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Tentativa de assalto dentro de trem assusta passageiros no ramal de Santa Cruz

ASSISTA : Um homem armado tentou roubar passageiros, que deram o alerta no vagão e saíram correndo quando trem chegou a Quintino. Ninguém ficou ferido e ladrão fugiu pela linha férrea.

Por Alba Valéria Mendonça, G1 Rio

Rio de Janeiro – Uma tentativa de assalto dentro de um vagão de um trem do ramal de Santa Cruz, na manhã deste sábado (17), causou correria e confusão na estação de Quintino, na Zona Norte. De acordo com a Supervia, o ladrão conseguiu fugir e ninguém ficou ferido.

No domingo (4), uma passageira morreu ao ser baleada num assalto no trem do ramal de Japeri, na estação do Sampaio. A técnica de enfermagem Jéssica Santos, de 25 anos, estava a caminho da Tijuca, na Zona Norte, onde trabalhava como cuidadora de idosos.

A Supervia informou que o caso ocorreu por volta das 5h45, no sentido Central do Brasil. Um homem armado, que teria embarcado na estação de Cascadura tentou assaltar alguns passageiros dentro do trem. Mas passageiros deram o alerta e quando a composição chegou a Quintino, todos saíram correndo de dentro do vagão.
Nenhum passageiro informou ter sido vítima de roubo. O suspeito, segundo a Supervia, fugiu pela linha férrea, em direção a Madureira. O Grupamento Ferroviário foi acionado. A concessionária lembra que o GPFer não tem poder de polícia. Os agentes realizam rondas em ações preventivas e acionam os órgãos competentes sempre que necessário.

Homem destrói projeto que homenageava vítimas de Covid-19. Assista o vídeo

O indivíduo, ainda não identificado, rasgou uma faixa em solidariedade às famílias das vítimas e destruiu cruzes de madeira fincadas ao solo no Paraná. Ação ocorreu quandoo Brasil registrou um novo recorde de mortes por Covid-19, foram 3.650 óbitos no dia de ontem

Em 27 de março de 2021

Toledo – Paraná – Uma iniciativa desenvolvida por diversos sindicatos de Toledo (PR), intitulada Comitê de Resistência e Solidariedade, criou, na madrugada de sexta-feira (26/3), uma homenagem às mais de 300 mil vítimas de Covid-19 no país e suas famílias: foram afixadas faixas e cruzes de madeira como forma de lembrar e protestar pelos que se foram em razão da doença.

No entanto, o projeto organizado pelo grupo foi brutalmente destruído horas depois, por um homem negacionista que passava pelo local.

A atividade desenvolvida pelo projeto social, criado no início da pandemia por mais de 40 entidades, ocorreu em frente ao lago municipal de Toledo e a um shopping da cidade.

A proposta dos manifestantes consistiu em posicionar na grama faixas e cruzes. Em uma das faixas, estava escrita a mensagem “Nossa solidariedade aos familiares de mais de 300 mil mortos vítimas da Covid-19”. Embaixo, havia a assinatura do Comitê de Resistência e Solidariedade.

Já em outro banner, que em um vídeo compartilhado nas redes sociais aparece sendo rasgado pelo indivíduo, estava escrito: “Vacina Já! Gratuita e para todos #ForaBolsonaro”, também assinado pelo grupo social de sindicatos da cidade.

Segundo Alfonso Klein, coordenador do Comitê, enquanto as faixas e as cruzes de madeiras foram colocadas na área, chegaram ao local o secretário de Segurança Pública de Toledo, o secretário do Meio Ambiente e o assessor pessoal do prefeito Beto Lunitti, bem como guardas municipais.

“Estávamos cumprindo uma função da prefeitura, de conscientizar e ter empatia, se colocar no lugar do outro e se solidarizar com as famílias que perderam entes queridos. Mas os agentes do governo estavam lá para nos convencer a tirar nossa homenagem do local. Eles foram todos coniventes com o ato brutal do indivíduo”, explicou Klein.

