Fake news acusa vereador de Itaguaí de intimidação

É fake. Testemunhas ouvidas na Câmara podem estar ligadas de certa forma a possíveis irregularidades praticadas pela prefeitura

CPIS abertas na Câmara Municipal de Itaguaí, são para apurar os possíveis desvios da previdência dos servidores e outra por não investimento de Charlinho na área da saúde. Testemunhas que podem colaborar nas investigações precisam ser ouvidas, muitas tem se negado e a lei garante que a testemunha que não comparecer pode ter que comparecer por condução coercitiva, via justiça. Vereadores tem como função fiscalizar. Apenas aos que ganham vantagens há interesse em mentir sobre os fatos.

Está rolando nas redes sociais, uma notícia falsa que acusa o vereador Rubem Vieira (Podemos), presidente da Câmara Municipal de Itaguaí, de intimidar servidores. A informação além de falsa, visa inverter as ações legais e corretas de uma fiscalização legislativa. O que ocorre é que alguns servidores estão sendo ouvidos por duas CPIS que tramitam na Câmara de vereadores. Os integrantes da Comissão de investigação, precisam ouvir as testemunhas que de algum modo podem ter tido participação em possíveis irregularidades na gestão da prefeitura de Itaguaí. Uma das CPIS inclusive, está instaurada para averiguar possíveis desvios da previdência dos servidores públicos da cidade. A Comissão Processante, CEP 001/2019, onde o prefeito Charlinho (MDB), é acusado de não cumprir a sua parte com o Itaguaí Previdência (Itaprevi), deixando de fazer a contribuição patronal. Ou seja, dinheiro do funcionalismo sendo desviado. A outra é para apurar o não uso de verbas destinadas à saúde que deveriam ter sido aplicadas em melhorias para toda população de Itaguaí.

Tais testemunhas que atuam em setores ligados diretamente à previdência e a área da saúde e que normalmente são comissionados/nomeados e lidam diretamente na parte contábil ou na execução das situações a serem investigadas, precisam ser ouvidas pelas CPIS.

O presidente da Câmara, bem como os presidentes das CPIS, tem a obrigação de caso necessário intimar até por vias judiciais as testemunhas que se negarem à comparecer para dar esclarecimentos, a tal condução coercitiva. Isso é uma obrigação dos vereadores. Ambas as CPIS podem cassar o mandato do prefeito de Itaguaí, Carlo Busatto Júnior, o Charlinho.

O blog Boca no Trombone Itaguaí, tem a obrigação de informar a verdade dos fatos. Pregamos que qualquer fake News, além de mentirosa é tendenciosa e inclinada a favorecer irregularidades que ferem diretamente o interesse público. A verdadeira imprensa tem como mandamento divulgar a notícia baseada na total veracidade das informações. Jornalismo se faz com responsabilidade.

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Trabalhador portuário é indenizado por instalações precárias em local de trabalho

Empresa realiza trabalho no Porto de Itaguaí

A 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT/RJ) deu parcial provimento ao recurso da prestadora de serviços Órgão Gestor de Mão de obra do Trabalho Portuário dos Portos Organizados do Rio de Janeiro, Itaguai, Forno e Niteroi (OGMO) que foi condenada, em primeira instância, a pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais a um trabalhador portuário. O motivo foi a precariedade dos sanitários, vestiários, refeitórios, locais de repouso e aguardo de serviços utilizados pelo trabalhador que prestava serviços no Porto do Rio de Janeiro, administrado pela Companhia Docas. O colegiado seguiu por unanimidade o voto do relator do acórdão, desembargador Antonio Cesar Daiha, que considerou que tanto o OGMO quanto o operador portuário (Companhia Docas) são responsáveis solidariamente pela manutenção das condições sanitárias adequadas nos locais de trabalho dos trabalhadores portuários.

