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Festa de Japeri já tem sua programação definida

De 30 de junho a 03 de julho, artistas como Daniel e Mumuzinho se apresentarão em frente a prefeitura

 

A prefeitura de Japeri liberou a programação do evento que vai ter 3 dias de shows um a menos que nas gestões passadas. Após 3 anos sem o tradicional evento, os munícipes e visitantes terão shows que vão do Funk ao romantismo do cantor Daniel.

A primeira noite de festa, que será na sexta dia 30/6, terá atrações Gospel com a apresentação da Banda Gálbano, Léa Mendonça e Flor de Lis.

Já no sábado, dia 1/7, é a vez do Funk e do pagode com MC TH e Mumuzinho entre outros.

Fechando a festa, a última noite conta com o romantismo do cantor Daniel no domingo.

Durante o evento haverá as tradicionais barracas de comidas e bebidas, além do parque de diversões.

A festa acontece no  Paço Municipal em frente à Prefeitura de Japeri sempre a partir das 19h e tem a entrada franca.

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Tiroteio no Arco Metropolitano nesta sexta causa pânico aos motoristas

Policiais foram até o local após uma ocorrência de roubo de carga. Houve troca de tiros e um vigilante que fazia a escolta foi ferido

Motoristas relataram um intenso tiroteio no Arco Metropolitano, na Baixada Fluminense, por volta das 10h30 desta sexta-feira. De acordo com informações do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), os policiais foram até o local após uma ocorrência de roubo de carga. Houve troca de tiros e um vigilante que fazia a escolta da carga foi ferido.

A Polícia Rodoviária Federal, que também estava na ação, informou que os bandidos atiraram contra a aeronave da PRF. No entanto, o helicóptero não foi atingido. Até o momento, nenhum suspeito foi preso. A ocorrência ainda está em andamento.

As pistas ficaram totalmente fechadas na altura de Japeri, na Baixada Fluminense, mas já foram liberadas

Fonte: O Dia e foto de capa G1

Prefeito decreta estado de calamidade financeira em Japeri

Depois de Seropédica, agora é Japeri que toma mesma atitude. Prefeito alega que responsabilidade pelo caos é dos vereadores do município e crianças ficaram prejudicadas por falta de merenda

Em virtude da crise econômica que atingiu o País e em especial o Estado do Rio de Janeiro, o Prefeito de Japeri, Ivaldo Barbosa dos Santos, o Timor, decretou, nesta sexta-feira (30), estado de calamidade financeira da administração pública municipal. A determinação tem prazo de 90 dias, ou seja, até o fim do mandato da atual gestão.

Neste período, fica proibida a realização de qualquer despesa que dependa de recurso próprio sem a prévia autorização do chefe do executivo municipal, salvo em casos de determinação judicial. Também poderá ocorrer a rescisão de contratos temporários de prestação de serviços ou contratos de qualquer natureza, por força de interesse público, bem como a exoneração de cargos em comissão.

 

Segundo o prefeito, esta medida drástica se fez necessário por conta da reprovação do pedido de suplementação orçamentária, enviado pelo Poder Executivo ao Legislativo. Os 11 vereadores aprovaram somente 2% de suplementação, enquanto que na grande maioria das cidades a aprovação é de 30 a 50%. Timor solicitou mais 5%, mas não foi atendido pelos parlamentares.

 

“Mesmo com apenas 2% de suplementação orçamentária conseguimos fazer muito pela nossa cidade até o mês de fevereiro. Poderíamos fazer muito mais, caso os vereadores atendessem ao nosso apelo, mas estamos sendo obrigados a decretar estado de calamidade financeira”, lamenta o chefe do executivo.

 

A negativa da Câmara Municipal paralisou serviços púbicos essenciais como a varrição das vias e limpeza dos canais, além da compra de merenda escolar e de mantimentos para as unidades de saúde, como a Policlínica Itália Franco. “São 17 mil crianças prejudicadas por 11 vereadores que recebem da prefeitura quase R$ 500 mil por mês, mas não trabalham em prol da população. Muitas crianças têm na escola a única refeição do dia e agora passam fome.Os pacientes nas unidades de saúde do município, não estão tendo atendimento adequado por falta de remédio e insumos e podem ter a saúde afetada e vir a óbito”, alerta Timor.

 

Entre os serviços que estão prejudicados por falta da suplementação, alem da merenda escolar, esta o transporte escolar, curativos, remédios para diabetes e insumos. A limpeza urbana também já está paralisada no município. “A postura dos vereadores de Japeri é criminosa. Hoje, estamos sofrendo por ver as crianças sem ter um ensino adequado por falta de alimentação. Isto mexe comigo, me vejo no lugar dessas crianças. É uma situação que considero inaceitável”, finalizou Timor.

