Arquivo da categoria: Ciência

“O dano é irreparável”, diz diretor do Museu Nacional

Segundo ele, reserva técnica também foi atingida. Governos há tempos não investiram no local. Seguranças disseram que um clarão veio do primeiro andar no começo do incêndio que pôs fim a boa parte da história do País

O diretor de Preservação do Museu Nacional do Rio de Janeiro, João Carlos Nara, afirmou à Agência Brasil que o incêndio causa um “dano irreparável” ao acervo e às pesquisa nacionais. Ele acompanha de perto o trabalho dos bombeiros no local e disse que “pouco restará”, após o controle das chamas.

“Infelizmente a reserva técnica, que esperávamos que seria preservada, também foi atingida. Teremos de esperar o fim do trabalho dos bombeiros para verificar realmente a dimensão de tudo”, afirmou o arquiteto e historiador.

Assista no Globoplay:

http://globoplay.globo.com/v/6991208

De acordo com João Carlos Nara, a equipe de administração do Museu Nacional aguardava o fim do período eleitoral para iniciar as obras de preservação da infraestrutura do prédio.

“É tudo muito antigo. O sistema de água e o material, tudo tem muitos anos. Havia uma trinca nas laterais. Isso é ameaça constante”, disse o diretor.

Inconformado com o incêndio, João Carlos Nara lamentou que os investimentos sejam destinados a outras causas no país. “Gastam milhões em outros projetos”, reagiu.

Investimentos

Em junho, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assinou contrato de financiamento no valor de R$ 21,7 milhões para apoio à restauração e requalificação do Museu Nacional. Os recursos compõem a terceira fase do Plano de Investimento para a revitalização do Museu Nacional, num total de R$ 28,5 milhões.

O objetivo é aplicar os recursos na recuperação física do prédio histórico; a recuperação de acervos — de modo a garantir mais segurança às coleções e otimizar o trabalho dos pesquisadores —; a recuperação de espaços expositivos — estimulando maior atração de público e promoção de políticas educacionais vinculadas a seus acervos —; a revitalização do entorno do museu; e o fortalecimento da instituição gestora.

História

O Museu Nacional é a instituição científica mais antiga do Brasil. É um dos museus de ciência de referência no mundo. Foi fundado em 1818.

Inicialmente instalado no Campo de Santana, o Museu foi posteriormente transferido para o Palácio de São Cristóvão, monumento tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e situado na Quinta da Boa Vista, um dos mais importantes parques urbanos do Rio. Antes de abrigar o Museu Nacional, o Palácio de São Cristóvão foi residência das famílias real portuguesa e imperial brasileira.

Agência Brasil

Anúncios

Um filhote de porco com um humano? Desvendamos

Nesta quinta-feira (26), uma história bizarra ganhou força nos grupos de WhatsApp. O “causo” é o seguinte: uma porca teria dado a luz à um bebê porco mutante, com feições humanas e demoníacas.

Para reforçar a história, circularam fotos nos grupos “comprovando” o tal nascimento. Dá uma espiada:

O nascimento, claro, não passa de um boato, uma fake news. Parece meio óbvio que uma coisa assim não teria cabimento, mas como o pessoal começa a compartilhar em massa, muita gente leva pra frente jurando que é verdade.

As imagens do “porco-bebê” também ganharam a internet nesta quinta-feira e foram destaque em diversos sites internacionais conhecidos pela publicação de conteúdos duvidosos.

Basta pesquisar o termo “pig gives birth to human like baby” ou “porca dá à luz a um filhote humano” que aparecem dezenas de resultados com a fake news.

Em cada publicação, o local do acontecimento muda: desde Muranga, no Quênia, até Altamira, no Pará.

A origem das fotos

As imagens do filhote humano de porco são na verdade capturas de um vídeo publicado pela página All Social Power.

Na publicação, eles explicam que se trata de um boneco articulado feito de silicone criado pela artista plástica Laira Maganuco.

