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Aluno põe fogo em carteira em sala de aula na escola Teotônio Vilela

Descaso total com o ensino de Itaguaí. Tensão,pânico,insegurança e falta de estrutura tem marcado o ano de 2018 nas unidades municipais de ensino. Nunca antes unidades de ensino tiveram tantos problemas como neste ano

Funcionários e alunos do Colégio Municipal Senador Teotônio Vilella presenciaram um princípio de incêndio que poderia ter-se agravado e ferido alunos, funcionários e professores, se não fosse o ato voluntarioso e corajoso de um professor que conseguiu apagar as chamas.
O incêndio ocorreu em uma das salas da escola, mais precisamente em uma carteira escolar. Segundo relatos, foi um ato provocado por algum estudante da escola, com presença dos colegas e da professora em sala. O fato, que é grave, expõe não só as mazelas sociais como também a inexistência de um plano anti-incêndio, falta de treinamento adequado e funcionários nas escolas da rede. O professor que conteve o incêndio precisou de atendimento médico por ter inalado fumaça tóxica. A professora que ministrava aulas, certamente passou por momentos de desespero e abalo psicológico diante da situação.

O descaso com a conservação dos prédios públicos é cada vez mais evidente, ainda que a Gestão atual passe uma aparente sensação de normalidade e finge estar alheia aos graves problemas. Nessa semana, alunos e funcionários passaram momentos de pânico com assaltos e depredação do patrimônio,fatos que não foram ainda esclarecidos.

Na última quarta-feira, unidades de ensino foram alvos da violência da cidade: a Creche Estrela do Céu e a Escola Municipal Abeilard Goulard. A escola e a creche tiveram seus prédios invadidos e suas dependências foram objeto de furto e depredação.

Até a presente data, ocorreram sete invasões e furtos à Creche Estrela do Céu. O CIEP 497, o Colégio Municipal Senador Teotônio Vilella, a escola Oscar José entre várias outras, também foram alvos desse tipo de crime, neste ano de 2018.
O município é responsável pela segurança das unidades escolares, de seus alunos e profissionais. O que vemos, no entanto, é o descaso: portões abertos, falta de inspetores, ausência de guarda escolar, inexistência de ronda da PM etc. É preciso que a gestão atual tome medidas urgentes para diminuírem os índices de violência e a sensação de insegurança. O medo e a instabilidade emocional causados à comunidade escolar por essa crescente violência impedem o bom desenvolvimento do trabalho e trazem transtornos ao funcionamento do sistema de educação afetando psicologicamente estudantes e profissionais.
A pergunta é: qual será a próxima UE a ser assaltada ou depredada? Vamos esperar um novo ataque à creche Estrela do Céu?
Quais são as medidas quem estão sendo tomadas?
Precisamos de medidas emergenciais. A população quer respostas e soluções!

É preciso reconhecer os problemas de infraestrutura que as unidades de ensino apresentam e buscar resolvê-los. Os investimentos precisam ser retomados. Os munícipes e os servidores precisam encontrar apoio e respostas de sua secretaria que até o momento trata com descaso as mazelas já existentes e as que eles mesmo causam. A incompetência é notória e as desculpas que tentam à todo instante culpar ou chamar de mentirosos àqueles que mostram o agravamento da educação municipal, demonstram apenas que o atual governo continua tentando enganar os munícipes. Que vivenciam e ficam cada vez mais incrédulos na recuperação de Itaguaí. Pelo menos enquanto essa gestão não admitir seus erros e tentar melhorar o cenário. Nada mais que a obrigação deles.

Com Sepe Itaguaí

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Cartão PDDE irá facilitar as verbas federais que as escolas utilizam

Todas as escolas registradas recebem verbas diretamente em suas contas, sem intermédio de qualquer secretaria de educação. Se informe e saiba como está sendo usado o dinheiro em sua escola e/ou na escola de seus filhos

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia do Ministério da Educação, estendeu o alcance do Cartão PDDE, neste semestre, para todos os estados brasileiros. Mais de 40 mil escolas de todo o Brasil já receberam a primeira parcela do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), este ano, por meio do cartão, informa o presidente do FNDE, Silvio Pinheiro.

“Além de facilitar as transações comerciais, o Cartão PDDE traz um maior controle sobre a utilização dos recursos, já que grande parte dos pagamentos é feito por meio eletrônico, com identificação de fornecedores e prestadores de serviço”, explica Pinheiro.

Numa primeira etapa, o cartão de débito do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) havia sido implementado apenas em unidades executoras próprias (UEx) de escolas públicas do Distrito Federal e Espírito Santo, em 2017. Em seguida, foi expandido para Ceará e Goiás. E agora alcança todo o território nacional.

Por meio do cartão, as UEx podem realizar pagamentos, transferências eletrônicas, emitir ordens de pagamento, fazer saques e retirar extratos nos terminais de autoatendimento do Banco do Brasil. Os recursos do programa ficam automaticamente aplicados em fundo de investimento de curto prazo, com resgate automático.

