Arquivo da categoria: Bem Estar

Fim do horário de verão será nessa madrugada

Atrase seu relógio em uma hora na madrugada de sábado para domingo

A partir da 00h deste domingo, 19 de fevereiro, termina o período do horário de verão no Brasil de 2017. Os relógios nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem ser atrasados em 1 hora a partir da 00h do domingo.

Nos estados do Norte e do Nordeste não há necessidade de fazer este ajuste dos relógios, pois estas Regiões não adotaram o horário de verão.

Prefeituras unem esforços no combate ao turismo desordenado da Costa Verde

Ônibus e embarcações passarão por fiscalização de controle de acesso à região, que sofre com poluição ambiental

O prefeito Carlo Busatto Júnior, Charlinho, se reuniu na última sexta-feira (13/01), em Mangaratiba, com os prefeitos da região da Costa Verde: Aarão de Moura Brito, de Mangaratiba; Fernando Jordão, de Angra dos Reis; e Carlos José Miranda, Casé, de Paraty. Os prefeitos se comprometeram a atuar de forma conjunta no controle e ordenamento do acesso à região feito por transporte rodoviário e marítimo.

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As autoridades municipais estão preocupadas com o chamado turismo predatório. Muitos veículos, principalmente ônibus e embarcações piratas, chegam à região sem passarem por qualquer fiscalização. Segundo os prefeitos, essa desorganização tem aumentado consideravelmente a poluição ambiental, além da violência nas cidades.

“Precisamos somar esforços. Não podemos permitir que o meio ambiente e os bens naturais da nossa região continuem sendo explorados dessa forma”, destacou Charlinho.

No documento, os prefeitos se comprometem a adotar uma legislação semelhante, com a padronização de taxas e normas de controle de acesso, preservação, segurança e mobilidade turística. Deverão ser realizadas fiscalizações na Rodovia Rio-Santos, Arco Metropolitano e demais vias de acesso à região, assim como deverá ser feito um controle das embarcações marítimas.

As autoridades decidiram também encaminhar ao governador Luiz Fernando Pezão a proposta de criação de um grupo de trabalho para a elaboração de um plano definitivo de segurança pública para a região.

Além dos prefeitos, assinaram o documento representantes da Secretaria de Estado de Turismo, TurisRio, Departamento Estadual de Transportes Rodoviários – Detro, Polícia Rodoviária Federal, Delegacia da Capitania dos Portos em Angra dos Reis, Polícia Militar do Estado do Rio, Instituto Estadual do Ambiente – Inea, Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio de Janeiro – ABIH, além de instituições privadas.

Fonte: Prefeitura de Itaguaí

Central de Medicamentos está com estoque quase zerado em Itaguaí

Quantidade é insuficiente para atender demanda até o fim de semana

 

A Central de Abastecimento Farmacêutico, localizada na sede da Prefeitura de Itaguaí, está com estoque muito abaixo da capacidade de atendimento. Dos 456 medicamentos comprados pela central, entre básicos, controlados, de urgência e emergência, somente 118 itens são encontrados, e mesmo assim, em pequenas quantidades. No geral, o estoque é insuficiente para atender à demanda até o fim de semana. 

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Alguns remédios e insumos de saúde estão completamente zerados, como por exemplo, antibióticos, antiinflamatórios, remédios para diabetes 2, morfina, luvas, seringas, gaze, fralda geriátrica, kit cirúrgico (roupa de médico) e cateter. Psicotrópicos, usados na sedação de pacientes internados no CTI, e anticonvulsivantes também estão em falta.

 

Em alguns casos, a quantidade disponível é irrisória. O hospital chega a gastar mais de 20 caixas de soro por semana, mas a central só conta hoje com uma caixa com 30 unidades. Os remédios destinados ao controle da hipertensão estão também com os dias contados. São suficientes para atender à demanda do Hospital Municipal São Francisco Xavier e postos de saúde por apenas duas semanas.

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A gestão do governo do ex prefeito Weslei Pereira (PSB), deixou Itaguaí como uma das cidades mais sucateadas e abandonadas do Estado. Hoje, os números não deixam dúvidas do quanto Itaguaí perdeu tendo no cargo um irresponsável.

