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MP solicita que brasileiros reiniciem roteadores domésticos para combater vírus. Veja a lista de aparelhos ameaçados

 

EXTRA – A Comissão de Proteção dos Dados Pessoais do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) publicou uma nota oficial solicitando que os proprietários de roteadores domésticos reiniciem seus aparelhos para interromper temporariamente a propagação do malware VPNFilter (programa malicioso), o que ajudará na identificação de equipamentos que estejam infectados. O pedido do MPDFT foi feito depois de um alerta global emitido pelo Federal Bureau of Investigation (FBI), no dia 25 de maio, de que os roteadores domésticos e de home office estão sob risco de infecção pelo vírus.

 

O malware VPNFilter pode roubar informações pessoais, bloquear a internet ou mesmo direcionar as pessoas para sites falsos de bancos e de lojas on-line, com o objetivo de cometer fraudes.

 

 

O MPDFT recomenda, ainda, a desativação das configurações de gerenciamento remoto, que pode facilitar o trabalho de hackers, e o uso de senhas fortes nos roteadores, que contenham números, símbolos e letras maiúsculas e minúsculas. Também é importante atualizar o software (firmware) do roteador.

 

Desde setembro de 2017, o MPDFT investiga fraudes bancárias, como estelionatos e furtos, cometidos por meio de roteadores infectados. O Ministério Público está trabalhando em parceria com a Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos da Polícia Civil. A investigação é sigilosa.

 

Segundo Rafael Zanatta, pesquisador em Telecomunicações do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), um dos dez roteadores mais usados no Brasil, está na lista: o TP-LINK TL-WR841HP. O aparelho, diz o especialista, custa em média R$ 135.

 

– Na nossa leitura é um caso preocupante, porque tem muito consumidor de moden da TPLink no Brasil. Em contato com a fabricante, eles me explicaram que especialmente os modelos mais novos desse roteadores estão vulneráveis. A orientação é mudar usuário e senha que vem de fábrica e atualizar o software do aparelho. Se tiver dificuldade técnica, o consumidor deve entrar em contato com o fabricante, por telefone, para receber instruções. Os vírus atacam com mais frequência roteadores desatualizados e infectou mais aparelhos no Leste Europeu – explica Zanatta, informando que o Idec fará também um comunicado a seus associados.

 

O MPDFT recomenda, ainda, a desativação das configurações de gerenciamento remoto, que pode facilitar o trabalho de hackers, e o uso de senhas fortes nos roteadores, que contenham números, símbolos e letras maiúsculas e minúsculas. Também é importante atualizar o software (firmware) do roteador.

 

– Só ligar e desligar o roteador não ajuda muita coisa. Mas o reset da máquina pode ser uma boa medida, pois neste caso volta-se às definições de fábrica. O botão do reset, na maioria dos modelos, está localizado ou lado do usado para ligar o aparelho. Para completar a operação é preciso pressioná-lo continuamente por 5 segundos – ensina Zanatta.

 

O Idec explica que os roteadores são infectados a partir de falhas de segurança dos dispositivos e sistemas desatualizados. Aproveitando-se da falha, o vírus invade os dispositivos conectados sob a mesma rede e passa a realizar “ataques” na transmissão das informações.

 

Em linhas gerais, acrescenta o instituto, isso significa que todo o acesso do usuário pode ser rastreado, o que é preocupante, já que diversos aparelhos vulneráveis constam na lista dos roteadores mais vendidos no país, como o TP-Link.

 

Para que possam ficar seguros da ameaça, o Idec listou algumas orientações para os consumidores:

 

– Caso verifiquem que o aparelho de sua residência está vulnerável ao ataque, que reiniciem o roteador, apertando o botão de “reset” por vários segundos.

 

– A operação vai fazer com que o modem retorne ao padrão de fábrica – a senha para nova utilização é a que veio originalmente com o aparelho, que fica normalmente em etiqueta no verso.

 

– Após isso, é necessário procurar pelas atualizações do produto. Isso pode ser feito ligando para o fornecedor responsável, que deverá indicar o procedimento adequado.

 

– Outro passo fundamental é trocar a senha de acesso ao roteador, já que o vírus também faz uso de senhas padrões de fábrica para se espalhar.

