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Ministério Público notifica WhatsApp para apagar imagens de ‘Momo’

Pais devem ficar atentos a tudo que seus filhos acessam

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) quer que Google e WhatsApp removam todos os conteúdos que exibam imagens da ‘Momo’ de suas redes sociais. A notificação vem após relatos de vídeos infantis exibirem a imagem com indução a golpes, roubos e até suicídio.

O artista plástico japonês e criador da Momo, Keisuke Aiso, revelou que se desfez de sua arte.

Atualmente, o MP-BA já apura “os fatos relacionados a vídeos possivelmente disponibilizados em plataformas de vídeos e compartilhados em redes sociais com conteúdo direcionado a crianças e uso do personagem “Boneca Momo”, escreve o MP. A apuração é feita por meio do Núcleo de Combate a Crimes Cibernéticos (Nucciber).

Vale lembrar que, dado o mau uso da escultura na internet, o artista plástico japonês, Keisuke Aiso, criador da obra que ficou conhecida como “Momo”, revelou ao The Sun que se desfez de sua arte.

Ao G1, o coordenador promotor Moacir Nascimento, do Nucciber, disse que comentou que “houve ampla repercussão do vídeo e, como havia a possibilidade de repercussão na Bahia, foi instaurado o procedimento, para colheita de dados, provas, e a manifestação das empresas. O vídeo está circulando em inglês e espanhol pelo WhatsApp. O que estamos buscando é que eles adotem providencias para que não seja mais compartilhado”.

O promotor ainda destaca que, neste caso, a responsabilidade está no acompanhamento da criança e adolescente. “O problema é criança e adolescente de 12, 13 anos, com smartphone, usando a internet sem nenhuma supervisão de um adulto. A boneca não causa suicídio. O que leva ao suicídio é o distanciamento dos pais e responsáveis”, disse.

Sobre o WhatsApp, há um problema na notificação: a empresa supostamente não tem como pinçar imagens da Momo em conversas, visto que elas possuem criptografia de ponta-a-ponta. Entre as recentes medidas do WhatsApp para encerrar “correntes” e notícias falsas, foi limitar o encaminhamento de mensagens para mais de cinco pessoas.

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Vereador troca tiros com bandidos em Itaguaí

Político não descarta tentativa de homicídio

O vereador Vinicius Alves (PRB) foi surpreendido, na noite desta segunda-feira (18), por dois elementos armados, no portão da casa de um parente, no bairro do Engenho, em Itaguaí. De acordo com o parlamentar, ele estava ao celular quando os suspeitos se aproximaram pelo meio da rua. Ao perceber que um deles sacou da arma, o vereador pegou sua pistola e trocou tiros com os homens. Ainda, segundo o Vinícius Alves, os tiros atingiram a cadeira, o portão e o muro da residência. Vinicius acredita ter atingido um dos elementos.

Após o tiroteio, os suspeitos fugiram sem levar nada. O parlamentar pediu auxilio ao vereador Gil Torres, que é ex-policial militar, que o levou em seguida à 50ª DP (Itaguaí) para fazer o boletim de ocorrência. “Mas antes fui até o hospital, pois estava muito nervoso e com ânsia de vômito”, contou.

Ao ATUAL, o vereador Vinicius Alves falou que ainda não sabe se foi uma tentativa de homicídio ou assalto. Ele relatou que antes do incidente havia uma moto suspeita parada em frente a sua a casa. “Estava sentado em frente ao portão da casa do meu tio, por volta das 21h50, olhando o celular, quando dois homens se aproximaram e um deles sacou uma arma. Já de imediato, não pensei duas vezes e saquei a minha arma e atirei contra os elementos. Corri para dentro do quintal, mas me deparei com o portão fechado aí que bateu o desespero. Mas graças a Deus, o meu tio abriu o portão e consegui me esconder nos fundos da casa até o vereador Gil torres chegar com os policiais militares. Os bandidos não esperavam a minha reação. Hoje quero agradecer por estar vivo”, disse o vereador.

Vinícius Alves disse que por volta de 1h a perícia chegou e fez todo o procedimento para dar início as investigações. O vereador contou ainda que não descarta a possibilidade de uma tentativa de homicídio. “Hoje a gente está numa guerra política no município, mas também não posso acusar ninguém. Eu não descarto nenhuma hipótese. Agora vou evitar estar exposto e tomar alguns cuidados. Não vou retroagir na minha vida particular e política. Se alguém pensa que de alguma forma eu vou voltar atrás, está enganado, vou continuar a mesma pegada. Eu prometi ao juiz, durante a minha diplomação, que faria o certo e vou continuar”, concluiu.

