Enem é adiado por 30 ou 60 dias

O MEC (Ministério da Educação) e o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) anunciaram hoje que o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) deste ano será adiado por 30 a 60 dias.
A prova, que estava prevista inicialmente para novembro, deve acontecer agora em dezembro ou janeiro de 2021. Em média, 5 milhões de candidatos participam do Enem. Até o momento, segundo o MEC, mais de 4 milhões fizeram a inscrição para o exame deste ano.

Atento às demandas da sociedade e às manifestações do Poder Legislativo em função do impacto da pandemia do coronavírus no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e o Ministério da Educação (MEC) decidiram pelo adiamento da aplicação dos exames nas versões impressa e digital. As datas serão adiadas de 30 a 60 dias em relação ao que foi previsto nos editais”, diz um comunicado oficial. A nota diz ainda que o período de inscrições para o exame segue inalterado. O prazo para cadastro termina às 23h59 desta sexta-feira (22).

O texto também informa que o Inep realizará uma consulta aos inscritos no exame, a ser realizada em junho, por meio da Página do Participante. Segundo o MEC, a consulta será feita para que os participantes possam opinar sobre as datas de realização do Enem. Ao UOL, o ministério informou que ainda não definiu quais opções de data serão apresentadas aos candidatos.
Ontem, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse que seria feito uma consulta para o aluno responder se a prova seria mantida, adiada por 30 dias ou suspensa até o fim da pandemia.
A decisão anunciada hoje de realizar as provas do Enem em uma nova data acontece em meio à pressão da sociedade civil e do Congresso pelo adiamento do exame.

Também ontem, um projeto de lei que prevê o adiamento do Enem e de outros vestibulares devido à pandemia do novo coronavírus foi aprovado pelo Senado, seguindo para votação no plenário da Câmara dos Deputados.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), exigiu hoje uma garantia do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre o adiamento do Enem para que a Casa não vote ainda nesta quarta um projeto nesse sentido.
“Desculpa, não posso acreditar nesse ministro”, declarou ao ser avisado sobre o anúncio do MEC poucos minutos antes de abrir a sessão do plenário.

Entidades estudantis, secretários de educação e reitores de instituições de ensino defendem o adiamento do exame sob a justificativa de que nem todos os estudantes têm condições sociais e financeiras de manter os estudos durante a pandemia ou nem sequer têm acesso às ferramentas necessárias para o ensino a distância, como celular e computador com acesso à internet.

Mudança de discurso

Apesar da crise sanitária e do fechamento das escolas há cerca de dois meses, o governo do presidente Jair Bolsonaro vinha defendendo a manutenção do Enem em novembro. Weintraub chegou a acusar “a esquerda” de agir para que o exame não acontecesse. Em mais de uma reunião com parlamentares, o ministro também declarou que o Enem não foi feito para resolver o problema da desigualdade no país e reafirmou que manteria o exame em novembro.

Hoje mais cedo, no entanto, o ministro recuou. Em uma rede social, o ministro sugeriu que o Enem fosse adiado por um período “de 30 a 60 dias”. A sugestão, segundo ele, é fruto dos “recentes acontecimentos no Congresso” e de conversas com “líderes do centro”.

Fonte: Uol

Assaí Atacadista abre 285 vagas para nova loja em Santa Cruz

Nova loja será inaugurada onde antes funcionava o Hipermercados Extra. As vagas são para operador de caixa, operador de empilhadeira, repositor, cartazista, nutricionista, cozinheiro e atendente de vendas

O Assaí Atacadista está selecionando profissionais para sua loja que será inaugurada no bairro de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. São 285 vagas para diferentes setores. Há oportunidades para: operador de caixa, operador de empilhadeira, repositor, cartazista, nutricionista, cozinheiro e atendente de vendas, incluindo oportunidades para Pessoas com Deficiência. Os interessados devem se cadastrar exclusivamente no site
https://expansaoassaisantacruz.gupy.io/ até o dia 3 de julho.

Devido a pandemia de Covid-19, o processo seletivo será realizado 100% online, a fim de evitar deslocamentos e aglomerações.

Em especial nesse período que estamos vivendo, queremos colaborar com a geração de trabalho e renda para a população, fortalecendo a economia local e cumprindo com o nosso papel na sociedade”, afirma Sandra Vicari, Diretora de Gestão de Gente no Assaí Atacadista.

O Assaí afirma oferecer remuneração e pacote de benefícios compatíveis com o mercado, além de possuir um plano estruturado de carreira, com constante investimento em capacitação e no desenvolvimento profissional de seus colaboradores.