 

 

Confira a lista de roteadores infectados e veja se o seu está entre eles

 

Asus Devices:

 

RT-AC66U (new)

 

RT-N10 (new)

 

RT-N10E (new)

 

RT-N10U (new)

 

RT-N56U (new)

 

RT-N66U (new)

 

D-Link Devices:

 

DES-1210-08P (new)

 

DIR-300 (new)

 

DIR-300A (new)

 

DSR-250N (new)

 

DSR-500N (new)

 

DSR-1000 (new)

 

DSR-1000N (new)

 

Huawei Devices:

 

HG8245 (new)

 

Linksys Devices:

 

E1200

 

E2500

 

E3000 (new)

 

E3200 (new)

 

E4200 (new)

 

RV082 (new)

 

WRVS4400N

 

Mikrotik Devices:

 

CCR1009 (new)

 

CCR1016

 

CCR1036

 

CCR1072

 

CRS109 (new)

 

CRS112 (new)

 

CRS125 (new)

 

RB411 (new)

 

RB450 (new)

 

RB750 (new)

 

RB911 (new)

 

RB921 (new)

 

RB941 (new)

 

RB951 (new)

 

RB952 (new)

 

RB960 (new)

 

RB962 (new)

 

RB1100 (new)

 

RB1200 (new)

 

RB2011 (new)

 

RB3011 (new)

 

RB Groove (new)

 

RB Omnitik (new)

 

STX5 (new)

 

Netgear Devices:

 

DG834 (new)

 

DGN1000 (new)

 

DGN2200

 

DGN3500 (new)

 

FVS318N (new)

 

MBRN3000 (new)

 

R6400

 

R7000

 

R8000

 

WNR1000

 

WNR2000

 

WNR2200 (new)

 

WNR4000 (new)

 

WNDR3700 (new)

 

WNDR4000 (new)

 

WNDR4300 (new)

 

WNDR4300-TN (new)

 

UTM50 (new)

 

QNAP Devices:

 

TS251

 

TS439 Pro

 

Other QNAP NAS devices running QTS software

 

TP-Link Devices:

 

R600VPN

 

TL-WR741ND (new)

 

TL-WR841N (new)

 

Ubiquiti Devices:

 

NSM2 (new)

 

PBE M5 (new)

 

Upvel Devices:

 

Unknown Models* (new)

 

ZTE Devices:

 

ZXHN H108N (new)

 

Fonte: Jornal Extra

 

Sindicato denuncia vereador de Itaguaí no MP

A sindicalista Chris Gerardo, representante do Sindicato do Movimento Unificado dos Servidores Públicos de Itaguaí (MUSPI), protocolou denúncia junto ao Ministério Público Estadual na Promotoria da Tutela Coletiva e Criminal, contra uma possível agressão cometida  contra ela na sessão da Câmara de Itaguaí de 23 de novembro por parte do vereador Vinícius Alves (PRB). Segundo a denunciante, o legislador a agrediu enquanto ela estava em exercício de suas funções como representante do sindicato. Ela também denunciou a atuação dos guardas municipais do Grupamento de Operações Especiais ( GOE) que segundo ela são nomeados como assessores de governo.

Chris também denunciou que seja observada pelo MP, a ilegalidade da realização da sessão secreta de mesma data, deixando os munícipes com dificuldades de acesso as informações assim como a veracidade das provas que segundo elas são forjadas quanto a danos  ao patrimônio público atribuído pela Câmara aos servidores e população presente.

Semana que vem o sindicato dará depoimento junto a Comissão de Direitos Humanos da ALERJ, assim como terá visita de parlamentares estaduais.

O MUSPI vai ingressar ações de inconstitucionalidade e mandado de segurança.

Ministério Público acolhe denúncia por descarte irregular de lixo nas unidades de saúde de Itaguaí

Denúncia foi feita na última quinta – feira 29

O Ministério Público da Tutela Coletiva de Nova Iguaçu, acatou a denúncia feita por uma servidora da saúde contra o descarte irregular de lixo no hospital São Francisco Xavier e outras unidades de saúde de Itaguaí.