O portuário relatou, na inicial, que não há, no Porto do Rio de Janeiro, instalações sanitárias adequadas para os trabalhadores utilizarem. São oferecidos dois contêineres como sanitário e um terceiro usado para higiene pessoal (banho) que se encontram em péssimo estado de conservação. De acordo com o trabalhador, as antigas instalações sanitárias foram interditadas pela Anvisa. Ainda de acordo com o portuário, não há vestiários, refeitório, nem cozinha e alojamento para os trabalhadores, que são obrigados a descansar em pedaços de espuma colocados diretamente no chão de um local denominado “armazém 18”. Por último, o portuário relatou que vem submetendo-se a esta situação há cerca de 14 anos.

Na contestação, a OGMO se definiu como uma entidade privada, sem fins lucrativos – criada pela Lei nº 8.630/93, que foi revogada pela Lei nº 12.815/2013 –, que tem como responsabilidade principal gerir a mão de obra portuária avulsa, ou seja, trabalhadores que oferecem seus serviços a diferentes tomadores, sem fixar-se em nenhum deles. Um destes tomadores de serviços, de acordo com o OGMO, é a Companhia Docas, a operadora portuária do Porto do Rio de Janeiro. Segundo o OGMO, o responsável pelas condições de trabalho dos portuários avulsos é do operador portuário, que detém a concessão para operar nos portos. Acrescentou que as instalações do OGMO são utilizadas apenas para a escalação dos trabalhadores e que, após ter sido escalado, o portuário deve dirigir-se imediatamente ao local onde prestará serviços.

A Companhia Docas contestou afirmando que o portuário nunca trabalhou para ela e que não participa da gestão da mão de obra dos trabalhadores avulsos portuários. Declarou que a OGMO aluga uma área no Porto do Rio de Janeiro e que os portuários avulsos desenvolvem suas atividades exclusivamente nesta área, afirmando que a Companhia não possui autorização e legitimidade para interferir no funcionamento, limpeza e gestão daquela área. Ressaltou que a responsabilidade pela segurança e conforto dos trabalhadores é do gestor da mão de obra (ou seja, o OGMO) e que não agiu com culpa ou negligência em nenhum momento.

O Juízo da 63ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro julgou parcialmente procedente o pedido e condenou as reclamadas, solidariamente, ao pagamento de indenização por danos morais de R$ 15 mil.

Ao analisar o recurso ordinário, o desembargador Antonio Cesar Daiha afirmou, em seu voto, que o descumprimento das obrigações relativas à saúde, higiene e segurança do trabalho, bem como a precariedade das instalações sanitárias, vestiários, refeitórios, locais de repouso e aguardo de serviços atinge a moral e a dignidade do trabalhador, o que ocasiona o deferimento da indenização por dano moral solicitada, devendo o OGMO e o operador portuário responderem, solidariamente, pelo pagamento de tal indenização. A responsabilidade do OGMO decorre do dever de zelar e fiscalizar a adequação das implantações sanitárias.

O magistrado ressaltou que o recurso foi parcialmente provido apenas para reduzir o valor da indenização por danos morais de R$ 15 mil para R$ 5 mil.

Nas decisões proferidas pela Justiça do Trabalho, são admissíveis os recursos enumerados no art. 893 da CLT.

Processo 0011134-55.2015.5.01.0063

Cliente teve pneus de seu carro furtado no Extra Santa Cruz RJ

Hipermercado disse ao Boca que cliente ainda não procurou a loja

Um vídeo divulgado e compartilhado nas redes sociais e que teve intensa repercussão, mostra um cliente que teve dois pneus de seu carro furtado dentro do estacionamento do Hipermercado Extra em Santa Cruz.

No vídeo, ele mostra duas notas fiscais, uma com a compra feita no Extra e outra do abastecimento no posto de combustível que pertence ao Hipermercado e também é no mesmo local. Apesar da repercussão o homem que foi lesado ainda não foi encontrado por nosso blog.

O Boca entrou em contato com o Extra Hipermercados que nos relatou que até o momento o cliente não procurou a filial para relatar o ocorrido. A rede nos informou que o cliente lesado pode procurar a loja até mesmo por seus canais de comunicação, Twitter e Facebook, ou ir diretamente ao Extra Santa Cruz.

