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Horário de verão começa à 0h de domingo

10 estados e DF devem adiantar relógio em 1 hora. Ajuste deve ser feito por moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e vale até 17 de fevereiro de 2019.
O horário de verão de 2018 começa na primeira hora deste domingo (4). À meia-noite, os moradores de 10 estados e do Distrito Federal devem adiantar o relógio em uma hora.
O ajuste vale para as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal) e irá vigorar até o terceiro domingo de fevereiro de 2019 (dia 17).

Neste ano, o horário de verão foi encurtado. Até o ano passado, o horário de verão se iniciava no terceiro domingo do mês de outubro. Em dezembro de 2017, o presidente Michel Temer assinou decreto que encurtou o período de duração do horário de verão, atendendo a pedido do Tribunal Superior Eleitoral, para que o início do horário de verão não ocorresse entre o primeiro e o segundo turno da eleição.

O Palácio do Planalto chegou a informar no início do mês que, a pedido do Ministério da Educação, a entrada em vigor do horário seria adiada para dia 18 de novembro, a fim de não prejudicar provas do Enem, mas acabou decidindo manter a data de 4 de novembro.

Relógios fora de hora

As mudanças na data de início do horário de verão chegaram a causar confusão. No dia 15 de outubro, usuários de telefone celular reclamaram da mudança automática do horário em seus aparelhos para o horário de verão. No Twitter, muitos consumidores reclamaram ter perdido uma hora de sono em pleno retorno de feriado e cobraram explicações da TIM. A maioria relatou ter um iPhone, mas também houve queixas de donos de aparelhos com sistema Android.

Na semana seguinte, mais clientes de operadoras de celular passaram pela mesma situação, em que os relógios de seus aparelhos foram adiantados de forma automática para o horário de verão. Em São Paulo, alguns relógios de rua também foram adiantados e mostravam horário de verão na manhã do domingo (21).

Fim do horário de verão

O fim do horário de verão chegou a ser analisado pelo governo.

Um estudo do Ministério de Minas Energia apontou queda na efetividade da iniciativa, já que o perfil do consumo de eletricidade não estava mais ligado diretamente ao horário, mas sim à temperatura. Os picos de consumo foram registrados nas horas mais quentes do dia.

O Horário Brasileiro de Verão foi instituído pelo então presidente Getúlio Vargas, pela primeira vez, entre 3 de outubro de 1931 até 31 de março de 1932. Sua adoção foi posteriormente revogada em 1933, tendo sido sucedida por períodos de alternância entre sua aplicação ou não, e também por alterações entre os Estados e as regiões que o adotaram ao longo do tempo.

De acordo com o decreto nº 6.558, de 08 de setembro de 2008, modificado pelo decreto nº 9.242, de 15 de dezembro de 2017, a hora de verão fica instituída no Brasil da seguinte forma:

“Fica instituída a hora de verão, a partir de zero do primeiro domingo do mês de novembro de cada ano, até zero hora do terceiro domingo do mês de fevereiro do ano subsequente, em parte do território nacional, adiantada em sessenta minutos em relação à hora legal. No ano em que houver coincidência entre o domingo previsto para o término da hora de verão e o domingo de carnaval, o encerramento da hora de verão dar-se-á no domingo seguinte. A hora de verão vigorará nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal”.

O horário de verão também é adotado em países como Canadá, Austrália, Groelândia, México, Nova Zelândia, Chile, Paraguai e Uruguai. Por outro lado, Rússia, China e Japão, por exemplo, não implementam esta medida.

O Ministério de Minas e Energia disponibiliza um perguntas e respostas sobre o horário de verão.

Fonte: G1

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Marinha encontra 9º corpo após naufrágios em Itaguaí

Duas vítimas foram encontradas neste domingo; três pessoas ainda estão desaparecidas. Dois barcos com 21 tripulantes afundaram na madrugada de sexta-feira na Baía de Sepetiba

G1 – Mais uma vítima dos naufrágios na Baía de Sepetiba, perto do Porto de Itaguaí, foi encontrada pela Marinha. Com os dois corpos achados neste domingo (10), chega a nove o número de mortos no acidente com duas embarcações, na madrugada de sexta-feira (8).

Três pessoas ainda estão desaparecidas, segundo a Marinha. Outras nove foram resgatadas com vida e estão fora de perigo.

