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Secretaria de Saúde dá continuidade à vacinação contra a febre amarela

Crianças entre nove meses e dois anos de idade são vacinadas nas unidades de saúde. Adultos não precisam ter pressa. 200 doses são disponibilizadas por dia, mas campanha nacional à partir de 19 de fevereiro garantirá vacinas a todos

A vacinação contra o vírus da febre amarela teve continuidade nesta segunda-feira (15/01). A aplicação da vacina é voltada a todos os moradores do município aptos a receber a dose e está ocorrendo no posto Vigilância em Saúde, no Centro, de segunda a sexta-feira, a partir das 9h. São aplicadas diariamente 200 doses. Crianças com idade entre nove meses e menores de dois anos continuam sendo vacinadas nas unidades de saúde que possuem salas de vacinação.

A auxiliar administrativa Alessandra Costa Pacheco, de 30 anos, o seu filho Davi Pacheco Cordeiro, de 7, e a irmã Aline Costa Pacheco, de 36, receberam a vacina. A família mora no bairro Brisamar.

“A vacina é uma prevenção contra a doença. Essa é a primeira vez que nos vacinamos contra a febre amarela”, contou Alessandra.

Todas as pessoas que desejarem receber a vacina contra a febre amarela devem comparecer ao posto com o documento de identidade e a carteira de vacinação. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, em 2017, 14 mil pessoas foram vacinas contra a febre amarela. Este ano, o município tem a meta de fazer 100% da cobertura vacinal nas pessoas aptas a receber a dose.

Onde vacinar crianças de nove meses a dois anos

Posto Centro (às terças-feiras); Vila Margarida (às sextas-feiras); Monte Serrat (às terças-feiras); Vila Geny (às quartas-feiras, pela manhã); Vista Alegre (às quintas-feiras, pela manhã); Chaperó (quartas e quintas-feiras, pela manhã); ESF Coroa Grande (às quartas-feiras); Clínica da Família (segunda e quartas-feiras); ESF Odenit Maia (às segundas-feiras); ESF Mazomba (às quartas-feiras).

Fonte: Prefeitura de Itaguaí com edições do blog Boca no Trombone Itaguaí

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Após morte de macaco prefeitura começa a vacinar moradores em Itaguaí contra a Febre Amarela

Campanha ainda não foi iniciada. Vacinação é para combater a Febre amarela e serão 200 doses diárias. Saiba mais

Utilidade Pública – Após morte de macaco em Raiz da Serra em Itaguaí, a prefeitura da cidade resolveu vacinar moradores contra a Febre Amarela. A imunização será realizada na sede da Vigilância em Saúde, no Centro, de 9h às 16h, de segunda a sexta-feira com 200 doses por dia, até o dia 19 de fevereiro, data que se dará  início a campanha nacional.

 

A secretaria continua vacinando apenas as crianças com idade entre nove meses e dois anos, nos seguintes postos:

 

* Posto Centro – terça-feira

 

* UBS Vila Margarida – sexta-feira

 

* UBS Monte Serrat – terça e quinta-feira

 

* UBS Vila Geny – quarta-feira, parte da manhã

 

* UBS Vista Alegre – quinta-feira, parte da manhã

 

* UBS Chaperó – segunda, quarta e sexta-feira

 

* UBS Mangueira – segunda-feira, parte da tarde

 

* UBS Califórnia – quarta-feira

 

* ESF Chaperó – quarta e quinta-feira, parte da manhã

 

* ESF Coroa Grande – quarta-feira

 

* Clínica da Família – segunda e quarta-feira

 

* ESF Odenit Maia  – segunda-feira

 

* ESF Mazomba – quarta-feira

 

Macaco morto e suspeita da doença na região

Um morador da região de Raiz da Serra, denunciou ao parlamentar André Amorim (PR), a morte de um macaco. O vereador entrou imediatamente em contato com a secretaria de saúde que enviou uma equipe ao local. Lá, tal equipe constatou que o animal estava em estado avançado de decomposição. Sendo assim, eles não recolheram o macaco porque nessas condições não daria para fazer exames”, relata o vereador.

