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Kombi recolhe lixo de forma irregular em Itaguaí

Carro que fazia a coleta tinha emblema da prefeitura de Itaguaí. Devido a sérios e diversos problemas. Itaguaí já é chamada de Sucupira

Moradores registraram na manhã desta sexta-feira algo incomum em uma cidade que parece ter perdido completamente o sentido. No registro de um morador, uma kombi coletava e transportava o lixo das residências. Ao fazer o registro, foi possível ver o emblema da prefeitura de Itaguaí em uma das portas do veículo. Tal emblema é característico dos carros que prestam serviço para a prefeitura da cidade.

Repare o lado direito do veículo e veja o emblema

O carro estava lotado de lixo. A forma de coleta feita além de inadequada pode causar sérios riscos a quem transposta e possivelmente deixará resíduos que podem contaminar quem entrar no veículo futuramente, mesmo após lavada. O rapaz visto neste trabalho pode contrair várias doenças. Nesses lixos normalmente há baratas, ratos e vermes que podem transmitir diversas doenças como leptospirose e a raiva.

Consulta ao Detran

Uma simples consulta no site do Detran, mostrou que o veículo teve seu último licenciamento em seu ano de fabricação em 2011. Consulte você também clicando aqui

Itaguaí tem sido sinônimo de abandono, desrespeito e situações absurdas e até desumanas. Tudo isso tem feito os moradores chamarem a cidade de Sucupira em alusão a uma cidade fictícia da antiga novela Bem Amado da Rede Globo de televisão.

Entramos em contato com a prefeitura de Itaguaí, mas o governo não respondeu o contato até o momento.

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Gastos com Expo contradizem situação pública em Itaguaí

Sindicato teve acatada denúncia contra gastos com festa ao invés de investimentos em áreas emergenciais. Clique nos trechos do texto em destaque e veja várias matérias sobre os temas citados.

Festa, confraternização pelos 200 anos de Itaguaí é super válida. Desde que, houvesse investimentos em setores que estão completamente abandonados pelo governo Charlinho (MDB). A área da saúde e educação da cidade é catastrófica. Alunos não tem uniformes escolares e ainda veem os que estavam armazenados em um galpão, serem incinerados a custo de quase 9 mil reais. Além claro das escolas terem seus prédios com graves problemas estruturais, como vazamentos, rachaduras entre outros. Para se ter uma idéia, muitas salas em especial nas creches, há berçários interditados devido ao mofo e pelas infiltrações. Problemas com a merenda escolar que é fracionada e falta de muitos alimentos que já foram comprovados, mesmo a prefeitura tentando fingir que está tudo normal. Já na saúde o hospital da cidade é um reservatório de lixo, armazenado inadequadamente, infiltrações com mofos, falta de materiais básicos como álcool, gazes, esparadrapos, dentre vários outros que são essenciais para um atendimento básico. Se formos mais a fundo, vemos um tomógrafo encaixaotado desde 2015 no hospital, sem ser instalado, em uma cidade que não tem esse aparelho em funcionamento. Se chegarmos aos servidores, eles tiveram direitos sendo retirados, como o auxílio alimentação, redução em 50% no auxilio transporte (esses dois auxílios criados pelo próprio prefeito atual às vésperas de sair da prefeitura, para obrigar o recente prefeito eleito na época a ter gastos acima do esperado), criação de leis municipais que violando a Constituição da República, congelaram por 24 meses a revisão anual dos servidores, algo obrigatorio, os tratamentos nada humanos que pressionam os trabalhadores diariamente, com ordens expressas aos chefes imediatos de punir e abrir processos com relatórios que prejudiquem os funcionários e atrasos em vencimentos como as férias de 2017, 2018, os dissídios de 2016, 2017, 2018, redução brusca nos valores mensais que atingiram 30% do salário dos trabalhadores e insegurança diante de constantes assaltos que tem deixado-os em pânico e com pertences frequentemente roubados.