Fonte: Jornal Extra

Escola mais longínqua tem internet que é oferecida a todos os moradores em pequeno bairro de Piraí de forma gratuita

Município menor que Itaguaí oferece gratuitamente internet a moradores e alunos de escola. Já em Itaguaí, custos que seriam baratos sequer são estudados e moradores dos bairros Caçador, Saco da Prata e Carioca por exemplo ficam renegados, e terão dificuldades para acessarem aulas online oferecidas em época de pandemia

Abrangidos pelo Piraí Digital, um projeto da prefeitura da cidade para levar internet aos locais mais distantes e também no Centro, tem dado oportunidade para alunos e moradores de locais que se não fosse a boa vontade da prefeitura, dificilmente seriam atendidos e estariam conectados. Para se ter uma idéia, a localidade mais longínquoa do município de Piraí é a localidade de Três Vendas, na Serra do Matoso. Lá, são 30 ou 40 casas, alguns pequenos comércios, uma escola e uma Unidade de Atendimento Básico de Saúde (UBS).

Há ainda um orelhão em bom estado, mas a grande estrela mesmo é o serviço gratuito de internet disponível no perímetro. O único transporte público existente é oferecido pela Expresso Recreio na linha que faz o trajeto entre Itaguaí x Nono, duas vezes ao dia.

A internet instalada é via satélite com o serviço Wifi. Em Três Vendas são dois repetidores que auxiliam na ampliação do sinal gratuito de internet. O bairro de Cacaria que também tem áreas isoladas, é contemplado pelo mesmo serviço.

Fiquei encantado por ver que, mesmo muito distante do Centro do município, a Prefeitura Municipal de Piraí – RJ mantém os serviços públicos atendendo aquela população. Infelizmente, para os moradores do Caçador, Saco da Prata e Carioca, a Prefeitura Municipal de Itaguaí renega a população ao abandono,” diz Danilo Aguiar, que foi ao local e verificou todo o processo.

De fato, a Prefeitura de Itaguaí com recursos muitos maiores que Piraí ignora os moradores dos bairros mais distantes do Centro. A internet disponível nas escolas de difícil acesso é de qualidade duvidosa. Apesar de haver essa internet nas escolas, em Itaguaí ela não contempla os moradores e claro as casas dos alunos, que estão vivendo um momento atípico e precisam ter acesso a rede mundial de computadores para acompanharem as aulas que serão oferecidas de forma online pela Rede municipal de ensino.

Num bate papo com Danilo Aguiar, ele nos revelou que já entregou a prefeitura de Itaguaí vários projetos baratos e viáveis. Inclusive em gestões passadas do atual prefeito Charlinho. Porém, não houve interesse do governo. Danilo nos relata que menos de R$ 100 mil reais seriam suficientes para pôr o projeto em prática para os moradores dos bairros do Caçador, Saco da Prata e Carioca por exemplo.

Os moradores desses locais inclusive, são mais atendidos em vários aspectos pela prefeitura de Piraí do que a prefeitura dos bairros que pertencem. Como os estudantes do ensino fundamental, onde muitos acabam preferindo ir para escolas de Piraí que ficam mais próximas de suas residências do que as escolas de Itaguaí. Já que para eles, a prefeitura fornece transporte para escolas do Centro, mas que geograficamente são mais distantes. Para minimizar esse problema, bastava a prefeitura ter boa vontade. Pois a escola Municipal Taciano Basílio, localizada no bairro Saco da Prata, tem espaço suficiente e terreno para ampliação para oferecer o ensino do 6° ao 9° ano, bem como a Educação de Jovens e Adultos. Hoje ela só oferece o ensino do pré ao 5° ano com menos de 20 alunos. Tal escola era uma das três que a Prefeitura Municipal de Itaguaí, através da Secretaria Municipal de Educação tentou fechar em 2017. Sendo impedida pelo Ministério Público após denúncias dos moradores e pais de alunos.

Projeto de lei visa garantir igualdade entre alunos e participação dos pais na elaboração de calendário escolar

Medidas do Projeto de lei visam garantir a igualdade entre alunos em qualquer modalidade de ensino. Já que governo mostra não dar condições de infraestrutura para impressões de apostilas para todos os alunos que não tem acesso a internet no ensino online. Projeto também solicita a participação de pais de alunos na elaboração do calendário escolar. Para que não haja mais uma vez autoritarismo por parte da Secretaria Municipal de Educação de Itaguaí como ocorreu em 2017 quando quis fechar três escolas sem consulta alguma junto aos pais de alunos e servidores públicos. Tal atitude só foi impedida na época por ações e pela intervenção do Ministério Público. Três conselheiros do Conselho Municipal de Educação relatam que resolução já veio pronta e que nada foi alterado, mesmo já detectado problemas. Veja tudo isso na matéria completa.

Um projeto de lei que está sendo usado de forma irresponsável pela Secretaria Municipal de Educação para brigas políticas com vereadores da Câmara Municipal de Itaguaí, tem gerado polêmica.