Com isso, ainda não se sabe o real motivo da morte do animal. Mas a preocupação é grande, já que no município vizinho de Mangaratiba há relatos de morte de primatas por causa da doença. Informação essa ainda não confirmada pelo governo da cidade vizinha.

 

Campanha

A campanha de vacinação contra febre amarela, que contará com a aplicação de doses normais e fracionadas da vacina, será realizada em 75 municípios dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia entre fevereiro e março(Veja a lista abaixo). No total, 19,7 milhões de pessoas destes municípios nos três Estados deverão ser vacinadas na campanha, sendo 15 milhões com a dose fracionada e outras 4,7 milhões com a dose padrão. O anúncio da campanha foi feito pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, e pelos secretários estaduais dos três estados na última terça (9). “A adoção do fracionamento das vacinas é uma medida preventiva que será implementada em áreas selecionadas, durante período determinado de 15 dias, pelos estados para evitar a circulação e expansão da doença”, diz o Ministério da Saúde em nota

O ministro da Saúde não descartou a possibilidade de que a vacinação fracionada seja ampliada para outras cidades, caso necessário. Isso poderá ocorrer na hipótese de ter novos registros de mortes de macacos provocadas pela doença em áreas hoje consideradas livres de risco.

De acordo com a pasta, a estratégia de fracionamento da vacina é recomendada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) quando há aumento de casos de febre amarela silvestre de forma intensa, com risco de expansão da doença em cidade com elevado índice populacional e que não tinham recomendação para vacinação anteriormente. Estudos indicam que a dose fracionada da vacina oferece proteção similar a da dose padrão por ao menos 8 anos

De julho de 2017 até 8 de janeiro deste ano, foram confirmados 11 casos de febre amarela, sendo oito no estado de São Paulo e uma no Rio de Janeiro, além de casos em estados que já possuíam cobertura da vacina. Regiões próximas aos municípios que receberão a atual campanha de vacinação registraram mortes de macacos por febre amarela, o que indica a circulação do vírus.

O que é a vacina fracionada?

No fracionamento da vacina da febre amarela, a mesma vacina é utilizada, só que em dose menor. A diferença está no volume e no tempo de proteção. A dose padrão possui 0,5 ml e protege por toda a vida, enquanto a dose fracionada tem 0,1 ml e protege por oito anos, segundo estudos realizados pelo Instituto Biomanguinhos, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), fabricante da vacina.

Segundo o Ministério da Saúde, a campanha atual adotará a dose fracionada devido ao caráter excepcional, com o objetivo de “evitar a expansão do vírus para áreas próximas de onde há circulação atualmente”.

A vacina fracionada terá um selo especial. Isso permitirá a diferenciação e, no futuro, a recomendação para que o reforço seja realizado com outra dose. O prazo de proteção da vacina fracionada foi determinado por meio de um estudo, feito com militares voluntários. O trabalho demonstrou que, 8 anos depois da aplicação da dose reduzida, voluntários continuavam protegidos contra a doença. Para os pesquisadores, esse prazo pode ser maior. Isso será determinado no futuro, com o acompanhamento dos pacientes.

Quem deve tomar a dose fracionada?

A vacinação fracionada é recomendada para pessoas a partir dos dois anos de idade. Quem tomar a vacina dessa forma deverá retornar aos serviços de saúde após oito anos para receber uma dose de reforço.

A dose fracionada não é indicada para crianças de 9 meses a menores de dois anos por não haver estudos sobre a sua eficácia para esse público. Ela também não é indicada para pessoas com condições clínicas especiais (como vivendo com HIV ou em período final de quimioterapia, por exemplo) e gestantes.

Viajantes internacionais, que devem apresentar comprovante de viagem no ato da vacinação, também precisam tomar a dose integral. Durante a campanha de vacinação, todos esses públicos receberão a dose normal.

A vacina contra a febre amarela é contraindicada para pacientes em tratamento de câncer, pessoas com imunossupressão e pessoas com reação alérgica grave à proteína do ovo. A vacinação contra febre amarela impede a doação de sangue por um período de quatro semanas.

Desde o ano passado, o Brasil passou a adotar a recomendação da Organização Mundial da Saúde, que é a de vacinar contra febre amarela apenas uma vez na vida.

