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Mulher é esfaqueada na frente da filha de 5 anos em Angra dos Reis

Elas dormiam na mesma cama quando foram surpreendidas pelo homem. Suspeito agrediu a mulher com golpes de facão.

G1

Uma mulher foi esfaqueada pelo marido, na frente da filha de 5 anos, na quarta-feira (6), em Angra dos Reis, RJ. Segundo familiares, o crime aconteceu na casa da vítima, no Parque Mambucaba. Ela foi atingida com golpes de facão.

Ainda segundo familiares, os dois estavam juntos há seis anos. O homem, identificado como Flávio da Silva Lins, não aceitava o divórcio e já havia agredido a mulher outras vezes. Contra ele havia medida protetiva, que não foi respeitada. Ele pulou o muro da casa da vítima e a surpreendeu enquanto ela e a filha do casal dormiam na mesma cama. A sobrinha dela de 10 anos, que mora na residência, conseguiu sair e pedir socorro.

Deidiane de Paula Monteiro, de 33 anos, está internada no Hospital Geral da Japuíba. O estado de saúde dela é estável e ela não corre risco de morte.

O caso foi registrado na 166ª Delegacia de Polícia (Angra dos Reis). O homem está foragido.

Segundo o Disque Denúncia, desde o início do ano, o município recebeu sete denúncias de violência contra a mulher. Quem souber o paradeiro do suspeito pode entrar em contato através do Disque Denúncia. O número do telefone é 0300 253 1177 (custo de ligação local). A população pode denunciar também pelo aplicativo “Disque Denúncia RJ”, onde é possível enviar fotos e vídeos.

Fonte G1

Homem se entrega após matar mulher a marretadas em Itaguaí

Segundo a polícia, crime de feminicídio aconteceu em Itaguaí. José Carlos da Silva Carvalho e Simone Oliveira de Assis Carvalho estavam casados há 10 anos

Simone Oliveira de Assis Carvalho, de 40 anos, foi assassinada a marretadas em Chaperó. O suspeito é o marido José Carlos da Silva Carvalho, de 60 anos, que se entregou nesta última sexta-feira (4) à polícia.

O crime aconteceu na última quinta-feira (3). O assassino se entregou na Central de Garantias (CG-Norte), também em Itaguaí. Mais tarde, Jose Carlos levou os peritos da Delegacia de Homicídios ao local do crime que teria sido motivado por desentendimentos e também por ciúmes entre o casal, que estava junto há cerca de dez anos. O assassinato ocorreu na casa da mulher.

Ao chegarem os policiais civis encontraram o corpo de Simone e as alianças do casal, além da arma utilizada no feminicídio, uma marreta de obra.

Outros crimes contra mulheres no Rio

Outro caso ocorreu no Morro do Urubu, uma moradora do local foi morta depois que um ex-companheiro a espancou até a morte. O crime está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios, que confirmou o assassinato na noite de sexta-feira, 5, na comunidade que fica no bairro da Piedade, zona norte do Rio, mas não deu detalhes.
Segundo a Globonews, a mulher assassinada era Tamires Blanco, de 30 anos, que deixa dois filhos pequenos, inclusive uma bebê de 11 meses que teria sido encontrada em cima do corpo da mãe. O casal que estava separado ficou junto por dois anos.

Outro caso foi de Marcelle Rodrigues da Silva, 27, morta a facadas dentro de casa também pelo marido, na frente do filho de 7 anos. Na virada do ano, o filho do presidente da Câmara dos Vereadores do Rio Fabio Tuffy Felippe foi preso após espancar por três horas a mulher, Christini, que resistiu ao crime mas teve o rosto desfigurado

Mulher é morta em assalto na frente dos filhos em Itaguaí

Jovem foi assassinada covardemente a golpes de facadas na frente das crianças
Uma jovem foi morta a facadas, nesta domingo, na Rodovia Rio-Santos (BR-101), altura de Itaguaí, na Baixada Fluminense. Luana Alves de Albuquerque, de 25 anos, estava voltando de um passeio com a família quando todos foram abordados por um bandido. A jovem teria ficado nervosa na hora de entregar seus pertences e acabou sendo ferida. No momento do crime, ela estava com uma filha, de meses, no colo e outra, de 2 anos, a seu lado.

De acordo com informações da polícia, o pneu dianteiro do lado esquerdo da HB20 da família furou. O marido de Luana, Cosme, parou no acostamento saltou para fazer o conserto. Luana ficou no banco de trás com as filhas, com a porta aberta. Foi quando um homem de bicicleta se aproximou.

