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Página dedicada a população da cidade de Itaguaí -RJ

Reforma administrativa dará maior poder aos políticos e vícios que afetarão os serviços públicos

Governantes com maior poder sobre os servidores fará serviços serem ainda mais precários e a corrupção não ser revelada

Em 21 de novembro de 2020
Opinião – Júlio Andrade – Júlio do Boca no Trombone

Brasília – Quem conhece a história do Brasil sabe que todas as conquistas populares foram movidas a reivindicações. O voto, que hoje é um direito de todo cidadão foi conquistado após várias manifestações públicas. Outro ponto foi a luta por igualdade entre os sexos e raças, que apesar de ainda termos inúmeros problemas, já conseguimos avanços e leis à respeito.

Agora imagina se toda a população dependesse do governo de forma direta para manter seu emprego e comprar seu alimento. Será que teríamos essas conquistas? Óbvio que não. Assim é a reforma administrativa imposta pelo governo Bolsonaro e que tramita no Congresso.

Hoje em dia, o servidor público tem autonomia para discordar do governo, seja ele Federal, Estadual e Municipal. Pois, a estabilidade dá ao servidor voz para que ele não concorde com as imposições dos governos que visam na maioria das vezes interesses políticos. Agora com a reforma, o governo quer ter poder para controlar os servidores e os serviços públicos. Assim, quem não concordar pode ficar sem seu emprego. Essa que é a grande realidade.

Caso aprovada, e lembrando que a alta classe de servidores não entram nessa reforma, por que será… os governos nomearão chefes que farão apenas as vontades de seus chefes, e claro, sem visar a qualidade dos serviços públicos à população. Afinal, o interesse será a todo tempo saciar os desejos dos políticos (governos), e consequentemente piorar os serviços prestados para toda a sociedade.

Parece óbvio, mas para muitos ainda não é. Quando se dá um poder e um controle total aos governos (políticos), serão formados cabides de empregos que visem uma eleição, piora nos serviços públicos, pois não haverá ninguém que atue dentro desses serviços para reivindicar, por medo de perda da empregabilidade, e claro, um atraso em toda operação direta e indireta destes serviços.

Se magistrados (juizes), parlamentares (políticos), militares e membros do Ministério Público, que integram hoje a elite do funcionalismo, os mais altos salários e consequentemente os que mais fazem “sangrar ” os cofres públicos não entrarão nessa reforma, vc ainda acha que é bom para o País? Seria o mesmo que dizer que uma injeção para curar uma doença será aplicada apenas nos doentes mais pobres e os médicos e especialistas que a criaram não tomariam, por mais que tivessem doentes. Ou seja, eles criam, mas não usam mesmo que estejam doentes. Será mesmo então que essa injeção cura, ou apenas é um artifício enganoso?

A reforma administrativa é a mesma coisa. Quem criou foram os políticos (governo), e porque nela eles não se enquadram? Sendo que eles são os que mais consomem verbas públicas.

Aliás, qual reforma deu certo até agora? Reforma Trabalhista gerou mais empregos? Reforma da Previdência ajudou a previdência e os aposentados? Não né.

Também parece meio óbvio,e está claro, a intenção é que os ricos fiquem mais ricos, tendo o controle de tudo e os pobres cada vez mais pobres e ainda sem direito de reclamar. Uma ditadura nem um pouco disfarçada.

Quando decidiram prejudicar apenas servidores de menor escalão e não os mais ricos, o argumento do governo Bolsonaro era de que o presidente da República não pode definir normas específicas para membros dos Poderes Legislativo e Judiciário. Especialistas consultados pelo Portal UOL, porém, refutam essa justificativa e afirmam que não existe impedimento legal para a inclusão de membros desses Poderes na reforma. A decisão do governo de não incluí-los, segundo os analistas, é política.

Apesar de os membros dos outros Poderes não serem afetados pela reforma, os servidores do Legislativo e do Judiciário serão.