Quais são as datas da campanha?

No Rio de Janeiro, devido ao período do carnaval, as campanhas ocorrerão do dia 19 de fevereiro a 09 de março, sendo o dia 24 de fevereiro o dia D de mobilização. No Rio de Janeiro, 2,4 milhões de pessoas deverão receber a dose fracionada e 7,7 milhões a padrão em 15 municípios da região metropolitana. São eles:

Aparecida

Arapeí

Belford Roxo

Duque de Caxias

Itaboraí

Itaguaí

Japeri

Magé

Mesquita

Nilópolis

Niterói

Nova Iguaçu

Queimados

Rio de Janeiro

São Gonçalo

São João de Meriti

Seropédica

 

Leia mais;

Vacina da febre amarela fracionada não dá certificado internacional. Centro e trinta e cinco países exigem o certificado da vacina. Saiba como fica a concessão dele para viagens ao exterior.

 

Saúde e educação perdem R$ 472 milhões para campanhas

Fundo bilionário criado pelo Congresso Nacional para bancar candidatos retira ainda neste ano R$ 828 milhões das áreas de infraestrutura, segurança e agricultura

Felipe Frazão, O Estado de S. Paulo 

O fundo eleitoral bilionário criado para bancar as campanhas políticas com recursos públicos retirou R$ 472,3 milhões originalmente destinados pelos parlamentares para educação e saúde neste ano. Deputados federais e senadores, quando aprovaram a destinação de verbas para as eleições, haviam prometido poupar as duas áreas sociais de perdas.

Levantamento feito pelo Estado mostra que o fundo receberá R$ 121,8 milhões remanejados da educação e R$ 350,5 milhões da saúde. O valor corresponde à transferência de dinheiro das emendas de bancadas – que seria destinado a esses setores – para gastos com as campanhas eleitorais deste ano.

O fundo, aprovado em 4 de outubro do ano passado, é uma alternativa à proibição das doações empresariais e receberá, no total, R$ 1,75 bilhão. Desse montante, R$ 1,3 bilhão sairá das emendas de bancada, cujo pagamento é obrigatório pelo governo, e R$ 450 milhões da isenção fiscal que seria concedida a rádios e TVs para veicular programas partidários.

O dinheiro será distribuído aos partidos de acordo com o tamanho de suas bancadas na Câmara e no Senado. A criação do fundo é contestada por ação que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), sob a relatoria da ministra Rosa Weber. Ela decidiu levar o caso ao plenário da Corte e ainda não há data para o julgamento.

A verba retirada da saúde para abastecer o caixa das campanhas seria suficiente, por exemplo, para arcar com a construção de 159 novas Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs), com sete leitos, dois médicos e atendimento médio de 150 pacientes por dia ou financiar 859 Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

Os recursos que deixaram de ser aplicados em educação equivalem a 34% de todos os pagamentos que o governo realizou no ano passado no Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância): R$ 355 milhões, conforme dados do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O dinheiro serve para construir e equipar creches.

A Secretaria Estadual da Saúde do Espírito Santo perdeu, por exemplo, R$ 15,7 milhões para a compra de ambulâncias. Em Goiás, o programa Caminho da Escola, que compra ônibus e bicicletas para transporte escolar em núcleos rurais e periféricos, não terá R$ 18,7 milhões.

Os principais articuladores da reforma política, quando a proposta tramitou no Congresso Nacional, afirmaram que as duas áreas não seriam prejudicadas. “Não aceito que mexa um centavo de saúde e educação”, disse à época o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE). Um dos idealizadores do uso das emendas como fonte de recursos, o senador Romero Jucá (MDB-RR), líder do governo Michel Temer, também rechaçou as perdas: “A proposta que eu fiz não tira dinheiro da educação, da saúde, de lugar nenhum”. Procurados, eles não foram encontrados para comentar o assunto.

Outras áreas. Além das verbas de saúde e educação, R$ 828 milhões foram retirados de áreas como segurança pública, infraestrutura, obras contra a seca e agricultura.