O Projeto visa garantir a igualdade entre todos os alunos da rede municipal em qualquer forma de ensino que for adotada em 2.020, para minimizar o prejuízo durante a pandemia de Covid-19 na cidade e os impactos por ela causados. O P.L, tem em sua redação medidas que visam garantir a igualdade entre todos os alunos e a participação de pais de alunos, sindicato dos profissionais de educação de Itaguaí e do Conselho Municipal de Educação na elaboração de um novo calendário escolar referente ao ano letivo de 2.020 para ser feito dentro em breve passe o cenário da pandemia.

A intenção do Projeto de lei é que não falte assistência para nenhum aluno da rede. Mesmo aquele que não tem acesso a internet em sua residência.

Tal medida que foi protocolada em 04 de maio e que parece ter sido base para a Secretaria Municipal de Educação para elaborar algumas medidas no ensino online agora adotado, foi usada numa nota pela SMEC em que mais uma vez falta com a verdade. Já que não foi o Projeto de lei que copiou qualquer medida do governo municipal e sim o contrário. E isso é fácil de ser provado. Pois a Resolução 06/2020 da secretaria municipal de educação do município é datada de 05 de maio de 2020, um dia após ter sido protocolado o Projeto de Lei que ocorreu em 04 de maio. Humanamente impossível de ser copiado algo protocolado antes e sim o contrário.

Vejam os documentos:

Projeto de Lei protocolado em 04 de maio.

Reparem na data de protocolo 04 de maio.

Resolução da Secretaria Municipal de Educação. Em 05 de maio resolução nemtinha nem tinha numeração ainda

A resolução com o número 06/20 datada de 05 de maio só foi publicada no Jornal Oficial do Município edição 817 em 13 de maio.

Vereador e professor Willian Cézar autor do Projeto de Lei explica detalhes sobre

Falta de infraestrutura para impressões de apostilas para alunos sem internet em casa

Durante toda a gestão do atual prefeito Carlo Busatto Júnior, o Charlinho (MDB) e de sua esposa Andréia Cristina Marcello Busatto à frente da Secretaria Municipal de Educação, as escolas enfrentaram graves problemas de infraestrutura. Era mais do que comum ver funcionários e professores, precisando usar recursos próprios para imprimir trabalhos, documentos e até provas para os alunos devido a falta de papel ofício, por problemas com impressoras e até pela falta delas.

Se o problema já existia antes e não foi feita nenhuma melhoria nesse sentido, o governo não parece dar garantias de impressões em larga escala que possam atender quem não tem internet.

Sindicato publica nota em que diz que secretaria de educação falta com a verdade e publicam fake news

O Sindicato dos profissionais de educação em Itaguaí (Sepe), emitiu nota repudiando o que considera mentirosa as afirmações feitas pela Secretaria Municipal de Educação. Veja:

Sepe Itaguaí esclarece:

NÃO PROCEDE a publicação mentirosa divulgada pelo governo de Itaguaí acerca do Projeto de Lei que suspende o Ano Letivo em Itaguaí. Isto porque o Projeto de Lei vem sendo construído junto ao Sepe desde 04 de maio conforme print de conversa via wpp anexa. Ademais, a data de recebimento do Projeto de Lei pela Câmara Municipal é 05 de maio, conforme fotos anexas aqui, nos comentários.

Outro agravante que desmascara mais essa mentira 🤥 é o fato de a Resolução da Secretaria de Educação que copia parte das propostas já descritas no Projeto de Lei desde 04 de maio, só foi publicada no Diário Oficial do Município em 13 de maio, na edição 817. Outro detalhe bizarro que a verdadeira Resolução que o governo tentou aprovar no Conselho Municipal de Educação não garantia a opção de versão impressa das atividades. Em outras palavras: o estudante que se virasse. Quem tivesse internet iria estudar e quem nao tivesse, ficaria excluído. Basta qualquer cidadão solicitar cópia da proposta de Resolução que ingressou no CME para apreciação na reunião do dia 06 de maio, com data do dia 05. Ou seja: um dia depois da Câmara.

A Resolução proposta, encontrou dificuldades no dia 06, porque a Conselheira eleita como representante dos professores – Carla Simone – fez uma série de apontamos acerca da exclusão que o documento criaria e exigiu direito de declaração de voto, porque já sabia que muitos integrantes deste Conselho sempre votam com o governo, como todos podem verificar nas atas.

A Resolução retornou para a SMEC e somente depois foi apreciada pelo CME, já com a inclusão da versão impressa das atividades para os alunos, mas mantendo seu caráter excludente, por não garantir a excepcionalidade prevista em lei à Educação Especial, Rural, entre outras aberrações. Apesar disso, foi aprovada pelo CME, por maioria. Aprovação, porém, muito posterior ao PL da Câmara Municipal, que data de 04 de maio (construção) e ingresso em 05 de maio na Câmara (anexo). O que verdadeiramente ocorre é que, tanto o vereador em questão quanto a Conselheira que representa os professores no CME, na qualidade de professores, trabalham em colaboratividade com o sindicato ao qual são filiados. Não traem a categoria.