Segundo o MUSPI, Movimento Unificado dos Servidores Públicos de Itaguaí, a conclusão do MP, é de que além do acolhimento da denúncia com instalação de um inquérito, a prefeitura será intimada para apresentar o contrato de recolhimento do lixo hospitalar, Resíduo de Serviços de Saúde (RSS), com a empresa apta a prestar este tipo de serviço, a guia de entrada do resíduo hospitalar no Centro de Tratamento de Resíduos, com o devido encaminhamento do RSS pelo CTR – Aterro Sanitário/ incineração.

As fotos tiradas no começo da semana, mostram lixos amontoados na parte de trás do hospital municipal, no posto de saúde de Vila Margarida, na unidade Básica de Saúde do Centro e na de Chaperó.

 

 

Vereador foi a um dos postos e viu pessoalmente o problema

O vereador da cidade André Amorim (PR), prometeu fazer uma Indicação Legislativa para buscar a solução deste descarte irregular.

O problema é que a sessão de hoje não ocorreu por falta de quorum. Apenas os vereadores André Luís Reis de Amorim (PR), que presidiu a mini sessão por ser o vice presidente, Willian Cezar de Castro Padela (PSB), Ivan Charles Jesus Fonseca, Ivanzinho (PSB), Waldemar José de Ávila Neto (PHS), Genildo Ferreira Gandra (PDT) e Eliezer Lage Bento (PRTB), foram à sessão.

 

Leia na integra o relato do legislador

“Ontem estive na Unidade de Saúde localizada na rua Protógenes Guimarães para levar meu filho para vacinar contra Hepatite B e BCG. O local não comporta o atendimento aos usuários. São dezenas de mães e pais que tem que chegar muito cedo para pegar uma das 40 senhas que são distribuídas apenas as 4as e 6as feiras. A minha foi a de numero 10. 
ESTOU FAZENDO uma Indicação Legislativa ao Executivo para disponibilizar mais locais que ministrem esta vacina, desafogando aquela Unidade e melhorando o atendimento, pois a vacina BCG só é ministrada naquele local.


Estando lá, aproveitei para vistoriar rapidamente o local, detectando, entre outros problemas, que o lixo se acumula de maneira absolutamente inadequada e perigosa. Estou fazendo outra Indicação Legislativa para buscar solução deste problema gravíssimo, vez que não havia sequer seccionamento de lixo comum e especial.
Necessário buscar soluções para a Cidade.
Denúncias ou ideias de Indicações: vereadorandreamorim@camaraitaguai.rj.gov.br”

 

Clique no link abaixo:

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No fim da tarde desta quinta – feira (31), ocorreu o recolhimento dos resíduos nas unidades de saúde e no hospital.

 

 

Resposta da prefeitura

O blog entrou em contato com a prefeitura que relatou que o serviço de coleta do lixo hospitalar em suas unidades de saúde já foi normalizado.

 

Os riscos de lixo hospitalar descartado de forma irregular

Tais materiais podem representar risco à saúde humana e ao meio ambiente se não houver adoção de procedimentos técnicos adequados no manejo dos diferentes tipos de resíduos gerados como, materiais biológicos contaminados com sangue ou patógenos, peças anatômicas, seringas e outros materiais plásticos; além de uma grande variedade de substâncias tóxicas, inflamáveis e até radioativas.

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabeleceu regras nacionais sobre acondicionamento e tratamento do lixo hospitalar gerado – da origem ao destino (aterramento, radiação e incineração). Estas regras atingem hospitais, clínicas, consultórios, laboratórios, necrotérios e outros estabelecimentos de saúde. O objetivo da medida é evitar danos ao meio ambiente e prevenir acidentes que atinjam profissionais que trabalham diretamente nos processos de coleta, armazenamento, transporte, tratamento e destinação desses resíduos.