Com o remanejamento de emendas de outras áreas, deixarão de ser comprados equipamentos operacionais e viaturas para a Polícia Militar do Rio (R$ 24,3 milhões). Serão retirados também R$ 33,6 milhões destinados para a construção de batalhões da PM e do Instituto Médico-Legal (IML) no Distrito Federal. No Nordeste, a construção do sistema adutor do Rio Piancó pelo Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs) teve R$ 10 milhões retirados. A obra deve levar água da transposição do Rio São Francisco para 18 municípios paraibanos.

O ensino superior também foi afetado. A Universidade Federal do Acre (UFAC) teve R$ 6 milhões transferidos e a Universidade Federal do Amapá (Unifap) ficou sem a emenda que previa R$ 27 milhões para a conclusão das obras do Hospital Universitário. A expansão dos câmpus da Universidade Federal do Espírito Santos (UFES) perdeu R$ 33 milhões.

Impositivas. De acordo com o governo, as emendas são impositivas, ou seja, após aprovadas, têm de ser pagas. A definição sobre seu destino, no entanto, cabe ao Congresso, e o governo não se pronuncia sobre o assunto. O Orçamento dos ministérios não muda com o fundo. Em reportagem publicada no domingo, o Estado mostrou que, desde 2014, o valor liberado de emendas parlamentares foi o maior em 2017.

VERBA BANCA ELEIÇÕES

  1. O que é o fundo eleitoral?

Abastecido com recursos públicos, foi criado em 2017 para financiar as eleições. É constituído por pelo menos 30% do total da verba destinada a emendas e o restante pela compensação fiscal que emissoras de rádio e TV teriam para transmitir o programa partidário. Para este ano, está previsto R$ 1,75 bi.

  1. O que são emendas?

É o instrumento pelo qual o parlamentar indica onde o governo vai gastar parte do Orçamento. Podem ser individuais ou coletivas. Neste ano, cada bancada apontou R$ 162,4 milhões e cada parlamentar, R$ 14,7 milhões.

  1. Como é definida a aplicação desses recursos?

O destino dos recursos das emendas individuais é definido pelos parlamentares. Metade dos recursos deve ser enviada para ações e serviços de saúde. As emendas de bancada são discutidas em reuniões conjuntas.

  1. Como é o pagamento?

Parte das emendas é impositiva, isto é, de pagamento obrigatório pelo governo. Aprovadas, as emendas passam a fazer parte do Orçamento dos órgãos públicos.

 

Governo municipal restringe participação de pais de alunos em decisões na educação de Itaguaí

Prefeito Charlinho tenta de todas as formas inibir a participação de pais de alunos e sindicatos que veem conseguindo vitórias contra mudanças no ensino da cidade

O prefeito de Itaguaí Carlo Busatto Júnior, o Charlnho (PMDB), parece não se cansar de “remar contra a maré” da transparência e da democracia. Agora, o excelentíssimo, quer distância de pais de alunos e de sindicalistas na participação da educação da cidade, já que as suas pretensões de mudar o ensino da cidade e promover o fechamento de três escolas foram por água abaixo após intervenção dos pais e do sindicato da educação junto ao Ministério Público Estadual, tendo êxito em todas elas.

O prefeito que conta com seus bajuladores do Legislativo, entre eles o presidente da Câmara, o vereador Rubem Viera de Souza (PTN), que costumeiramente mostra a sua falta de conhecimento do próprio Regimento Interno, conseguiu que fossem aprovadas algumas mudanças, entre elas revogações de artigos da Lei Orgânica do Município com a exclusiva intenção de restringir a participação de pais de alunos, servidores e sindicatos na construção educacional de Itaguaí. Em sessão extraordinária que ocorreu na noite da última quinta – feira (04/12), interrompendo o recesso parlamentar, a maioria dos “vereadores”, aprovou sem questionar as mudanças propostas pelo prefeito.