Além disso, o coordenador declarou ainda que o homem agiu silenciosamente e que não foi possível impedi-lo de destruir os materiais.

“Antes de entrar em ação ele ficou resmungando contra a ação, mas com a gente ele não chegou a falar. Na hora, estávamos dando entrevista para a televisão local e ele já chegou destruindo, já chegou em situação de agressor. Não sabemos quem é ele”, relatou.

Orientado por figuras jurídicas, o Comitê irá à delegacia para prestar boletim de ocorrência contra o homem envolvido no ato de vandalismo. Além disso, Klein afirmou que a equipe já tem em mente novas estratégias para informar a população a respeito da gravidade do vírus, assim como para homenagear famílias prejudicadas com a pandemia.
“Eu chamei atenção de todos esses, que não eram a família deles que estavam ali, que as cruzes não simbolizavam parentes deles, por isso fizeram isso. Foram de encontro ao direito democrático. Concluímos que a prefeitura deveria estar do nosso lado. A única coisa que queremos é a defesa da vida. Mais que isso, queremos conter um inimigo em comum para todos os brasileiros, independente de ideologia”, finalizou o ativista.

Flagrante em vídeo

Nas imagens o homem, não identificado nas imagens, chuta as cruzes de madeira de forma bruta e intencional. Em seguida, pouco tempo depois, o homem segue em direção à faixa e começa a rasgá-la por inteiro.
Um dos responsáveis pelo ato solidário era a pessoa que estava filmando a ação de vandalismo. No vídeo, ele diz “Bolsonarista, chutando, né? É isso. A vida em primeiro lugar”, declara o ativista.
Sem responder ao organizador da iniciativa, o homem continua a destruir a homenagem. Instantes depois, o filmmaker pede para que chamem a polícia para ajudar. Na filmagem, não dá para identificar o conteúdo falado pelo vândalo ao fim do vídeo.

Parecer do governo

Em nota, a prefeitura do município apontou que a faixa foi retirado do local por “um popular contrário ao movimento” e que, após o ato, os agentes da prefeitura retiraram as cruzes do local com apoio dos manifestantes.
Leia a íntegra do material:
“A Prefeitura de Toledo esclarece seu apoio à democracia e ao direito de expressão em relação ao ato realizado nesta manhã no Parque Ecológico Diva Paim Barth, que cumpriu seus objetivos, haja vista que foi fotografado.
Reitera seu apoio aos diversos movimentos e que o material foi retirado após negociação com a organização do manifesto.
Aponta ainda que não houve cerceamento ou discussão com os manifestantes, apenas a retirada das cruzes, que estão à disposição dos responsáveis na Secretaria do Desenvolvimento Ambiental e Saneamento.
Informa ainda que o Código de Posturas do Município impede a fixação de qualquer tipo de material em áreas públicas sem a devida autorização.
Outrossim, reafirma o respeito aos manifestantes e que a destruição do material não partiu de nenhum agente público e sim de um popular contrário ao movimento”.

Fonte: Metrópole

Câmeras registram que Henry Borel chegou bem a condomínio no dia da morte; polícia já tem as imagens

Depoimento de mãe e padrasto, o vereador Doutor Jairinho, durou 12 horas. Garoto chegou morto ao hospital. Laudo do IML, segundo peritos ouvidos pela TV Globo, aponta que a criança ‘teve uma morte violenta’.

Em 19 de março de 2021 / G1

Rio – A 16ª DP (Barra) teve acesso às imagens de câmeras de segurança que mostram que o menino Henry Borel Medeiros, de 4 anos, chegou bem ao condomínio onde moram a mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, o vereador Doutor Jairinho.