286,2 mil meninos devem ser vacinados contra HPV no Estado do Rio

Em todo país, serão imunizados 3,6 milhões de meninos em 2017. A vacinação vai reduzir a propagação do vírus. Economia gerada pela gestão permitiu a inclusão desse público

 

Postos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) do Rio de Janeiro já podem vacinar meninos contra HPV. Em todo o estado, 275,5 mil meninos na faixa etária de 12 a 13 anos além de 10,6 mil jovens que vivem com HIV/aids estão aptos a receber a vacina. Até o ano passado, esta imunização era feita apenas em meninas. O Brasil é o primeiro país da América do Sul e o sétimo do mundo a oferecer a vacina contra o HPV para meninos em programas nacionais de imunizações. A faixa-etária será ampliada, gradativamente, até 2020, quando serão incluídos os meninos com 9 anos até 13 anos.

 

A expectativa é imunizar em todo país mais de 3,6 milhões de meninos em 2017, além de 99,5 mil crianças e jovens de 9 a 26 anos vivendo com HIV/aids, que também passarão a receber as doses. Para isso, o Ministério da Saúde adquiriu seis milhões de doses, ao custo de R$ 288,4 milhões. Não haverá custos extras para a pasta, já que no ano passado, com a redução de três para duas doses no esquema vacinal das meninas, o quantitativo previsto foi mantido, possibilitando a vacinação dos meninos. Assim, o Ministério continua com a mesma determinação, que é de fazer mais com os mesmos recursos financeiros.

 

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, destaca a importância da vacinação nos meninos. “A inclusão dos adolescentes faz parte de um conjunto de ações integradas que o Ministério da Saúde tem realizado com o objetivo de conseguir mais resultados com os recursos financeiros já disponíveis. É muito importante a inclusão dessa faixa-etária. Precisamos estimular esta faixa a participar das mobilizações para vacinação”, afirma o ministro Ricardo Barros.

 

Outra novidade é a inclusão das meninas que chegaram aos 14 anos sem tomar a vacina ou que não completaram as duas doses indicadas. A estimativa é de que 500 mil adolescentes estejam nessa situação. Até o ano passado, a faixa etária para o público feminino era de 9 a 13 anos. Desde a incorporação da vacina no Calendário Nacional, em 2014, já foram imunizadas 5,7 milhões de meninas com a segunda dose, completando o esquema vacinal. Este quantitativo corresponde a 46% do total de brasileiras nesta faixa etária.

 

“É muito importante que os pais tenham a consciência de que a vacinação começa na infância, mas deve continuada na adolescência. Pais e responsáveis devem ter, com os adolescentes, a mesma preocupação que têm com as crianças. A proteção vai ser muito maior se nós ampliarmos, cada vez mais, o calendário de vacinação da nossa população”, ressaltou a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, Carla Domingues.

 

HPV PARA MENINOS – O esquema vacinal para os meninos contra HPV é de duas doses, com seis meses de intervalo entre elas. Para os que vivem com HIV, a faixa etária é mais ampla (9 a 26 anos) e o esquema vacinal é de três doses (intervalo de 0, 2 e 6 meses). No caso dos portadores de HIV, é necessário apresentar prescrição médica.

 

Atualmente, a vacina HPV para meninos é utilizada como estratégia de saúde pública em seis países (Estados Unidos, Austrália, Áustria, Israel, Porto Rico e Panamá). Portanto, o Brasil assegura a sétima posição e a vanguarda na América Latina. A vacina é totalmente segura e aprovada pelo Conselho Consultivo Global sobre Segurança de Vacinas da Organização Mundial de Saúde (OMS).

 

A decisão de ampliar a vacinação para o sexo masculino está de acordo com as recomendações das Sociedades Brasileiras de Pediatria, Imunologia, Obstetrícia e Ginecologia, além de DST/AIDS e do mais importante órgão consultivo de imunização dos Estados Unidos (Advisory Committee on Imunization Practices). A estratégia tem como objetivo proteger contra os cânceres de pênis, garganta e ânus, doenças que estão diretamente relacionadas ao HPV. A definição da faixa-etária para a vacinação visa proteger as crianças antes do início da vida sexual e, portanto, antes do contato com o vírus.

 

A vacina disponibilizada para os meninos é a quadrivalente, que já é oferecida desde 2014 pelo SUS para as meninas. Confere proteção contra quatro subtipos do vírus HPV (6, 11, 16 e 18), com 98% de eficácia para quem segue corretamente o esquema vacinal. Vale ressaltar que os cânceres de garganta e de boca são o 6º tipo de câncer no mundo, com 400 mil casos ao ano e 230 mil mortes. Além disso, mais de 90% dos casos de câncer anal são atribuíveis à infecção pelo HPV.