Então, é isso pessoal… não teve nenhum “porco-bebê” não. O que rolou foi mais uma corrente de boato que se espalhou por aí.

Sempre que aparecer algo absurdo assim, duvide!

Descoberta de composto por cientistas imobiliza célula do câncer e impede metástase

Estudo testou nova estratégia contra o espalhamento de tumores pelo organismo; em vez de matar a célula, pesquisadores primeiro impediram que elas se movimentassem.

G1

Uma nova pesquisa publicada na revista “Nature Communications” nesta sexta-feira (22) abre novos caminhos para impedir que o câncer se espalhe para outras áreas do organismo. Em estratégia inédita, cientistas “congelaram” a célula cancerígena para que ela não se movimentasse.

Trata-se de uma mudança de perspectiva na luta contra o câncer, dizem os cientistas. Isso porque, na maior parte das pesquisas em oncologia, os esforços se concentram mais em matar o tumor.

Os testes foram feitos com a molécula KBU2046, composto que inibiu o movimento de células do câncer em quatro diferentes tipos de células do câncer humanas: câncer de mama, próstata, colorretal e pulmão.

“O movimento é a chave. Se as células cancerígenas se espalharem por todo o seu corpo, elas vão tirar sua vida. Podemos tratar, mas esse movimento vai tirar sua vida”, diz em nota Raymond Bergan, professor de oncologia médica no Instituto OHSU Knight Cancer (EUA).

“Estamos estudando uma maneira completamente diferente de tratar o câncer”, conclui Bergan.

O cientista explica que ele e a sua equipe fizeram diversos estudos na química para pensar um composto que só inibiria o movimento de células do câncer — e não tivesse nenhum outro efeito em células saudáveis.

Substância bloqueia proteína associada ao movimento

Bergan cita ainda que o laboratório de Karl Scheidt, professor de química e farmacologia da Universidade de Northwestern, foi o responsável por pensar em novos compostos que pudessem impedir a motilidade de tumores. O desafio era encontrar substâncias com poucos efeitos colaterais.

“Começamos com uma substância química que impedia as células de se moverem. Depois, sintetizamos o composto várias vezes para que ele fizesse um trabalho perfeito de parar as células sem efeitos colaterais”, diz Karl Scheidt, em nota.

Scheidt explica que o KBU2046 se liga a proteínas das células de forma específica para somente impedir o movimento. Não há uma outra ação sobre as estruturas celulares, o que diminui os efeitos colaterais e a toxicidade. “Levamos anos para descobrir”, comemora, em nota.

Pesquisadores almejam que a droga possa ser administrada em cânceres iniciais para diminuir ao máximo que o tumor se espalhe para o resto do corpo e o paciente tenha um tumor intratável no futuro.

Cientistas estimam que serão necessários dois anos e US$ 5 milhões para que os primeiros testes sejam realizados em seres humanos.

Chuva de meteoros poderá ser vista a olho nu nesta madrugada

Pico do fenômeno ocorrerá por volta das 2h da manhã entre o sábado (21) e o domingo (22)próximo a constelação de Órion (três Marias).

O céu deste fim de semana será iluminado pela chuva de meteoros Oriônidas, cujo pico deverá ocorrer por volta das 2h da manhã entre o sábado (21) e o domingo (22).

O astrônomo Gabriel Hickel, da Universidade Federal de Itajubá (Unifei-MG), garante que o fenômeno poderá ser observado em todo território brasileiro.

De acordo com o G1, cerca de 20 a 35 meteoros por hora deverão passar pelas regiões Norte e Nordeste do país. O fenômeno será mais “brando” na região Sul, onde passarão, no máximo, de 12 a 23 meteoros por hora.

“Se você olhar para o céu durante toda a noite, vai conseguir ver a chuva. Tem o pico que ocorre, na medida em que o radiante dos meteoros vai subindo, mas dá para ver durante toda a noite”, afirma o autor do blog Observatório, Cássio Barbosa.