Em uma das mensagens enviadas a seu subordinado (Presidente da Câmara ao que parece), o prefeito modifica a alínea “a”, do inciso VII do artigo 231 da Lei Orgânica do Município de Itaguaí. A redação anterior do artigo dizia que visando a gestão democrática a participação da sociedade civil organizada na formulação da política educacional, com vistas a assegurar a apropriação do saber básico por todas as camadas sociais e culturais, entendido este saber como produzido nas relações sociais, inclusive na atividade científica é essencial. Com a mudança a redação passa a vigorar da seguinte forma: “Possibilidade de participação da sociedade civil organizada na formulação da política educacional. Ou seja, o prefeito pode quando bem entender vetar a participação de pais de alunos e estudantes na construção e participação de qualquer ato relacionado à educação, como a participação em conselhos municipais. Não satisfeito, ele revogou na mesma mensagem o artigo 243 da L.O, que dizia que o profissional da educação eleito para a diretoria de sindicato em quaisquer níveis, teria assegurado os seus vencimentos, vantagens e direitos concedidos anteriormente pela prefeitura. Bem como, modificou o artigo 40 para dificultar a vida do servidor que for eleito para o sindicato dos profissionais da educação, dando o limite de 1 servidor licenciado para cada 1.000 e da proibição de prorrogação de mandato.

 

 

Já a outra mensagem enviada ao subalterno vereador Rubem Vieira, Charlinho  revoga o inciso “V “e suas alíneas do artigo 226 da L.O.

 

Todas essas mudanças violam diversas leis federais entre elas o Plano Nacional de Educação, que exige uma gestão democrática tendo obrigatoriamente a participação de toda a sociedade. As ações do atual governo ferem quase que todo o Plano Nacional de Educação, mas fere também a Lei 3.324/15, o Plano Municipal de Educação, aprovado pela própria Câmara.

 

PME SAIBA MAIS

CÂMARA APROVA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ITAGUAÍ

Plano Municipal de Educação é aprovado e agora irá para a Câmara

Plano Nacional de Educação – PNE CLIQUE AQUI

Situação dos Planos de Educação consulte o de cada município do Estado aqui

 

Comissões com participações maciças de “vereadores bajuladores”

Outra mudança importante que ocorreu na sessão foram as mudanças nas comissões da Casa. Na Comissão de Constituição e Justiça, o vereador André Amorim (PR) foi retirado, bem como o vereador Willian Cézar (PSB), que foi retirado da Comissão de Educação. Ambos opositores ao prefeito , estavam fazendo o trabalho de verdadeiros vereadores e fiscalizando as ações, ou melhor, falta de ações da prefeitura. Para o Lugar de Willian entrou o vereador Noel Pedrosa, o Noel da SOS, que tem tido um mandato nulo aos olhos da sociedade e que se restringiu a dizer “amém” ao Executivo. As formações das novas comissões deveriam ser vistas no site da Câmara, mas, ele não tem atualizações sobre as sessões desde outubro do ano passado. Parecem ter aprendido bem com a prefeitura, que tem dificuldades de atualizar seu Portal da Transparência.

Veto parcial a Lei 3.608/17

O prefeito também solicitou através de ofício, veto parcial a Lei 3.608/17. Essa lei trata-se da estima de receita e fixa a despesa do Município de Itaguaí – RJ, para o exercício de 2018. Como não conseguimos o ofício, não sabemos que veto parcial é esse.

Convocação desnecessária

Para a convocação dos Legisladores, entrou na pauta a resolução 013/2017, que aprova o relatório final da CPI do Tomógrafo, que foi comprado em 2015, mas que até hoje continua encaixotado. Contudo, parece que esse tema ao invés de ser o mais importante, não tem tanta necessidade assim, já que para cumprir as ordens do prefeito, ele foi deixado para uma outra ocasião pelos vereadores governistas. Para finalizar, o documento foi datado com um ano de erro. Ao invés de 2018, o presidente datou como se estivéssemos em 2017. Com certeza foi a pressa para não irritar “o patrão Manda Chuva”.

 

Mal não somente para a educação, mas para a saúde também

Em seu perfil na rede social Facebook, o MUSPI – Movimento Unificado Servidores Públicos de Itaguai, relatou que a intenção da prefeitura é afetar a assistência a saúde odontológica da população. Segundo o movimento, o governo vai fechar o serviço de odontologia da UBS Centro e levar todo o material para o hospital (possivelmente para vender para a população como novo serviço), fechar o Serviço de odontologia de Chapero aos fins de semana.( Detalhe que já falta dentista em dois dias da semana) e desestruturar o Centro de Especialidades Odontológicas transferindo profissionais especializados, informando que o CEO esta fechando.