Confira abaixo como será a oferta de vacinas para meninos por ano:

Ano População-alvo
2017 Meninos de 12 e 13 anos
2018 Meninos de 11 e 12 anos
2019 Meninos de 10 e 11 anos
2020 Meninos de 9 e 10 anos

HPV PARA MENINAS – Nas meninas, o principal foco da vacinação é proteger contra o câncer de colo do útero, vulva, vaginal e anal; lesões pré-cancerosas; verrugas genitais e infecções causadas pelo vírus. O HPV é transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto. Estimativas da OMS indicam que 290 milhões de mulheres no mundo são portadoras do vírus, sendo 32% infectadas pelos tipos 16 e 18.  Em relação ao câncer do colo do útero, estudos apontam que 265 mil mulheres morrem devido à doença em todo o mundo, anualmente. No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer estima 16 mil novos casos.

 

Para a produção da vacina contra o HPV, o Ministério da Saúde promoveu Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) com o Butantan. A transferência está sendo feita de forma gradual e tem reduzido o preço ano a ano. Até 2018, a produção da vacina HPV deverá ser 100% nacional.

Campanha de Multivacinação começa no próximo dia 19 e vai até o dia 30

Vai começar a Campanha de Multivacinação para Atualização do Esquema Vacinal. Entre os dias 19 e 30 de setembro, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) disponibilizará todas as vacinas do calendário básico da criança e do adolescente. Os principais objetivos, de acordo com o órgão, serão a atualização das vacinas para os integrantes do grupo alvo e a redução do risco de transmissão de doenças imunopreveníveis. Trata-se de completar os esquemas vacinais que eventualmente estejam em aberto.

Mais de 200 postos de vacinação nas unidades de Atenção Primária (clínicas da família e centros municipais de saúde) de toda a cidade estarão prontos para receber as crianças e adolescentes de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. É necessária a apresentação da caderneta de vacinação ou algum comprovante da situação vacinal. Os documentos serão avaliados pelas equipes de saúde e eventuais doses que não tenham sido feitas na época indicada serão aplicadas.

Para crianças com menos de 5 anos estarão disponíveises as vacinas BCG, Hepatite B, Pentavalente, Rotavírus, Pneumo 10, Meningo C, Tríplice Viral, Varicela, DTP infantil, Poliomielite e Hepatite A, entre outras. De acordo com a SMS, também haverá aplicação de doses de reforço da vacina contra influenza especificamente para crianças que receberam a primeira dose durante a campanha de maio e ainda precisam completar o esquema vacinal com a segunda dose.

Já para o grupo de adolescentes entre 9 e 14 anos, estarão disponíveis as vacinas: Hepatite B, Tríplice Viral, Dupla Adulto e HPV, esta específica para as meninas.

Devido a mudanças no esquema de vacinação contra a poliomielite, a recomendação do Ministério da Saúde será vacinar apenas as crianças com idades entre seis meses e 5 anos incompletos (4 anos, 11 meses e 29 dias) que ainda não tenham completado as vacinas do calendário básico.

A neurologista e neurofisiologista Juliana Paula Macci ressalta os cuidados que devem ser tomados antes da imunização contra a poliomielite:

— As crianças que apresentam febre maior que 38 graus, quadro infeccioso agudo ou que estão imunocomprometidas, devem procurar um médico antes de tomar a vacina — alerta a especialista da Universidade Federal Fluminense (UFF), explicando as consequências:

— Com a imunidade baixa o corpo pode não reagir de forma eficaz. Consequentemente, a vacina não terá o efeito esperado e pode até piorar o quadro.

Os pais ou responsáveis devem procurar a unidade de Atenção Primária para maiores orientações e avaliação clínica da criança. Para encontrar a unidade mais próxima, basta acessar no site da Secretaria Municipal de Saúde o link “Onde ser atendido” (http://www.rio.rj.gov.br/web/ sms/onde-ser-atendido), ou ligar para a Central de Atendimento da Prefeitura, no número 1746.

Contaminação pode resultar em paralisia

A transmissão da poliomielite é oral ou feita pela contaminação fecal de água e alimentos. Por isso, especialistas destacam a importância dos hábitos de higiene. Ainda assim, a vacinação é a forma atual mais eficaz para combater a doença.