Slide2Hospital com lixo armazenado de forma inadequada, causando riscos de contaminações e atrações para ratos e baratas, além de poder causar infecções hospitalares em pacientes

 

36222538_10212934334014893_8007759256860229632_nBerçario interditado na creche 26 de dezembro devido ao mofo no berçário. Cenário que se mantem e piora desde o começo de 2017

 

O descaso é tão vergonhoso, que o prefeito os seus secretários em especial o da saúde, sequer se dirigem à população para dar satisfações. Verbas oriundas do governo federal chegaram aos cofres do governo. Só que ninguém sabe e ninguém viu para onde foi tanto dinheiro. Mas, a Expo vem aí. Para a festa há verbas e dispensa de licitações. Só com segurança particular, a prefeitura vai gastar mais de 1 milhão de reais do bolso do contribuinte. Com banheiros químicos mais de 300 mil e com os cantores quase outro milhão. Fora os valores que ainda não foram divulgados. Há uma estimativa de gastos possíveis em torno de pelo menos 5 milhões de reais com a festa da controvérsia.

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Gasto de quase R$ 1 milhão para contratações de shows

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Mais de 1 milhão de reais com gastos em segurança privada para a Expo 2018. Município tem apenas 9 guardas municipais

Mais de 300 mil reais gastos com banheiros químicos

chequeParlamentar Alexandre Valle (PR), entregando cheque de 2 milhões de reais ao secretário de saúde de Itaguaí  Carlos José Guimarães Graça

 

Diante deste cenário, o Movimento Unificado dos Servidores Públicos (Muspi), fez denúncia no Ministério Público e a teve acolhida, instalando mais um inquérito civil contra o governo de Carlos Bussato Júnior que acumula dezenas de tantos outros. Outras ações de parlamentares, conselhos e sociedade civil, também rumam para mais inquéritos em um governo marcado por problemas com a justiça.

 

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Cabe ressaltar que Charlinho já foi condenado em segunda instância por participação na operação denominada “máfia das sanguessugas”, que desviaram milhões dos cofres públicos com o superfaturamento nos valores de ambulâncias.

 

Leia mais:

Milhares de uniformes escolares são descartados para serem incinerados em Itaguaí

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Ministério Público acolhe denúncia por descarte irregular de lixo nas unidades de saúde de Itaguaí

Denúncia foi feita na última quinta – feira 29

O Ministério Público da Tutela Coletiva de Nova Iguaçu, acatou a denúncia feita por uma servidora da saúde contra o descarte irregular de lixo no hospital São Francisco Xavier e outras unidades de saúde de Itaguaí.

Segundo o MUSPI, Movimento Unificado dos Servidores Públicos de Itaguaí, a conclusão do MP, é de que além do acolhimento da denúncia com instalação de um inquérito, a prefeitura será intimada para apresentar o contrato de recolhimento do lixo hospitalar, Resíduo de Serviços de Saúde (RSS), com a empresa apta a prestar este tipo de serviço, a guia de entrada do resíduo hospitalar no Centro de Tratamento de Resíduos, com o devido encaminhamento do RSS pelo CTR – Aterro Sanitário/ incineração.

As fotos tiradas no começo da semana, mostram lixos amontoados na parte de trás do hospital municipal, no posto de saúde de Vila Margarida, na unidade Básica de Saúde do Centro e na de Chaperó.

 

 

Vereador foi a um dos postos e viu pessoalmente o problema

O vereador da cidade André Amorim (PR), prometeu fazer uma Indicação Legislativa para buscar a solução deste descarte irregular.

O problema é que a sessão de hoje não ocorreu por falta de quorum. Apenas os vereadores André Luís Reis de Amorim (PR), que presidiu a mini sessão por ser o vice presidente, Willian Cezar de Castro Padela (PSB), Ivan Charles Jesus Fonseca, Ivanzinho (PSB), Waldemar José de Ávila Neto (PHS), Genildo Ferreira Gandra (PDT) e Eliezer Lage Bento (PRTB), foram à sessão.

 

Leia na integra o relato do legislador

“Ontem estive na Unidade de Saúde localizada na rua Protógenes Guimarães para levar meu filho para vacinar contra Hepatite B e BCG. O local não comporta o atendimento aos usuários. São dezenas de mães e pais que tem que chegar muito cedo para pegar uma das 40 senhas que são distribuídas apenas as 4as e 6as feiras. A minha foi a de numero 10. 
ESTOU FAZENDO uma Indicação Legislativa ao Executivo para disponibilizar mais locais que ministrem esta vacina, desafogando aquela Unidade e melhorando o atendimento, pois a vacina BCG só é ministrada naquele local.