No Ceará um cliente foi indenizado após furto de seu veículo

Um cliente que teve seu veículo furtado em outra filial do Extra, só que no Ceará, recebeu uma indenização de R$13,5 mil reais. O carro estava no estacionamento do hipermercado. Em ação na justiça, o Magistrado levou em consideração que a rede de supermercados está revestida de legitimidade para compor o polo passivo da ação, tendo em vista que o evento ocorreu nos limites do estacionamento da empresa. A decisão indenizatória foi dada pelo Tribunal de Justiça do governo do Ceará (TJCE) ano passado, baseado no código de defesa do consumidor.

Vídeo: travesti invade culto, cobra pastor e viraliza nas redes sociais

Pastor desmente e diz que foi uma articulação para tentar denegrir a sua imagem e para destruir a sua família
O vídeo em que uma travesti invade uma igreja durante o culto viralizou nas redes sociais. A filmagem aconteceu em uma Assembleia de Deus em Pernambuco, no último dia 15 de maio.

A travesti, que não teve o nome divulgado, entra no local para cobrar uma dívida que o pastor teria com ela. “Vai lá, dá o c*, chupa pau e não quer pagar”, diz a travesti, nervosa, indicando que o religioso não pagou pelo valor combinado com ela.

A confusão foi gravada e colocada nas redes sociais por fieis que estavam acompanhando o culto.

Pastor desmente

Ao longo do vídeo, o pastor cita passagens da bíblia para exemplificar sua situação e disparou: “Isso foi articulado para tentar denegrir a minha imagem, para destruir a minha família”.
O pastor Deivid Gomes da Assembleia de Deus usou as redes sociais para rebater as acusações feitas por uma travesti que invadiu a igreja, em Pernambuco, durante um culto realizado na noite da última quarta-feira (15) para cobrar um programa.

No vídeo, de mais de cinco minutos, o pastor e a esposa desmentem a suposta dívida que ele teria adquirido após ter usado os serviços da travesti e que as conversas que circulam no WhatsApp seriam montagens. “Esse travesti foi pago por uma pessoa muito maldosa, que não teme à Deus, que profanou a casa de Deus. É uma pessoa invejosa”, disse o pastor.

“[São falsos] também os prints do Whatsapp porque hoje é muito fácil alguém que mexa um pouquinho no celular, fingir uma conversa com outra pessoa. Fotos, que pegaram do Facebook, fotos antigas que ele nunca usou, eles colocaram lá para dizer que eles estavam conversando com a pessoa. E tudo isso foi uma montagem, que inclusive fizeram isso com outras pessoas do meio evangélico”, complementou a esposa.

Ao longo do vídeo, o pastor cita passagens da bíblia para exemplificar sua situação e disparou: “Isso foi articulado para tentar denegrir a minha imagem, para destruir a minha família”. Eles questionam também o autor desconhecido do primeiro vídeo, que já estaria aguardando a chegada da travesti no templo e por isso conseguiu gravar todo momento em que entra na igreja e lista as polêmicas cobranças.

“Foi uma armação, deu pra perceber. Quem tiver um pouquinho de bom senso e prestar atenção na conversa falsa do whatsapp e no vídeo vai perceber que a pessoa que tava filmando já estava aguardando a pessoa entrar na igreja para fazer o tal escândalo porque é um vídeo muito curto e ninguém teria tanto reflexo para filmar alguém assim tão rápido”, diz a esposa.

Veja o vídeo completo

Teto de escola vira cachoeira em Itaguaí

Escola Chaperó convive com esse problema a pelo menos 4 anos

A Escola Estadual Municipalizada Chaperó, localizada em bairro de mesmo nome em Itaguaí, sofreu mais uma vez com as chuvas. Um problema que já ocorre a pelo menos 4 anos, parece não ter mudado. Com as chuvas, o teto da escola vira literalmente uma cachoeira. Os alunos e responsáveis registraram em vídeo mais uma vez o problema.

Procurada a secretaria municipal de educação mais uma vez ignorou e não nos respondeu. Segundo alguns pais a direção da escola e a coordenação não os atenderam para falar sobre o problema.