O RJ1 também apurou que a polícia está analisando imagens de câmeras de segurança de um shopping, onde o menino esteve com o pai antes de ir para a casa, além das gravações do condomínio onde a criança morava com a mãe.
As imagens mostram Henry bem, sem nenhuma lesão aparente. Tanto no Shopping, quanto na chegada no condomínio.

O menino chegou sem vida a um hospital da Zona Oeste do Rio na madrugada do dia 8, com hemorragia e edemas.
A mãe, Monique, disse, em depoimento, que encontrou o menino caído no chão do quarto, passando mal, na madrugada do último dia 8. A polícia já sabe que, dentro do apartamento, só estavam ela, o padrasto da criança e o próprio Henry.
O depoimento de Monique Medeiros e Doutor Jairinho na 16ª DP (Barra da Tijuca) durou 12 horas. Eles falaram em momentos diferentes.

O casal deixou a delegacia da barra às 2h30 desta quinta (18). Os dois não quiseram conversar com jornalistas, nem na chegada, nem na saída. O depoimento aconteceu nove dias depois da morte de henry. Eles foram ouvidos como testemunhas.

A equipe médica que atendeu a criança no hospital ainda não prestou depoimento. A polícia já sabe que lesões graves levaram à morte do menino.

A seguir, veja o que se sabe do caso.

1 – Com quem Henry estava no dia da morte?

2 – O que a mãe e o padrasto alegaram?

3 – Como Henry estava quando chegou ao hospital?

4 – Qual foi a causa da morte de Henry?

5 – Henry pode ter se machucado assim ao cair da cama?

6 – As lesões em Henry podem ter sido causadas numa tentativa de reanimá-lo?

7 – O que a polícia disse?

8 – Perguntas ainda sem resposta

1. Com quem Henry estava no dia da morte?

Depois de passar o fim de semana com o pai, o engenheiro Leniel Borel de Almeida, Henry foi deixado na casa da mãe, Monique Medeiros da Costa Almeida, na Barra da Tijuca, na noite do dia 7, um domingo.
Monique estava com o namorado, Jairo Souza Santos, o vereador do Rio Dr. Jairinho (Solidariedade).

2. O que a mãe e o padrasto alegaram?

Monique e Jairinho contaram que ouviram um barulho de madrugada e que encontraram o menino desacordado no quarto.
O pai do menino relatou que, segundo a ex-mulher, a criança estava com os olhos revirados e já com dificuldade de respirar.

O casal levou Henry para o Hospital Barra D’Or. Monique ligou para o ex-marido, avisando do incidente.

3. Como Henry estava quando chegou ao hospital?

Segundo o laudo do Instituto Médico-Legal, a que a TV Globo teve acesso, a criança já deu entrada no hospital sem vida e apresentava lesões no crânio, no estômago, no fígado e nos rins, além de várias manchas roxas.

4. Qual foi a causa da morte de Henry?

O laudo do Instituto Médico-Legal aponta “hemorragia interna e laceração hepática [danos no fígado] causada por uma ação contundente [violenta]”.

5. Henry pode ter se machucado assim ao cair da cama?

Não, segundo peritos ouvidos pela TV Globo.
“Uma queda de uma altura baixa é pouco provável que esteja na origem dessas lesões traumáticas”, afirmou perito legista Carlos Durão.
“Nós observamos esses tipos de lesões em acidentes de trânsito, com muito mais energia”, emendou Durão.

Talvane de Moraes acrescenta que há lesões em áreas diversas do corpo, “o que uma queda não proporcionaria”.
“Pode haver equimoses [manchas], mas em regiões onde o corpo colidiu com o chão. Acho difícil colidir cabeça, fígado, pulmão, rim e abdômen [de uma vez só], explicou Moraes.

6. As lesões em Henry podem ter sido causadas numa tentativa de reanimá-lo?

Não, segundo peritos. “Numa reanimação, às vezes a força aplicada pode fraturar o tórax ou a costela, dependendo da estrutura esquelética da vitima. No Henry não tem nada disso”, disse Moraes.