Estando lá, aproveitei para vistoriar rapidamente o local, detectando, entre outros problemas, que o lixo se acumula de maneira absolutamente inadequada e perigosa. Estou fazendo outra Indicação Legislativa para buscar solução deste problema gravíssimo, vez que não havia sequer seccionamento de lixo comum e especial.
Necessário buscar soluções para a Cidade.
Denúncias ou ideias de Indicações: vereadorandreamorim@camaraitaguai.rj.gov.br”

 

Clique no link abaixo:

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No fim da tarde desta quinta – feira (31), ocorreu o recolhimento dos resíduos nas unidades de saúde e no hospital.

 

 

Resposta da prefeitura

O blog entrou em contato com a prefeitura que relatou que o serviço de coleta do lixo hospitalar em suas unidades de saúde já foi normalizado.

 

Os riscos de lixo hospitalar descartado de forma irregular

Tais materiais podem representar risco à saúde humana e ao meio ambiente se não houver adoção de procedimentos técnicos adequados no manejo dos diferentes tipos de resíduos gerados como, materiais biológicos contaminados com sangue ou patógenos, peças anatômicas, seringas e outros materiais plásticos; além de uma grande variedade de substâncias tóxicas, inflamáveis e até radioativas.

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabeleceu regras nacionais sobre acondicionamento e tratamento do lixo hospitalar gerado – da origem ao destino (aterramento, radiação e incineração). Estas regras atingem hospitais, clínicas, consultórios, laboratórios, necrotérios e outros estabelecimentos de saúde. O objetivo da medida é evitar danos ao meio ambiente e prevenir acidentes que atinjam profissionais que trabalham diretamente nos processos de coleta, armazenamento, transporte, tratamento e destinação desses resíduos.

De acordo com a Resolução RDC nº 33/03, os resíduos são classificados como:

 

  • Grupo A(potencialmente infectantes) – que tenham presença de agentes biológicos que apresentem risco de infecção. Ex.: bolsas de sangue contaminado;
  • Grupo B(químicos) – que contenham substâncias químicas capazes de causar risco à saúde ou ao meio ambiente, independente de suas características inflamáveis, de corrosividade, reatividade e toxicidade. Por exemplo, medicamentos para tratamento de câncer, reagentes para laboratório e substâncias para revelação de filmes de Raio-X;
  • Grupo C(rejeitos radioativos) – materiais que contenham radioatividade em carga acima do padrão e que não possam ser reutilizados, como exames de medicina nuclear;
  • Grupo D(resíduos comuns) – qualquer lixo que não tenha sido contaminado ou possa provocar acidentes, como gesso, luvas, gazes, materiais passíveis de reciclagem e papéis;
  • Grupo E(perfurocortantes)nbsp;- objetos e instrumentos que possam furar ou cortar, como lâminas, bisturis, agulhas e ampolas de vidro.

 

De onde vem o risco?

De acordo com um estudo feito pelo Hospital Albert Einstein, o maior risco ambiental a partir dos resíduos hospitalares é representado pelo chamado lixo infectante. Caracteriza-se pela presença de agentes biológicos como sangue e derivados, secreções e excreções humanas, tecidos, partes de órgãos, peças anatômicas; além de resíduos de laboratórios de análises e de microbiologia, de áreas de isolamento, de terapias intensivas, de unidades de internação, assim como materiais perfurocortantes.

Uma vez que esses materiais entrem em contato com o solo ou a água, podem causar sérias contaminações no ambiente e causar danos à vegetação. Também podem haver sérios problemas caso esses materiais contaminados entrem em contato com rios, lagos ou até mesmo com lençóis freáticos, pois dessa forma a contaminação irá se espalhar com maior facilidade, prejudicando qualquer ser vivo que entrar em contato com essa água.

Os resíduos perfurantes, contaminados com patógenos ou infecciosos, quando despejados de forma incorreta em aterros sanitários comuns, trazem um grande risco aos catadores de lixo. Os indivíduos podem ser contaminados caso entrem em contato com alguns desses materiais. Abaixo, uma imagem de resíduos hospitalares despejados em um aterro sanitário comum à céu aberto, sem nenhum tipo de seleção prévia e armazenamento:

 

Esterilização? Incineração?