Segundo os investigadores, Cosme disse que não percebeu a movimentação. Somente quando ouviu Luana chamando seu nome, daí ele foi até onde ela estava e a encontrou caída, com marcas de facadas no peito e no pescoço. Cosme ainda tentou pedir ajuda, mas a jovem morreu no local.

O bandido fugiu com o celular de Luana, dinheiro e documentos de Cosme que estava no carro — os documentos foram encontrados num matagal a cerca de vinte metros do local do crime. O corpo de Luana foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML) de Campo Grande, na Zona Oeste da capital. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF)

Na última foto, legenda diz ‘feliz da vida’

A última foto pública de Luana em seu perfil no Facebook mostra a jovem sorrindo, num restaurante na Praia de Coroa Grande, em Itaguaí, cerca de três horas antes do crime. A legenda da imagem é: “Tudo ao Vivo #Feliz da Vida”. O primeiro comentário feito na foto foi da mãe de Luana: “Você é a coisa mais linda da mãe, te amo”.

Esse crime é mais um bárbaro em Itaguaí, que parece não se cansar de dar notícias ruins a toda sociedade e imprensa. Isso mostra o total descaso dos órgãos públicos em uma cidade que vive os seus piores dias e que agoniza sem respostas de crimes desvendados e sem respostas de assaltos em escolas e afins. Tudo acontece e nada parece ser resolvido. Até quando?

Com jornal Extra.

Após agredir Mulher, Naldo chora e pede perdão. Veja vídeo

O cantor foi preso por porte ilegal de arma após sua esposa Ellen Cardoso o denunciar por agressão

 

O cantor Naldo Benny, acusado de agredir sua mulher, Ellen Cardoso, conhecida como Mulher Moranguinho, divulgou nessa quinta-feira (7/12) três vídeos para pedir perdão à mulher. Nos clipes, o funkeiro chora, pede desculpas à Ellen e afirma que é um “cara do bem”. O cantor foi preso nessa quarta-feira, 6, por porte ilegal de arma de fogo e munição após denúncia da esposa. Segundo o boletim, Naldo teria agredido Ellen com socos, tapas e puxões de cabelo durante uma discussão por ciúmes.

 

Após a denúncia, Ellen deixou a casa onde morava com Naldo e entrou com pedido de medida protetiva contra ele, que foi aprovado pela Justiça do Rio. Caso descumpra a ordem, o cantor pode ser preso preventivamente.

 

Nos vídeos, Naldo diz: “Quero incansavelmente pedir perdão à minha mulher. Eu quero deixar muito claro que eu amo muito a minha mulher. Quem me conhece sabe disso, o cara de bem que eu sou, o quanto estou buscando me cuidar com profissionais”.

 

O cantor continua a declaração, afirma que está acabado e tenta explicar o porque tinha em casa uma pistola calibre 7,65 sem registro: “Quero deixar muito claro para a minha mulher que eu estou arrependido, acabado, que eu a amo muito. Infelizmente, as coisas tomaram uma proporção gigante, da situação da arma, eu tive um assalto na minha casa e a arma não teve nada a ver com a briga (com a mulher, Ellen Cardoso), nunca foi porte meu. Eu nem sabia onde estava a arma, a Ellen diz isso no depoimento dela.”

 

A prisão de Naldo Benny foi determinada pela delegada Viviane Costa, da Deam (Delegacia de Atendimento à Mulher). Ele foi liberado após pagamento de fiança e, de acordo com a polícia, ele segue sob investigação pelos crimes de lesão corporal, ameaça e injúria. Ao sair da delegacia, ele ainda fez o show de confraternização de batalhão da Polícia Militar. Segundo o comando do 18º BPM, a participação do artista no evento estava acertada há cerca de um mês.

 

Assista ao vídeo:

Mulher morre após ser atropelada em linha férrea de Itaguaí

A vitima sofria de problemas mentais

Uma mulher identificada até o momento apenas como Elaine, foi atropelada na linha férrea localizada no Cação, bairro Brisamar em Itaguaí na manhã de hoje (05/05). Segundo testemunhas, ela saiu de casa indo em direção ao local fatídico.

A mulher estava nua. Uma das possibilidades é o suicídio. Elaine, sofria de problemas mentais, forte depressão e fazia uso de fortes calmantes.

No dia de ontem, ela foi vista no calçadão principal de cidade de seios de fora e transtornada. A vitima, era considerada uma boa pessoa pelos vizinhos quando não sofria das crises e morava sozinha após a perda de sua mãe. Peritos foram ao local para a tentativa da descoberta da morte.