Em 2015 o problema era o mesmo

Nosso blog se questiona o que os governos municipais pensam. Pois entra ano sai ano e as coisas em nada melhoram. Pelo contrário. E a soberba da atual gestão demonstra que mesmo incompetentes eles continuam se achando superior as pessoas. Um governo que não abre diálogo e tem como chefes e subchefes de alguns departamentos pessoas arrogantes e sem preparo humano. A falta de diálogo e esse ar de superioridade que vem de algumas pessoas do segundo escalão do governo é o que o torna uma gestão sem progresso. Felizmente tem muita gente boa e capaz, porém em departamentos da educação que são essenciais e que cuidam da infraestrutura das escolas o ‘nariz em pé ‘ causam problemas não somente ao povo, mas para a própria Secretária de educação e para o atual prefeito.

Homem manda matar esposa e enteados um mês após o casamento no RJ, diz polícia

Caso aconteceu em Itaguaí

A Polícia Civil do RJ afirma ter esclarecido o caso de uma família de Itaguaí, Baixada Fluminense, tida como desaparecida desde outubro de 2018. Na verdade, diz, a polícia, uma mãe e seus dois filhos foram sequestrados e mortos, e os corpos, ocultados. Dois homens estão presos pelo crime.

O principal suspeito é o técnico de sistemas de monitoramento Marlon Christian Leite Dias. Segundo a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, ele havia se casado com Fabiane Azevedo Barbosa Dias, de 36 anos – mãe de Tainá, 6, e Gabriel, 11 – 28 dias antes do triplo assassinato.

Os corpos ainda não foram encontrados.

Marlon, que está preso, é suspeito de ter encomendado o crime por questões passionais e patrimoniais.

Um segundo suspeito, Marcos Carlos André Vieira dos Santos, um dos vizinhos do casal, também foi detido.

De acordo com um inquérito instaurado na delegacia, Marcos negou ter cometido o triplo assassinato, mas afirmou que Marlon tentou contratá-lo para executar a dona de casa e seus dois filhos.

No dia 7 de maio, o juiz Adolfo Vladimir da Rocha decretou a prisão preventiva de Marlon e Marcos – que já estavam na cadeia desde abril, devido a um mandado de prisão temporária. Os dois já foram transferidos para o sistema penitenciário e vão responder por homicídio e ocultação de cadáver.

Mensagem de texto suspeita

Parentes de Fabiane acreditavam que ela tinha fugido com os filhos e apresentaram à polícia uma mensagem de texto supostamente enviada por ela. Mas a família estranhou o estilo do texto e avisaram à polícia.

Segundo as investigações, os bens da família foram adquiridos por Fabiane – e usados como pagamento pela execução. “A geladeira do casal estava na casa do Marcos”, afirmou o delegado Moisés Santana.

O titular da especializada diz ainda que Marlon viu quando a esposa e os filhos foram levados e colocados em um caminhão. “Ele estava no portão de casa”, detalha.

Matéria jornal Extra

Possíveis quedas de barreiras preocupam Itaguaí e Costa Verde

Serras em Itaguaí e Mangaratiba já dão sinal de risco iminente de queda de barreiras

As chuvas que atingem todo o Estado do Rio de Janeiro, castigam também Mangaratiba, Itaguaí e principalmente Angra dos Reis. Além dos riscos de alagamentos com as chuvas que não cessam e tem previsão de durar todo final de semana, os locais de serra em Itaguaí e Mangaratiba estão encharcados e começam a formar pequenas cachoeiras com lama que corre em direção as pistas. Na serra de Itaguaí, já é possível ver pequenas quedas de barreiras em alguns pontos e as montanhas encharcadas já começam a dar sinais de riscos.

Subida da Serra em Itaguaí já apresenta trechos com desmoronamentos

Em Mangaratiba o cenário é semelhante e preocupa. Mas a cidade de Angra dos Reis é a que mais tem sofrido. Especialistas informam que toda atenção é necessária e sair de casa somente em extrema necessidade.

No Rio que esta em estado de crise, uma grande estrutura de concreto desabou dentro do Túnel Acústico Rafael Mascarenhas, na Lagoa-Barra, que liga a zona sul à zona oeste, interditando as duas pistas. Vários bairros sofrem com alagamentos e quedas de barreiras também afetam a cidade.