— A prevenção é simples. Tem sempre que lavar os alimentos e as mãos, beber água filtrada, além de ter um tratamento de esgoto que funcione — enumera o infectologista Consuelo Silva de Oliveira.

A multiplicação inicial do vírus ocorre na garganta e no intestino. Em seguida se espalha pela corrente sanguínea e, então, infecta o sistema nervoso, onde a sua multiplicação pode ocasionar a destruição de células — neurônios motores —, o que resulta em paralisia flácida.

Fique por dentro de alguns desdobramentos da doença

SINTOMAS — A maioria das pessoas não manifesta sintomas, e quando os sinais da doença aparecem, eles geralmente são muito similares aos sintomas da gripe e de outras doenças virais leves ou moderadas.

DIAGNÓSTICO — Rigidez no pescoço, reflexos anormais, lentos ou inexistentes e dificuldade de deglutição e respiração.

COMPLICAÇÕES — Paralisia muscular temporária ou permanente, incapacidade e deformidades dos quadris, tornozelos e pés.

CONVIVENDO — Uso de analgésicos alivia dor, ventiladores auxiliam na respiração e exercícios evitam a perda de função.

REGISTRO — O último caso de poliomielite no Brasil foi em 1989.

 

Prefeitura de Itaguaí realiza sonho da garotinha Beatriz

Ela só queria alguns brinquedos na pracinha do bairro onde mora

O prefeito de Itaguaí Weslei Pereira, realizou o sonho da pequena  Beatriz Vasconcelos de 3 anos. Um mês atrás, Beatriz comoveu as redes sociais quando fez um pedido pelos brinquedos em um vídeo publicado por sua mãe no grupo BOCA NO TROMBONE no Facebook. Nele a pequena moradora foi à praça Monte Serrat com sua tia, próximo a sua casa para brincar. Ao chegar lá, ficou chateada com o prefeito de Itaguaí, pois a menina queria que houvessem brinquedos no local e não somente aparelhagem para adultos. “Você não colocou brinquedo lá? Estou muito chateada com você”, referindo-se ao prefeito Weslei no vídeo.

Nesta semana, a menina e suas amiguinhas do local, foram contempladas com a praça do jeitinho que imaginavam. Agora Beatriz e as demais crianças poderão se divertir. A praça agora é para crianças também.

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O blog Boca no Trombone agradece ao prefeito Weslei Pereira, pelo pronto atendimento após a publicação da matéria.

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Veja mais:

https://bocanotromboneitaguai.com/2016/07/07/em-video-garotinha-da-show-de-cidadania-cobra-do-prefeito-de-itaguai-e-encanta-internautas/

Anvisa proíbe venda de extrato de tomate por ‘excesso’ de pelo de roedor

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Quatro lotes de extrato de tomate das marcas Elefante, Predilecta, Amorita e Aro e um de molho de tomate tradicional da marca Pomarola tiveram a comercialização proibida, nesta quinta-feira, por conterem pelo de roedor em limite acima do tolerado pela legislação. A proibição da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) envolve a comercialização e distribuição dos produtos dos lotes reprovados. Os fabricantes deverão fazer o recolhimento dos estoques existentes no mercado.

As análises dos produtos foram realizadas pelo Laboratório de Saúde Pública de Santa Catarina (LA-CEN-SC) e baseadas na resolução RDC 14/2014, que define limites maiores de tolerância para matérias estranhas em alimentos e bebidas. Para produtos derivados de tomate, é tolerado 1 em 100g; canela em pó, 1 em 50g; chocolate e produtos achocolatados, 1 em 100g.

As decisões foram publicadas no Diário Oficial da União. A resolução nº 1.995 proíbe a distribuição e venda do extrato de tomate da marca Amorita, fabricado pela empresa Stella D’Oro, lote L 076 M2P, válido até 01/04/2017. A resolução nº 1.996 proíbe a distribuição e venda do extrato de tomate da marca Predilecta lote 213 23IE, válido até 03/2017, e também do extrato de tomate da marca Aro, lote 002 M2P, válido até 05/2017. A Predilecta Alimentos é responsável pela fabricação dos produtos. A resolução nº 1.997 proíbe a distribuição e venda do molho de tomate tradicional da marca Pomarola, lote 030903, válido até 31/08/2017, e também do extrato de tomate da marca Elefante, lote 032502, válido até 18/08/2017. A Cargill Agrícola é a fabricante dos produtos.