7. O que a polícia disse?

Até a última atualização desta reportagem, a polícia se limitou a informar que está investigando o caso.
O pai de Henry depôs no próprio dia 8.
Monique e Dr. Jairinho passaram 12 horas depondo em salas separadas na 16ª DP (Barra da Tijuca) e deixaram a delegacia às 2h30 desta quinta-feira (18) sem falar com a imprensa.

Ao jornal “Extra”, Dr. Jairinho enviou uma nota não qual disse “estar triste”, “sem chão” e “suportando a dor graças ao apoio da família e dos amigos”.
“As autoridades apuram os fatos, e vamos ajudar a entender o que aconteceu. Toda informação será relevante. Por isso, acho prudente primeiro dizer na delegacia a dinâmica dos fatos, até mesmo para não atrapalhar os trabalhos desenvolvidos”, informou o vereador na nota.

8. Perguntas sem resposta

Que “barulho” a mãe e o padrasto de Henry ouviram?

Eles tentaram reanimá-lo?

Por que o menino estava com tantas manchas roxas?

Fonte: G1

Veja as reportagens sobre o caso no RJ1 da TV Globo

Assista no Globoplay:
https://globoplay.globo.com/v/9364274

Assista no Globoplay:
https://globoplay.globo.com/v/9363716

Força-tarefa da Polícia Civil com a PRF intercepta comboio de milicianos em Itaguaí; 12 suspeitos são mortos

Comboio de milicianos atacaram os policiais que revidaram na na Rio – Santos em Itaguaí

Em 16 de outubro de 2020

Júlio do Boca no Trombone

Itaguaí – A força-tarefa da Polícia Civil, criada para combater a ação de milícias na Baixada Fluminense, realizou mais uma ação, nesta quinta-feira. Desta vez, o grupo, em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), interceptou um comboio de milicianos na altura do posto da PRF da Rio-Santos, em Itaguaí. Na ação, policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), em ação conjunta com e da PRF, foram atacados pelos suspeitos, que portavam fuzis, metralhadoras e pistolas.

De acordo com delegado Rodrigo Oliveira, subsecretário de Planejamento e Integração Operacional da Polícia Civil, o comboio era formado por milicianos ligados a Danilo Dias Lima, o Danilo Tandera. Eles vinham sendo monitorados há cerca de 15 dias pelo serviço de inteligência da força-tarefa, que apurou a frequente movimentação de criminosos em uma rota que liga a Zona Oeste à Baixada.

— Antes de chegar à PRF, tem um desvio. Para não passar em frente ao posto, eles desviavam por essa via secundária. Chegamos a montar quatro ou cinco operações dessas, mas só hoje aconteceu. Na hora que eles pegaram a bifurcação, nós fechamos a via secundária e eles ficaram encurralados — relata Oliveira.

O delegado conta ainda que o primeiro tiro partiu do bando, e um policial da Core foi atingido, mas foi protegido pelo colete balístico. A partir desse momento, o confronto começou. Onze homens ligados ao Tandera foram mortos no local. O 12º chegou a ser socorrido, mas também não resistiu. Ainda segundo Oliveira, nenhum suspeito fugiu.

— Eu afirmo com absoluta convicção que estamos no caminho certo —, avaliou o subsecretário sobre a atuação da força-tarefa contra a milícia.

Na ação foram apreendidos cinco fuzis, três metralhadoras foram apreendidos, além de pistolas, munição, uma granada, aparelhos de comunicação e os quatro carros que faziam parte do comboio.

Nas redes sociais, moradores relataram a ação:

— Clima tenso na Rio Santos na altura da base da PRF, em Itaguaí. Informações dão conta de que milicianos foram baleados ao confrontar os agentes —, comentou um perfil.