 

Opinião do blog: Chega a ser cômico os Procuradores do município junto com o prefeito e os bajuladores da Câmara. Eles violam diversas leis a nível nacional, a ética, o respeito à população e ainda acham que passarão impunes. A população acordou faz tempo e vai continuar lutando contra uma gestão que está sendo marcada pela incompetência, beirando até ao ridículo com atitudes que só custarão num futuro próximo, mais anos somados a penas que já existem contra o atual gestor. Nosso blog hoje é categórico em dizer que perdeu de vez a paciência. Antes achávamos que era falta de dialogo e que isso poderia mudar. Hoje temos a certeza de que a única solução para o bem da cidade é que a justiça seja feita. E ela será. Afinal, não faltam motivos, processos, acusações, penas… etc… para isso. O leque judicial é grande contra aqueles que hoje estão aí, brincando com a vida das pessoas e esquecendo até de usar a cabeça. Já para os “vereadores bajuladores “, termo que será usado pelo blog daqui para frente quando haver referência aos legisladores (exceto os vereadores André Amorim,  Ivan Charles, Genildo Gandra, Waldemar Ávila e Willian Cézar), que são até o momento os únicos que fiscalizam os recursos municipais, atribuição de qualquer vereador pelo País, os bajuladores descumprem funções básicas legislativas. Mais ações serão impetradas contra eles e contra o atual governo. Afinal, as alterações que vem ocorrendo em tudo na cidade, visando o mal de servidores e da população conseguem ser tão absurdas que são fáceis de serem revogadas judicialmente. Charlinho conseguiu algo inédito. Unir população, servidores e sindicatos na luta contra seus desmandos abusivos. Coisa de péssimo gestor.

 

 

Servidores de Itaguaí passam final de ano sem salário e 13°

Itaguaí é um dos poucos municípios que continuam dando “calote” nos funcionários. Já o prefeito faz suposta viagem internacional para passar o Réveillon

Os servidores públicos de Itaguaí, mais uma vez levaram calote da prefeitura. Assim como ocorreu ano passado com o ex-prefeito Weslei Pereira, Charlinho (PMDB) seguiu os passos de quem tanto criticou no fim de 2016. O funcionalismo ativo, aposentados e pensionistas passarão a virada de ano sem um “tostão” no bolso, já que a atual administração não pagou o salário de dezembro e nem o décimo terceiro dos ativos. Além desses atrasos, a prefeitura deve também a remuneração de férias de 2016,2017 e agora 2018, já que muitos trabalhadores entrarão de férias em janeiro e também sem esse direito. Mas os débitos não param por aí. Depois de inventar duas leis inconstitucionais e congelar o aumento anual, bem como o pagamento de novos quinquênios e progressão por formação por dois anos, Charlinho deve o salário de dezembro de 2016 de muitos trabalhadores. Os únicos que receberam o salário do último mês do ano e 13° foram alguns professores. Isso porque a verba do FUNDEB só pode ser usada para este fim. Temendo receber menos verbas em 2018, o governo precisa usar todo o dinheiro em conta disponível até 31 de dezembro e somente por esse motivo 80% dos profissionais do Magistério, incluindo dirigentes escolares conseguiram receber.

Diferente de outros municípios do Estado como Seropédica, Angra dos Reis, Mangaratiba, Paracambi, Japeri, Magé, Belford Roxo, Nilopólis entre vários outros que já quitaram seus débitos com o funcionalismo, Itaguaí vive um momento de total desleixo do poder público municipal. A saúde passa pelo seu pior momento, mesmo tendo verbas federais que poderiam minimizar os problemas, mas que pelo visto não foram usadas pelo gestor atual, a situação é quase criminosa. A educação não foge a regra. O governo tentou fechar escolas e reduzir a oferta de ensino da cidade. Não obteve sucesso porque a justiça interviu. A gestão de Charlinho é desastrosa, sem dúvidas a pior que ele já conduziu, pois foi prefeito em Mangaratiba por dois mandatos assim como em Itaguaí.