Atestado médico: veja as 10 dúvidas mais comuns sobre esse direito

Advogados especialistas esclarecem dúvidas mais comuns

O atestado médico, documento que justifica faltas e afastamento de funcionários por motivos de doença, é um direito que ainda desperta dúvidas nos seus beneficiados (trabalhadores) e até mesmo nos empregadores.

Diante das dúvidas, ainda comuns no meio empresarial, os especialistas em Direito do Trabalho, Wagner Luiz Verquietini e Alexandre Bonilha procuram esclarecer alguns pontos:

  1. As faltas ao trabalho por doença, devidamente atestadas, garantem o pagamento integral dos salários?

As ausências motivadas por problemas de saúde estão disciplinadas em alguns dispositivos legais. É o caso do art. 6º, letra “f”, da lei 605/49, cujo texto estabelece que, se o empregado faltar ao trabalho por motivo de doenças, devidamente atestado, não perderá o salário e o Descanso Semanal Remunerado (DSR’s).

  1. Qualquer atestado seja ele concedido por médico particular, do convênio médico ou da saúde pública (SUS) é válido para abonar horas ou faltas?

Existe uma ordem de preferência estabelecida para que as horas ou dias de afastamento do empregado sejam abonados, mas ela não é obrigatória. Em primeiro lugar preferem-se os atestados médicos de serviços próprios ou mantidos pela empresa; depois, os serviços médicos mantidos pelos Sindicatos seguidos pelos da rede pública de saúde; depois por médico particular do empregado; e por fim, o atestado do perito do INSS, quando o período de afastamento ultrapassar 15 dias de afastamento.

  1. No caso de consulta de rotina, por exemplo, ao ginecologista, a apresentação do atestado garante que as horas não sejam descontadas?

Nesses casos, como não demandam urgência e imprevisão, o empregado deveria optar por atendimento em horário compatível com o serviço. Entretanto, mesmo nessas hipóteses, como a letra “f” do art. 6º, Lei 605/49, não faz distinção, pensamos que o atestado médico válido não deve ser recusado.

  1. A empresa pode recusar atestados e descontar as horas ou dias de afastamento?

Se o empregado apresentar um atestado válido, a empresa somente poderá recusá-lo e não pagar os salários se comprovar através de junta médica que o trabalhador está apto ao trabalho. È o que estabelece o parecer nº 15/95, do Conselho Federal de Medicina (CFM). A recusa de um atestado só se justifica se ele for falso ou contrariado por junta médica.

  1. E quando a empresa recebe o atestado e desconta as horas ou dia trabalhado, o que fazer?

Esse tipo de situação é ilegal, porém corriqueira. Há empresas que, arbitrariamente, não reconhecem atestados de forma aleatória, sem nenhum tipo de embasamento legal, e simplesmente descontam o período atestado. Para se precaver, o empregado deve entregar o atestado sempre mediante recibo, ou seja, ficar com uma cópia. Em posse do protocolo pode pedir diretamente o pagamento por escrito, reclamar perante o Sindicato da Categoria ou Superintendência do Ministério do Trabalho. Em última análise, deve requerer o pagamento perante a Justiça do Trabalho.

  1. O que a empresa poderá fazer nos casos em que o empregado falte repetitivamente e apresente atestados?

Para o empregado que faltar em dias alternados ou descontínuos por mais de 15 dias, a empresa pode encaminhá-lo ao INSS, vez que a bilateralidade pressupõe o desempenho das funções para o recebimento dos salários.

  1. O empregador pode descontar do salário o valor do Descanso Semanal Remunerado (DSR) caso o empregado tenha apresentado atestado várias vezes?

O atestado válido só pode ser recusado se contrariado por junta médica. Portanto,  esse desconto não pode ser feito.

  1. O empregado pode se ausentar do trabalho para cuidar do filho doente ou levar parentes diretos, como pai e mãe ao médico? Neste caso, como atestar essas ausências para que não haja desconto no salário?

Não existe previsão legal para esses casos. No entanto, defendemos que é justificada essa ausência e deve o empregador facultá-la e garantir-lhe o pagamento integral dos salários. Assim dispõe o julgado TRT da 9º Região, de novembro de 2012.