Embora cientistas digam que o fenômeno pode ser observado melhor ao direcionar o olhar para a Constelação Órion, Hickel diz que não há um ponto específico. No entanto, o especialista indica que a melhor forma de contemplar a chuva de meteoros é na praia, ou em um local com baixa luminosidade – de preferência, longe da poluição das grandes cidades.

Além disso, o astrônomo sugere que o observador fique deitado, ao menos durante 1 hora, para poder observar um número razoável de meteoros.

Nasa anuncia descoberta de dez novos planetas parecidos com a Terra

A Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (Nasa)  anunciou hoje (19), em entrevista na Califórnia, a descoberta de dez planetas semelhantes à Terra. Eles fazem parte de um catálogo de “exoplanetas”, como são chamados os planetas que orbitam em outros sistemas, fora da órbita do Sol.

O documento tem como base dados do telescópio espacial Kepler. A nova versão do catálogo traz 219 novos “potenciais” planetas, incluindo os dez com características semelhantes à Terra.

O catálogo, segundo a Nasa, mostra indícios da existência dos planetas, mas ainda é preciso mais dados para uma acurada classificação. Mesmo assim, no caso dos dez possíveis planetas similares à Terra, os cientistas apontam características interessantes, tais como o tamanho de suas superfícies, a maneira com que orbitam ao redor de suas estrelas e a presença de água e de uma parte rochosa líquida que poderia agrupar na superfície de um planeta rochoso.

Mais números e quatro anos de pesquisas

O documento reúne quatro anos de pesquisas baseadas nos dados recebidos pelo telescópio Kepler.  Esta é a oitava versão do catálogo e agora a Nasa aponta a possibilidade de existência de 4.034 candidatos a exoplanetas. Deste total, 2.335 já tiveram a confirmação de serem planetas reais.

Com os dez  novos exoplanetas adicionados ao catálogo, a Nasa amplia para 50 a quantidade de planetas que teriam condições semelhantes ao modelo terrestre e poderiam abrigar alguma espécie de vida.

Durante a entrevista, o cientista Mario Perez, que faz parte da Divisão de Astrofísica da Nasa, afirmou que os dados coletados pelo Kleper são únicos porque somente esse relatório tem planetas análogos ao sistema terrestre. “Essas informações podem ajudar e orientar futuras missões da Nasa para encontrar diretamente outra terra”, afirmou.

Fonte: Agência Brasil

Testes da vacina contra zika em camundongos foram bem-sucedidos

A vacina contra a zika que está sendo desenvolvida por cientistas do Instituto Evandro Chagas, em parceria com a Universidade do Texas em Galveston, nos Estados Unidos, mostrou resultados animadores em testes com camundongos, de acordo com um artigo científico publicado na última segunda-feira, 10, pelo grupo na revista Nature Medicine.

De acordo com o diretor do Instituto Evandro Chagas, o virologista Pedro Vasconcelos, que é um dos coordenadores do estudo, a vacina produzida com o vírus vivo atenuado, com apenas uma dose, foi capaz de induzir o organismo dos camundongos a produzir anticorpos neutralizantes, protegendo-os da infecção.

“É a primeira vez que se tem uma vacina com vírus vivo atenuado desenvolvida. Os experimentos com camundongos com mosquitos mostraram o que esperávamos: além de proteger os roedores contra uma infecção letal pelo vírus zika selvagem, ela não é capaz de infectar o Aedes aegypti – o que é muito importante para impedir que a doença seja transmitida por via vacinal”, disse Vasconcelos à reportagem.

Diversos outros grupos estão desenvolvendo vacinas, mas todas elas se baseiam na utilização do vírus inativado, ou de fragmentos de DNA do vírus. Segundo Vasconcelos, uma das vantagens de se utilizar o vírus vivo atenuado é que isso possibilita uma imunização eficaz com apenas uma dose.