Desmascarada a fakenews, importante destacar que o grande mentiroso da educação e que responde pela autoria de mais essa fakenews, tem outro nome e ocupa lugar no secretariado da Administração Municipal.

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=2654840918096053&id=1853400551573431

Conselheiros do Conselho Municipal de Educação se mostram preocupados com ações da Secretária Andreia Busatto

A professora da rede municipal de ensino Carla Simone da Mota Paes que é representante da categoria no Conselho Municipal de Educação, se mostrou preocupada com as ações da Secretaria Municipal de Educação. Em seu voto ela declarou que a Resolução já foi enviada pronta e que merecia ser prontamente rechaçada pelo Conselho, já que essa construção deveria ser em conjunto e não da forma arbitrária imposta pela Secretária. Contudo como a maioria dentro do conselho é favorável à qualquer ação do governo, incluindo os dirigentes escolares a resolução foi aprovada na íntegra, como queria a secretária e mulher do prefeito.

Leia o voto da representante dos professores no Conselho Municipal de Educação de Itaguaí

Declaração de voto acerca da proposta de Resolução da Secretaria de Educação de Itaguaí submetida em 07 de maio 2020, ao Conselho Municipal de Educação:

A análise da proposta de Resolução (que já veio inteiramente pronta da Secretaria Municipal de Educação) merece rechaço, do ponto de vista de sua viabilidade. Não obstante, me permite afirmar enquanto professora e cidadã, ora conselheira do CME de Itaguaí, representante dos professores desta municipalidade, que o texto apresentando fere o direito à educação, por seu caráter excludente, legitimador e ampliador de injustiças sociais. Isto porque não garante acesso e igualdade à totalidade dos alunos de uma rede pública de ensino sabiamente carente, situada na Baixada Fluminense, sendo Itaguaí um município majoritária mente composto por comunidades carentes e humildes, onde se falta inclusive energia elétrica, quanto mais, ponto de acesso à internet. Como agravante, o texto da Resolução proposta marginaliza e exclui também o professor. Questões simples e estritamente necessárias não foram respondidas pela resolução, como: quem vai garantir o acesso à plataforma, tanto por parte dos alunos, quanto do professor? De que modo o governo irá garantir esse acesso?

O acesso à Internet, não somente em relação aos recursos necessários para sua viabilização, como desktop, energia elétrica, mas a própria infraestrutura de rede, seja por cabeamento, ondas de rádio, sabendo todos que a Internet não está disponível em todo o território do município?

Agravado ao caso, o fato de nem todo professor da rede ser digitalmente incluído ou possuir domínio de ferramentas necessárias para manejo de aulas pela Internet, seja por sua formação aquém da tecnologização do mundo digital, seja pela falta dos equipamentos e recursos para o investimento necessário para ministrar aulas online, uma vez que não é todo professor da rede que possui recursos básicos como um desktop e uma rede de banda larga em qualidade mínima para tal. Tais indagações também não encontram vislumbre de resposta a partir da proposta de Resolução e em nenhum outro instrumento ou programa por parte do governo municipal até agora fora apresentado para viabilização.

Enquanto professora, não posso me colocar favorável à um texto de ficção, que mais parece tentar simular, que garantir o direito à educação, questão que deve ser a maior premissa de reflexão e responsabilização por parte deste Conselho, em sua atuação.

Para além das questões de lesão ao direito à educação (previsto da CR de 1988 e amplamente elencado em diversos outros Diplomas, como a Lei Federal 9394/96 e o próprio ordenamento jurídico do Município de Itaguaí no que tange à Educação, há, ainda, o agravamento da desigualdade (seja pelo acesso, disponibilidade sistêmica ou condições subjetivas para acompanhamento das aulas online) e, principalmente, o alargamento do fosso entre a Proposta Pedagógica do Município, prevista no Plano Municipal de Educação (metas e estratégias) e àquilo que de fato será a realidade ofertada aos alunos, nesta modalidade de ensino. Nota-se que a resolução aponta que cada professor apresentará atividades via plataforma digital e que as direções escolares terão autonomias para este monitoramento. Ora, em que momento desta dinâmica, ficará garantida uma proposta mínima de rede? Isto é, este Conselho também precisa se atentar para, além da autonomia de cada escola e docente, a ideia de rede. De que maneira fica garantida uma proposta unificadora (dentro dos limites de autonomia pedagógica) aos alunos desta rede, que deve ser não somente de ensino, mas também de aprendizagem?

