aumento do valor no fechamento da compra online, abusos na cobrança de frete e indisponibilidade do produto anunciado.

 

Até às 18h, a equipe de monitoramento identificou 76 ofertas enganosas em promoções divulgadas em sites de compras – maioria delas no Submarino: 45 irregularidades. O monitoramento comparoucom os preços coletados há algumas semanas, para saber se os descontos eram verdadeiros ou não.Foram realizadas pelos consumidores 110 reclamações e denúncias através do site Procon Online (www.procononline.rj.gov.br) e pelo telefone 151.

 

Outras 10 irregularidades foram identificadas na comparação em sites de buscas de preços e 26 consumidores reclamaram diretamente em postos de atendimento do Procon. Destes, 24 foram no posto localizado no Shopping Bangu devido a filial local das Casas Bahia não ter um ferro elétrico anunciado na promoção.

 

No decorrer do dia, a autarquia divulgou – através de releases, postagens no facebook e notas no twitter – as denúncias relacionadas a promoção que tinham consistência e levaram a abertura de processos investigativos. Assim conseguiu manter o consumidor informado. A equipe de fiscalização estava nas ruas verificando denúncias e fiscalizando lojas de rua e shoppings que aderiram ao evento. Ao todo, os fiscais autuaram 13 estabelecimentos.

 

Em três lojas da Leader fiscalizadas (Rua Uruguaiana, 55, Centro; Avenida Dom Hélder Câmara, 6.332, Cachambi eNew York City Center), foi constatado que os estabelecimentos colocam uma etiqueta de promoção no mesmo valor do preço anterior do produto, induzindo o consumidor a pensar que se trata de uma promoção.

 

Já na Melissa do BarraShopping, havia uma promoção na vitrine informando: “Jogue o dado e ganhe até 60% de desconto”. Porém o dado possuía apenas 5% e 10% de desconto. Os fiscaisdeterminaram a retirada imediata da propaganda

 

.Para saber os parciais dos monitoramentos realizados nos sites, vejam nos seguintes links:

 

http://www.procon.rj.gov.br/index.php/publicacao/detalhar/2221

 

http://www.procon.rj.gov.br/index.php/publicacao/detalhar/2222

 

http://www.procon.rj.gov.br/index.php/publicacao/detalhar/2223

 

Balanço Fiscalização em estabelecimentos da Operação Pega pra Capar:

 

1 – Leader (Rua Uruguaiana, 55, Centro): Os fiscais constataram denúncia de que o estabelecimento coloca uma etiqueta de promoção no mesmo valor do preço anterior/original do produto, induzindo o consumidor a pensar que se trata de uma promoção.Tamanho da fonte do valor da parcela maior que a do preço à vista.Ausência do endereço e telefone do Procon no cupom fiscal.

 

2 – Leader (Avenida Dom Hélder Câmara, 6.332, Cachambi): Os fiscais constataram denúncia de que o estabelecimento coloca uma etiqueta de promoção no mesmo valor do preço anterior/original do produto, induzindo o consumidor a pensar que se trata de uma promoção.Tamanho da fonte do valor da parcela maior que a do preço à vista.

 

3 -Mala Amada(BarraShopping):Ausência de preços nos produtos.Propaganda informando descontos de até 50%, sugerindo que seria em toda a loja, o que não ocorre, induzindo o consumidor ao erro. Ausência do certificado do Corpo de Bombeiros. Os fiscais deram um prazo de 48 horas para a apresentação.

 

4 – Melissa(BarraShopping):Promoção na vitrine informando: “Jogue o dado e ganhe até 60% de desconto”. Porém o dado possuía apenas 5% e 10% de desconto. Os fiscais determinaram a retirada imediata da propaganda.Ausência do certificado do Corpo de Bombeiros. Os fiscais deram um prazo de 48 horas para a apresentação.