Imagens das redes sociais

Itaguaí realiza ações voltadas à saúde da mulher

A Secretaria Municipal de Saúde realiza nesta quarta-feira (08/03), Dia Internacional da Mulher, ações de prevenção e conscientização em saúde feminina. O evento acontece na Praça Vicente Cicarino, Centro de Itaguaí, das 8h às 12h. Técnicos da Secretaria irão informar e orientar a população sobre combate à hipertensão, combate ao tabagismo, combate ao Aedes aegypti, programa da terceira idade, Aids e saúde da mulher. Haverá ainda apresentações da ginasta Manoella Aparecida e do cantor Kiko Viana.

 

Turma do STF abre precedente para descriminalizar aborto até terceiro mês

Decisão foi tomada após ministros analisarem um caso específico.

Supremo revogou prisão preventiva de funcionários de clínica.

 

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) revogou nesta terça-feira (29) a prisão preventiva de cinco médicos e funcionários de uma clínica de aborto. A decisão vale apenas para o caso específico, mas abre um precedente na mais alta Corte do país para a descriminalização (fim da prisão) para mulheres ou médicos que realizam o aborto.

 

Três dos cinco ministros que compõem o colegiado consideraram que a interrupção da gravidez até o terceiro mês de gestação não configura crime. Segundo o Código Penal, a mulher que aborta está sujeita a prisão de um a três anos; já o médico pode ficar preso por até 4 anos.

A maioria dos ministros da Primeira Turma, contudo, considerou que essa punição viola vários direitos da mulher previstos na Constituição: a autonomia; os direitos sexuais e reprodutivos; a integridade física e psíquica; e a igualdade em relação ao homem.

“Como pode o Estado – isto é, um delegado de polícia, um promotor de justiça ou um juiz de direito – impor a uma mulher, nas semanas iniciais da gestação, que a leve a termo, como se tratasse de um útero a serviço da sociedade, e não de uma pessoa autônoma, no gozo de plena capacidade de ser, pensar e viver a própria vida?”, escreveu o ministro Luís Roberto Barroso, autor do voto vencedor.

Além desses fundamentos, o ministro também considerou o impacto da criminalização sobre mulheres pobres.

“O tratamento como crime, dado pela lei penal brasileira, impede que estas mulheres, que não têm acesso a médicos e clínicas privadas, recorram ao sistema público de saúde para se submeterem aos procedimentos cabíveis. Como consequência, multiplicam-se os casos de automutilação, lesões graves e óbitos”, escreveu no voto.

 

Citando pesquisas internacionais, ele também considerou que punir com prisão não diminui o número de abortos, classificando como “duvidosa” a ideia de que criminalização protege a vida do nascituro.

Além disso, disse que o Estado dispõe de outros meios para evitar a prática, como educação sexual, distribuição de contraceptivos e apoio à mulher que, embora queira ter filhos, enfrenta dificuldades para criar uma criança.

Por fim, entendeu que a prisão traz mais custos sociais que benefícios, levando-se em conta os problemas de saúde e mortes provocadas por métodos perigosos de realizar o aborto clandestino.

 

Julgamento

O julgamento do caso começou em agosto deste ano. Na época, o relator da ação, ministro Marco Aurélio, derrubou a prisão por motivos processuais: considerou que não havia risco às investigações, chance de haver novos crimes ou possibilidade de fuga se os réus fossem soltos.

 

Na sessão desta terça, porém, Barroso acrescentou que, segundo sua interpretação da Constituição, o aborto até o terceiro mês da gestação não é crime. Para definir esse critério de tempo, o ministro observou regras aplicadas em diversos outros países.

“Praticamente nenhum país democrático e desenvolvido do mundo trata a interrupção da gestação durante a fase inicial da gestação como crime, aí incluídos Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Canadá, França, Itália, Espanha, Portugal, Holanda e Austrália”, pontuou o ministro.

 

Acompanharam Barroso os ministros Edson Fachin e Rosa Weber. Luiz Fux e Marco Aurélio, apesar de concordarem com a soltura dos médicos, não se manifestaram sobre a descriminalização do aborto.

 

Aborto em caso de zika

Embora não se aplique a outros casos, o entendimento desta terça da Primeira Turma deverá ser lembrada num julgamento previsto para o próximo dia 7 de dezembro, quando os 11 ministros da Corte debaterão no plenário se o aborto pode ser descriminalizado se a gestante estiver contaminada com o vírus da zika.

 

Atualmente, a prática do aborto só não é punida com prisão caso a gravidez seja resultado de um estupro, caso haja risco para a vida da mulher ou no caso de fetos anéncefalos, deficiência que inviabiliza a vida do bebê após o nascimento.

Fonte: G1