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Não haverá ônibus de Itaguaí para a capital fluminense à partir deste sábado

Decreto do governo do estado isola a cidade do Rio de Janeiro e ônibus e vans não sairão e nem chegarão à cidade maravilhosa. Itaguaí só terá ônibus para Seropédica, já que desde o começo da semana nenhum ônibus saia da cidade para Mangaratiba e nem Angra dos Reis. A partir de 21 de março, o transporte de passageiros por aplicativo entre municípios da Região Metropolitana para a cidade do Rio de Janeiro, e vice-versa também está proibido

O governador do Estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, determinou, por meio do decreto número 46.980, que, a partir do primeiro minuto do dia 21 de março de 2020, fica suspensa a circulação do transporte intermunicipal de passageiros que liga a Região Metropolitana à cidade do Rio de Janeiro.
A exceção são trens e barcas (sistema ferroviário e aquaviário), que operarão com restrições definidas pelo governo do Estado, em regramento específico, para atendimento a serviços essenciais. A restrição não se aplica aos carros particulares.

Também a partir do primeiro minuto de sábado, dia 21 de março de 2020, fica vedada a circulação de transporte interestadual de passageiros com origem nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Distrito Federal e demais estados em que a circulação do vírus for confirmada ou situação de emergência decretada. A Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT será responsável por ratificar esta determinação até o início da vigência da medida.

Ainda a partir do primeiro minuto de sábado, dia 21 de março de 2020, ficam suspensos os voos internacionais, ou nacionais com origem nos estados São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Distrito Federal e demais estados em que a circulação do vírus for confirmada ou situação de emergência decretada. A presente medida vale para o transporte de passageiros e, portanto, não se aplica às operações de carga aérea. A Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC tem a competência para ratificar esta determinação até o início da vigência da medida.

O Estado do Rio de Janeiro deverá ser comunicado com antecedência nos casos de passageiros repatriados para a adoção de medidas de isolamento e acompanhamento pela Secretaria de Estado de Saúde.

O governador decidiu ainda que, a partir do primeiro minuto do sábado, dia 21 de março de 2020, está suspensa a atracação de navio de cruzeiro com origem em estados e países com circulação confirmada do coronavírus ou situação de emergência decretada. A medida não se aplica a operação de cargas marítimas. Caberá à Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ ratificar a presente determinação até o início da vigência da medida.

O decreto também suspende, a partir dos primeiros instantes de sábado, dia 21 de março, o transporte de passageiros por aplicativo entre municípios da Região Metropolitana para a cidade do Rio de Janeiro, e vice-versa.

Com jornal O Dia

Decreto




Licitação para regularização do transporte alternativo em Itaguaí será em abril

Vereador Waldemar Ávila está intermediando e orientando os cooperados. Nova data será dia 15/04

O Ministério Público em uma ação civil pública propôs a regularização do transporte complementar na cidade. Entretanto, o prefeito que na época era Carlo Busatto Júnior, Charlinho (MDB), não acatou a demanda do MP. Em 2019, o vereador Waldemar Ávila (PHS), após tomar conhecimento desses fatos, começou a atuar junto às cooperativas na tratativa de auxiliá-las.

Em setembro de 2019, o vereador promoveu uma audiência pública, onde trouxe o presidente Vinícius Mesquita e o superintendente Abdul Nasser da Sescoop, além do Doutor em engenharia de Tráfego Marcelino Aurélio da UFRJ.

Na época o convite foi estendido também à Secretaria de Transportes de Itaguaí (Sectran).

A pauta da audiência pública solicitou a regularização do transporte complementar, licitação.

Processo 0001331 33 2006 8 19 0024

Após a prefeitura de Itaguaí decidiu realizar a concorrência pública 11/20, mas marcou inicialmente para dia 16/03. O prazo ficou apertado para as pessoas que desejam participar (motoristas de kombi), até porque o período além de curto era logo após o carnaval.

Diante disso, os cooperados solicitaram a prorrogação do prazo a Waldemar que oficiou a secretaria de licitações para prorrogar, o que foi atendido e publicado no Diário Oficial da União do dia 06/03, adiando para o dia 15/04.

Aplicativo Uber vai impedir que motorista trabalhe mais de 12 horas por dia

Nesta semana, a Uber vai lançar uma ferramenta que impede os motoristas de trabalharem mais de 12 horas por dia através da plataforma. A medida é uma iniciativa que faz parte da campanha Maio Amarelo, que propõe sensibilizar a população à respeito da segurança no trânsito.
Assim que o parceiro se aproximar do limite de tempo máximo dirigindo, a empresa vai enviar notificações de alerta. Passadas as 12 horas, o motorista praticamente será desconectado do aplicativo, conseguindo fazer o login novamente apenas seis horas depois. A ferramenta também compara o tempo online e o período rodando, para que o condutor possa fazer uma melhor análise de seu uso do app.