 

5 -Lojas Americanas(Rio Sul): O videogameXbox One na promoção Black Friday custava R$ 1.599,00. Entretanto, ao observarem no sistema da loja, os fiscais verificaram que o mesmo produto era vendido, no dia 15/11, por este valor, tendo sido aumentado a partir do dia 20/11 e hoje voltando ao valor inicial, induzindo o consumidor a achar que está comprando com desconto da Black Friday, mas, na realidade, está pagando o valor que era cobrado anteriormente

 

6 – Lojas Americanas (Avenida Dom Hélder Câmara, 5.332 Cachambi): Oproduto em oferta Xbox One sofreu sucessivos aumentos ao longo da semana e constatou-se propaganda enganosa, uma vez que o referido desconto era apenas o retorno ao valor anteriormente ofertado.

 

7 – Loungerie(BarraShopping):Propaganda indicando peças (sutiã e calcinha) a partir de R$ 39,90 e R$ 19,90, sendo que o “a partir de” estava ilegível, fazendo o consumidor acreditar que todas as peças daquela ilha estavam nesse valor, quando não estavam.Ausência do certificado do Corpo de Bombeiros. Os fiscais deram um prazo de 48 horas para a apresentação.

 

8 – Ponto Frio (BarraShopping): Reclamações no Livro de Reclamações com data de 15/01/2015 e 27/01/2015 não enviadas (o prazo é de 30 dias).

 

9 – Samsung (NorteShopping):Reclamação registrada no Livro de Reclamações com data de 05/09/2015 não enviada (o prazo é de 30 dias).

 

10 -Leader(New York City Center):Encarte informando promoção de até 80% em toda loja, sendo que não havia desconto desse percentual nos produtos apresentados no encarte.Produtos remarcados com preços promocionais, remarcados novamente, como se fosse mais barato do que o valor anterior, sendo que o valor era o mesmo.

 

11 -Sonho dos Pés (BarraShopping):Ausência de preços em produtos expostos à venda.Ausência do certificado do Corpo de Bombeiros. Os fiscais deram um prazo de 48 horas para a apresentação.Propaganda na vitrine informava descontos de 20% a 50%, induzindo o consumidor a acreditar que seria em toda a loja, quando não era. Denúncia passada por consumidor no 151 confirmada.

 

12 – Extra (Avenida Dom Hélder Câmara, 6.350, Pilares): Ausência de preços nos produtos expostos à venda. Havia cartazes com os dizeres “de” “por”, mas no local do preço “por” havia uma interrogação.

 

13 -Farm (Rua da Quitanda, 86, Centro):Ausência de preço na vitrine e no interior da loja.Produtos da Black Friday não estavam identificados e estavam sem os preços do desconto.

As operações do Procon continuarão, mas você pode fazer sua denúncia, basta ligar para 151. O horário de funcionamento é de segunda à sexta de 07:00 às 19:00.

Procon Estadual autua 11 estabelecimentos em Angra dos Reis

Depois de passar por Paraty, a Operação Verde que Te Quero Verde do Procon Estadual, ligado à Secretaria de Estado de Proteção e Defesa do Consumidor, teve prosseguimento nesta sexta-feira (12/06). Os fiscais autuaram 11 de 13 estabelecimentos vistoriados – entre mercados, restaurantes, hotéis e escolas – em Angra dos Reis, na Costa Verde fluminense. Foram descartados 123kg e 730g de alimentos e 180 litros de bebidas (chope e xarope de refrigerante) vencidos ou sem especificação do prazo de validade.

No supermercado Rede Economia do Parque das Palmeiras, s/nº, os fiscais perceberam problemas pouco antes de sair do local. Eles repararam um carrinho com bacalhau sendo retirado da área de vendas e colocado na área de etiquetagem. Desconfiaram e constataram que o bacalhau seria etiquetado novamente, com novo prazo de validade. Algumas peças apresentavam coloração atípica e aspecto umedecido. Orelhas e o rabos de porco também passariam pelo mesmo processo. Resultado: apenas nesse mercado, foram 49kg e 700g de carnes descartadas.

Nos hotéis e nas pousadas vistoriadas, havia vários problemas relacionados à documentação, como a falta do cartaz da campanha “Diga não ao turismo sexual”, da ficha de identificação para crianças e do cartaz informando a proibição de hospedagem de crianças desacompanhadas. Não foram encontradas irregularidades no supermercado Rede Economia da Rua Júlio Maria, 49, e no restaurante Casa da Picanha localizada na praça de alimentação do Cais de Santa Luzia, s/nº.

