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Pastor é preso acusado de estupro de vulnerável em Seropédica

Crianças tinham 8 e 9 anos de idade

Policiais da 48ª DP (Seropédica) cumpriram, na manhã desta segunda-feira (29), o mandado de prisão contra um pastor acusado de estupro de vulnerável, em Seropédica.
De acordo com a Polícia Civil, as vítimas, duas meninas de 8 e 9 anos, foram deixadas sob a tutela do homem, devido a situação de vulnerabilidade dos pais. Ainda segundo a investigação, o pastor ficou com as meninas em casa sob o pretexto de oferecer proteção e cuidados alimentares e se aproveitou da situação para abusar sexualmente das crianças.

Fonte: Jornal Atual de Itaguaí

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Vídeo: travesti invade culto, cobra pastor e viraliza nas redes sociais

Pastor desmente e diz que foi uma articulação para tentar denegrir a sua imagem e para destruir a sua família
O vídeo em que uma travesti invade uma igreja durante o culto viralizou nas redes sociais. A filmagem aconteceu em uma Assembleia de Deus em Pernambuco, no último dia 15 de maio.

A travesti, que não teve o nome divulgado, entra no local para cobrar uma dívida que o pastor teria com ela. “Vai lá, dá o c*, chupa pau e não quer pagar”, diz a travesti, nervosa, indicando que o religioso não pagou pelo valor combinado com ela.

A confusão foi gravada e colocada nas redes sociais por fieis que estavam acompanhando o culto.

Pastor desmente

Ao longo do vídeo, o pastor cita passagens da bíblia para exemplificar sua situação e disparou: “Isso foi articulado para tentar denegrir a minha imagem, para destruir a minha família”.
O pastor Deivid Gomes da Assembleia de Deus usou as redes sociais para rebater as acusações feitas por uma travesti que invadiu a igreja, em Pernambuco, durante um culto realizado na noite da última quarta-feira (15) para cobrar um programa.

No vídeo, de mais de cinco minutos, o pastor e a esposa desmentem a suposta dívida que ele teria adquirido após ter usado os serviços da travesti e que as conversas que circulam no WhatsApp seriam montagens. “Esse travesti foi pago por uma pessoa muito maldosa, que não teme à Deus, que profanou a casa de Deus. É uma pessoa invejosa”, disse o pastor.

“[São falsos] também os prints do Whatsapp porque hoje é muito fácil alguém que mexa um pouquinho no celular, fingir uma conversa com outra pessoa. Fotos, que pegaram do Facebook, fotos antigas que ele nunca usou, eles colocaram lá para dizer que eles estavam conversando com a pessoa. E tudo isso foi uma montagem, que inclusive fizeram isso com outras pessoas do meio evangélico”, complementou a esposa.

Ao longo do vídeo, o pastor cita passagens da bíblia para exemplificar sua situação e disparou: “Isso foi articulado para tentar denegrir a minha imagem, para destruir a minha família”. Eles questionam também o autor desconhecido do primeiro vídeo, que já estaria aguardando a chegada da travesti no templo e por isso conseguiu gravar todo momento em que entra na igreja e lista as polêmicas cobranças.

“Foi uma armação, deu pra perceber. Quem tiver um pouquinho de bom senso e prestar atenção na conversa falsa do whatsapp e no vídeo vai perceber que a pessoa que tava filmando já estava aguardando a pessoa entrar na igreja para fazer o tal escândalo porque é um vídeo muito curto e ninguém teria tanto reflexo para filmar alguém assim tão rápido”, diz a esposa.

Veja o vídeo completo

“Kit gay”: Livro mostrado por Bolsonaro no Jornal Nacional nunca foi distribuído em escolas

Revista Fórum

Fake news: Bolsonaro mentiu em rede nacional ao falar sobre o inexistente “kit gay” e tentar mostrar um livro sobre sexualidade que seria distribuído em escolas públicas; Ministério da Educação já havia desmentido a informação em 2016 e esclarecido que o livro em questão jamais foi comprado pelo governo brasileiro ou distribuído em escolas. Confira

Jair Bolsonaro, candidato à presidência pelo PSL, mentiu em rede nacional na noite desta terça-feira (28) ao tentar atacar políticas anti-homofobia nas escolas. Na entrevista ao “Jornal Nacional”, ele citou o famigerado “kit gay”, que nunca existiu, e afirmou que um livro sobre sexualidade destinado a adolescentes é distribuído em escolas públicas.

A fala se deu quando tentava justificar frases homofóbicas proferidas em 2010. Na época, o parlamentar teceu críticas a um evento de cunho LGBT que aconteceu na Câmara dos Deputados. A mentira já começou quando afirmou que, na ocasião, estava sendo realizado o “9º Seminário LGBT infantil”. O evento, no entanto, se tratava do “9º Seminário LGBT” com o tema “infância e sexualidade”.

O militar da reserva, então, disse que no evento estava sendo lançado o livro “Aparelho Sexual e Cia” que, segundo ele, seria distribuído em escolas públicas.

Bolsonaro tentou mostrar o livro ao vivo e ainda afirmou: “Tirem as crianças da sala, se bem que na biblioteca das escolas públicas tem”.