Fonte Jornal Atual de Itaguaí

Prefeitura faz “guerrinha” com vereador para justificar remédios vencidos

Além disso, governo de Charlinho repete o mantra de culpar governo anterior e acaba confessando que admitiu indicação de vereador para o cargo de farmacêutico

 

ESTAMOS DE OLHO!

Na última sexta-feira (15/03), uma diligência foi deflagrada pelo vereador Gil Torres no Centro de Especialidades (Cemes), oportunidade em que estava acompanhado do presidente da Câmara Municipal de Itaguaí (CMI), Rubem Vieira; e do promotor público Jorge Abdelahy.

Na condição de presidente da Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Itaguaí, o vereador Gil Torres visitou o que deveria ser um depósito de suprimentos para a rede municipal de Saúde, mas na realidade o que ele encontrou, num local absolutamente inapropriado, foi um amontoado de medicamentos, leite em pó, antibióticos e analgésicos vencidos e armazenados em local impróprio, em meio até a materiais inflamáveis.

Segundo Gil Torres, a diligência com autorização judicial ocorreu após ele ter recebido em seu gabinete uma denúncia de que estava sendo feito o deslocamento de remédios da prefeitura para o Cemes. “Fui averiguar de perto e constatamos de fato ocorrido. A denúncia era acerca de irregularidades relacionadas ao depósito, manejo e transporte e descarte de medicamentos no município de Itaguaí. Encaminhei um ofício à presidência da Câmara Municipal de Itaguaí, que encaminhou a denúncia à Promotoria. O MP conseguiu uma ordem judicial com o juiz da Comarca e fomos de perto acompanhar o promotor. Chegamos ao local e encontramos farta quantidade de remédios e insumos vencidos”, explicou o vereador.

Gil Torres destacou sua indignação com as vidas que foram perdidas por falta de remédios e das crianças que precisam do leite em pó NAN. “Recebemos várias reclamações de falta de remédio e de pais que buscavam pelo leite na prefeitura e eram informados de que não tinha”, contou o vereador, lamentando o descaso com a população.

 

 

De acordo com presidente da CMI, Rubem Vieira, o promotor disse que vai separar o caso, encaminhando uma parte para a Promotoria da Saúde e a outra para parte criminal. Rubem Vieira disse que os representantes da prefeitura, que abriram o depósito para o promotor, alegaram que devido ao fechamento dos postos de saúde os medicamentos vencidos foram recolhidos. “Só que a maioria desses medicamentos venceu em fevereiro desse ano. E os postos estão fechados há mais de um ano”, indignou-se Rubem Vieira.

O vereador Gil Torres disse não entender o comportamento do prefeito. “A gente quer tentar entender porque se deixou vencer aquela farta quantidade de remédios e não se fez uma programação para comprar. É um descaso total! Tem muito dinheiro jogado fora. A gente está falando de saúde, com vida de pessoas. O mais interessante é que o prefeito Charlinho pagou uma nota de R$ 2,5 milhões para uma empresa de medicamentos. Eu quero tentar entender porque tirou esses remédios da prefeitura. No depósito tem álcool e outros materiais inflamáveis que podem até provocar uma tragédia, já que há pessoas sendo atendidas embaixo”, completou Gil Torres, dizendo que vai chamar a secretária de Saúde para esclarecer todas essas questões. “Se o prefeito não quer administrar, governar e fazer o melhor para o município, renuncie”, concluiu.

Com Jornal Atual

Resposta da Prefeitura Municipal de Itaguaí

Em uma nota em seu site e página no Facebook, a prefeitura de Itaguaí alegou que a maioria dos remédios encontrados foi adquirida na gestão anterior e já se encontrava com a validade vencida no início da gestão. Disse também que estava em processo de tramitação o procedimento para o descarte de acordo com a lei e, por isso, os insumos foram levados para o depósito até a conclusão do processo. Quanto à parte menor, que venceu recentemente, o governo alegou que será instaurado inquérito administrativo para apuração e que o funcionário responsável pela farmácia do município já foi exonerado. No entanto, o governo de Charlinho confessou que o farmacêutico que era o responsável, havia sido uma indicação do vereador Gil Torres, o mesmo que liderou a diligência citada. Para finalizar, a prefeitura disse que Gil agiu por vingança devido a tal demissão ter ocorrido. Cabe ressaltar que Gil também foi o denunciante sobre casos de assédio do prefeito Charlinho com mulheres que iam pedir emprego na prefeitura. O curioso é que mais de DOIS anos já se passaram desde que a gestão atual tomou posse e os remédios que eles alegam estar vencidos desde janeiro de 2017, continuam em depósitos do governo. Caso semelhante aos uniformes escolares que foram descobertos por três conselheiros do Fundeb, em maio de 2018 e que estavam guardados num galpão inapropriado para serem incinerados, enquanto os alunos da rede estavam sem recebimento de uniformes desde 2017.