  1. Atestado de frequência ao dentista é válido para que não haja descontos?

Quando a visita ao dentista for de emergência não gera nenhuma dúvida, pois tem a mesma validade que o atestado médico. O problema surge quando é tratamento de rotina, e que em tese poderia ser feito fora do horário de trabalho. Penso que mesmo nessas hipóteses a empresa não deve recusar o atestado, se comprovadamente o empregado se ausentou para o tratamento de saúde bucal.

  1. Se o empregado apresenta um atestado médico falso ou rasurado, o que pode lhe ocorrer?

Caso a empresa suspeite de fraudes, poderá solicitar esclarecimentos aos responsáveis, os quais deverão prestá-las, vez que a prática de atestado falso é crime previsto nos arts. 297 e 302 do Código Penal. Caso a fraude seja constatada, pode implicar em demissão por justa causa do empregado, prevista no artigo 482, da CLT, pois foi quebrada a fidúcia, boa-fé e a lealdade.

Ainda sobre atestados falsos, Wagner Luiz Verquietini informa que é fácil confeccionar um atestado fraudulento. “Essa prática é endêmica e os operadores do Direito não podem ficar alheios e devem impedi-la”, alerta.

O também advogado trabalhista Alexandre Bonilha observa que os atestados médicos devem cumprir um mínimo de requisitos: médico inscrito no CRM; constar data, hora, assinatura e carimbo em papel timbrado; inserção da CID-10; e tempo necessário de afastamento.

Ele lembra ainda que, como forma de combater atestados fraudulentos, a Associação Paulista de Medicina (APM) realizou uma experiência interessante que poderia ser convertida em lei. “A entidade criou o `e-atestado´, ou seja, uma ferramenta, nos moldes da utilizada pela Receita Federal, cujo uso significaria o fim da indústria dos atestados falsos e rasurados”, finaliza Alexandre Bonilha.

​CANDIDOSE ORAL! SABE O QUE É?

Coluna Boca Saúde com Dr Rocindes Berriel
A cavidade oral é habitada por muitos fungos, mas esses são mantidos em equilíbrio, e podem causar doenças quando o indivíduo está com o sistema imunológico comprometido. Das infecções fúngicas que podem afetar a boca a candidose é a mais comum. 

Candidose é um termo genérico que inclui um grupo de doenças das mucosas e pele. A candidíase oral é uma infecção da orofaringe provocada pelo fungo Candida albicans, essa é a espécie que habitualmente causa infecção no ser humano. 

Esse fungo é encontrado, normalmente, em pequena quantidade em nosso organismo, sem causar nenhum tipo de sintoma. Porém, quando o organismo fica em desequilíbrio devido a diversos fatores como terapias com imunossupressores, doenças crônicas, podem promover o “crescimento” na quantidade desse fungo, especialmente em áreas quentes e úmidas.

Entre os fatores de riscos para a doença estão o uso de antibióticos, diabetes não controlada e sistema imunológico prejudicado.

Os sintomas da candidíase orofaríngea podem ser agudos e crônicos. A candidíse pseudomembranosa é conhecida como sapinho, é a forma mais comum, caracterizada pela presença de placas ou nódulos branco-amarelados, de consistência mole à gelatinosa, na mucosa bucal, no palato, na orofaringe ou na língua, que são facilmente removidas, revelando uma mucosa avermelhada e não ulcerada sob as placas. Na maioria dos casos, essa forma da doença apresenta lesões assintomáticas, a não ser nos casos mais graves onde os pacientes queixam-se de sensibilidade, ardência e dificuldade de deglutir (engolir).

Já na candidíase eritematosa pode ocorrer independente ou simultaneamente à forma pseudomembranosa. Caracteriza-se por uma lesão sintomática, cuja sensibilidade é intensa devido às numerosas feridas dispersas pela mucosa e à inflamação presente, com localização preferencial ao longo do dorso da língua. Na maior parte dos casos as lesões evoluem de maneira assintomática, podendo somente causar ardência mediante a ingestão de alimentos ácidos ou quentes.

A candidíase crônica é conhecida como “estomatite por dentadura” ocorre frequentemente em pessoas que usam próteses superiores completas . Entre os sintomas estão:  superfície vermelha viva, de aveludada a pedregosa, de forma circunscrita ou difusa e ulcerada ou não. O palato encontra-se hiperemiado (congestão de sangue em qualquer parte do corpo) e doloroso. Os sintomas clínicos são: dor, irritação e distúrbios da salivação, entretanto, muitos pacientes são assintomáticos.