A proposta de Resolução não responde, ainda, como pretende equacionar ou minimizar distorções entre os alunos já letrados e os ainda em processo de alfabetização. A versão impressa das aulas, por exemplo, será incapaz (por motivos óbvios) de reproduzir videoaulas que porventura venham a ocorrer. Isto vai criar disparidade entre aquilo que será ofertado a um grupo e outro, seja pela série, idade ou estágio no processo de letramento.
Não obstante, a Educação Infantil, cuja natureza pedagógica compreende, sobretudo, o lúdico, o mundo da fantasia, mas requer necessariamente a experimentação tácita, a criação prática e concreta, para realização do mundo da fantasia a partir do mundo real e sua consequente didatização, como já explicitado por diversos teóricos como Piaget, Vygotsky e Wallon. Desse modo, como a aula oferecida por plataforma digital irá propiciar a transformação de um ser essencialmente emocional em sócio-cognitiva, se não puderem ter pais tecnologizados, digitalmente instruídos, ao lado, para fazer essa mediação, uma vez que não são ainda alunos alfabetizados? Ainda que a proposta de aula seja a contação de uma história, alguém letrado e digitalmente capaz será necessário não só para medicação, como para lugar e manusear o equipamento de acesso (seja desktop ou outro).

A proposta de Resolução em tela, que hoje surge diretamente neste plenário, à toque de caixa, se quer passou antes pelo crivo de estudo das Câmaras de Educação específicas deste Conselho, o que já denota negligência no rito e irresponsabilidade no trato de coisa importantíssima, que é o Direito à Educação.

Ao dizer que “a equipe técnica responsável pela plataforma digital realizará treinamento online para o
Diretor Escolar e os servidores administradores da plataforma de cada Unidade Escolar”, continua a apresentação de problemas da ficção. Como treinar alguém online para o uso da ferramenta online? Ora, ao falar de treinar um indivíduo para ferramenta online, pressupõe-se, antes, que ele precisa adquirir conhecimentos básicos elementares para o manuseio dessa ferramenta.

O tempo entre a apresentação da Resolução a este Conselho e sua implementação prevista é exíguo e não dá tempo de preparação técnica por parte das escolas e professores, bem como não permite planejar as ações pedagógicas (aulas) o que torna a Resolução um descalabro imperdoável, uma vez que em conformidade com a totalidade dos teóricos em didática (posso citar aqui Gadotti) o planejamento é o que se tem mais primordial em educação e precede todas as outras coisas.

O Art. 8º estabelece que “Os alunos do Ensino Fundamental deverão realizar as atividades não presenciais no
caderno e registrar a data de sua realização” e que “Na ocasião do retorno às aulas, os alunos deverão apresentar as atividades realizadas ao professor da respectiva disciplina”. Não ficou claro com que objetivos? Essas atividades serão consideradas para efeito de aprovação ou reprovação? Outrossim, como o aluno, que geralmente nem o computador tem em casa, fará esse registro no caderno, se as atividades serão digitais? Deverão imprimir e colar no caderno? Copiar à mão, inclusive as prováveis imagens, ilustrações, animações e vídeos? Com que infraestrutura?

O governo municipal, forneceu, por exemplo, cadernos, lápis e borracha a todos da rede? Sabemos que não!

Pelos motivos e considerações acima elencados e apropria natureza de penalização ao professor e, sobretudo ao aluno, voto contra esta proposta de Resolução, que não foi desenhada hora alguma a partir de deliberações deste Conselho e faço uso do meu direito legítimo de declaração de voto, para registro em ata.

Carla Simone da Mota Paes

Conselheira titular do CME, na representação de professores

Outros dois Conselheiros corroboram com a professora

Em contato com outros dois conselheiros, nosso blog ouviu de Wilson Fernandes conselheiro que representa os pais de alunos que:

Temos preocupação de que forma esta mudança de atividades escolares serão de forma produtiva para todos, alunos familiares e profissionais da educação.

A secretária apresentou de forma apressada sem aprreseentar nenhum estudo sobre o impacto destas mudanças no municipio, não montou um gabinete de estudos com o conselho, profissionais e comissão de educação da Câmara e simplesmente jogou para o conselho.

Nossos alunos tem o direito a uma educação digna que atenda a todos os profissionais condições de desenvolverem com qualidade e seguraça o seu trabalho.

Wilson fernandes
Representante de Pais e alunos no Conselho Municipal de Educação

A conselheira Ingrid Alves B.da Silva, também representante de Pais de alunos no Conselho, diz concordar com as falas dos colegas e que qualquer medida que afete o ensino deve ser bem estudada e elaborada por todos os envolvidos.

Autoritarismo tem sido a marca da gestão de Andréia Busatto primeira dama e secretária de educação

Essa não é a primeira vez que a atual secretária de educação demonstra autoritarismo ao tomar decisões. Uma delas inclusive ficou bem conhecida em 2017 quando além de quase atropelar um servidor na saída do Fórum em Itaguaí, ela determinou sem qualquer tipo de consulta prévia o fechamento de 03 escolas.