Corpos dos milicianos ao chão após confronto

Ação em Nova Iguaçu

A Polícia Civil criou esta força-tarefa voltada para a Baixada Fluminense visando a garantir uma eleição livre e segura depois que dois candidatos a vereador foram assassinados na Baixada num intervalo de menos de 15 dias. Os crimes levaram a polícia a antecipar a atuação do grupo, que já vinha sendo desenhada, conforme adiantou ao EXTRA o delegado Allan Turnowski, secretário de Polícia Civil do Rio.

Ainda de acordo com o secretário, para aumentar o suporte às investigações sobre os crimes ligados a fatores políticos, foram postos em cargos estratégicos delegados com experiência na Baixada.

Na noite de quarta-feira, em operação na região conhecida como Km 32, em Nova Iguaçu, a força-tarefa foi recebida com tiros de fuzil. Foram confirmadas cinco mortes no local. Houve apreensão de cinco pistolas semi-automáticas, uma réplica de fuzil, fardas militares, colete balístico, rádio comunicador e três veículos.

A operação, realizada por policiais civis da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), tinha o objetivo de verificar informações de inteligência oriundas da Subsecretaria de Inteligência (SSINT), que davam conta de uma reunião com pelo menos 40 criminosos armados no local, sendo todos ligados à milícia. Ecko e Tandera teriam estado no local.

Jornal Extra

Prefeitura de Itaguaí instala grades na Apae para tentar coibir novos furtos

Local foi arrombado diversas vezes em poucos meses

Em 15 de setembro de 2020

Itaguaí – A prefeitura de Itaguaí instalou grades nos acessos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Itaguaí (APAE). O local, já foi vítima de arrombamentos diversas vezes nos últimos meses, tendo além de atos de vandalismo, mercadorias sendo furtadas.

Com a instalação dessas grades, a prefeitura visa coibir essas ações criminosas. Até o momento ninguém foi responsabilizado pelos furtos ao local.

Tarde de horror na Reta de Itaguaí

Tiroteio abalou moradores. Jardim América e Monte Serrat foram os locais atingidos

Em 02 de setembro de 2020

Itaguaí – Moradores do bairros Jardim América e Monte Serrat na Reta de Santa Cruz em Itaguaí, tiveram momentos de horror na tarde desta quarta-feira (02).

Criminosos fortemente armados chegaram ao local por volta das 2 da tarde e entraram em confronto com supostos milicianos. Durante a troca de tiros que durou cerca de meia hora, os meliantes invadiram terrenos e foram vistos até em lajes de casas de alguns moradores. Os habitantes do local relataram o terror que viveram. Muitos se esconderam dentro de seus banheiros e também ficaram deitados no chão de suas casas para tentar fugir dos disparos. A polícia ainda não se pronunciou sobre o ocorrido em Itaguaí.

Essa não é a primeira vez que ocorre esse confronto no local. Há oito dias atrás, precisamente no dia 26 de agosto situação semelhante aconteceu no mesmo lugar. Por volta das 11 da noite criminosos tentaram invadir o local e também trocaram tiros com, segundo relatos dos moradores milicianos que atuam no local. Neste também, a Polícia Militar não se pronunciou até o momento.

Tiros são disparados na Reta de Itaguaí causando pânico em moradores

Segundo relatos seria uma suposta invasão por parte de traficantes. Vídeo revela a grande quantidade de disparos de armas de fogo

Em 26 de agosto de 2020

Itaguaí – O final da noite desta quarta-feira 26/08, por volta das 23 horas foi de terror e pânico para muitos moradores do bairro Monte Serrat em Itaguaí. O local também conhecido como Reta, foi palco de disparos de armas de fogo supostamente dados por uma facção na tentativa de invasão para o controle da região. Segundo relatos há feridos, mas não se sabe nem as identidades e nem se há alguma vítima fatal. Os disparos ocorreram em várias ruas no bairro e de longe foi possível ouví-los.