O tal livro, no entanto, jamais foi comprado pelo governo brasileiro ou distribuído em escolas públicas. A informação já havia sido desmentida pelo Ministério da Educação em uma nota divulgada em 2016.

“O Ministério da Educação (MEC) informa, em nota, que não produziu e nem adquiriu ou distribuiu o livro “Aparelho Sexual e Cia”, que, segundo vídeo que circula em redes sociais, seria inadequado para crianças e jovens brasileiros. O MEC afirma ainda que não há qualquer vinculação entre o ministério e o livro, já que a obra tampouco consta nos programas de distribuição de materiais didáticos levados a cabo pela pasta”, diz a nota.

Confira a íntegra.

O Ministério da Educação (MEC) informa, em nota, que não produziu e nem adquiriu ou distribuiu o livro “Aparelho Sexual e Cia”, que, segundo vídeo que circula em redes sociais, seria inadequado para crianças e jovens brasileiros. O MEC afirma ainda que não há qualquer vinculação entre o ministério e o livro, já que a obra tampouco consta nos programas de distribuição de materiais didáticos levados a cabo pela pasta.

O vídeo que circula nas redes sociais sustenta que o governo distribuiu e, assim, estaria “estimulando precocemente as crianças a se interessarem por sexo”.

O Ministério da Educação informa que o livro em questão é uma publicação da editora Cia das Letras e que a empresa responsável pelo título informa, em seu catálogo, que a obra já vendeu 1,5 milhão de exemplares em todo o mundo e foi publicada em 10 idiomas.

As informações equivocadas presentes no vídeo, inclusive, repetem questão que tinha sido esclarecida anos atrás. Em 2013, o Ministério da Educação já havia respondido oficialmente à imprensa que “a informação sobre a suposta recomendação é equivocada e que o livro não consta no Programa Nacional do Livro Didático/PNLD e no Programa Nacional Biblioteca da Escola/PNBE”.

O ministério também disse que a revista Nova Escola, edição 279, de fevereiro de 2015, que traz a matéria “Educação sexual: Precisamos falar sobre Romeo…”, uma reportagem sobre sexo, sexualidade e gênero, dirigida a professores, “não é uma publicação do MEC, e sim da Editora Abril”.

O vídeo que apresenta as obras como sendo do MEC, em nenhum momento, comprova a vinculação do Ministério aos materiais citados, justamente porque essa vinculação não existe”, enfatiza a nota, divulgada, na noite desta quarta-feira (13), pelo ministério.

Vídeo em celular mostra que vítima implorou para não ser estuprada

Traficantes teriam obrigado moradores a participar de manifestações contra a jovem

Perícia no celular de Raí de Souza, jovem de 22 anos que gravou a violência ocorrida contra a menina de 16 anos no Rio, revelou que a vítima implorou para que parassem. A adolescente foi estuprada duas vezes e humilhada com xingamentos. Uma vez às 7h de sábado, 21 de maio, e outra às 19h do domingo, 22 de maio — foram 36 horas nas mãos dos criminosos. Há indicações de que traficantes teriam obrigado moradores a participar, dias depois, de manifestações contra a jovem.

A outra gravação, de acordo com reportagem do jornal Extra, mostra as cenas da violência. Em algumas delas, os homens introduzem objetos nas partes íntimas da jovem desacordada. O laudo completo do celular de Raí será divulgado nesta segunda-feira (6).

 

Raí tinha informado anteriormente que o celular havia sido jogado fora, mas o aparelho estava guardado na casa de um amigo, em Madureira. Ele e Raphael Assis Duarte Belo, de 41 anos, que aparece no vídeo fazendo uma selfie com a vítima, continuam presos.

O novo vídeo comprovou ainda a participação de Moisés Camilo de Lucena, conhecido como Canário, e Jefinho, que estão foragidos. Lucas Perdomo Duarte dos Santos, jogador do Boavista Sport Clube de Saquarema, deixou o Complexo Penitenciário de Gericinó na sexta-feira, mas ainda é investigado.

Fonte: O Dia

Câmeras de monitoramento flagram ‘farra sexual’ em barca de Guarujá

Cena foi compartilhada nas redes sociais nesta segunda e causou revolta.
Dersa promete punir empresa responsável por não ter inibido a atitude.

 

Uma mulher e três homens foram flagrados fazendo sexo dentro de uma embarcação que faz a travessia de pedestres entre o distrito de Vicente de Carvalho, em Guarujá,  e a cidade de Santos, no litoral de São Paulo. As câmeras de monitoramento da barca registraram os passageiros durante a ação, mas ninguém foi detido. Em contato com o G1, a Dersa reconhece a falha da operadora do serviço e afirma que vai apurar o caso, que revoltou usuários do sistema.

As imagens foram registradas na madrugada do dia 5 de janeiro deste ano e compartilhadas nas redes sociais nesta segunda-feira (18). No vídeo é possível perceber uma mulher sentada no colo de um rapaz, quando outros dois homens se aproximam e abaixam a calça. Em seguida, a mulher faz sexo oral neles.