As buscas foram realizada com o auxílio de um aparelho sonar (Side Scan). A nova vítima foi achada a cerca 300 metros de distância da embarcação naufragada Lucas Mar, achada no sábado, com auxílio de pescadores, a uma profundidade de 8 metros na área da Baía de Sepetiba. A outra embarcação naufragada, a Milemar, foi localizada ainda na sexta-feira.

“A Marinha se solidariza com os familiares das vítimas e continua envidando esforços nas buscas dos desaparecidos, atuando com cinco embarcações, uma aeronave, mergulhadores, equipamento de busca sonar e com o navio-patrulha Guaporé”, diz nota enviada pelos militares no fim da tarde de domingo.

As causas da ocorrência e as responsabilidades dos envolvidos serão apuradas em inquérito já instaurado pela Marinha do Brasil.

Fonte: G1

Naufrágio de dois barcos deixa mortos na Ilha da Madeira em Itaguaí

Segundo a Marinha e o Corpo de Bombeiros, cinco pessoas morreram. Quatro delas já foram identificadas

Duas embarcações com pelo menos 21 pescadores a bordo naufragaram na Baía de Sepetiba, altura de Itaguaí, na madrugada desta sexta-feira. Cinco pessoas foram resgatadas já sem vida e uma sexta morreu após o socorro, segundo informações da 50ª DP (Itaguaí). Outras três foram resgatadas com vida e encaminhadas inicialmente para o Hospital Municipal São Francisco Xavier, também em Itaguaí.

Um dos sobreviventes, Fabrício Rena, um dos primeiros a ser resgatados, está no local para reconhecer o quinto corpo encontrado, no início da tarde desta sexta-feira.

As informações do Corpo de Bombeiros, da Marinha e da Polícia Civil divergem. Para os Bombeiros, há seis pessoas ainda desaparecidas. Enquanto bombeiros e policiais dizem que havia 21 pessoas a bordo dos barcos pesqueiros Lucas Mar e Guto I, a Marinha fala em 22 pessoas nas embarcações.

Sobre o resgate, também ainda não há informações precisas. O Corpo de Bombeiros diz que 10 pessoas foram resgatadas com vida, à deriva na Baía de Sepetiba. Três foram encaminhadas para o hospital São Francisco Xavier. Outros foram encaminhados ao Hospital Municipal Pedro II e à UPA de Santa Cruz.

O porta-voz do Corpo de Bombeiros, coronel Glauco Lorite, disse em entrevista no local que provavelmente faltou colete aos pescadores. A corporação trabalha com seis desaparecidos.

Maria Bethânia Freitas Gomes é mulher de um dos desaparecidos, o pescador João Gomes da Silva, de 50 anos. Ela conta que o marido saiu para pescaria como sempre fez, mas quando ela levantou esta manhã estranhou que ele ainda não havia chegado. “Comecei a ficar preocupada, até que me avisaram em casa sobre o que tinha acontecido”. “Ele amava pescar”, lembrou, emocionada.

“Nunca pensei que passaria por isso na minha vida”, disse Maria Bethânia. Ela diz que o coração aperta a cada vez que o helicóptero dos Bombeiros aterrissa no Porto de Itaguaí. “Eu fico na expectativa, eu sei que ele ainda vai chegar aqui com vida. Não perdi a esperança”, desabafa.

A Marinha e os Bombeiros do Quartel de Sepetiba atuam desde 0h20, quando foram acionados, na Baía de Sepetiba no trabalho de procura e resgate. Apoiam os trabalhos o Quartel de Angra dos Reis e o Grupamento de Busca e Salvamento (GBS) da Barra da Tijuca. O naufrágio aconteceu na região da Laminha.

Os sobreviventes estão sendo levados para o Hospital Municipal Pedro II e para a UPA, unidades localizadas em Santa Cruz, na Zona Oeste.

Quatro embarcações da Delegacia da Capitania dos Portos em Itacuruçá (DelItacuruçá) e duas dos bombeiros atuam na região, assim como dois helicópteros — Marinha e Bombeiros — auxiliam nas buscas. No porto, muitas pessoas estão em busca de notícias, são amigos, parentes, pais e filhos dos desaparecidos.

Um amigo de Lucas, desaparecido e dono de uma das embarcações, acredita que o mau tempo provocou o naufrágio. “O mar, como dizem, ontem estava um tapete, paradinho. Mas do nada veio esse vento forte e afundou os barcos em 15 ou 20 segundos”, disse o guarda municipal Edson Alves, de 48 anos.