“Tomamos a decisão de utilizar o vírus vivo porque, ao contrário das vacinas de DNA e de vírus inativado, ela induz a uma resposta imunológica muito forte, permitindo que uma única dose proteja contra o vírus para o resto da vida”, declarou o virologista. “Isso é importante porque, do ponto de vista da saúde pública, é muito complicado coordenar uma vacinação que necessite de várias doses de reforço.”

De acordo com Vasconcelos, neste momento os cientistas estão finalizando os experimentos com primatas, cujos resultados também serão publicados em um artigo científico. Depois da publicação, terão início os testes em humanos, que deverão durar alguns anos.

“Esperamos que no início de maio, no máximo, já tenhamos o artigo sobre os testes em primatas pronto para a publicação. Esses testes são a última fase antes de iniciar os ensaios clínicos em humanos, que esperamos iniciar já no segundo semestre deste ano”, explicou.

Camundongos

Para avaliar a segurança da vacina, os cientistas realizaram diversas baterias de testes. Na primeira, para descobrir se a vacina produzia a própria doença, eles utilizaram dois grupos de camundongos – um deles foi inoculado com a vacina e outro com o vírus selvagem.

Seis dias depois, os animais infectados com o vírus selvagem apresentaram alta carga viral em todos os órgãos testados. Os que foram inoculados com a vacina não apresentaram nenhuma carga viral nos músculos e no cérebro e uma baixa carga em outros órgãos.

Dez dias após a infecção, os camundongos infectados com o vírus selvagem mantiveram carga viral no rim, cérebro, olho e especialmente nos testículos. Já nos roedores inoculados com a vacina, não havia mais carga viral detectável em nenhum órgão.

A segunda bateria de testes serviu para avaliar se a vacina poderia causar danos ao tecido nervoso dos camundongos recém-nascidos.

Novamente, dois grupos de animais receberam a vacina e o vírus selvagem – mas, desta vez, a inoculação foi feita diretamente no cérebro. Todos os roedores que receberam a injeção com a vacina sobreviveram. Já entre os que receberam a injeção com o vírus selvagem, 25% morreram.

Segundo Vasconcelos, também foram usados camundongos geneticamente modificados para morrerem quando são infectados com o vírus selvagem. Os cientistas inocularam o vírus nesses animais, e todos morreram.

“Um grupo de camundongos vacinados, porém, recebeu 30 dias após a imunização a mesma dose do vírus selvagem que havia sido letal para os animais não vacinados. Nenhum deles morreu, porque já tinham anticorpos. Mostramos que a vacina é inócua e que os animais, além de não morrerem, produziram anticorpos e não tiveram sintomas”, explicou Vasconcelos.

Mosquitos

Na última série de testes, os cientistas fizeram dois experimentos para investigar se o vírus atenuado da vacina é capaz de infectar o mosquito Aedes aegypti, que é o principal transmissor da zika.

Um grupo de animais foi inoculado com o vírus selvagem, e outro com a vacina. Depois eles foram expostos separadamente aos mosquitos, para que eles se alimentassem do sangue. O experimento simulou, portanto, a via natural de infecção.

“Nenhum dos mosquitos que se alimentaram do sangue com a vacina desenvolveu infecção. Enquanto isso, mais da metade dos insetos que se alimentaram do sangue com o vírus selvagem ficaram infectados”, disse Vasconcelos.

No último experimento, os pesquisadores inocularam a vacina de vírus atenuado diretamente nos mosquitos. “Mesmo recebendo o vírus vacinal diretamente, nenhum dos mosquitos ficou infectado. Isso nos deu a certeza de que a vacina não infecta o Aedes aegypti com zika.”

 

CONHECE O CÂNCER DE PELE? SAIBA AS FORMAS DE IDENTIFICAÇÃO

Coluna Boca Saúde com Dr. Rocindes Berriel

O câncer de pele é o mais comum de todos os cânceres, e a sua elevada incidência deve-se, em parte, ao comportamento das pessoas em relação à exposição ao sol. O câncer de pele do tipo melanoma é o mais incidente do Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer.  Mais de 65 mil pessoas morrem todo ano devido ao câncer de pele, sendo o melanoma o principal causador de mortes, afirma a Organização Mundial de Saúde.