 

 

Fonte: Prefeitura de Japeri

Reajuste para professores em Japeri não paga um pão francês

Reajuste Salarial de 0,01 % proposto pelo prefeito Timor desagrada a professores

Jornal Baixada Fluminense

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JAPERI – O prefeito de Japeri, Ivaldo Barbosa dos Santos, o Timor, enviou à Câmara de Vereadores projeto de lei que prevê aumento de 20 centavos a professores e servidores de apoio da Rede Municipal de Ensino. O valor não dá para comprar um pão francês, que em média custa 25 centavos, nas padarias da Baixada Fluminense.

 

A concessão do reajuste salarial de 0,01% contudo, ainda depende da aprovação dos vereadores, que receberam a proposta no último dia 30. No documento Timor solicitava que o projeto fosse submetido a aprovação em regime de urgência, o que foi rejeitado pelos vereadores, que encaminharam o texto para análise da Comissão de Educação.

 

O texto não desagradou apenas aos profissionais de Educação, que estão em greve desde 9 de março. Na última sessão plenária, que aconteceu na terça-feira, a urgência foi reprovada pelos vereadores.

 

Após declarações do prefeito de que concedeu 103% de aumento aos professores nos últimos anos, Sandra Regina Pereira Gomes, membro do Conselho Municipal de Educação, disse a um site de notícias que Timor não levou em conta os índices de inflação do período. “Tem que tirar o que foi inflacionado e o que foi reajuste real. Tem também o crescimento do Fundeb, que foi de 138%, e o salário não acompanhou”, conclui.

 

por: Marcelle Bappersi

Via: Conecta Baixada

08/04/2016

 

Servidores da educação de Japeri entram em greve

Educadores realizaram uma passeata nas ruas da cidade nesta quarta

Os servidores da educação de Japeri entraram em greve nesta quarta. Os educadores fizeram uma manifestação pelas ruas da cidade rumo a praça Olavo Bilac, sede da secretaria de educação de Japeri.

Segundo o sindicato, os motivos são muitos, mas dentre os principais podemos citar:

-“Nas ESCOLAS NÃO HÁ MATERIAL PEDAGÓGICO ( papel ofício, tinta, canetinhas , caneta para quadro branco, papel higiênico, água de boa procedência para beber), a xerox não funciona, NÃO TEM MATERIAL DE LIMPEZA, dificultando o trabalho pedagógico e a higiene do ambiente;

–  SALAS SUPERLOTADAS, muitas turmas com 48 e 50 alunos; não se construiu escolas novas;

– FALTAM PROFESSORES  de matemática, português, história, ciências, geografia, inglês e os alunos estão saindo mais cedo por falta de aulas; várias ESCOLAS COM CARÊNCIA de carteiras, mesas , cadeiras; TURMAS FAZENDO RODÍZIO ( uma turma sai mais cedo para que outra turma possa usar a sala), diminuindo o tempo de aula dos alunos, prejudicando-os;

– ESCOLAS COM INFILTRAÇÕES, onde a água escorre pelas paredes, molhando livros,  chão,  mesas, impedindo que os alunos possam usar as salas ou fiquem nelas , apesar do acúmulo de água; tem escolas onde 02 TURMAS USAM A MESMA SALA AO MESMO TEMPO; a Prefeitura de Japeri, em outubro de 2015, usou 2 milhões da educação para fazer reformas nas escolas. Onde ela usou este dinheiro?

– falta pessoal administrativo nas escolas ( inspetor, merendeira, ASG, porteiro, vigia, secretário escolar, agente administrativo); QUEREMOS CONCURSO PÚBLICO JÁ,  pois o último  ocorreu em 2004, de lá pra cá  a Prefeitura só contrata e só emprega “os conhecidos”;

– a Prefeitura  não deu REAJUSTE SALARIAL AOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO, no ano de 2016, mesmo tendo dinheiro para isso e a data base da categoria ter sido janeiro; a Constituição Federal garante a todo trabalhador o direito ao reajuste anual de seus salários;

– os Profissionais da Educação querem VALE TRANSPORTE , garantido por Lei Federal e a Prefeitura não dá, o que os leva a gastarem uma grana alta com passagens, para irem trabalhar;

– os trabalhadores da educação querem PLANO DE CARREIRA UNIFICADO, o que levará  a valorização desses profissionais;

– 1/3 DA CARGA HORÁRIA  do magistério PARA PLANEJAMENTO, lei federal datada de 2008, mas que até hoje a Prefeitura de Japeri e a Secretaria de Educação não implementam. 

Estamos discutindo estes pontos com a Prefeitura desde outubro de 2015, mas até o momento nada novo ocorreu.  Queremos uma MESA DE NEGOCIAÇÃO com propostas concretas e encaminhamento imediato das propostas acatadas para VOTAÇÃO, na Câmara de Vereadores de Japeri. Não podemos perder tempo; este ano é ANO ELEITORAL e depois do dia 30 de março nada mais  poderá ser feito”. Relata a direção do sindicato em seu perfil no Facebook