“A prefeitura de Itaguaí esclarece que a maioria dos remédios encontrados foi adquirida na gestão anterior e já se encontrava com a validade vencida no início desta gestão.

Já estava em tramitação o procedimento para o descarte de acordo com a lei e, por isso, os insumos foram levados para o depósito até a conclusão do processo.

Quanto à parte menor, que venceu recentemente, será instaurado inquérito administrativo para apuração e o funcionário responsável pela farmácia do município já foi exonerado.

O farmacêutico exonerado, que era o responsável, havia sido indicado pelo vereador Gil Torres. Quando a prefeitura descobriu que ele não resolveu o problema, o demitiu. Agora, por vingança, foi ao parlamentar para denunciar o que ele próprio deixou acontecer.”

 

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Homem é preso por possível ligação com a milícia “Liga da Justiça”

Amigos afirmam que Rodrigo é inocente

A Polícia Civil com equipes da especializada da Polinter coordenadas pelo Titular da Unidade, o delegado Adriano Marcelo França, cumpriram na tarde de ontem(15/03), por volta das 16h, mandado de prisão preventiva, expedido pela VARA CRIMINAL DA COMARCA DE ITAGUAÍ, pelo crime de “Organização Criminosa” com aumento de pena devido ao acusado ser concursado como servidor das forças armadas, onde fora enquadrado em artigos da Lei 12.850/2013), que aumentaram a pena de Rodrigo Maximo Batista de Oliveira.

A Lei citada o enquadra por organização criminosa e por manter conexão com outras organizações criminosas independentes (Processo 0007537-77.2017.8.19.0024) e (Processo Nº 0052595-44.2018.8.19.0000 ).

https://www.jusbrasil.com.br/topicos/204703010/processo-n-0052595-4420188190000-do-tjrj?ref=amp

O acusado foi capturado sem oferecer resistência no município de Itaguaí.

Cabe salientar que Rodrigo é acusado de pertencer a um grupo paramilitar (milícia) no bairro de Chaperó, em Itaguaí, no Condomínio Vivendas dos Girassóis, o qual tem participação com a Liga da Justiça, cujo o líder é o foragido da justiça Wellington da Silva Braga, vulgo Ecko ou Didi e no processo citado acima, encontra-se denunciado com mais 34 (trinta e quatro) pessoas.

A pena é em regime fechado de 3 (três) a 8 (oito) anos, e multa, sem prejuízo das penas correspondentes às demais infrações penais praticadas, caso Rodrigo seja condenado.

Rodrigo possui anotação por: *Extorsão* (Artigo 158 do Código Penal)
*RO:* 905-00378/2019
*INF:* 3048/2019

Fonte: Policia Civil e Informações RJ

Amigos e parentes defendem o acusado em rede social

Nas redes sociais muitos amigos e parentes se manifestaram dizendo que Rodrigo é pai de família e que não tem nenhum envolvimento com milícias. A defesa do citado está tentando provar a inocência de seu cliente.

Charlinho assedia mulheres que lhe pedem emprego denuncia vereador

Durante sessão, vereador denuncia que recebeu depoimentos de mulheres que receberam propostas sexuais quando foram pedir trabalho na prefeitura

Jornal Atual

GRAVE ACUSAÇÃO

Não bastasse a ameaça de perder o mandato mediante a aceitação, pela Câmara Municipal de Itaguaí (CMI), de abertura de uma Comissão Processante, o prefeito Charlinho recebeu, durante a sessão de terça-feira, uma das mais graves denúncias contra a sua trajetória política, dessa vez para além das decisões relativas à administração pública propriamente dita.

Da tribuna da CMI, o vereador Gil Torres denunciou que recebeu informações de que o prefeito Charlinho teria assediado sexualmente mulheres que lhe procuravam para pedir emprego. Segundo o parlamentar, são várias as mulheres que podem testemunhar contra o prefeito numa prática que atualmente mobiliza o Brasil, e que ganhou enorme repercussão no Carnaval através da campanha contra a importunação sexual.

Gil Torres garantiu que dispõe de farto material para comprovar as acusações. Disse ainda que recebeu mensagens de texto e de áudio, enviadas às mulheres por Charlinho via whatsapp, em gravações que podem implicar seriamente o prefeito. Ele também afirmou que encorajou as vítimas a procurarem o Ministério Público para denunciar mais essa arbitrariedade do prefeito. “As pessoas acabam desistindo da tentativa de conseguir trabalho por não se submeterem ao assédio do prefeito. Elas têm receio, mas disse-lhes que devem procurar o Ministério Público”.