De acordo com a Resolução RDC nº 33/03, os resíduos são classificados como:

 

  • Grupo A(potencialmente infectantes) – que tenham presença de agentes biológicos que apresentem risco de infecção. Ex.: bolsas de sangue contaminado;
  • Grupo B(químicos) – que contenham substâncias químicas capazes de causar risco à saúde ou ao meio ambiente, independente de suas características inflamáveis, de corrosividade, reatividade e toxicidade. Por exemplo, medicamentos para tratamento de câncer, reagentes para laboratório e substâncias para revelação de filmes de Raio-X;
  • Grupo C(rejeitos radioativos) – materiais que contenham radioatividade em carga acima do padrão e que não possam ser reutilizados, como exames de medicina nuclear;
  • Grupo D(resíduos comuns) – qualquer lixo que não tenha sido contaminado ou possa provocar acidentes, como gesso, luvas, gazes, materiais passíveis de reciclagem e papéis;
  • Grupo E(perfurocortantes)nbsp;- objetos e instrumentos que possam furar ou cortar, como lâminas, bisturis, agulhas e ampolas de vidro.

 

De onde vem o risco?

De acordo com um estudo feito pelo Hospital Albert Einstein, o maior risco ambiental a partir dos resíduos hospitalares é representado pelo chamado lixo infectante. Caracteriza-se pela presença de agentes biológicos como sangue e derivados, secreções e excreções humanas, tecidos, partes de órgãos, peças anatômicas; além de resíduos de laboratórios de análises e de microbiologia, de áreas de isolamento, de terapias intensivas, de unidades de internação, assim como materiais perfurocortantes.

Uma vez que esses materiais entrem em contato com o solo ou a água, podem causar sérias contaminações no ambiente e causar danos à vegetação. Também podem haver sérios problemas caso esses materiais contaminados entrem em contato com rios, lagos ou até mesmo com lençóis freáticos, pois dessa forma a contaminação irá se espalhar com maior facilidade, prejudicando qualquer ser vivo que entrar em contato com essa água.

Os resíduos perfurantes, contaminados com patógenos ou infecciosos, quando despejados de forma incorreta em aterros sanitários comuns, trazem um grande risco aos catadores de lixo. Os indivíduos podem ser contaminados caso entrem em contato com alguns desses materiais. Abaixo, uma imagem de resíduos hospitalares despejados em um aterro sanitário comum à céu aberto, sem nenhum tipo de seleção prévia e armazenamento:

 

Esterilização? Incineração?

Ainda de acordo com o estudo feito pelo Hospital Albert Einstein, o lixo infectante deve ser separado do restante do lixo hospitalar, sendo o treinamento de funcionários para esta função uma exigência do Conselho Nacional do Meio Ambiente no Brasil. No entanto, desconhece-se a efetiva separação e destinação de tal tipo de lixo pelos milhares de hospitais brasileiros, assim como pela maioria dos hospitais no mundo. Umas das práticas utilizadas é a incineração de lixo infectante, porém formam-se cinzas contaminadas com substâncias nocivas à atmosfera, como as dioxinas e os metais pesados, que aumentam a poluição do ar. O processo gera emissões que podem ser mais tóxicas do que os produtos incinerados.

A esterilização, ao invés da incineração, é uma alternativa válida e importante. No entanto, o seu elevado custo faz com que seja pouco utilizada. A colocação deste lixo em valas assépticas é considerada uma opção igualmente válida, porém o espaço necessário às mesmas e a devida fiscalização limitam o seu uso. Infelizmente, a maioria dos hospitais descarta estes resíduos sem separá-los corretamente.

Foi desenvolvido pela Anvisa o Plano de Gerenciamento de Resíduos do Serviço de Saúde (PGRSS), um documento que aponta e descreve ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos observando suas características. Ele contempla os aspectos referentes a geração, segregação, condicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final, bem como a proteção à saúde pública e ao meio ambiente.

Como consumidores de medicamentos podem ajudar?

Consumimos uma grande variedade de medicamentos diariamente em nossas residências, mas como devemos descartar os comprimidos e remédios que não serão mais utilizados ou que estão vencidos?

Devemos levar esses medicamentos aos pontos de coleta de medicamentos. Eles encontram-se em algumas farmácias e supermercados. Desta forma, evitamos o descarte desses medicamentos no lixo comum, que em muitos casos acaba indo para os aterros sanitários. Para saber onde descartar remédios e outros itens, clique aqui.