Segundo a Dersa, órgão ligado ao Governo do Estado, “o ato configura falha grave na empresa Internacional Marítima, responsável pela tripulação da lancha onde foi registrado o episódio”. A companhia acrescenta que, como as imagens são disponibilizadas na sala de comando da embarcação, a tripulação poderia ter evitado o ocorrido.

“Diante da falha registrada, a Dersa já iniciou processo para aplicar as sanções cabíveis à empresa prestadora do serviço, e assim evitar a repetição de fatos semelhantes”, informou a empresa. As pessoas que aparecem no vídeo não foram localizadas.

Fonte: G1

Pesquisa revela que brasileiras são as que mais acessam pornografia no mundo

Apesar de levantar dúvidas entre produtores de conteúdo adulto, os dois maiores sites pornográficos do mundo afirmam que as brasileiras e as mulheres das Filipinas são as que mais acessam conteúdo pornográfico no mundo.

De acordo com uma pesquisa realizada pelos dois maiores sites de pornografia online, o Pornhub e o Redtube, as mulheres brasileiras e as das Filipinas são as que mais acessam conteúdo erótico no mundo.

O Pornhub e o Redtube são sites que oferecem conteúdo pornográfico gratuito. Eles são responsáveis por atrair um tráfego de 40 milhões de usuários únicos por mês.

Em ambos os países, o índice de mulheres que acessam conteúdo pornográfico através da Internet chega a 35%, os homens, 65%. A Argentina aparece em quarto lugar, com 30% e o México em oitavo, com 28% do sexo feminino acessando tal conteúdo.

No entanto, sites concorrentes não aceitam o resultado, alegando que não é possível fazer esse tipo de medição.

Conforme ainda com a pesquisa, as categorias mais procuradas pelas mulheres são “lésbica”, “trios” e “squirt” (ejaculação feminina). Além disso, o público feminino também assiste conteúdo homossexual masculino.

O tempo de permanência nos sites adultos também foi medido. Assim, a pesquisa revela que as mulheres permanecem em média 10 minutos e 10 segundos, e os homens 9 minutos e 22 segundos. Vale notar que esta média é mundial.

No entanto, alguns produtores de pornografia, mesmo admitindo que o consumo virtual desse tipo de material aumentou entre as mulheres, questionam o resultado da pesquisa do Pornhub e do Redtube, dizendo que ela não é cientifica.

De acordo com o Pornhub, para o levantamento foi usado um “software analítico”, e os termos preferidos entre as mulheres seriam cenas lésbicas, sexo a três e uma categoria chamada “squirt” (ejaculação feminina).

“Com certeza há um crescimento entre as mulheres, porque as mulheres assistem pornografia, e toda a população mundial consome mais”, disse à BBC Mundo Pablo Dobner, diretor executivo e cofundador do Erika Lust Films, uma empresa de Barcelona que produz conteúdo adulto sob uma perspectiva feminina.

“Há uma demanda, mas a maioria das mulheres quer algo muito mais sincero, limpo e sexualmente inteligente em relação ao que é possível encontrar na maioria dos outros portais”, disse ainda.

Além disso, o tipo de conteúdo escolhido pelas mulheres também é duvidoso. Porém, Dobner acredita que a escolha de conteúdo esteja ligado exclusivamente por se sentirem mais confortáveis.

“As mulheres estão buscando mais prazer feminino e reivindicando que o homem não é o único que tem de desfrutar do sexo e que elas também querem sua parte do sexo recreativo, que esteve proibido para elas por tanto tempo”.

 

 

Professora de escola católica é presa por fazer sexo com estudante

Fatima Grupico é acusada de assédio sexual e pode pegar até 10 anos de prisão e ser obrigada a pagar cerca de R$ 470 mil

Professora Fatima Grupico foi presa por fazer sexo com adolescente

Estados Unidos – Uma professora de 24 anos foi presa  por manter relações sexuais com um estudante de 17, informaram autoridades na tarde desta quinta-feira.

Fatima Grupico ensinava história na escola Católica de South Amboy Cardinal McCarrick, Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A professora manteve encontros sexuais com o adolescente dentro da escola em diversas ocasiões, entre 4 e 30 de maio deste ano, de acordo com as investigações.

A mulher foi acusada de assédio sexual e de prejudicar o bem estar de uma criança, de acordo com o Gabinete do Procurador do Condado de Middlesex, Andrew Carey.

No último mês, a Diocese de Metuchen decidiu fechar a instituição por problemas financeiros e Fatima ficou desempregada, de acordo com a polícia.

De acordo com a promotoria, a investigação teve início após autoridades da escola denunciarem a professora à polícia. Carey reiterou que a promotoria ainda investiga o caso.

Fatima está sob custódia da polícia de Nova Jersey, aguardando fiança. Em Nova Jérsei, penas de assédio sexual desta natureza são classificadas como crime de segundo grau. A fiança geralmente é de até $150 mil (cerca de R$ 470 mil) e a pena máxima de 10 anos, sendo que o acusado pode ter que cumprir os dois.

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Foto:  Reprodução Internet