Revoltado com a situação, Gil Torres lembra que a acusação de assédio sexual é mais uma notícia que compromete indelevelmente a administração Charlinho. “Acho isso uma vergonha. Não vou falar que ele é o lúcifer, mas as pessoas estão morrendo no hospital; está parecendo que ele veio para destruir a cidade, que fica com uma imagem muito ruim”, indignou-se Gil Torres, acrescentando que pretende apresentar um requerimento de informações para saber quantos homens e mulheres figuram no quadro de comissionados e quais os critérios determinantes para a contratação desse pessoal.

Por fim, Gil Torres insistiu que as mulheres que eventualmente foram vítimas de assédio por parte do prefeito não devem se sentir constrangidas, que devem revelar o ocorrido para pessoas próximas, além de procurar o Ministério Público para denunciar. “E é bom que ele saiba que eu não tenho medo dele”, sustentou.

Presos suspeitos da morte de Marielle e Anderson Gomes

O sargento da PM reformado Ronnie Lessa é apontado como o responsável por efetuar os disparos, enquanto o ex-PM Elcio Vieira de Queiroz dirigia o carro usado na execução. Mas mandante ainda não foi revelado

Um PM e um ex-PM foram presos no início da manhã desta terça-feira acusados de participação nos assassinatos da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes. O sargento da PM reformado Ronnie Lessa é apontado como o responsável por efetuar os disparos que mataram a parlamentar e seu motorista, enquanto o militar da corporação expulso dirigia o Cobalt usado na perseguição e ataque à parlamentar. Segundo as investigações, ele era o motorista do Cobalt utilizado para a execução. Elcio foi policial militar,mas acabou expulso da corporação. As prisões ocorrem dois dias antes dos crimes completarem um ano.

Ronnie foi preso em casa, em um condomínio na Barra da Tijuca, onde o presidente Jair Bolsonaro morava antes de se tornar presidente e mudar para Brasília. O ex-PM Elcio Vieira de Queiroz é outro preso na operação desta terça, também em sua residência, no Engenho de Dentro, na Zona Norte. Nas redes sociais, uma foto mostra Queiroz ao lado do presidente. Bolsonaro ainda não se pronunciou sobre o caso.

A operação desta terça é realizada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ), e pela Polícia Civil. Para os promotores do Gaeco, a empreitada criminosa foi meticulosamente planejada durante os três meses que antecederam o atentado. Além das prisões, a operação executa 34 mandados de busca e apreensão nos endereços dos denunciados e outros locais para apreender documentos, telefones celulares, notebooks, computadores, armas, acessórios, munições e outros objetos.

Na casa de Ronnie foram feitas diversas apreensões, entre elas um carro de luxo, FX35 da Infinnity, modelo de 2011, que o valor pode chegar a R$ 200 mil. Os agentes que participam das buscas na casa do sargento reformado da PM fazem uma busca meticulosa na residência, vasculhando telhados caixa d’água e, inclusive, vão escavar o terreno em busca de provas.

Políciais cumpriram mandado de busca e apreensão na casa do Sargento reformado Ronnie Lessa. Num condomínio de luxo

Após as prisões, o PM e o ex-PM foram levados para Divisão de Homicídios, na Barra da Tijuca. Élcio entrou pela porta lateral para evitar os jornalistas e um advogado que representa um dos presos também está na na especializada, mas não quis falar com a imprensa.

Carro da vereadora com marcas de tiro e vidros estilhaçados foi levado para a DH, após perícia inicial Maíra Coelho / Agência O Dia

Junto com os pedidos de prisão e de busca e apreensão, o Ministério Público pediu a suspensão da remuneração e do porte de arma de fogo de Lessa. Também foi requerida a indenização por danos morais aos familiares das vítimas e a fixação de pensão em favor do filho menor de Anderson até completar 24 anos de idade.

Marielle foi assassinada no dia 14 de março

A Operação Lume foi batizada em referência a uma praça no Centro do Rio, conhecida como Buraco do Lume, onde Marielle desenvolvia um projeto chamado Lume Feminista. No local, ela também costumava se reunir com outros defensores dos Direitos Humanos e integrantes do Psol. Além de significar qualquer tipo de luz ou claridade, a palavra lume compõe a expressão ‘trazer a lume’, que significa trazer ao conhecimento público, vir à luz.