Existem dois tipos de câncer de pele: o melanoma e o não melanoma. No primeiro tipo nota-se características como uma lesão endurecida na pele, escura, podendo ser plana (como uma mancha) ou formar nódulos ou feridas. Podendo haver pintas ou sinais pré-existentes. Gustavo afirma que toda lesão pré-existente que sofrer alguma alteração deve ser prontamente avaliada pelo Dermatologista.
O melanoma tende a exibir uma assimetria de cores, com predominância de tonalidades escuras e/ou apresentam várias cores em uma mesma lesão (preto, marrom claro, marrom escuro, cinza-azulado, vermelho e branco) e assimetria de forma. As bordas revelam-se irregulares com final súbito da pigmentação. O crescimento desse tipo de câncer é acelerado o que leva a lesões de diâmetros maiores, em regra, de acordo com Soares, diâmetros maiores de 6 milímetros levam a uma suspeita maior de lesão maligna. Não podendo esquecer que existem melanomas de diâmetro menor, então, quanto mais precoce o diagnóstico melhor. Toda pinta que muda de cor, formato e relevo em curto período de tempo, em média 1 a 3 meses, deve ser examinada por um médico dermatologista.

image

O tipo de câncer não melanoma engloba vários tipos de câncer, os mais comuns são o carcinoma basocelular e o espinocelular. O último desenvolve-se na porção superficial da pele e pode metastizar, merecendo uma atenção maior.

image

Gustavo relata que o tipo de câncer não melanoma é mais comum entre os homens, e a sua incidência aumenta com a idade. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado em geral levam a cura do tumor.
Afirma ainda que o carcinoma basocelular é geralmente uma lesão avermelhada e brilhante, sendo o brilho perolado. Pode apresentar em sua superfície pequenos vasos de sangue conhecidos como teleangiectasias. É um tumor frágil, com frequência se ulcera e causa uma ferida que não cicatriza. Podendo haver formas pigmentadas com coloração escura. Há muitos tipos de carcinoma basocelular e cada um tem as suas próprias características. O carcinoma basocelular esclerodermiforme pode parecer-se com uma cicatriz, enquanto o carcinoma basocelular superficial pode lembrar outras doenças de pele como alergias e psoríase.

O carcinoma espinocelular mostra-se como um tumor pouco característico, seu diagnóstico é mais difícil quando comparado ao carcinoma basocelular e ao melanoma. Nesse tipo toda a pele e mucosa podem ser acometidas, sendo mais comum na boca. Na maioria das vezes a lesão é avermelhada, de crescimento rápido, associado a áreas ásperas e queratósicas (cascas amareladas, esbranquiçadas, duras e ásperas), pode ser também uma ferida que não cicatriza.

image

Reintero, portanto, a importância do uso de protetores solares apropriados a cada tipo de pele. O protetor solar deve ser usado em todas as partes do corpo que serão expostas ao sol, necessitando de uma reaplicação a cada 3 horas. A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda que todas as medidas de proteção sejam adotadas quando houver exposição ao sol: uso de chapéus, camisetas e os protetores solares.
ALONSO, Gustavo. Disponível em:

image

Dr. Rocindes Berriel Cirurgião Dentista formado pela UERJ, professor de Educação Física, professor auxiliar de Bioquímica na FABA, especialista no Programa de Saúde da Família (PSF) – UGF, Curso Superior em Empreendedorismo e Inovação – UFF, especialista em planejamento, implementação e gestão em educação à distância – UFF, mestrando em Ciências – PPGEA – UFRRJ, especialista em gênero e sexualidade – IMS/UERJ

A coluna Boca saúde sai todas às terças – feiras