Moradores relataram o pânico. Muitos deles disseram que tiveram que ficar embaixo de mesas e se abaixar dentro de casa com medo de alguma bala perdida. Ainda segundo relatos até barulho de granadas foi ouvido. Comerciantes que atuam no horário fecharam as portas mais cedo devido ao ocorrido.

Maiores informações devem ser divulgadas em breve.

Vídeo feito por moradores é possível ouvir os disparos intensos.

Policial reformado é assassinado em Itaguaí

Homicídio ocorreu na noite de ontem no Centro da cidade

Em 30 de julho de 2020

Itaguaí – O policial militar reformado Geraldo Marcio Batista Nunes, de 60 anos, foi morto a tiros nesta quarta-feira (29/07), no Centro de Itaguaí. Segundo testemunhas ouvidas, Nunes como era conhecido levou um tiro pelas costas quando tentou entrar correndo num estabelecimento comercial para fugir dos tiros na Rua Deputado Otávio Cabral, no Centro. O autor dos disparos fugiu.

A Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense abriu um inquérito para investigar o crime.

Ex-militar fazia a segurança em vários estabelecimentos comerciais na cidade

No ano passado, homens armados haviam invadido a casa do ex-policial no bairro Brisamar e realizaram vários disparos. Junto com seu filho, Nunes reagiu e os bandidos fugiram. A DHBF trabalha com a hipótese de uma ligação do assassinato de ontem com o atentado sofrido em 2019.

Governo transfere R$ 83,9 milhões do Bolsa Família para investir em propaganda

Bolsonaro prefere investir em propagandas do governo em troca da miséria de milhões de brasileiros

Em meio a maior crise econômica, social e sanitária do país, o presidente Jair Bolsonaro retirou R$ 83 milhões do programa Bolsa Família para destinar o valor à comunicação institucional do governo federal.

A portaria 13.474 / 2020, autorizando a transferência foi publicada no Diário Oficial da União, na edição desta quinta-feira (4), assinada pelo Secretário Especial da Fazenda, Waldery Rodrigues Junior. A medida acontece em meio à pandemia do novo coronavírus no país.

A medida afeta mais as famílias mais pobres da região Nordeste. Coincidentemente região de menor apoio a Bolsonaro.

Esta não é a primeira vez que o atual governo é acusado de prejudicar a população mais carente da região Nordeste por meio da distribuição de renda. Ou a falta dela.

Em março deste ano foi revelado que Bolsonaro havia distribuído apenas 3% dos recursos providos do programa social para famílias nordestinas. Sul e Sudeste, no entanto, receberam 75% das novas concessões.

Ironicamente, o Nordeste representa 36,8% das famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza que dependem do programa.

Perversidade bolsonarista

Segundo apuração do jornal Estado de S. Paulo, divulgada em março deste ano, o número de benefícios repassados a Santa Catarina, cuja população é oito vezes menor que a do Nordeste, representa o dobro da quantia distribuída para os nove estados da região_ governados por opositores de Bolsonaro.

A denúncia fez com que o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinasse a suspensão dos cortes do Bolsa Família ao Nordeste e distribuísse os recursos de forma igualitária para todas as regiões do país.
A decisão do corte de R$ 83 milhões, que seriam destinados à região Nordeste, foi assinada pelo Secretário Especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Júnior.

Tudo isso ocorre quando o presidente e seus aliados estão na mira da justiça por terem cometidos possivelmente vários crimes. Hoje inclusive um grupo de Hackers os Anonymous divulgou a possível participação da família Bolsonaro no assassinato da vereadora Marielle Franco. Esse grupo de Hackers já havia divulgado detalhes de ações comercias e financeiras de aliados e da família Bolsonaro. Eles prometem provar que Bolsonaro, seus filhos e boa parte de seus aliados são criminosos.

Resposta do governo

O governo alegou que usou essa verba do Bolsa Família porque sobrou recursos do fundo, já que muitos brasileiros optaram por receber o auxílio emergencial. Porém a resposta do governo é no mínimo contraditória, já que há quase 05 MILHÕES de brasileiros que pediram o auxílio do Bolsa Família e até agora não receberam e nem pediram o auxílio emergencial.