Na época, uma mobilização de pais de alunos e uma intervenção do Ministério Público é que impossibilitaram tal concretização.

Por unanimidade Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal de Itaguaí suspende ano letivo de 2.020 na cidade

Em sessão remota, projeto do professor e vereador Willian Cézar foi aprovado pela CCJ, mas ainda faltam aprovações em outras comissões

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal de Itaguaí aprovou por unanimidade agora à pouco em sessão virtual, a suspensão do ano letivo de 2.020 na rede municipal de ensino, enquanto perdurar as medidas de combate ao Covid-19. Ainda falta a aprovação em outras comissões para que o Projeto vire lei.

Autor do projeto, o vereador que também é professor da Rede Municipal de Ensino de Itaguaí, Willian Cézar, falou do prejuízo aos alunos devido a pandemia, mas que o estudo online adotado recentemente pela Secretaria Municipal de Educação, vai segregar alunos especiais e dificultar ainda mais o acesso por parte de alunos das escolas de difícil acesso. Para Willian, o ensino nessa modalidade não pode ser um substituto aos dias letivos e sim servir apenas como atividades extras. Willian ainda citou o Conselho Nacional de Educação, que está se reunindo em diversas sessões remotas que visam aprovar medidas que possam abranger todo o território nacional em meio a pandemia.

Se aprovada em todas as comissões da Casa Legislativa da cidade, nenhuma modalidade que não a tradicional forma presencial terá validade no município. Qualquer atividade online só poderia servir como atividades extras.

Assista a sessão virtual completa clicando aqui

Método online de ensino em Itaguaí gera discussões

Resolução publicada pela Secretaria Municipal de Educação não vislumbra atendimentos para alunos especiais e precariedade de materiais pode afetar a distribuição de apostilas impressas para a alunos que não tem acesso à internet. Pelo menos duas escolas teriam convocados profissionais para atuarem nas escolas uma vez por semana para distribuições semanais de apostilas impressas que se não forem devidamente higienizadas podem espalhar o vírus da Covid-19 para alunos e funcionários. As direções das escolas Elmira Figueira e Teotônio Vilella teriam convocados tais servidores sendo que não há transporte público intermunicipal disponível para que eles possam chegar à cidade, bem como atividades laborais em escolas não são serviços essenciais e medida desrespeita decretos federais, estaduais e até municipais. Pais de alunos também nos procuraram para denunciar o não uso de livros escolares o que minimizaria a necessidade de apostilas de programa online que será adotada para quem não tem acesso a internet e de gastos extras com programa online. Estelionatários estariam cobrando por impressões das apostilas que devem ser entregues pelas escolas de forma gratuita. Leia a matéria completa.

A Secretaria Municipal de Itaguaí publicou no Jornal Oficial 817 de 13 de maio de 2020, a Resolução número 06/2020 instituindo o regime especial para desenvolvimento das atividades escolares na Rede Municipal de Ensino. A medida que tem validade enquanto perdurar a situação de emergência causada pelo novo Coronavírus, bem mal começou e já geram polêmicas.

Segundo essa resolução da Secretaria Municipal de Educação, as atividades escolares não presenciais serão desenvolvidas da seguinte forma: por meio da plataforma digital “Itaguaí – Minha Escola” para os alunos que possuem acesso à rede de internet ou atividades impressas pelas unidades escolares, entregues aos pais, responsáveis ou alunos maiores para aqueles que não possuem acesso à internet.

O acesso à plataforma digital será disponibilizado pela equipe pedagógica da unidade escolar em que o aluno estiver matriculado. De acordo com a Secretaria Municipal de Educação de Itaguaí, as atividades não presenciais com o tempo destinado a cada uma, serão postadas na plataforma pelo respectivo professor de cada turma ou disciplina. Já o conteúdo impresso a ser entregue aos pais, responsáveis ou alunos maiores deverão corresponder às atividades postadas na plataforma.

A resolução, contudo, orienta que o tempo de atividade escolar não presencial do ensino fundamental será computado para fins de integralização da carga horária e da quantidade de dias letivos fixada em conformidade com a Medida Provisória n° 934 de abril de 2020, desde que a unidade escolar, juntamente com os professores, mantenham o acompanhamento das atividades e comprove a participação dos alunos.

Os alunos de ensino fundamental deverão realizar as atividades não presenciais no caderno e registrar a data de sua realização, tendo em vista que, num possível retorno às aulas presenciais, deverão apresentar as atividades ao professor da respectiva disciplina.

Falta de materiais, equipamentos de impressão suficientes e demanda de funcionários para entrega de apostilas

Com o regime adotado pela prefeitura de Itaguaí, muitos problemas parecem não ter sido pensados pela equipe pedagógica da secretaria de educação. Para os estudantes que não tem acesso a internet é ainda pior. A grande maioria das unidades de ensino tem problemas com falta de papéis para impressão, falta de impressoras que possam atender a demanda na rotina das aulas tradicionais e problemas de conexão básica com a internet, imagine como seria nesse método a ser adotado?