Não é permitido utilizar o cartão para efetuar compras por telefone, na internet ou no exterior. O limite para saques, transferências e ordens de pagamento é de R$ 800 por dia, R$ 2 mil por mês e R$ 8 mil por ano.

Criado em 1995, o PDDE tem a finalidade de prestar assistência financeira, em caráter suplementar, às escolas da rede pública de educação básica e às escolas privadas de educação especial mantidas por entidades sem fins lucrativos. O objetivo é promover melhorias na infraestrutura física e pedagógica das unidades de ensino e incentivar a autogestão escolar.

Os recursos são repassados diretamente para as unidades executoras próprias das escolas, como caixas escolares, associações de pais e mestres e conselhos escolares. “É a própria comunidade escolar, que conhece bem as prioridades de cada escola, que define onde serão utilizados os recursos”, lembra o presidente do FNDE.

A nova modalidade de pagamento está disponível para as entidades representativas de escolas que atualizaram seu cadastro no sistema PDDEweb e estão adimplentes com a prestação de contas. As UEx não precisam esperar receber aviso de que o cartão está disponível. O dirigente com atribuição estatutária para movimentar a conta bancária deverá se apresentar em sua agência de relacionamento para preencher a documentação necessária e registrar senha.

Somente um único dirigente da UEx poderá movimentar a conta bancária, já que a senha é individual e intransferível, segundo normas do Banco Central. O responsável pela conta bancária será o membro indicado no estatuto da UEx e informado no PDDEweb.

Se o estatuto não indicar um dirigente específico, a UEx deverá reunir sua comunidade escolar e aprovar uma mudança no estatuto. Para auxiliar as unidades executoras, o FNDE publicou, em seu portal eletrônico, sugestão de ata para alteração do estatuto.

A ata que documenta a alteração poderá ser levada diretamente à respectiva agência do Banco do Brasil, não sendo necessário registrá-la em cartório neste momento. O registro pode ser feito até seis meses depois.

Ciep Irmã Dulce em Itaguaí sofre com atos de vandalismo

Professor é confundido com miliciano e quase é assassinado em Chaepró

O ciep 498 – Irmã Dulce localizado em Chaperó, foi vitima de vandalismo na última segunda- feira. Vândalos invadiram a unidade e quebraram uma TV que é utilizada para aulas no auditório da escola, além de danificarem impressoras e roubarem latas de tinta que são usadas para grafite num projeto que ocorre no local. Os marginais quebraram cadeiras, quadros e reviraram armários.

Não há informações dos autores do vandalismo.

Leia o texto publicado em uma perfil no Facebook que leva o nome da escola

“E triste pensar que ainda existe em nossa sociedade, pessoas capazes de roubar, depredar e vandalizar o único espaço, capaz de transformar a vida das pessoas. A ESCOLA. Pessoas que tentam tirar a oportunidade de crescimento intelectual e profissional de uma sociedade, um bairro, um município. Inadmissível, quebraram uma TV, utilizada para aulas no auditório, danificaram impressoras, roubaram latas de tinta para grafites da marca COLORGIN ARTE URBANA, que seria utilizada pelos alunos num projeto de grafite. Picharam vários ambientes, quebraram cadeiras e mesas novas de sala de aula, arrebentaram várias portas dos armários e portas de outros áreas. Picharam várias locais com palavrões. O bairro de Chaperó é um local de potencial crescimento e não podemos permitir que o espaço educacional seja desrespeitado.”

Professor é confundido com meliciano e quase é assassinado em Chaepró

No mesmo dia, um professor de outra unidade escolar que prefere não se identificar, foi parado quando atravessava de carro a linha ferrea em Chaperó. Bandidos armados ameaçavam dizendo que iriam matá-lo, alegando que ele era miliciano. Após provar que não era e suplicar por sua vida, o homem foi liberado pelos marginais.

ATENÇÃO! Todo conteúdo do blog Boca no Trombone Itaguaí se o texto for copiado deve conter a autoria da matéria. Caso contrário medidas legais podem ser adotadas.

De volta as aulas alunos encontram quadra sem teto em Itaguaí

Todos foram surpreendidos com o cenário já no começo do ano letivo

Os alunos foram surpreendidos já no primeiro dia de aula na Escola Municipal Vereador  José Galliaço Prata, localizada no bairro Amendoeira em Itaguaí. A cobertura da quadra poliesportiva simplesmente cedeu quase que por completo após uma ventania na região. Pais reclamaram da situação que se depararam e cobraram providencias por parte da prefeitura de Itaguaí. Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra o que sobrou do teto e o estado que se encontra o parquinho das crianças. Ambos estão interditados. Um dos pais relatou que muitos alunos vieram da escola Severino Salustiano de Farias no bairro Teixeira. Segundo ele essa transferência não ocorreu por vontade própria e sim porque a prefeitura parou de fornecer o transporte escolar das crianças os obrigando a mudar o local de estudo de seus filhos. Ele ainda elogiou a parte estrutural da agora ex-escola e criticou o que encontrou na nova, já que com a interdição os alunos tem tido dificuldades para ter aulas de educação física e recreação.