Ainda de acordo com o estudo feito pelo Hospital Albert Einstein, o lixo infectante deve ser separado do restante do lixo hospitalar, sendo o treinamento de funcionários para esta função uma exigência do Conselho Nacional do Meio Ambiente no Brasil. No entanto, desconhece-se a efetiva separação e destinação de tal tipo de lixo pelos milhares de hospitais brasileiros, assim como pela maioria dos hospitais no mundo. Umas das práticas utilizadas é a incineração de lixo infectante, porém formam-se cinzas contaminadas com substâncias nocivas à atmosfera, como as dioxinas e os metais pesados, que aumentam a poluição do ar. O processo gera emissões que podem ser mais tóxicas do que os produtos incinerados.

A esterilização, ao invés da incineração, é uma alternativa válida e importante. No entanto, o seu elevado custo faz com que seja pouco utilizada. A colocação deste lixo em valas assépticas é considerada uma opção igualmente válida, porém o espaço necessário às mesmas e a devida fiscalização limitam o seu uso. Infelizmente, a maioria dos hospitais descarta estes resíduos sem separá-los corretamente.

Foi desenvolvido pela Anvisa o Plano de Gerenciamento de Resíduos do Serviço de Saúde (PGRSS), um documento que aponta e descreve ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos observando suas características. Ele contempla os aspectos referentes a geração, segregação, condicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final, bem como a proteção à saúde pública e ao meio ambiente.

Como consumidores de medicamentos podem ajudar?

Consumimos uma grande variedade de medicamentos diariamente em nossas residências, mas como devemos descartar os comprimidos e remédios que não serão mais utilizados ou que estão vencidos?

Devemos levar esses medicamentos aos pontos de coleta de medicamentos. Eles encontram-se em algumas farmácias e supermercados. Desta forma, evitamos o descarte desses medicamentos no lixo comum, que em muitos casos acaba indo para os aterros sanitários. Para saber onde descartar remédios e outros itens, clique aqui.

 

Itaguaí no meio do lixo

Entra ano sai ano, sai governo e entra governo, o lixo em Itaguaí sempre é o assunto

A cidade de Itaguaí, vive nos últimos anos uma rotina “suja”. Depois de problemas com uma empresa de coleta de lixo, o ex prefeito Luciano Mota (sem partido), fez um contrato polêmico com uma outra empresa. Tudo isso deu no que falar e até ter os serviços em dia, a cidade foi uma sujeira só, devido a não ter o recolhimento de lixo de forma frequente. Assim que Mota deixou o poder e foi substituído pelo vice prefeito Weslei Pereira (PSB), a cidade ficou mergulhada no caos. Lixo por toda a parte se acumulava, pois o novo gestor não manteve a empresa que fazia o recolhimento devido a mesma estar envolvida em possíveis fraudes, além de ter deixado vários funcionários sem receber. Após seis meses com a cidade imunda, o atual prefeito contratou a empresa Sellix para realizar o serviço. Mesmo com não muita eficiência, a empresa realizava o serviço.

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No entanto, recentemente e após as eleições, a prefeitura de Itaguaí não quitou um débito com a empresa num valor gira em torno de R$ 7 milhões. Valores esses que possivelmente ainda não foram pagos, mediante a não mais se ver o recolhimento de forma adequada. Além do débito com a Sellix, a prefeitura de Itaguaí, também não estava pagando a empresa Ciclus, responsável pelo aterro CTR em Chapero.  A empresa Ciclus, está a 10 meses sem pagamentos pelo uso do local. Sendo assim, quem paga literalmente a conta é a população, pois os moradores e comerciantes continuam pagando a taxa de coleta, que antes era embutida no IPTU.

Internautas até criaram memes satirizando o atual prefeito Weslei Pereira

                     Internautas até criaram memes satirizando o atual prefeito Weslei Pereira

A cidade está infestada por ratos e baratas com tamanha sujeira nas ruas

 

Veja mais:

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Prefeitura de Itaguaí não paga empresa de coleta de lixo e nem aterro sanitário

Cidade pode entrar em colapso a qualquer momento

A prefeitura de Itaguaí não para de dar “calotes”. Desta vez, o problema é com a empresa Sellix, responsável pela coleta de lixo da cidade. O valor devido gira em torno de R$ 7 milhões, segundo a empresa. Além do débito com a Sellix, que ainda está realizando a coleta, a prefeitura de Itaguaí, não esta pagando a empresa Ciclus, responsável pelo aterro CTR em Chapero.  A empresa Ciclus, está a 10 meses sem pagamentos pelo uso do local. Com isso, os caminhões da Sellix não podem mais depositar o lixo de Itaguaí no Aterro. Hoje, vários caminhões ficaram parados no lixão, sem poder descarregar os resíduos.