Viajando para longe dos problemas

Enquanto deixa a cidade nessa situação sem dar satisfações a população, o atual prefeito pegou um suposto voo no final da noite da última quarta – feira 27. Pelo horário em que foi flagrado no aeroporto do Galeão com sua esposa que é secretária de educação, o prefeito só poderia ter dois destinos. Ou ele viajou para Miami ou para Dubai. Sem dúvidas duas cidades que passam longe da realidade dos servidores que ele deu calote e da população que sofre com o total descaso de seu governo.

Prefeito de Itaguaí e sua esposa indo em direção ao portão de viagem no Galeão no Rio

Deputado pede investigação de verbas para a saúde de Itaguaí

Alexandre Valle (PR) pediu para que PGR investigue recursos enviados em 2016 e 2017 para a cidade

ESTAMOS DE OLHO – O deputado federal Alexandre Valle (PR), enviou um ofício a Procuradoria Geral da República em Brasília, para que o órgão investigue os recursos enviados para a cidade de Itaguaí visando a aquisição de insumos hospitalares e material de consumo para o hospital São Francisco Xavier. Tais verbas enviadas em 2016 e 2017 totalizam R$ 8 milhões e eram fundamentais para que o único hospital do local pudesse atender de modo digno seus pacientes.

 

No entanto, o cenário é bem diferente. Há uma semana, o hospital fechou as portas por uma noite devido a falta, justamente, de insumos e materiais básicos para o atendimento. Só se recebia pacientes para emergências pediátricas e obstétricas.  Os profissionais que estão com salários atrasados, chegaram a dar entrada na delegacia da cidade relatando todo o ocorrido. No dia seguinte, o atendimento foi normalizado. Contudo, no local falta de tudo. Água, ambulâncias, seringas, algodão, lençóis, remédios entre dezenas de outras carências. É um estado de calamidade e cenário de guerra toda a estrutura do hospital.

Essa situação poderia ser minimizada caso a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), da cidade estivesse funcionando. A unidade fechada em 2016, também recebeu verbas de emendas, mas, continua sem previsão de retorno de suas atividades.

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Hospital São Francisco Xavier é fechado é só atende riscos de vida

Em 19/12/2017 às 20:00 e atualizado em 20/12/2017 às 21:00

Caos total. O Hospital Municipal São Francisco Xavier, único em Itaguaí fechou as portas no começo da noite de hoje (19/12). Médicos sem materiais básicos para atender os pacientes e com salários atrasados foram obrigados a paralisarem os atendimentos. Eles foram a delegacia abrir registro sobre a precariedade do serviço, falta de condições de trabalho, falta de insumos básicos e afins. Os clínicos gerais de plantão hoje,  não foram trabalhar devido à falta de pagamento. Apenas casos graves com risco de vida estão sendo atendidos num hospital que não conta também com nenhum tipo de segurança, já que a prefeitura demitiu os guardas municipais por ordem judicial após irregularidades nas contratações.

Itaguaí que já não conta desde 2016 com a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), agora não tem mais nenhum local para atendimentos de emergência. Verbas para a saúde e algumas específicas para reabir a UPA foram destinadas de Brasíla, mas ainda não se sabe como e se essa verba foi usada na saúde da cidade. O hospital enfrente graves problemas desde 2014 e entra governo e sai governo deixando os problemas cada vez maiores.

A cidade de Itaguaí vive a sua maior crise na história. A prefeitura gasta com pagamento de altos salários de secretários e subsecretários municipais, prefeito, vereadores, comissionados além de altos adicionais de mérito, enquanto deixa servidores efetivos entre eles médicos com salários atrasados e um hospital sem qualquer recurso para atender os pacientes. O Ministério Público e a justiça estão de olho em Itaguaí e providências sérias devem ser tomadas, entre elas a cassação do atual prefeito Carlo Busatto Júnior, o Charlinho (PMDB) por improbidade administrativa.

Entramos os em contato com a prefeitura e através de email  a secretaria de Saúde de Itaguaí esclareceu que o Hospital Municipal São Francisco Xavier (HMSFX), está funcionando normalmente.

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