O novo recurso, que foi desenvolvido em parceria com organizações globais de segurança no trânsito, já funciona em outros lugares do mundo.

“Estamos investindo cada vez mais em soluções tecnológicas para proporcionar mais recursos de segurança na mobilidade urbana como um todo. Sabemos que a plataforma pode ter um impacto positivo na segurança do trânsito, este é principalmente um trabalho para prevenção”, afirma Marcello Azambuja, diretor do Centro de Desenvolvimento Tecnológico da Uber no Brasil.
Outra iniciativa da campanha visará a segurança dos ciclistas que dividem as ruas com os carros. Quando o passageiro for embarcar ou desembarcar próximo a uma ciclovia, será alertado para redobrar a atenção antes de abrir a porta do veículo, a fim de evitar colisões.
Além disso, a Uber iniciou o projeto “Como você vê o mundo”, em parceria com o Instituto Ver & Viver, para a realização de exames de visão em motoristas parceiros interessados e descontos para aquisição de óculos fornecidos pelo Instituto.

Retirado do jornal Extra

Ponte cede e caminhão cai de 4 metros em Itaguaí

Outra ponte próxima está em estado ainda pior e também tem grande risco de desabamento

Um caminhão que transportava pedras caiu de uma ponte que desabou com seu peso na Estrada Feitoria de Ibituporanga em Itaguaí na última sexta-feira dia 29 de novembro. A ponte não suportou o peso do veículo e cedeu no momento que o caminhão passava. A queda de quatro metros de altura felizmente não causou danos ao motorista que ficou apenas tonto e com uma leve dor em um dos braços. Ele nos contou que o susto foi grande e que a queda ocorreu quando ele já estava no final da ponte, por isso o caminhão caiu de traseira no buraco que se formou. “O susto foi grande, mas graças à Deus não tive ferimentos “, disse ele.

Por questão de 5 minutos um ônibus escolar da Escola Estadual Municipalizada Taciano Basílio, escola do Munícipio de Itaguaí, não sofreu com tal queda. O caminhão que caiu na ponte deu passagem ao ônibus escolar que seguiu viagem minutos antes do acidente.

As estradas que ligam à escola citada estão em péssimo estado de conservação, sendo riscos diários para alunos e funcionários. Outro caminho usado pela serra é ainda pior e com as chuvas há riscos de deslizamentos e quedas de precipícios que são comuns na região.

O transporte e o estado de conservação dos ônibus usados é o grande desafio diário de quem deles dependem. Vans frequentemente são usadas, mas assim como os ônibus não são próprias para a travessia no local.

O local da queda da ponte continua intransitável.

Outra ponte corre riscos ainda maiores

Uma outra ponte 3 quilômetros à frente da que cedeu está em estado ainda pior. Ela está com ferregens aparecendo e tem um trecho que arames de cerca amarram o concreto para que não haja queda. A altura da ponte é de 5 metros e serve de travessia de moradores, estudantes e trabalhadores.

Ponte pode desabar a qualquer momento

Acidente causa duas mortes em Seropédica

Acidente ocorreu na BR-465 via Dutra

Duas pessoas morreram num acidente envolvendo dois caminhões na Rodovia BR-465, altura de Seropédica, na Baixada Fluminense, às 10h45 desta quarta-feira. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), um dos veículos transportava óleo diesel, o que provocou um incêndio.

A fumaça no local pode ser vista à distância.Por causa da batida, a estrada está interditada nos dois sentidos desde as 11h25. Equipes do Corpo de Bombeiros atuam no local. O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) foi acionado, assim como a perícia da Polícia Civil. O caso será registrado na 48ª DP (Seropédica).

Litro da gasolina deverá subir R$ 0,05 nos postos

Petrobras anuncia o terceiro reajuste do valor do combustível no mês de agosto

O consumidor final sente logo no bolso quando a Petrobras anuncia alta do preço da gasolina nas refinarias, mas praticamente não vê cair quando a estatal reduz o valor. Por conta disso, os motoristas devem se preparar. A empresa anunciou ontem que elevou em 3,5% o valor do litro do combustível, passando de R$ 1,62 por litro para R$ 1,67 na produção. Isso significa que a gasolina deve ficar R$ 0,05 mais cara nos postos, conforme repasse das distribuidoras. No Estado do Rio, o preço médio está em R$ 4,79, segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Com a estimativa, o valor médio poderá chegar a R$ 4,84. Pelo levantamento, há lugares em que o valor do combustível atinge os R$ 5.
É o terceiro aumento anunciado este mês pela estatal. O primeiro foi de 4%, no começo de agosto. O último, feito no dia 16, ficou em 6%.
O repasse às bombas, porém, depende de políticas comerciais de cada posto e distribuidora, conforme a Lei 9.478/1997. Dessa forma, não há tabelamento de preços, nem fixação de valores máximos e mínimos ou exigência de autorização oficial para reajuste aos consumidores.