O pai de Lucas, Aldo Barbosa, disse que está desde às 19h30 desta quinta-feira no local. “Minha esposa mandou mensagem pra ele e o Lucas não respondeu, eu vim pra cá e estou aqui desde então.”

Ele diz que trabalhava como pescador há 40 anos e que Lucas o acompanhava desde pequeno. Aldo conta que estimulava o filho único a estudar, dizendo que a pesca não dava futuro. “O mar é assim, muda rápido. Minha esposa está debilitada, eu estou aqui sem dormir, em busca de alguma notícia”, desabafa. Lucas tem uma filha de seis meses.

Outra amiga de Lucas, Vanise Valéria espera angustiada no porto por novas informações. “Estamos aqui aflitos, a gente não sabe quem está dentro da ambulância, quem está no hospital. A gente espera encontrar os demais com vida” , diz emocionada.

As causas do naufrágio ainda são desconhecidas. Um inquérito instaurado pela Marinha do Brasil vai investigar o caso. Entretanto, pescadores que sobreviveram falam que ventou muito e isso provocou o afundamento das embarcações.

*Lista de vítimas do naufrágio em Itaguaí, RJ*

O que se sabe até agora

  • Eram 21 tripulantes
  • 5 morreram
  • 7 estão desaparecidos
  • 10 foram socorridos
  • Sobrevivente contou que tempestade fez embarcação naufragar
  • Duas embarcações afundaram: Lucas Mar e Milemar

Mortes confirmadas:

  • Eliezer de Lima Barreto
  • Nilson Moura
  • Wanderley Batista dos Santos
  • Júlio César Braz de Mesquita
  • Um quinto corpo retirado da água às 13h45 e ainda não tem identificação.

Segundo a Polícia Civil, cinco pessoas morreram, e sete estão desaparecidas.

*Desaparecidos identificados, segundo familiares:*

Pablo Lessa Santos
Neilton de Souza
Lucas Barbosa
João Gomes da Silva

Após chuva estrada cede 10 metros em Mangaratiba

Serra do piloto foi atingida pela forte chuva desta sexta à noite

 

As fortes chuvas que atingiram a Serra do Piloto no município de Mangaratiba, nesta última noite ocasionou o desabamento de um trecho da estrada São João Marcos que dá acesso a área. O rompimento criou uma cratera de quase 10 metros de profundidade. O corpo de bombeiros teve dificuldade para cortas árvores que caíram pelo caminho para ter acesso a uma ponte que também cedeu no local. A Prefeitura de Mangaratiba informou através de seu site que todas as medidas estão sendo realizadas para sanar os problemas. O prefeito do Município, Aarão de Moura Brito Neto, entrou em contato com o governador do Estado, Luiz Fernando Pezão, que prometeu tomar as medidas cabíveis o quanto antes.

O superintendente do Departamento de Estradas e Rodagens (DER) da região metropolitana, Aécio da Rocha, esclareceu que a empresa que realizou a obra em 2014 na estrada vai realizar uma nova drenagem no local. Logo no primeiro momento equipes da Defesa Civil e Corpo de Bombeiros estiveram no local. A Secretaria de Obras também foi acionada para dar o suporte necessário.

Ainda não foi informado se há vítimas.

ENTENDA A SITUAÇÃO

Em 2014 a Estrada São João Marcos (Estrada Imperial) passou por uma obra de restauração executada pelo Departamento de Estradas e Rodagens (DER). O mesmo trecho que cedeu nesta sexta-feira já havia desabado anteriormente. A obra foi acompanhada de perto pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

A  Estrada Imperial é a primeira estrada de rodagem do país, tendo sido criada para ligar o município de São João Marcos (o mais rico do país entre o final do século XVIII e meados do século XIX) ao mar e facilitar o escoamento da produção cafeeira do Vale do Paraíba Fluminense, e a entrada de mão-de-obra escrava para a lavoura.

Leia mais:

Fortes chuvas causam deslizamento de terra e interdição de estrada que dá acesso a Serra do Piloto em Mangaratiba

Águas vivas gigantes surpreendem banhistas e moradores em Mangaratiba

Espécie ainda não foi identificada

Banhistas e pescadores das praias de Muriqui, Mangaratiba e Praia do Saco, foram surpreendidos com o aparecimento de águas vivas de tamanho considerável. Este tipo ainda não havia sido avistada pela região. Apesar das águas mais frias que o normal para esta época do ano, o que poderia explicar tais aparecimentos, ainda não se sabe o real motivo desses seres tão “avantajados”.