 

Resposta da prefeitura de Itaguaí

Nosso blog entrou em contato com a assessoria de imprensa da prefeitura de Itaguaí e fomos informados que todas as providências para a recuperação do espaço foram tomadas pela Secretaria de Educação do Município junto à Secretaria Municipal de Obras e Urbanismo, uma vez que, para realizar a reforma, é necessária a contratação de uma empresa especializada, o que só pode ser feito através de processo licitatório, o que demanda tempo para sua realização.

A Secretaria esclareceu ainda, que a interdição da quadra não está interferindo no funcionamento da unidade escolar e que essa ventania que provocou a queda do teto ocorreu no final do ano passado, quando a escola estava em recesso. Ressaltou ainda que o problema não afeta os alunos, que estão tendo aulas normalmente.  A prefeitura prometeu que assim que forem cumpridas todas as exigências legais e administrativas, a obra será realizada e a quadra poderá voltar a ser utilizada.

 

 

Veja a nota na íntegra

“A Secretaria de Educação e Cultura de Itaguaí informa que no dia 23 de dezembro de 2017 uma tempestade causou o desabamento de parte da cobertura da quadra de esportes da Escola Municipal Vereador José Galliaço Prata. Todas as providências para a recuperação do espaço foram tomadas pelo setor junto à Secretaria Municipal de Obras e Urbanismo, uma vez que, para realizar a reforma, é necessária a contratação de uma empresa especializada, o que só pode ser feito através de processo licitatório, o que demanda tempo para sua realização.

A Secretaria esclarece ainda, que a interdição da quadra não está interferindo no funcionamento daquela unidade escolar. Vale ressaltar que o problema não afeta de maneira alguma os alunos, que estão tendo aula normalmente.  Tão logo forem cumpridas todas as exigências legais e administrativas, a obra será realizada e a quadra poderá voltar a ser utilizada.”

 

Promotora visita escola que governo quer fechar e se encanta com o local

A visita foi feita na E.E.M Taciano Basílio

A Promotora de Justiça da Tutela Coletiva da Educação do Núcleo de Nova Iguaçu Dr Daniela Caravana Cunha Vaimberg visitou na última quarta – feira a E.E.M Taciano Basílio localizada no bairro Saco da Prata, na Serra. Segundo alguns pais, a doutora se encantou com a infraestrutura da escola e com o ensino lá aplicado. Ela teceu elogios e qualificou a unidade como uma das melhores já vistas por ela em uma área rural. Ainda relatou aos pais que a acompanharam que ao invés de ser fechada, a unidade deveria ter ensino para a educação de jovens e adultos (EJA) e prometeu se engajar nessa causa.

A unidade é uma das três que o atual governo de Itaguaí pretende fechar para economia de gastos.

Além desta ela visitou a E.M Alexandre Ignácio, também na Serra.

Taciano Basílio a escola que integra a alfabetização com a natureza

 Unidade pode ter suas atividades suspensas em 2018

Estudar ou trabalhar em contato com a natureza e a pureza de acesso a coisas simples que tem a magnitude de um belo cenário é algo para privilegiados.

A Escola Estadual Municipalizada Taciano Basílio localizada na Serra do Caçador no bairro Saco da Prata em Itaguaí, conta com alunos alfabetizados e que mostram a total dedicação aos estudos

Alunos tocando  violão em atividades após o horário escolar

 

Além da boa qualidade de ensino do local, a natureza em sua forma exuberante enriquece o dia a dia de todos. A Unidade conta com árvores frutíferas e com o entorno cheio de encantos.

A paisagem e o ar puro, algo raro nos dias de hoje, é claramente notado assim que você chega. O clima de receptividade no olhar dos estudantes traz os bons tempos de volta nas horas em que se está neste ambiente. Lá ainda vemos as crianças que estudam do Pré ao 5° ano, tendo atividades em que o saber e o interesse do aluno movem as ações.

Mas, todo esse cenário e essa qualidade de vida pode estar com dias contados. A prefeitura de Itaguaí tem a intenção de paralisar a unidade em 2018 alegando altas despesas. Uma pena, afinal a escola tem uma tradição além de ser de suma importância para a comunidade do entorno, que graças a ela, tem um posto de saúde ao lado.

 

Alunos através de desenhos pedem a continuidade das atividades na escola

 

 

Posto de saúde localizado ao lado da escola

Com a paralisação, o posto que está com enormes rachaduras também pode acabar tendo o mesmo fim, deixando os habitantes da região sem a única opção de atendimento.

Responsáveis fazem protesto contra o fechamento da escola Santa Rosa em Itaguaí

Em 2018 a escola deve ter suspensa as suas atividades

Pais de alunos fizeram um protesto na manhã de hoje (10/11), em frente a escola Santa Rosa em Itaguaí. O ato intitulado “Abraço a Santa Rosa” é contra o fechamento da unidade, algo proposto pela secretaria de educação.

Os responsáveis reclamam que o fechamento irá prejudicar os alunos e eles próprios pela distância da escola mais próxima.


A unidade tem 66 anos e atende a 59 alunos.