A Operação Verde que Te Quero Verde teve início na última quarta-feira (10/06), em Paraty. Nessa data e na última quinta-feira (11/06), os fiscais encontraram problemas em 23 estabelecimentos, incluindo uma churrascaria, que foi interditada.

Balanço da Operação Verde que Te Quero Verde:

1 – Centro Educacional Mambucaba (Rua Santos, 10): 3 extintores vencidos em agosto de 2014, ausência de banheiro adaptado para portadores de necessidades especiais, cobrança de taxas de material de uso coletivo e de emissão de segunda via do boleto de cobrança.Condicionamento do fornecimento de documentos escolares (diploma, histórico e certificado) ao pagamento das obrigações financeiras. Na cantina, ausência de tabela de preços nos produtos e ralo sem dispositivo de fechamento. Ausência do Livro de Reclamações, do Código de Defesa do Consumidor e do cartaz do 151.

2 – Rede Economia (Parque das Palmeiras, s/nº): 37kg de bacalhau sem especificação da validade; 12kg de orelha e rabo de porco e 700g de corte suíno (este último em área de venda) vencidos.

3 – Multi Market (Rua Ilha Grande, 43, Ribeira): Produtos vencidos: 170g de queijo gorgonzola, 29kg de carne suína e 5kg e 616g de carne moída.

4 – Supermarket (Rua Dr. Bastos, 62, Centro): Produtos vencidos: 9kg de queijo prato e 7kg e 500g de linguiça calabresa.

5 – Zona Sul (Praia do Jardim, s/nº): 200g de queijo de cabra vencido; 2kg e 800g de queijo de cabra sem informação da validade. Nas etiquetas de ofertas, a informação de que o preço promocional vale apenas para clientes portadores do cartão ou chaveiro Zona Sul está em fonte muito pequena, induzindo o consumidor ao erro.

6 – Pousada dos Sonhos (Avenida Ayrton Senna da Silva, 327): Ausência do Livro de Reclamações, do cartaz da campanha “Diga não ao turismo sexual”, da ficha de identificação para crianças, do cartaz informando a proibição de hospedagem de crianças desacompanhadas e do certificado de potabilidade da água.

7 – Mar de Espuma Chopperia e Petiscaria (praça de alimentação do Cais Santa Luzia, s/nº, Centro): 170 litros de chope vencido; produtos sem informação da validade: 1kg e 400g de coração, 1kg de lasanha, 5kg de camarão com casca, 2kg de camarão sem casca, 1kg e 200g de pasta de atum e 3kg de pirão; Ausência do certificado de potabilidade da água; péssimas condições de higiene e limpeza da cozinha.

8 – Choperia Zero Grau (Avenida Ayrton Senna da Silva, 213, Praia do Anil): 1kg e 300g de pasta de atum e 320g de molho bernaise vencidos; bebidas armazenadas em contato direto com o piso do estabelecimento; ralo não sifonado e lixeiras sem tampa e sem acionamento por pedal na área da cozinha.

9 – Hotel Vila Galé (Estrada Vereador Benedito Adelino, 8.413, Retiro): 10 litros de xarope de Coca-Cola Zero vencido; ausência de folheto sobre prevenção da Aids; ausência de preservativos nos quartos.

10 – Pousada Verde Mar (Estrada Vereador Benedito Adelino, 2.987): Ausência do Livro de Reclamações, do Código de Defesa do Consumidor, da ficha de identificação de crianças do cartaz informando a proibição de hospedagem de crianças desacompanhadas e do folheto sobre prevenção da Aids.

11 – Restaurante Casarão (Praça General Osório, 8): Produtos sem informação da validade: 1kg e 200g de linguiça calabresa, 156g de queijo parmesão, 370g de camarão cru e 200g de frango empanado; produtos mal acondicionados e sem informação da validade: 900g de carne suína e 1kg e 700g de linguiça de pernil; ausência do Livro de Reclamações.

Fonte: Procon Estadual