Mas segundo o economista Eduardo Bassin, da Bassin Consultoria, “o que explica o motivo do consumidor não sentir as quedas dos preços, quando elas acontecem, é a falta de concorrência”.
“Dependendo do local em que o posto está, o dono se sente mais a vontade para reajustar quando há aumento e não se vê obrigado a voltar atrás quando cai”, explica.
Para o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindcomb), no entanto, a realidade é diferente. Em nota, a entidade questionou que “a Petrobras aumentou a gasolina mais do que os estabelecimentos, em cerca de 30% contra 3%. Os postos não têm demanda. A crise econômica afeta esse cenário, assim como a concorrência que faz com que não seja aplicada variação. As vendas estão diminuindo e os postos fechando. Eram 900, agora são 680”.

OUTROS SETORES AFETADOS

O consumidor pode ser afetado de outras formas. O Bassin alertou: “A gasolina está presente na estrutura de custos de todas as empresas. Mesmo que não perceba de forma direta, pesa no bolso. Transportadoras e transporte público serão os mais afetados, pois os insumos tendem a vir mais caros, como frete e passagem de ônibus”.
É possível pesquisar onde os preços estão mais em conta no site da ANP (http://www.anp.gov.br/preco). Lá, há tabela com valores em postos pesquisados. As opções de consulta são por estado e municípios.

Fonte: O Dia.

Petrobras decide que diesel passará a ficar pelo menos 15 dias sem reajuste

Petroleira vinha reajustando o combustível em intervalos menores, desde o fim do programa de subsídios.

Por Taís Laporta, G1

A diretoria da Petrobras aprovou mudanças na periodicidade de reajuste nos preços do diesel vendido para as refinarias. Os preços passarão a ser reajustados, no mínimo, a cada 15 dias, informou a estatal nesta terça-feira (26) em comunicado ao mercado.
Desde então, a petroleira vinha reajustando o combustível em intervalos menores, desde o fim do programa de subsídios lançado pelo governo após a greve dos caminhoneiros.
Somente em março, foram anunciados 5 reajustes no preço do diesel, sendo 4 aumentos e duas reduções. No ano, o preço médio do diesel nas refinarias acumula alta de 18,48%.

Cartão para caminhoneiros

Junto da medida, a Petrobras também informou que sua subsidiária Petrobras Distribuidora S.A. (BR) está desenvolvendo, para daqui a 90 dias, um cartão de pagamentos que viabilizará a compra por caminhoneiros de litros de diesel a preço fixo nos postos com a bandeira BR (Cartão Caminhoneiro).
“O cartão servirá como uma opção de proteção da volatilidade de preços, garantindo assim a estabilidade durante a realização de viagens”, informou a estatal.

Política de preços

A companhia pontuou que continuará a utilizar mecanismos de proteção financeira, como o hedge com o emprego de derivativos, cujo objetivo é preservar a rentabilidade de suas operações de refino.
“Ficam mantidos os princípios que balizam a prática de preços competitivos, como preço de paridade internacional (PPI), margens para remuneração dos riscos inerentes à operação e nível de participação no mercado”, disse a empresa, em comunicado.

“Ficam mantidos os princípios que balizam a prática de preços competitivos, como preço de paridade internacional (PPI), margens para remuneração dos riscos inerentes à operação e nível de participação no mercado”, afirmou a empresa.
Os preços do diesel nas refinarias da companhia, que correspondem a cerca de 54% dos preços ao consumidor final.
Segundo a companhia, a paridade internacional será mantida, evitando práticas que poderiam caracterizar monopólio, já que possui 98% da capacidade de refino do Brasil.
Em setembro do ano passado, a Petrobras anunciou a adoção de um mecanismo de proteção financeira para aumentar os intervalos de reajustes nos preços da gasolina nas refinarias em até 15 dias. O objetivo era dar mais flexibilidade à sua política de preços.

Programa de subsídio

O programa de subsídio ao diesel foi estabelecido em junho, após o governo fechar um acordo com caminhoneiros para encerrar os protestos que paralisaram o país.
O preço de comercialização para a Petrobras e outros agentes que participam do programa, incluindo alguns importadores, foi congelado naquele mês a R$ 2,0316 por litro.
Empresas como a Petrobras que aderiram ao plano precisavam praticar preços estipulados pelo governo e eram ressarcidas em até 30 centavos por litro, dependendo do cenário de preços externos.