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Febre Maculosa pode atingir bairro em Itaguaí

Bairro Carioca/ Ibituporanga se tornou área de risco da doença. Sintomas são febre de moderada a alta, fortes dores de cabeça, dor no corpo, calafrios e edema dos olhos e conjuntiva. Doença já matou algumas pessoas na região. Nosso blog entrou em contato com a assessoria de imprensa da prefeitura de Itaguaí desde a última sexta-feira, mas sequer fomos respondidos

A Divisão de Vigilância em Saúde da Secretaria de Saúde de Piraí alertou os moradores do Município desde 2019, principalmente aqueles que residem ou trabalham na área rural para o perigo de contágio com a Febre Maculosa, devido ao aumento da proliferação dos carrapatos. Entre eles locais vizinhos ao bairro Carioca/Ibituporanga em Itaguaí. Ao longo do Rio que passa pelos dois municípios é uma das áreas com maior grau de risco, justamente onde fica o bairro itaguaiense.

A chefe da Divisão de Vigilância em Saúde, Ana Cristina de Souza Braga, explicou que a doença é causada por uma bactéria com o nome Rickettsia transmitida por carrapatos e pulgas infectados, que tem sua proliferação aumentada consideravelmente no período de seca.“É importante que as pessoas que moram, trabalham ou tenham atividades em áreas rurais ou próximos às matas fiquem atentos. Estudos provam que o tempo é crucial para a transmissão da doença, assim o quanto mais rápido o carrapato for retirado do corpo menos risco de contágio”, destacou Ana Cristina de Souza Braga.

Em Barra do Piraí vizinho à Itaguaí houveram duas mortes no ano passado. Vítimas tinham 38 e 62 anos e moravam nos bairros Lago Azul e Santana. Em junho três pessoas foram internadas com suspeita de Febre Maculosa em Valença, após participarem de uma pescaria na área rural. Em janeiro de 2019 Piraí registrou um caso de Febre Maculosa na localidade da Cacaria. Moradores do bairro localizado em Itaguaí nos disseram que algumas mortes com esses sintomas já ocorreram no local, ou seja, em Itaguaí. Mas a secretaria de saúde como não faz nenhum trabalho sobre o assunto fica inviável o conhecimento estatístico.

Os sintomas mais característicos da Febre maculosa são febre demoderada a alta, fortes dores de cabeça, dor no corpo, calafrios e edema dos olhos e conjuntiva. A doença pode provocar paralisia, que normalmente se inicia nas pernas e pode subir pelo corpo parando outros órgãos vitais como rins e pulmões, causando a morte do paciente. Ana Cristina de Souza Braga explicou que ao manifestar esses sintomas a pessoa deve procurar imediatamente o atendimento médico e informar que foi picada pelo carrapato.

Entramos em contato com a prefeitura de Itaguaí para solicitar informações dos procedimentos que estão sendo adotados pela secretaria de saúde sobre o assunto. Mas parece que a secretaria de saúde da cidade além de não estar tomando nenhuma providência sobre o assunto sequer se importa em retornar o contato.

Conheça mais sobre a Febre Maculosa

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Ponte cede e caminhão cai de 4 metros em Itaguaí

Outra ponte próxima está em estado ainda pior e também tem grande risco de desabamento

Um caminhão que transportava pedras caiu de uma ponte que desabou com seu peso na Estrada Feitoria de Ibituporanga em Itaguaí na última sexta-feira dia 29 de novembro. A ponte não suportou o peso do veículo e cedeu no momento que o caminhão passava. A queda de quatro metros de altura felizmente não causou danos ao motorista que ficou apenas tonto e com uma leve dor em um dos braços. Ele nos contou que o susto foi grande e que a queda ocorreu quando ele já estava no final da ponte, por isso o caminhão caiu de traseira no buraco que se formou. “O susto foi grande, mas graças à Deus não tive ferimentos “, disse ele.

Por questão de 5 minutos um ônibus escolar da Escola Estadual Municipalizada Taciano Basílio, escola do Munícipio de Itaguaí, não sofreu com tal queda. O caminhão que caiu na ponte deu passagem ao ônibus escolar que seguiu viagem minutos antes do acidente.

As estradas que ligam à escola citada estão em péssimo estado de conservação, sendo riscos diários para alunos e funcionários. Outro caminho usado pela serra é ainda pior e com as chuvas há riscos de deslizamentos e quedas de precipícios que são comuns na região.

O transporte e o estado de conservação dos ônibus usados é o grande desafio diário de quem deles dependem. Vans frequentemente são usadas, mas assim como os ônibus não são próprias para a travessia no local.

O local da queda da ponte continua intransitável.

Outra ponte corre riscos ainda maiores

Uma outra ponte 3 quilômetros à frente da que cedeu está em estado ainda pior. Ela está com ferregens aparecendo e tem um trecho que arames de cerca amarram o concreto para que não haja queda. A altura da ponte é de 5 metros e serve de travessia de moradores, estudantes e trabalhadores.

Ponte pode desabar a qualquer momento