Governo não quis comprar briga, diz professor

O pesquisador Bruno Carazza, jurista, economista e professor do Ibmec afirma que a questão é sujeita a um debate jurídico, mas não concorda com o argumento do governo.

“A Constituição estabelece que cabe a cada um deles [Poderes] dispõe sobre sua organização própria —a criação, extinção e remuneração de cargos. Mas a reforma administrativa não está tratando especificamente da estrutura de cada um desses Poderes. Ela está tratando de um regime dos servidores de uma forma geral”, afirma.

Nada impediria que a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) também abarcasse carreiras do Executivo, do Legislativo e do Judiciário. É só lembrar que a PEC do Pacto Federativo, que o governo mandou no final do ano passado, trata dessas questões de redução de despesas com pessoal nos outros Poderes.

Bruno Carazza, professor do Ibmec
Para Carazza, “claramente o governo não quis comprar briga com os outros poderes”, para diminuir os obstáculos e aprovar mais rapidamente a reforma.

Não há impedimento para incluir militares na reforma’

No caso dos militares, não há argumento legal para que fiquem de fora, afirmou o professor. “Não tem nenhum impedimento. A própria PEC traz dispositivos relativos aos militares, quando fala de acúmulo de cargos. Então ela poderia, sim, avançar em muitos pontos relativos a direitos de militares —e aparentemente isso não foi feito.”

Marcelo Issa, cientista político, advogado e diretor executivo da organização Transparência Partidária, também diz que foi política a decisão de não mexer nas regras para elite do funcionalismo.
Para ele, se o projeto tivesse sido enviado no início do mandato do presidente Jair Bolsonaro, quando sua popularidade estava no auge, o governo poderia ter incluído essas categorias.

Mas agora, quando o governo é mais dependente das coalizões para formar sua base de apoio dentro do Congresso, optou por evitar atritos e deixar certas carreiras de fora.

Ao que parece, o governo de fato está fazendo uma gestão da coalizão cada vez mais calcada nesses interesses, digamos assim, mais corporativistas do ponto de vista dos agrupamento políticos que o apoiam no Congresso.
Marcelo Issa, diretor-executivo da Transparência Partidária

Fim da estabilidade

Entre as mudanças propostas na reforma administrativa está o fim da estabilidade para novos servidores, exceto para alguns cargos, considerados de Estado. Mas a PEC não diz que cargos são esses, a definição ficou para uma lei posterior.

Entidades e associações que representam servidores criticam o fim da estabilidade argumentando, entre outros motivos, que isso irá fragilizar a posição de servidores, deixando-os mais expostos a pressões externas e dificultando que façam fiscalizações e denúncias, por exemplo, em casos de corrupção.

Pela proposta do governo, cargos típicos de Estado terão direito à estabilidade após três anos no serviço público. Segundo o governo, serão servidores que trabalham em atividade fim, ou seja, diretamente ligada à finalidade daquela área, e indispensáveis para a existência ou representação do Estado, além de exclusivamente pública. Por exemplo, diplomatas e auditores da Receita.

Carazza afirma que a flexibilização da estabilidade pode, sim, fragilizar a autonomia e a independência de carreiras no serviço público, dependendo de como for feita.

O que o governo enfrenta é uma troca. Se você conceder estabilidade para todo mundo, engessa a estrutura administrativa. Mas, por outro lado, ao flexibilizar a estabilidade, você corre risco de fragilizar, principalmente, a autonomia e a independência de [servidores], que estarão sujeitos a pressões superiores e também do setor privado.Bruno Carazza, professor do Ibmec.

Para ele, esse risco vai depender de quais carreiras serão consideradas, ou não, típicas de Estado e, portanto, que manter a estabilidade.

“Vai ser bem complicado se alguns cargos ficarem de fora [da estabilidade], dependendo da natureza deles. Imagine, por exemplo, um fiscal do Ibama. Se ele não for considerado uma carreira típica de Estado, vai haver um grande risco. Essas atividades de fiscalização, diplomacia, isso tudo vai precisar ser regulamentado”, afirma Carazza.