 

Vereador autor de leis favoráveis aos servidores de Itaguaí, protocola denúncias no Ministério Público

Vereador Willian Cezar (PSB), questionou mudanças na vida dos servidores e vetos as leis aprovadas na Câmara no final de 2016

O autor da leis que favoreciam os servidores públicos da cidade de Itaguaí e que foi vetada pelo atual prefeito Carlo Busatto Júnior, o Charlinho (PMDB), protocolou duas denúncias no Ministério Público. Entre elas, as movimentações dos servidores para escolas integrais, o fim dos desvios de função, a exoneração de diretores escolares adjuntos de escolas com menos de 600 alunos e a mudança na forma de execução de atividades extraclasse dos professores.

Veja o texto divulgado pelo legislador em seu perfil no Facebook:

“Protocolei junto ao Ministério Público duas denúncias:

  • Movimentação indevida:
    A Secretaria Municipal de Educação está realizando remoções dosprofissionais de Educação erroneamente baseando-se na Lei 2.580/06, uma vez que a Lei 3.256/14, em seu Artigo 25, dispõe sobre o critério de remoção e, no Artigo 41, revoga as disposições em contrário. Sendo assim, prevalece o Artigo 25 da referida Lei 3.256/14.
  • Exonerações de Diretores Adjuntos:
    A Prefeitura Municipal de forma incorreta baseia-se na Lei 1.999/98, que estabelece o mínimo de servidores e não o máximo por unidade escolar, incluindo o cargo de dirigente escolar adjunto, e não proibi que a U.E. com até 600 alunos tenha dirigente escolar adjunto. Há de considerar que o Decreto do Poder Executivo Municipal, 4047/15, que estabelece as normas para eleições diretas de diretores escolares, não tira do Poder Executivo o direito Constitucional de nomear os dirigentes escolares, apenas cria critérios democráticos para tais nomeações e leva em consideração a vontade da comunidade escolar (servidores, alunos e responsáveis).

Nesses primeiros dias da nova gestão da Prefeitura municipal de Itaguaí , ví diversos ataques aos servidores da educação, entre eles a exoneração dos diretores adjuntos de unidades escolares com até 600 alunos erroneamente baseado na lei 1.999/98, onde diz o mínimo de servidores das unidades. Além disso desrespeitaram toda a mobilização comunidade escolar dessas unidades de ensino, outra questão que me causou espanto foi a determinação de cumprir todo o tempo extraclasse na unidade escolar, ressalto que o atual formato estabelece 50% do tempo de atividade complementares para o município e 50% em local de livre escolha que foi construído democraticamente pela categoria e governo segundo a lei 9394/96 art.67, inciso V, é garantido tempo de estudos, planejamento e avaliação incluídos na carga horária dos docentes e os 50% das atividades complementares em local de livre escolha obedeciam a esta lei, que é a lei máxima da educação em nosso país .
Como se não bastassem, os profissionais que estavam em desvio de função estão sendo obrigados a retornarem aos cargos de concurso. A manutenção destes desvios foi respeitada pelas duas gestões passadas pois estes servidores estão, em muitos casos, há mais de 20 anos desviados e que foi um dos motivos da greve de 2014.
E para terminar, a secretaria de educação está obrigando os professores DE -1 40 horas a irem para escolas de tempo integral. Isso é mais uma arbitrariedade pois estes servidores só podem ser movidos baseados no art. 25 da lei 3256/14 (plano de carreira ) que só autoriza a movimentação por parte do governo, no caso de extinção do curso, série/ano, modalidade de ensino, ou excesso de servidores ou ainda do fechamento da unidade escolar. Está claro que a falta de diálogo está levando o governo a erros seguidos e o descontentamento geral dos servidores.
Diante disso, deixo aos servidores a garantia de que estarei ao lado de vocês no que me couber como parlamentar e me posiciono contrariamente a essas ações do governo.” 