Se problemas de falta de materiais básicos, como papel ofício já era escasso nas aulas presenciais, quando o uso desses equipamentos e materiais são menores, que dirá quando essa forma online for adotada na integralidade para impressão dos alunos que não tem internet em casa? Uma realidade de pelo menos metade dos alunos em Itaguaí.

Outro ponto importante é quem irá entregar essas apostilas aos estudantes e/ou responsáveis de alunos sem acesso a computador e logo sem acesso à internet?

Na resolução que foi aprovada pelo combalido Conselho Municipal de Educação de Itaguaí e divulgada pelo governo, essa atribuição é do direror escolar e de sua equipe pedagógica de cada unidade.

Porém essa responsabilidade foi transferida em pelo menos duas escolas para os funcionários de apoio. Duas possíveis Comunicações Internas(C.I,s) das escolas municipais Elmira Figueira e Teotônio Vilella, que estão circulando nas redes sociais, tem em suas redações que os diretores escolares convocaram agentes administrativos, inspetores escolares, auxiliares de serviços escolares, auxiliares de serviços gerais e cozinheiras para estarem à disposição das respectivas escolas todas às quartas-feiras. Tais convocações seriam para que os servidores pudessem ajudar na distribuição das apostilas do programa online, nas escolas para os responsáveis e alunos maiores de 18 anos que não tem acesso à internet.

Acontece que o Decreto Estadual 47.068/20 de 11 de maio de 2.020, interrompeu a circulação de ônibus intermunicipais entre a cidade do Rio de Janeiro e as demais cidades da Região Metropolitana do Rio, entre elas Itaguaí. Ou seja, isso impede que os servidores que em sua grande maioria, quase 90%, não residem em Itaguaí de chegar as escolas.

Para piorar, o próprio governo municipal cortou o auxílio transporte dos funcionários, verba que justamente ajudava no transporte de casa até o trabalho dos servidores, porcausa do isolamento social e da não ida ao trabalho em plena pandemia de Covid-19 na cidade e que atinge todo País.

Além disso, o decreto estadual 47.068 do governo do Estado, o Decreto Federal 10.282 de 20 de março de 2.020, o Decreto Federal 10.329 de 28 de abril de 2.020, o Decreto Federal 10.344 de 11 de maio de 2.020 e os Decretos do próprio município de Itaguaí de número 4.434 de 13 de março de 2.020, de número 4.435 de 24 de março de 2.020 e de número 4. 441 de 06 de abril de 2020 disponível no Jornal Oficial 809, não classificam como essenciais as atividades escolares. Com isso, se o servidores de apoio conseguirem sair de casa, qualquer fiscalização poderia impedí-los de entrar na cidade e mesmo se conseguissem chegar aos locais de trabalho não há garantias de retorno.

Alunos especiais, onde se enquadram nesse método?

A Exclusão dos alunos especiais na Resolução é outro ponto não abordado. A Educação Inclusiva e a Educação Especial? Quem fará a mediação pedagógica entre esse estudante e a tela do computador ou apostila? Tudo isso também ficou de fora dessa atitude da secretaria de educação.

A idéia de dar atividades aos alunos da rede é algo positivo, se para isso problemas maiores e má formulação na questão estrutural não fosse gerada. A atual gestão da cidade de Itaguaí costuma não ouvir sindicatos, profissionais e pais de alunos na busca comum de apoio. E isso nesses quase 4 anos de mandato geraram mais problemas que soluções e parece que eles não aprenderam.

Pais de alunos questionam o não uso dos livros escolares disponíveis

Alguns pais de alunos nos enviaram questionamentos sobre o não uso dos livros didáticos já disponíveis na rede. Ao invés de novo uso de verba pública na contratação de uma empresa que oferece essa plataforma online e da necessidade extra de todo aparato na entrega de apostilas para quem não tem internet. Outros nos relataram que há livros em muitas escolas, mas que não foram entregues. Esses livros ajudariam e muito segundo eles, nesse momento e manteria uma forma já conhecida. Enviamos a secretaria de comunicação esses relatos, mas não obtivemos respostas.

Estelionatários estariam cobrando por impressões das apostilas que devem ser entregues pelas escolas de forma gratuita

Aproveitando o momento, estelionatários estariam cobrando por impressões das apostilas que devem ser entregues pelas escolas de forma gratuita. Nosso blog recebeu e conferiu várias postagens em grupos na rede social Facebook e no aplicativo Whatsapp, pessoas oferecendo o serviço de impressão aos pais de alunos que não tem internet em casa. Eles cobram valores por folha impressa de algo que a prefeitura de Itaguaí dará de forma gratuita. Isso se enquadra perfeitamente no crime de estelionato por parte dessas pessoas.