“É inconteste que Marielle Francisco da Silva foi sumariamente executada em razão da atuação política na defesa das causas que defendia”, diz a denúncia acrescentando que a barbárie praticada na noite de 14 de março de 2018 foi um golpe ao Estado Democrático de Direito.

PM reformado perdeu perna em atentado a bomba.

Em outubro de 2009, Ronnie Lessa perdeu uma das pernas após uma granada explodir dentro de seu carro, em Bento Ribeiro, na Zona Norte. Ele era lotado no 9º BPM, em Rocha Miranda, e o ataque aconteceu a poucos metros do batalhão. Ele também já atuou na Delegacia Antissequestro (DAS), cedido pela PM.
O atentado contra Lessa estaria associada a uma disputa interna pela segurança do contraventor Rogério de Andrade, que também sofreu um ataque a bomba seis meses antes. Diego de Andrade, filho de Rogério, morreu no atentado contra o pai, ocorrido na Barra da Tijuca.

O autor de ambos os ataques seria o ex-sargento do Exército Volber Roberto da Silva Filho. Ele acabou morto numa ação da Polícia Civil, no ano passado, durante uma troca de tiros num motel em Jacarepaguá.

O tiroteio, segundo o relato dos informantes, teria sido forjado para encobrir o assassinato de Volber.
Em abril do ano passado, ele também foi alvo de uma tentativa de assalto, conforme divulgado na época. Ronnie estava acompanhado de um militar do Corpo de Bombeiros e reagiu a uma abordagem na Praia do Pepê, na Barra. O PM reformado acabou atingido de raspão no pescoço e o bombeiro no braço.

Sargento reformado processou sites, mas Justiça arquivou processo por não achar autor

Em 2012, Ronnie entrou na Justiça contra portais de notícias por “uso indevido de imagem e danos morais”. Na época, informações sobre sua ligação com o contraventor Rogério de Andrade vieram a tona e ganharam repercussão na mídia.
A ação cita cinco veículos de informação, entre sites e programas de TV. Entretanto, a ação judicial acabou arquivada porque o sargento reformado, maior interessado no processo, não era encontrado.
“O feito encontrava-se paralisado há dois anos. Intimado para promover andamento ao feito em 48 horas, o mesmo não foi possível, pois não consta o endereço do autor nos autos. A parte autora deveria fornecer o seu endereço, assim como mantê-lo atualizado. Assim, tornou-se inviável a intimação do autor”, diz a ação.

Assessora sobrevivente de ataque fala pela primeira vez e diz que Marielle ‘incomodava’

No último domingo, a poucos dias das execuções de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes completarem um ano, a assessora da vereadora deu uma entrevista relembrando os assassinatos. Fernanda Chaves estava no carro que foi alvejado com mais de 10 tiros no Estácio, a região central do Rio.
“Lembro que fui depor na delegacia, imediatamente após o crime, abraçada… pedi pro meu advogado sentar atrás do meu carro e fui abraçada e praticamente abaixada. Tinha a sensação de que a qualquer momento ia vir uma rajada de metralhadora pela janela. Dentro da minha casa eu não passava pela janela”, a jornalista relembrou, em entrevista concedida ao Fantástico.

Fonte O Dia

Pressão internacional e homenagens durante o Carnaval deram novamente destaque ao crime bárbaro. Fora do País, toda a imprensa achava um absurdo em quase um ano, responsáveis não estavam presos. Contudo, quem mandou matar? Gente grande e poderosa pode estar por trás do assassinato.

Golpistas vendem panelas e são suspeitos de clonagem de cartão em Itaguaí

Várias pessoas já foram vítimas. Golpistas já agiram principalmente no bairro Ito e na Vila Margarida

Uma quadrilha está agindo em Itaguaí . Segundo várias vítimas que procuraram nosso blog, essas pessoas que são duas mulheres aparentemente do Sul pelo sotaque e ainda andam com uma criança, estão vendendo panelas pela cidade. Mas, quando as vítimas vão realizar o pagamento, é prometido pelas possíveis criminosas parcelamento em até 10 vezes no cartão. O curioso é que essas mulheres informam que o pagamento pode ser feito pelo cartão de débito ou crédito da vítima. Daí elas dizem que vão passar a primeira parcela no débito ou crédito e que as demais serão feitas em futuras prestações. É nessa hora que o golpe funciona. Quando passa o cartão da vítima na maquininha portátil, essas golpistas clonam o cartão do comprador.

Muitas pessoas já foram lesadas. Algumas delas tiveram suas contas bancárias limpas pelas golpistas. As perdas de alguns ultrapassaram dois mil reais. Os alvos principais delas são idosos.

As vítimas dessas golpistas já deram entrada na 50 DP em Itaguaí.