Pode ser “catástrofe”, diz professor

O economista Mario Theodoro, membro da Abed (Associação Brasileira de Economistas pela Democracia), vê “com muita preocupação” a proposta de reforma administrativa do governo, inclusive o fim da estabilidade para grande parte das carreiras.

O chefe dessa pessoa [sem estabilidade] vai ser funcionário público também? Se não for, é uma catástrofe. E geralmente não é, porque os cargos de chefia até o segundo, terceiro escalão no Brasil têm sido assumidos por políticos ou pessoas indicadas pelos políticos, ou seja, não são funcionários públicos”, afirma.

Ele defende que uma reforma administrativa não deve retirar direitos, mas valorizar o funcionalismo.

Você teria que ter um Estado mais funcional ao país como um todo, e não a alguns segmentos. Um Estado que funcionasse para todos. Para isso, você vai precisar de funcionários públicos, de funcionários públicos bem pagos. Olha os professores. Como você pode ter uma educação minimamente de qualidade com professores mal pagos?

Mario Theodoro, membro da Associação Brasileira de Economistas pela Democracia

Estabilidade mesmo em carreiras menos expostas

Issa também acredita ser necessário preservar a estabilidade de algumas carreiras, consideradas mais sensíveis e que precisam ter preservada sua autonomia, como uma garantia para a sociedade.

“É o caso, justamente, das carreiras que trabalham com questões específicas, por exemplo, do combate à corrupção, ou que são mais expostas a eventuais achaques, a eventuais propostas de favorecimento pessoal”, afirma.

Ele considera ser possível até mesmo estender a estabilidade para outras carreiras, desde que respeitando algum tipo de gradação.

“Ter uma preservação maior [da estabilidade] daquelas funções que são mais sensíveis e uma conquista gradual da estabilidade nas demais funções, que são menos sensíveis. Não eliminar completamente”, afirma.

Tornar o funcionário público, digamos, um joguete na mão do chefe do Executivo também não me parece uma solução adequada. Acho que algumas garantias são necessárias, mesmo para as funções menos sensíveis.
Marcelo Issa, diretor-executivo da Transparência Partidária.

Por outro lado, ele elogia a reforma por caminhar na direção correta no combate à corrupção, ao restringir o número de cargos comissionados, por indicação política. “É prejudicial para a gestão da própria máquina pública e da relação entre Executivo e Legislativo essa dinâmica de composição, inclusive de coalizões, com base em trocas de cargos.”

Campanhas ricas conquistaram eleitores de Itaguaí em 2020

Para a Câmara dos Vereadores, as campanhas com mais recursos levaram a melhor e os quatro primeiros colocados à prefeito foram os que mais gastaram em campanha

20 de novembro de 2020

Itaguaí – As eleições municipais de Itaguaí em 2020, mostraram que candidatos e partidos com poucos recursos não tiveram a mínima chance nas urnas. Para prefeito, além do reeleito Rubem Vieira do Podemos, o segundo, terceiro e quarto colocados, respectivamente, Donizete Jesus, Agenor Teixeira e Alexandre Valle, foram os que mais tiveram recursos e que mais investiram financeiramente em suas campanhas.

Para vereador não foi diferente, os eleitos e os suplentes mais votados, mantiveram esse enredo. Quem mais investiu agradou a população de Itaguaí. Já os menos favorecidos, normalmente os candidatos e legendas com menor recurso financeiro, não obtiveram votos suficientes. Muitos, foram aquém das próprias expectativas.

Aliás, os candidatos a vereador que foram eleitos, mal fizeram campanha nas ruas, quase nem foram vistos e mesmo assim tiveram êxito. Graças aos fortes investimentos em pessoal e outros, eles conquistaram os votos.

Esse cenário mostrou que ser popular, defender a cidade durante um ano inteiro ou ir às ruas falar com a população, não fez muita diferença, principalmente na eleição para vereador. O que precisa mesmo é ter grana para investir na campanha e isso os números nas urnas deixaram claro. A população de Itaguaí parece ainda se impressionar com os argumentos que uma candidatura rica proporciona.