Segundo especialistas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), os registros foram feitos em Mangaratiba e não em Angra dos Reis, como alguns relatos feitos nas redes sociais . Não se sabe a espécie do animal, que chama atenção pelo tamanho.

Pesquisadores da Uerj e da Universidade de São Paulo (USP) se comprometeram em ir até o local onde a água-viva foi encontrada para tentar identificar as causas do aparecimento naquela região.

Como cuidar da queimadura

A água-viva libera uma toxina que irrita muito a pele, podendo deixar marcas vermelhas. A orientação do Corpo de Bombeiros em caso de queimaduras é lavar o local com água do mar ou vinagre, sem esfregar. Não se deve utilizar água doce ou outros líquidos, como bebidas alcoólicas ou azeite, por exemplo.

De acordo com os bombeiros, as vítimas devem ficar em observação para verificar se surgirão outros sintomas, como tontura, vômito, desmaios, dificuldades respiratórias ou o fechamento de garganta. Se isso acontecer, pode ser sinal de alergia ou intolerância maior ao veneno. Neste caso, a pessoa deve procurar um médico.

Os Pesquisadores de Oceanografia orientam em não tentar pegar a Água-viva, apenas se afastar se por acaso avistar alguma delas, pois elas não são velozes e não atacam.

A água-viva só queima quando se tem contato com seus filamentos, isto é, se você pisar ou encostar-se a ela. Por isso, ao chegar numa praia que não conhece, consulte o salva-vidas ou gente da região para saber se elas são comuns no local, pois o contato pode ocasionar reações alérgicas.

As águas-vivas são grandes consumidoras de peixes. Chegam a comer até 04 peixes de porte pequeno por hora. Elas parecem uma geleia transparente, pois 95 % do organismo é composto por água. São arredondadas, movem-se lentamente e têm um mecanismo de defesa muito especial: queimam quem pisar ou tocar nelas. Possuem forma de medusa, lembrando um guarda-chuva aberto, com a bica situada na parte inferior, onde também ficam os tentáculos. Seu tamanho varia muito de uma espécie para outra. Algumas podem ter mais de dois metros de diâmetro.

As águas-vivas estão entre os mais antigos habitantes da Terra. Seus ancestrais surgiram há uns 700 milhões de anos! Até hoje, descobriram-se mais de nove mil espécies de medusas. O verão é a estação em que elas se reproduzem, por isso elas aparecem mais nas praias neste período.

A reprodução das águas-vivas é feita através da liberação de óvulos da fêmea no mar, que são fertilizados pelo macho. Algumas espécies adotam o embrião, como numa gravidez, até que o ovo se transforme em larva. Uma medusa leva até 2 anos para chegar à fase adulta.

Ventania faz estragos em Itacuruça

A Forte ventania arrancou árvores, virou barcos e destelhou quiosques

Mangaratiba, Itaguaí e Seropédica tem previsão de ventos fortes para o final da tarde.

Uma forte ventania deu um susto nos moradores e freqüentadores de Itacuruça, distrito de Mangaratiba. Os ventos começaram no fim da manhã desta segunda (02/10) entre 11 e meio dia.

Moradores disseram ter visto um redemoinho e nos enviaram imagens dos estragos via Whatsapp. Várias embarcações afundaram e foram viradas. Árvores foram arrancadas pela raiz com a força do vento. Algumas pessoas ficaram feridas. Ainda não há informações sobre o total de feridos e se houve algum óbito.

 

A previsão agora para tarde é de chuvas fortes com ventania para Mangaratiba e Itaguaí. Os moradores devem ficar em estado de atenção.

Prefeitura faz limpeza de canais e ruas após fortes chuvas

A Secretaria de ordem pública de Itaguaí, realizou na última quinta (22/06), limpezas no canal que corta a Avenida Deputado Otávio Cabral e atendendo as reivindicações de moradores exterminou mais um ponto de concentração de lixo de Itaguaí. O local ficava debaixo da passarela da Rio-Santos, no bairro Mangueira e foram recolhidos  aproximadamente 10 caminhões de resíduos.

A enorme quantidade de lixo pode causar entupimento de bueiros, que não darão vazão para tanta água.

As chuvas da última  terça – feira, transformaram várias ruas em rios. Casas tiveram a invasão das águas e muitos moradores tiveram enorme prejuízo.

Veja mais:

https://bocanotromboneitaguai.com/2017/06/21/itaguai-debaixo-dagua-mais-uma-vez/