A prefeitura de Itaguaí, deve além destas empresas citadas, salários de profissionais da UPA da cidade, que foi fechada, postos de saúde foram fechados, servidores que estão em greve estão com salários atrasados, além de não repassar ao instituto de previdência e aos bancos, os descontos em folha dos funcionários para aposentadorias e empréstimos bancários. Algumas semanas atrás,  a prefeitura teve a luz cortada por falta de pagamentos.

Chuva de problemas persiste em Itaguaí

Bastou apenas alguns minutos de chuva para que Itaguaí mais uma vez mostrasse o tamanho do problema ocasionado por elas .  Nesta terça, diversos pontos ficaram alagados em minutos, inclusive em ruas centrais da cidade, causando transtornos a motoristas e pedestres. As imagens mostram que a cidade ao invés de ter avançado na busca por soluções para enfrentar o problema, parece ter regredido ainda mais. Não é difícil achar nas redes socais, denúncias de pilhas de lixo espalhadas pela cidade desde o ano passado. Vale lembrar que no último semestre, dias de chuvas intensas causaram sérios problemas ao moradores , que desde 2013, frequentemente tem sofrido com a incapacidade administrativa para resolver tais questões.

Um homem tenta atravessar a rua alagada para chegar em casa após o trabalho

Um homem tenta atravessar a rua alagada para chegar em casa após o trabalho

O governo municipal atual, não tem conseguido através da empresa contratada, dar conta do recolhimento de lixo na cidade, mesmo a quase nove meses de mandato e isso é a principal causa para tamanho problema que as chuvas tem acarretado. Não se pode mais usar paliativos para questões tão sérias.

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A atual administração rompeu contrato com a empresa que fazia o recolhimento do lixo urbano no governo anterior, pois a mesma foi denunciada por desvios de verbas públicas em possíveis acordos com o ex prefeito afastado Luciano Mota e desde então o lixo em excesso, tem sido a tônica dos maiores transtornos para Itaguaí.

Imagens das redes sociais.

A conta do lixo

Publicado à 00:25 , atualizado à 01:27

Taxa de coleta aprovada pela Câmara de Itaguaí, gera repercussão.

A cidade de Itaguaí tem sofrido graves problemas em relação a coleta de lixo. A prefeitura ainda tem enfrentado problemas para a realização deste serviço junto à prestadora.  No entanto, na última sessão legislativa do ano realizada nesta terça – feira dia 15, a Câmara aprovou uma lei que desmembrou a taxa de coleta de lixo, que já era cobrada juntamente com Imposto predial territorial urbano (IPTU) e gerou muitas dúvidas na população itaguaiense. A população entendeu que essa seria uma nova taxa criada, além das eventuais embutidas no IPTU.

Entramos em contato com a casa legislativa e fomos informados que essa taxa já era cobrada anteriormente junto com o IPTU e que agora ela foi desmembrada. Com a mudança, a taxa que antes era cobrada em valores semelhantes a todos os contribuintes, agora terão valores diferentes para residências e comércio. Por produzir maior quantidade de resíduos, o comércio pagará um valor maior que os contribuintes residências, algo que não ocorria anteriormente segundo a casa. Estão isentos, pessoas com mais de 65 anos, residencias com menos de 40 metros quadrados e templos religiosos.

Na verdade a lei apenas distingui os valores e faz justiça em relação as cobranças.

A taxa cobrada exclusivamente em razão dos serviços públicos de coleta, remoção e tratamento ou destinação de lixo ou resíduos provenientes de imóveis não viola o artigo 145, II, da Constituição Federal.

Apesar da explicação da Câmara Municipal, o blog Boca no Trombone aguarda o recebimento do documento de forma oficial para que possamos analisá-lo e para que não hajam dúvidas. Com o recesso parlamentar, a posse deste documento se torna mais difícil.