Resultados eleições 2020 Itaguaí

Prefeito

Vereador

Câmara aprova Projeto de Lei que altera o índice de cálculo do IPTU

Com a alteração, os índices de reajuste dos tributos municipais, entre eles o IPTU, tendem a ser parecidos com o reajuste feito para o ano de 2.020

Em 19 de novembro de 2020
Júlio Andrade/Júlio do Boca no Trombone

Itaguaí – O plenário da Câmara Municipal de Itaguaí aprovou em Sessão Ordinária realizada na noite de hoje (19/11) uma alteração no índice de cálculo do reajuste dos tributos municipais, entre eles o IPTU. A matéria, de autoria do Poder Executivo, foi votada com pedido de dispensa de interstício.
Segundo explicaram os vereadores Carlos Kifer (PP) e Sandro da Hermínio (PP) a mudança do índice de cálculo de IGPM para IPCA irá impactar na redução do reajuste dos tributos.

— Com essa mudança de índice há uma redução no reajuste do IPTU. Falava-se que o reajuste seria de 20% e com a mudança o reajuste será de 3,5% no máximo. Quero deixar bem claro para que não fique dúvidas — enfatizou o vereador Kifer, afirmando que a mudança seria uma adequação.

Sandro da Hermínio explicou que hoje o IPCA é mais baixo que o IGPM e devido a isso a mudança acarretaria a redução no reajuste dos tributos.

A única ausência na sessão foi do vereador Nisan César (PTB). Logo no início dos trabalhos legislativos os vereadores pediram um minuto de silêncio em homenagens póstumas. Os homenageados foram a servidora efetiva da CMI, Josiane Gomes, o irmão do vereador Fabinho (PL), Luiz Carlos da Silva Rocha, e professora Dulce Figueira, uma das fundadoras do Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação) de Itaguaí.

Também com dispensa de interstício foi aprovado por unanimidade o Projeto de Lei de autoria do vereador Professor Willian Cezar (PL) que denomina o Complexo Educacional de Piranema, que está em construção, como Complexo Educacional Professora Dulce da Silva Figueira.

Fonte: Câmara Municipal de Itaguaí

Erro em sistema duplica salários de servidores em Itaguaí

Servidores se viram recebendo valores mais altos que o real. Segundo prefeitura erro foi do sistema em todo País e já foi corrigido

Em 18/11/2020
Por Júlio Andrade/Júlio do Boca no Trombone

Itaguaí – Imagina você se vendo ganhando quase ou até o dobro do seu salário? Seria bom se fosse algo real né? Pois foi o que aconteceu com os servidores públicos de Itaguaí no mês de outubro. Muitos reclamaram nas redes sociais sobre valores tão altos no Portal da Transparência da prefeitura, enquanto em seus contracheques e no bolso, os valores foram bem menores.

Em nota, a Prefeitura informou que houve uma simulação do pagamento do décimo terceiro, e o erro foi quando o sistema forneceu a informação que o 13° estava quitado. Leia a nota na íntegra

A Prefeitura de Itaguaí informa que houve uma simulação do pagamento do décimo terceiro e esta simulação, erroneamente, foi considerada paga (quitada) pelo sistema de folha de pagamento. Este problema aconteceu em todos os municípios que utilizam o sistema da Betha (empresa especialista em softwares para gestão pública). A empresa está trabalhando na correção. A Prefeitura de Itaguaí foi a primeira a ser reparada. Assim, o problema já foi solucionado”.