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MP pede prisão de ex-prefeito de Itaguaí por pagamento de funcionários fantasmas

Além dele, os vereadores da época Marcos Aurélio de Souza Barreto, Márcio Alfredo de Souza Pinto, Vicente Cicarino Rocha, Eliezer Lage Bento, Silas Cabral, Roberto Lúcio Espolador Guimarães, do ex-diretor de Informática da prefeitura David Brites de Macedo e do ex-secretário municipal de Administração, Fuad Sacramento Zamot também tiveram o pedido de prisão pelo órgão 

Jornal Extra

O Ministério Público do Estado do Rio ofereceu denúncia nesta sexta-feira e pediu a prisão preventiva do ex-prefeito de Itaguaí Luciano Carvalho Mota, do ex-diretor de Informática da prefeitura David Brites de Macedo e do ex-secretário municipal de Administração, Fuad Sacramento Zamot, além de seis vereadores da cidade. Todos eles são acusados de integrar um esquema de remuneração ilegal de 112 funcionários fantasmas da prefeitura, por meio da inserção de dados falsos no sistema de informações municipais. O MP também pediu o bloqueio de bens dos acusados. Ao todo, 121 pessoas foram denunciadas — incluindo os 112 funcionários fantasmas, que devem responder por peculato.

De acordo com o órgão, a denúncia foi oferecida pelo subprocurador-geral de Justiça de Assuntos Institucionais e Judiciais, Alexandre Araripe Marinho, por delegação do procurador-geral de Justiça, MarfanMartins Vieira. O documento afirma que o ex-prefeito Luciano Mota, junto com os subordinados David e Fuad, desviaram R$ 1,2 milhão dos cofres municipais com o esquema, por meio de pagamentos de salário aos fabntasmas entre janeiro e março do ano passado. Os trabalhadores não tinham qualquer vínculo legal com a prefeitura e muitos não souberam sequer explicar com o que trabalhavam. A maioria citou funções como “fiscalização de ilhas, monitoramento visual de postes de iluminação, verificação do volume de águas de cachoeiras, controle dos buracos das ruas da cidade ou até medição da temperatura da água dos bebedouros das escolas municipais”, diz o MP, em nota.

Os funcionários também não tinham qualificação compatível com o trabalho. Seus salários, no entanto, eram altos, e variavam entre R$ 5 mil a R$ 15 mil mensais. O MPRJ também está investigando o mesmo procedimento fraudulento nos anos anteriores, o que pode elevar o valor do rombo aos cofres públicos.

De acordo com a investigação, a inclusão dos funcionários na folha de pagamentos foi determinada por Luciano Mota sem que nem sequer fosse editado qualquer ato regular de nomeação. O esquema, entretanto, foi executado em acordo com os vereadores denunciados Marcos Aurélio de Souza Barreto, Márcio Alfredo de Souza Pinto, Vicente Cicarino Rocha, Eliezer Lage Bento, Silas Cabral e Roberto Lúcio Espolador Guimarães, em troca de apoio político e também de “blindagem” do governo na Câmara Municipal de Itaguaí. Os vereadores ficavam com parte dos salários destinados aos apadrinhados. A quantia era repassada diretamente ou por meio de outras pessoas, para preservar a identidade dos políticos.

Link da matéria original: http://glo.bo/1YwHuhs

MP denuncia ex-prefeito de Itaguaí e seis vereadores por suspeita de desvio de verbas

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Além desses, vários funcionários fantasmas também foram denunciados

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O Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou à Justiça o ex-prefeito de Itaguaí, Luciano Mota, por suspeita de desvio de mais de R$ 1 milhão dos cofres públicos com a nomeação de funcionários fantasmas. Ele foi cassado em julho do ano passado, depois que a Polícia Federal descobriu um esquema de desvio de verbas da saúde e dos royalties do petróleo.

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Além do ex-prefeito Luciano Mota, o Ministério Público também denunciou à Justiça seis vereadores da cidade, dois ex-secretários municipais e 112 funcionários fantasmas. 

Segundo as investigações, os fantasmas foram nomeados pelo prefeito, mas por indicação desses seis vereadores, em troca de apoio político na Câmara Municipal. Essas pessoas nunca apareciam para trabalhar, mas recebiam seus saláriosnormalmente.

Megafiscalização do MP nos batalhões da Polícia Militar

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O Dia

As 63 unidades da Polícia Militar serão alvo de uma megafiscalização do Ministério Público do estado. O pente-fino começa este mês e os promotores vão conferir o funcionamento e as condições de trabalho dos policiais. A cada irregularidade identificada será aberta sindicância. E a falta de materiais — equipamentos como colete à prova de bala e armamento — poderá resultar em uma ação civil pública na Justiça contra o Estado para garantir o investimento nos itens.

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