Anonymous divulga dados e liga Flávio Bolsonaro ao assassinato de Marielle

Grupo de hackers divulgou dados pessoais de Ronnie Lessa, Élcio de Queiroz e outras pessoas. Além disso, eles publicaram que o presidente Jair Bolsonaro tirou R$ 83 milhões do Bolsa Família e transferiu para uso publicitário do Planalto

O grupo de hackers Anonymous Brasil liberou na madrugada desta quinta-feira dados sobre “a verdade” do caso Marielle Franco. As informações foram compartilhadas por volta de 00h30 no horário de Brasília em um link e apontam para o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) como mandante do crime. Informações pessoais de pessoas confirmadas e outras supostamente envolvidas na morte da vereadora do Rio de Janeiro estão disponíveis, como CPF, número de cartão de crédito, filiação, telefones e endereço.

“Não queremos trazer notícias não verdadeiras, não somos nenhum grupo iniciante e nem estamos com o propósito de fama, diferente de todos os grupos brasileiros, aqui nós apuramos os fatos e trazemos conforto e conhecimento sobre o que estão nos escondendo, aqui nós apoiamos todos, nós? Somos negros, asiáticos, judeus, muçulmanos, lgbt, e toda classe oprimida e desfavorecida! Vocês não estão sozinhos, estamos com vocês”, diz o início do texto de esclarecimento que antecipa uma série de links e vídeos sobre como funcionou o suposto planejamento da execução da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

O grupo de hackers apontou para Flávio Bolsonaro como o integrante da família presidencial que atua junto com a milícia. Um link de apoio redirecionado para um suposto documento da Câmara, do deputado Rogério Correia (PT-MG), que pede uma investigação especial para apurar as ações criminosas das milícias do Rio de Janeiro. Contudo, não consta no requerimento o número de emissão e a data, apenas o mês de fevereiro do ano de 2019 ao final do suposto documento.

“Estamos cansados, o povo clama por ajuda, será que poderíamos visualizar com mais profundidade e com mais precisão o caso do presidente? O que o senhor acha Presidente? Talvez surja provas que seu filho é corrupto, talvez esse ano, a favela vai se revoltar, policiais estão abusando de poder, e o sistema deixa!”, disse em mensagem os hackers, que reafirmou que a direita está “propícia a ser fascista”.
Apesar de serem contra Bolsonaro, o Anonymous voltou a reforçar que são apartidários em busca de “justiça” pelas minorias. “Isso não é sobre ser de esquerda ou de direita, afinal somos contra qualquer sistema político”.

Nesta nova exposição de dados, foram divulgadas informações sobre de Ronnie Lessa e a esposa, Elaine Pereira Figueiredo, Elcio Vieira de Queiroz, Alexandre Motta de Souza, Rodrigo Jorge Ferreira, Camila Moreira, apontada como advogada que “atrapalhou as investigações”, Bruno Pereira Figueiredo, cunahdo de Ronnie Lessa, José Márcio Mantovano e Josinaldo Lucas Freitas, que seriam amigos de Ronnie e “ocultaram armas”.

“Conclusão? Parece que a família bolsonaro é a mandante. Também parece que agora temos vários motivos para duvidar da postura do nosso querido presidente! #MarielleVIVE”, finalizou a postagem do grupo que se autodenomina Anonymous Brasil.

Grupo também mostrou que o presidente Jair Bolsonaro tirou R$ 83 milhões do Bolsa Família e transferiu para uso publicitário do Planalto

Além do caso do assassinato de Marielle Franco, o grupo Anonymous divulgou que em meio a pandemia o Presidente Jair Bolsonaro tira 83 milhões de reais do bolsa família destinado a pessoas que vivem na extrema pobreza, para comunicação publicitária do Planalto.