Entre os sintomas comuns nos tipos de candidíase encontram-se as manchas brancas dentro da boca e na língua, vermelhidão ou desconforto na região da boca, dor de garganta e dificuldade em engolir e rachaduras em cantos da boca onde seus lábios se encontram. As lesões da candidíase oral podem surgir pequenas e assintomáticas, passando despercebidas por algum tempo. A tendência, porém, é que elas evoluam, tornando-se facilmente visíveis e com sintomas, como dor e diminuição do paladar. Uma sensação de algodão na boca também é sintoma de sapinho bastante frequente.

Uma das dúvidas mais frequentes é quanto ao meio de transmissão da doença, beijar alguém que tenha a candidíase oral pode transmitir a patologia?

Bom, beijar alguém que tem candidíase oral, aumenta a quantidade de fungos de candida albicans no corpo. E como tratamos acima o nível do fungo pode aumentar muito e o corpo se tornar incapaz de gerenciá-los, em consequência disso se desenvolvem os sintomas de candidíase oral. Então, tecnicamente a candida oral não é contagiosa. Simplesmente beijar uma pessoa infectada não causa candidíase.

É apenas o aumento dos fungos na boca que pode fazer a diferença entre contrair a doença ou não.

O diagnóstico dessa afecçao é feito pelos sinais clínicos e exame de citologia exfoliativa.

O tratamento é orientado por um Odontologista ou um Clínico Geral, e é baseado na prescrição de antifúngico. Na maioria dos casos, a candidose oral é resolvida com tratamento antifúngico. Se a infecção recorrer após o tratamento, pode ser necessária uma investigação meticulosa dos fatores que possam predispor a candidose, como a imunossupressão.
Co-autora: Enfermeira Julliane Sobral

Dr. Rocindes Berriel Cirurgião Dentista formado pela UERJ,  professor de Educação Física, professor auxiliar de Bioquímica na FABA,  especialista no Programa de Saúde da Família (PSF) – UGF, Curso Superior em Empreendedorismo e Inovação – UFF, especialista em planejamento, implementação e gestão em educação à distância – UFF, mestrando em Ciências – PPGEA – UFRRJ, especialista em gênero e sexualidade – IMS/UERJ
A coluna Boca Saúde sai todas às terças

Parceria garante a instalação de bomba hidráulica em Itaguaí

Moradores dos bairros 26 de dezembro e Mangueira já possuem água em casa

 

Uma parceria entre a Secretaria Municipal de Obras de Itaguaí, a CEDAE (Companhia Estadual de Águas e Esgotos) e o Governo do Estado proporcionou a instalação de uma nova bomba d’água com potência de 8 HP em Itaguaí, beneficiando 2 mil moradores dos bairros 26 de Dezembro e Mangueira. Os locais mais altos das localidades nunca receberam abastecimento de água ideal, mas agora, este panorama começou a mudar com a inauguração na última sexta-feira (22/7), às 15h. Segundo o secretário de Obras e Urbanismo de Itaguaí, Edson Shoit Hara, a instalação da bomba d’água vai melhorar o acesso ao recurso para os moradores da parte baixo do bairro, além de iniciar o fornecimento de água para os que moram em locais mais altos. – É muito difícil viver sem água em casa. Tudo precisa ser traçado e coordenado planejadamente. Agora, esta parceria criou condições para que os moradores daquela localidade possam ter uma vida melhor – disse o secretário de Obras e Urbanismo, Edson Shoit Hara.Já para o presidente da CEDAE, Jorge Briard, ressaltou que os moradores já perceberam o resultado da instalação. – Esta obra custou R$ 500 mil para garantir a qualidade de vida aos moradores destes bairros de Itaguaí. A companhia possui uma preocupação com os moradores dos centros e dos bairros mais afastados, tanto que, estamos planejamento a instalação futura de uma rede de esgotamento sanitário em Itaguaí – disse o Presidente da CEDAE, Jorge Briard. O secretário de Governo, Felipe Aranha, ressaltou a importância da obra para os bairros do município e ainda disse que o município renovou a parceria com a CEDAE por 30 anos. A companhia ainda distribuiu mudas de Ipê e Pitanga para os moradores.

Fonte: Prefeitura de Itaguaí