Prefeitura de Itaguaí aumenta IPTU em quase 21% para 2.021

Aumento se comparado ao exercício anterior foi quase sete vezes maior


Em 18 de novembro de 2.020

Por Júlio Andrade/Júlio do Boca no Trombone


Itaguaí – A prefeitura Municipal de Itaguaí, através do Jornal Oficial número 876 de 17 de novembro de 2.020, divulgou o reajuste dos tributos municipais para o ano de 2.021. Na publicação, o Decreto Municipal 4.528 de 16 de novembro de 2.020, reajusta em 20,93% os valores, entre eles o IPTU. Se comparado ao ano anterior sobre o exércicio 2.020, o aumento é quase 7 vezes maior.



Briga que viralizou nas redes no dia das eleições não aconteceu por causa de votos

Veja qual foi o real motivo da briga

Em 17/11/2020
Júlio Andrade (Júlio do Boca no Trombone)

Magé – Talvez você tenha se deparado com um vídeo que viralizou na web nesse domingo (15) de eleições, no qual duas mulheres aparecem brigando e se estapeando. Diferente do que foi veiculado nas redes sociais, a discussão não foi motivada pelos votos de cada uma. A história verdadeira por trás do conflito chega a ser um tanto quanto curioso…

Segundo o delegado Ângelo José Lages Machado, titular da 65ª DP de Magé, no Rio de Janeiro, o registro da confusão foi feito por um pedestre dias antes da votação para prefeitos e vereadores. A treta, por sua vez, aconteceu em decorrência de uma publicação no Facebook.

“As duas mulheres trabalham com vendas de comidas. Uma delas teria postado que a comida da outra estava com gosto de baratas e isso gerou toda essa revolta. O vídeo foi gravado na semana passada, mas como ganhou projeção no dia da votação, a frase: ‘você postou’, passou a ser entendida como ‘você votou’. É preciso esclarecer que essa briga não é política”, explicou o delegado, ao jornal O Dia.

O vídeo, que dura menos de um minuto, mostra uma mulher deixando uma casa e seguindo em direção a um carro com adesivos de um candidato do município da Baixada Fluminense. De pé em frente à porta do veículo, outra moça questiona, aos gritos: “O que você botou no Face?! Você botou, sua safada!”. Logo em seguida, a agressora desfere tapas, empurrões e chutes na conhecida. Veja:

De acordo com a Polícia Civil, a agressora já foi identificada e convocada a prestar depoimento. A vítima, por sua vez, ainda não foi reconhecida pela 65ª DP, que segue investigando o caso.

Confira o seu local de votação em Itaguaí

Consulte pelo número de seu título onde você vai votar e saiba o que você vai precisar fazer na hora de votar ou justificar

14/11/2020

Itaguaí – Neste domingo em todo País, milhões de brasileiros irão escolher prefeitos e vereadores. Em Itaguaí não é diferente.

O TRE/RJ alerta os eleitores sobre alterações na localização de algumas seções eleitorais remanejadas para novos locais de votação.
Antes de sair para votar, não deixe de consultar sua seção eleitoral e local de votação!

Antes de sair para votar, não deixe de consultar sua seção eleitoral e local de votação!Faça sua consulta nesta página do Tribunal, em Local de Votação , ou no aplicativo e-Título, que pode ser baixado para smartphone ou tablet, nas plataformas iOS ou Android

Documentos obrigatórios para votação:
O Título de eleitoral ou outro documento oficial com foto – RG, carteira nacional de habilitação (CNH), passaporte, carteira de categoria profissional reconhecida por lei, certificado de reservista ou carteira de trabalho.
Será aceito também o celular com o aplicativo e-título instalado.

Se o seu título digital tiver foto, não será necessário outro documento para votar.
Como o eleitor deve se comportar na seção eleitoral

O eleitor deverá entrar com máscara e se posicionar em frente à mesa do mesário, respeitando o distanciamento mínimo de um metro, conforme marcação de fita adesiva.
Manuseio do título eleitoral ou documento de identidade
O eleitor deverá apresentar o documento erguendo o braço em direção ao mesário.
Ao contrário das últimas eleições, o documento não deverá ser entregue ao mesário pelo eleitor.
O mesário colocará o nome do eleitor no caderno de votação e lerá em voz alta o número do título do eleitor para que o presidente da mesa digite no seu terminal.
O presidente da mesa lerá em voz alta o nome do eleitor que aparece no terminal do mesário.
Confirmado o seu nome, o eleitor deverá guardar o documento de identificação.
Após receber o documento de identificação, o eleitor deverá higienizar as mãos com álcool em gel.
Haverá álcool em gel disponível nas seções eleitorais
Justiça Eleitoral vai fornecer álcool em gel e canetas para assinaturas no caderno de votação em todas as seções eleitorais.
Como o eleitor deverá assinar o caderno de votação e qual será o procedimento para quem não puder assinar:
Com as mãos higienizadas, o eleitor deverá assinar o caderno de votação.
Para a assinatura, o TSE recomenda que o eleitor leve a própria caneta azul ou preta.
Caso contrário, a caneta será emprestada ao eleitor pelo mesário e higienizada na sequência.
Para o eleitor que não puder assinar o caderno de votação, será feita coleta da impressão digital com almofada para carimbo. Nesse caso, o eleitor deverá higienizar as mãos com álcool em gel antes e depois do uso da almofada.
Como será entregue o comprovante de votação
A entrega do comprovante de votação não é mais obrigatória e só será fornecido ao eleitor que solicitar. Se o eleitor quiser ou precisar do comprovante de votação, deverá solicitá-lo ao mesário antes de se dirigir à cabine de votação.
A cola com números do candidato será permitida?
Quando a urna for habilitada, o eleitor deverá se dirigir à cabine de votação.
O eleitor pode levar lembrete para a urna com os números dos seus candidatos.
Sequência da votação
Na urna eletrônica, primeiro o eleitor digita os números do candidato a vereador e aperta a tecla ‘confirma’. Depois, digita os números do candidato a prefeito e aperta novamente atecla ‘confirma’.
Higienização da urna eletrônica
A urna não deverá ser higienizada pelo eleitores ou pelo mesário, somente pelos técnicos designados pelos TREs e cartórios eleitorais.
Após votar, o eleitor deverá higienizar as mãos com álcool em gel novamente e se retirar da seção eleitoral.

Para a justificativa presencial, é necessário levar documento oficial com foto – como RG ou CNH, o número do título de eleitor e o formulário de Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE) impresso e preenchido.
Esse formulário pode ser baixado no site do TSE.
Caso não consiga imprimir o formulário, o eleitor vai encontrá-lo nos locais de votação ou de justificativa.
O eleitor deve entregar esses documentos ao mesário da seção eleitoral e concluir o registro da justificativa.

Depois da eleição:

É possível apresentar a justificativa em até 60 dias após a eleição.
O prazo no primeiro turno vai até 14 de janeiro e o do segundo, até 28 de janeiro.
O requerimento pode ser feito pelo e-Título ou pelo Sistema Justifica, disponível no site do TSE.
É possível anexar ao formulário do requerimento um documento que comprove o impedimento de comparecer no dia da eleição, como atestado médico ou comprovante de viagem.
Ao fazer a justificativa pelo e-Título ou pelo Sistema Justifica, o eleitor receberá um número para acompanhar a análise do seu pedido, que será feita pelo juiz da respectiva zona eleitoral.
Punição a quem não votar nem justificar
Eleitor que não votar nem justificar o voto, pagará multa de R$ 3,51 para regularizar sua situação.
Eleitor que não votar, não justificar nem pagar a multa por três eleições seguidas terá o título cancelado.
Sem justificativa e sem quitação de multa, o eleitor não conseguirá prestar concurso público, tirar ou renovar passaporte, receber remuneração de função ou emprego público, renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral

Relatório da Polícia Civil e do TRE não encontra irregularidades em comitê do prefeito de Itaguaí

Operação em conjunto com a Draco foi averiguar supostas irregularidades como compra de votos

13/11/2020

Itaguaí – O relatório divulgado nas redes sociais do atual prefeito de Itaguaí e assinado em conjunto pela Polícia Civil e pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), mostra que não foi encontrada nenhuma irregularidade na diligência feita no comitê de campanha do atual prefeito de Itaguaí Rubem Vieira do Podemos.

Na tarde de ontem quinta-feira 12 de novembro, os dois órgãos citados cumpriram um mandado de busca e apreensão de documentos na sede do comitê. A ação que foi autorizada pelo juiz responsável pela 105ª Zona Eleitoral de Itaguaí, sob pedido e investigações da Polícia Civil, foi ao local e depois de levar alguns documentos para averiguação emitiu tal relatório que aponta que nada de irregular foi detectado.

Na noite de ontem, o atual prefeito de Itaguaí fez uma live com correligionários no bairro Leandro, onde desmentiu qualquer informação de que não estava na cidade e de que havia qualquer comprovação de alguma irregularidade em sua campanha.

Polícia Civil cumpre mandado de busca e apreensão no comitê de campanha para reeleição do prefeito de Itaguaí, Rubem Vieira

A polícia apura denúncias sobre compra de votos. Fiscais do TRE participaram da operação. Informações falam de homens armados dentro do comitê com envelopes cheios de dinheiro. Prefeito e seu comitê ainda não se pronunciaram

Em 12/11/2020
Por G1

Itaguaí – Policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO) e agentes de fiscalização do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) cumpriram, na tarde desta quinta-feira (12), um mandado de busca e apreensão no comitê de campanha do prefeito de Itaguaí, Rubem Vieira, o Doutor Rubão (Podemos), que concorre à reeleição.

A ação foi autorizada pelo juiz responsável pela 105ª Zona Eleitoral de Itaguaí, após pedido e investigações da Polícia Civil.

A polícia apura denúncias sobre compra de votos no município e afirmou ter relatos onde pessoas armadas circulavam no comitê com envelopes cheios de dinheiro.

O comitê de campanha e o prefeito foram procurados, mas ainda não houve retorno sobre o caso.

G1

Morre em Itaguaí ex-prefeito Benedito Amorim

Ex-prefeito estava internado a alguns meses. Ele será enterrado em Itaguaí, mas não haverá velório

04 de novembro 2.020

Itaguaí – Faleceu na manhã desta quarta-feira 04, o ex-prefeito de Itaguaí Benedito Amorim. Ele estava internado a alguns meses e não resistiu.

Segundo informações de seu filho, o vereador e candidato a prefeito André Amorim, não haverá velório e seu pai será enterrado em Itaguaí por volta das 17 horas. Não foi revelada a causa da morte.

Nas redes sociais André se manifestou pela perda.

MEU TELEFONE NÃO VAI MAIS TOCAR AS 9h.

PAPAI ACABOU DE FALECER!
Meu super homem deve estar voando bem lá no alto agora.
Vai, pai!! Saiba que aqui nunca supriremos sua falta, pois só existe um como o senhor.

Todos os dias, às 9h em ponto, ele me ligava. Falava exatamente essas palavras:
– MEU FILHO, ESTÁ TUDO BEM??
– ESTÁ SIM, PAI!
– TÁ BOM, ENTÃO. QUALQUER COISA, ME LIGA.
– BEIJO, PAI.
E ele já tinha desligado.

SENTIREI FALTA DISSO, PAI!!! 😪

Nessa foto ele estava no lugar que mais amava na vida. No Centro de sua familia, cercado pelos netos mais novos. O “paraiba”, Bernardo e o “intelectual”, Antônio.
Assim lembraremos do senhor. Chefe de nossa família.
Continuamos em pé, juntos e firmes como o senhor ensinou. Tudo permanece como está, só juntando a saudade!!!

Não faremos velório. Não estou atendendo telefonemas agora. Espero que entendam.
O enterro será em Itaguaí, sua terra mais amada, por volta das 17h.

Deus nos abençoe, à todos.
Orem por nossa família.”

Benedito foi prefeito de Itaguaí de 1992 a 1996.