Sindicato dos profissionais de educação em Itaguaí é contra forma online adotada

O sindicato dos Servidores Públicos do município de Itaguaí, se mostrou contrário a forma adotada pela secretaria de educação do município.

Leia a nota na íntegra

Diante da implementação das atividades online por nossa rede municipal, o Sepe Itaguaí não pode deixar de expressar seu repúdio a mais essa tentativa maquiadora e nada eficaz de fingir promover a educação de qualidade para os cidadãos itaguaienses. Trata-se, na verdade, de uma estratégia planejada para transferir aos pais as responsabilidades formativas da escola, imputar ao professor a função de youtuber e iludir as famílias fazendo-as acreditar na aprendizagem eficiente quando, na verdade, nenhum professor recebeu formação para ministrar aulas através da internet.

A oferta de aulas pela Internet transfere aos professores e às famílias (aos que possuem recursos) a obrigação de arcar com os custos da educação, há muito tempo abandonada pela prefeitura. Isto porque o governo municipal nao garantiu nem aos professores e nem às famílias dos estudantes, o computador e a Internet, ficando essa infraestrutura como um custo extra aos bolsos tanto dos professores quanto das famílias. Quantos alunos ficarão de fora? Quantos poderão pagar pela Internet banda larga? Quais e quantos têm computador e acesso à Internet com qualidade para estudarem?

A adoção de “apostilas” aos que nao têm computador com acesso à Internet, diferente do que parece, aprofunda e afunila ainda mais o abismo da desigualdade social: de um lado, o grupo de alunos que possuem computador com acesso à Internet e receberão aulas com recursos de som, cor, imagem e vídeo; do outro, aqueles estudantes que nao possuem recursos e terão de contar com a estratégia rasa de “apostilas” estáticas, sem cor, som ou movimento. Será a mesma educação?

Onde ficará o equilíbrio e a inclusão?
Por falar em inclusão, onde estão contempladas na Resolução, a Educação Inclusiva e a Educação Especial? Quem fará a mediação pedagógica entre esse estudante e a tela do computador ou apostila? O estudante de escola rural, mesmo que tivesse o computador, com que serviço de internet poderá contar na zona rural? A Internet não chega aos bairros distantes de Itaguaí, sequer há cobertura de celular em algumas regiões!

Para o Sepe Itaguaí, a educação de verdade é feita com a interação entre professores e estudantes, na escola, com prática pedagógica efetiva e presencial. É verdade que enfrentamos no momento uma pandemia e que a continuidade das aulas presenciais não é possível agora. Porém, quando a normalidade da vida cotidiana puder retornar, as horas de aula online farão falta na experiência prática presencial de nossas crianças e, seguramente, terão contribuído para elevação da desigualdade em nosso sistema de ensino.

Por isso, o que o Sepe Itaguaí defende é a modificação no Calendário Escolar, com desvinculação do Calendário Civil, para que no fim da Pandemia da Covid-19 o ano letivo de 2020 possa acontecer, de maneira, prática, eficiente e sem enganação.”

Sepe Itaguaí

Contato do Blog com a Prefeitura Municipal de Itaguaí e com a Secretaria Municipal de Educação

Nosso blog como sempre, quis ouvir a prefeitura de Itaguaí e a Secretaria Municipal de Educação. Enviamos via aplicativo Whatsapp para a Secretária Municipal de Educação, os questionamentos pertinentes ao novo método adotado. Contudo, a gestora da pasta e mulher do prefeito, Andréia Cristina Marcello Busatto, solicitou que mandássemos tais questionamentos a Secretaria Municipal de Comunicação, do Secretário e professor da rede municipal de ensino Fabiano Bastos. Assim, como sempre, o fizemos. Porém, como tem sido de costume do atual Secretário desde que assumiu, ele ignorou e não retornou. Nosso contato com a secretária e o e-mail para secretaria de comunicação foram enviados no dia 15 último.

Email enviado para a secretaria de comunicação / assessoria de imprensa da prefeitura Municipal de Itaguaí

Nosso blog também tentou contato com os dirigentes das escolas citadas na matérias, mas não conseguimos retorno. O Blog Boca no Trombone Itaguaí deixa claro que o espaço está disponível à todos, e depende dos interessados dar satisfações de atitudes públicas aos moradores e trabalhadores do município.

Em vídeo prefeito de Itaguaí fala sobre reabertura da UPA e salário dos servidores

Num pronunciamento na página da prefeitura de Itaguaí no Facebook, o prefeito da cidade Carlo Busatto Júnior, o Charlinho (MDB), reafirmou a abertura da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para o próximo 25 de maio. Além disso o prefeito falou sobre o pagamento dos Servidores Públicos de Itaguaí.

Veja o vídeo completo abaixo: