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Página dedicada a população da cidade de Itaguaí -RJ

MEC repassa verba para “Mais Alfabetização”, mas depois diz para escolas não usarem

O governo Bolsonaro indicou a alfabetização como prioridade, porém parece ter mudado o discurso e tem cortado cada vez mais na educação dos brasileiros

Em tempos de restrições orçamentárias, o Ministério da Educação enviou a municípios de todo o país uma aguardada verba de R$ 149,6 milhões para ações de alfabetização. Dias depois, porém, as escolas tiveram uma surpresa: a pasta pediu que elas não usassem o dinheiro.

O valor era destinado ao programa Mais Alfabetização, criado no governo Michel Temer (MDB) para apoiar ações nas escolas para ensinar as crianças a ler e escrever.

A verba poderia ser usada para o pagamento de auxílio transporte e alimentação para assistentes de alfabetização e para bancar outras despesas de serviços e materiais de consumo.

Escolas do estado de São Paulo relatam que começaram a receber os depósitos no dia 20 de agosto. No dia 6 de setembro, porém, o MEC enviou um ofício a secretários e diretores de todo o país, com o assunto “URGENTE – Programa Mais Alfabetização – PMALFA. Recursos 2019”.
O documento citava “discrepâncias nos valores repassados” e dizia: “orientamos a todas as escolas participantes do Programa que NÃO executem os recursos recebidos”. Na quarta-feira (11), a orientação foi reiterada em novo ofício.
Presidente da Undime (entidade dos secretários municipais), Luiz Miguel Garcia afirma que a disparidade de valores foi detectada por algumas escolas, que teriam recebido dinheiro a mais —não é o caso da maioria, no entanto.

O pedido de interrupção do uso de recursos pegou os colégios de surpresa. Muitos já tinham começado a atividades com os auxiliares de alfabetização.
“Já havia uma grande expectativa pela chegada da verba, porque estava atrasada, e é um programa que tem um impacto muito grande”, diz Garcia.

Como a Folha de S.Paulo mostrou em julho, o governo Bolsonaro esvaziou ações na educação básica, afetando repasses não só para a alfabetização, mas também à educação em tempo integral, à construção de creches e ao ensino técnico.

Dentro desses itens, a alfabetização foi apresentada pela atual gestão como prioridade.

Neste ano, o MEC publicou um decreto com uma nova política nacional de alfabetização e um caderno que detalha seus preceitos teóricos. Não há, por enquanto, informações sobre como essa nova política chegará às salas de aula.

A equipe do ministro Abraham Weintraub não havia feito nenhum repasse relacionado ao Mais Alfabetização no primeiro semestre.

Questionada pela reportagem, a pasta não respondeu se as ações do Mais Alfabetização serão contempladas nessa nova política para a área.

No ano passado, 42.446 escolas participaram do Mais Alfabetização, voltado para a aquisição de competências de leitura, escrita e matemática de alunos dos 1º e 2º anos do ensino fundamental. O objetivo é que cada turma recebesse apoio de um professor auxiliar por um período de cinco a dez horas semanais. Em 2018, foram investidos R$ 138,6 milhões no programa.

O presidente da Undime diz que espera uma solução até o início da semana que vem. A entidade pediu ao MEC que libere o uso da verba para as escolas que receberam o montante correto e que, no caso das demais, o reajuste seja feito na segunda parcela dos repasses.
“Grande parte das redes já iniciou o programa ou está com tudo pronto para começar”, diz.

A pasta afirma que “está tomando todas as providências cabíveis para disponibilizar as orientações necessárias às escolas e dar continuidade a execução dos recursos financeiros referentes à 1ª parcela de 2019 do programa o mais breve possível”.

O MEC enfrenta atualmente uma série de restrições orçamentárias, com um bloqueio de cerca de R$ 6 bilhões. O corte atinge ações que vão da creche à pós-graduação —o governo diz esperar o desbloqueio de parte dessa verba ainda neste mês.

No começo do ano, trocas de equipe geraram paralisia no ministério e indefinição sobre a continuidade de programas. A troca de Ricardo Vélez Rodríguez por Abraham Weintraub, em abril, foi apresentada como uma medida para melhorar a gestão. (Angela Pinho e Paulo Saldaña/Folhapress).

Fonte: JB

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Estrutura da CSN desaba no Porto de Itaguaí, em Sepetiba, e deixa funcionários feridos

Acidente ocorreu com uma empilhadeira de carvão, no Terminal de Cargas e Granéis. Causas estão sendo apuradas

Uma estrutura desabou em uma estação da Companhia Siderúrgica Nacional, no Porto de Itaguaí, em Sepetiba, na noite da ultima terça-feira. Três funcionários ficaram feridos.

Por meio de nota, a CSN Mineração Tecar esclareceu que o acidente ocorreu com uma empilhadeira de carvão, no Terminal de Cargas e Granéis, e que suas causas estão sendo apuradas.

Funcionário sendo atendido após a queda

A mineradora informou também que os três funcionários feridos foram devidamente atendidos e já estão liberados.

Fonte: O Dia

Governo propõe salário mínimo de R$ 1.039 em 2020, sem aumento real

Com nova fórmula de cálculo governo corre risco de aumentar a desigualdade social e poder de compras dos mais pobres seja cada vez menor

O governo propôs, nesta sexta-feira, um salário mínimo de R$ 1.039 em 2020. O número foi fechado tomando como base um reajuste sem ganho real para os trabalhadores. Antes, a previsão era de um salário de R$ 1.040.

A opção foi estabelecer apenas a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) como parâmetro para a correção do piso nacional em 2020, o que ajuda a controlar as contas públicas.

A informação faz parte da proposta de Orçamento federal para o próximo ano. Hoje, o salário mínimo está em R$ 998. Ele foi definido com base numa fórmula em vigor desde 2007, que levava em conta o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes mais a inflação do ano anterior, medida pelo INPC.

Isso garantiu, nos momentos de crescimento da economia, que o ganho do salário mínimo superasse a inflação, ajudando a reduzir desigualdades e estimulando o consumo das famílias. A regra, no entanto, também fez aumentar as despesas públicas acima da inflação nos últimos anos, o que contribuiu para a piora do resultado das contas do governo.

A escolha que deverá ser assinada com caneta “Compactor ” porque a “Bic” tão falada no começo do governo pelo presidente Bolsonaro é francesa, deverá deixar pobres ainda mais pobres e novos ministros para um futuro próximo possivelmente escreverão mais palavras erradas como “paralização” ao invés de “paralisação” como o atual ministro da educação já fez.

Vereador solicita melhorias na Avenida Ayrton Senna em Itaguaí

Willian Cézar (PSB) também teve rejeitado pela base do governo uma emenda a lei já existente que isentaria imóveis onde a iluminação pública não contemplasse 50%. Prefeitura de Itaguaí tem mais de R$ 2 milhões com valores de tal taxa e que estão aplicados em banco conforme aponta balancete

O vereador Willian Cezar (PSB), solicitou através de ofício melhorias na iluminação pública da Avenida Ayrton Senna da Silva conforme mostrou nosso blog na última terça.

O Legislador havia apresentado à Câmara uma emenda a um dos artigos da Lei 2.389/03 e que foi alterada pela Lei 2.544/05 que tratava sobre a cobrança da Taxa de Iluminação Pública. Tal emenda visava isentar imóveis onde a iluminação pública não contemplasse 50%. Contudo, a base dos vereadores da Câmara que são à favor do prefeito Charlinho, rejeitou essa mudança.

A Avenida Ayrton Senna, assim como vários locais na cidade, sofre com a falta de iluminação há meses. Ela é passagem obrigatória de todos os veículos que saem da cidade. Os pedestres nos relataram que a insegurança pela escuridão só aumentou e que os altos valores das taxas de iluminação pública chegam rigorosamente em dia.

Aliás falando em valores, a prefeitura de Itaguaí tem aplicados em uma conta no banco Itaú mais de R$ 2 milhões somente com valores obtidos da cobrança de tal taxa, como aponta um balancete de 31 de julho de 2019.

Nosso blog aguarda um retorno da prefeitura de Itaguaí sobre os valores arrecadados e sobre a situação de iluminação na cidade.

Litro da gasolina deverá subir R$ 0,05 nos postos

Petrobras anuncia o terceiro reajuste do valor do combustível no mês de agosto

O consumidor final sente logo no bolso quando a Petrobras anuncia alta do preço da gasolina nas refinarias, mas praticamente não vê cair quando a estatal reduz o valor. Por conta disso, os motoristas devem se preparar. A empresa anunciou ontem que elevou em 3,5% o valor do litro do combustível, passando de R$ 1,62 por litro para R$ 1,67 na produção. Isso significa que a gasolina deve ficar R$ 0,05 mais cara nos postos, conforme repasse das distribuidoras. No Estado do Rio, o preço médio está em R$ 4,79, segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Com a estimativa, o valor médio poderá chegar a R$ 4,84. Pelo levantamento, há lugares em que o valor do combustível atinge os R$ 5.
É o terceiro aumento anunciado este mês pela estatal. O primeiro foi de 4%, no começo de agosto. O último, feito no dia 16, ficou em 6%.
O repasse às bombas, porém, depende de políticas comerciais de cada posto e distribuidora, conforme a Lei 9.478/1997. Dessa forma, não há tabelamento de preços, nem fixação de valores máximos e mínimos ou exigência de autorização oficial para reajuste aos consumidores.

Mas segundo o economista Eduardo Bassin, da Bassin Consultoria, “o que explica o motivo do consumidor não sentir as quedas dos preços, quando elas acontecem, é a falta de concorrência”.
“Dependendo do local em que o posto está, o dono se sente mais a vontade para reajustar quando há aumento e não se vê obrigado a voltar atrás quando cai”, explica.
Para o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindcomb), no entanto, a realidade é diferente. Em nota, a entidade questionou que “a Petrobras aumentou a gasolina mais do que os estabelecimentos, em cerca de 30% contra 3%. Os postos não têm demanda. A crise econômica afeta esse cenário, assim como a concorrência que faz com que não seja aplicada variação. As vendas estão diminuindo e os postos fechando. Eram 900, agora são 680”.

OUTROS SETORES AFETADOS

O consumidor pode ser afetado de outras formas. O Bassin alertou: “A gasolina está presente na estrutura de custos de todas as empresas. Mesmo que não perceba de forma direta, pesa no bolso. Transportadoras e transporte público serão os mais afetados, pois os insumos tendem a vir mais caros, como frete e passagem de ônibus”.
É possível pesquisar onde os preços estão mais em conta no site da ANP (http://www.anp.gov.br/preco). Lá, há tabela com valores em postos pesquisados. As opções de consulta são por estado e municípios.

Fonte: O Dia.

Avenida Ayrton Senna às escuras em Itaguaí

Uma das principais vias da cidade está no escuro há meses

Uma das maiores taxas de iluminação pública da cidade. Variando entre R$ 35 a R$ 50 mensais. No entanto esses altos valores não refletem na prestação adequada dos serviços. A escuridão na avenida próximo ao posto de combustíveis Vanilda no sentido Rio-Santos/ Reta de Santa Cruz impressiona não apenas pelo “breu” em sí, mas pelo tempo que a situação persiste. Esse cenário já foi detectado por nosso blog há pelo menos 4 meses. O local é passagem obrigatória de todos os veículos que saem da cidade. Os pedestres nos relataram que a insegurança pela escuridão só aumentou e que os altos valores das taxas de iluminação pública chegam rigorosamente em dia.

Tentamos contato com a prefeitura de Itaguaí, mas não tivemos retorno até o fechamento da matéria. Nosso blog também irá solicitar a Câmara Municipal providências sobre o assunto.

TRE-RJ fará cadastramento biométrico obrigatório em 35 municípios neste ano

Em Itaguaí sistema de cadastro Biométrico ainda não é obrigatório. Mas eleitores podem já realizar o procedimento

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), desembargador Carlos Santos de Oliveira, já havia anunciado em abril em sessão plenária, que 35 cidades do estado do Rio de Janeiro terão cadastramento biométrico obrigatório em 2019.

Os municípios que farão o cadastramento são Duque de Caxias, São João de Meriti, Magé, Iguaba Grande, Arraial do Cabo, Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci, Cantagalo, Carmo, Santa Maria Madalena, Rio Claro, Mendes, Vassouras, Engenheiro Paulo de Frontin, Conceição de Macabu, Porciúncula, Itaocara, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro, Comendador Levy Gasparian, Silva Jardim, Sapucaia, São Fidélis, Natividade, Varre-Sai, Italva, Cardoso Moreira, Laje do Muriaé, Miracema, Cordeiro, Macuco, Porto Real, Quatis, Carapebus e Quissamã.

“Acreditamos que com essa medida iremos atingir a meta do Tribunal Superior Eleitoral, de que todo o eleitorado esteja cadastrado biometricamente até 2022”, afirmou.

Em Itaguaí sistema ainda não é obrigatório

Após boatos em redes sociais e através de mensagens “fakes ” no aplicativo Whatsapp, muitos eleitores em Itaguaí se desesperaram com medo de perderem seus títulos e procuraram a sede do TRE da cidade. Essas pessoas reclamaram que a marcação online apresentava imensas dificuldades e sem saber da ainda não obrigatoriedade correram em busca de informações após boatos mentirosos que diziam o contrário.

Devido ao boato o TRE de Itaguaí colou um cartaz na porta de entrada sobre o fato.


Para o eleitor saber se precisa fazer a biometria, o TRE-RJ disponibilizou uma ferramenta de consulta no site do próprio tribunal.

De acordo com informações do TRE, estão dispensados de realizar o procedimento os eleitores que já tiveram a biometria validada nas urnas nas eleições do ano passado, quando dados do Departamento de Trânsito do Rio foram importados para o cadastro da Justiça Eleitoral.

Também estão dispensados do cadastramento as pessoas que já fizeram a coleta biométrica na Justiça Eleitoral.

O que é a biometria?

Como informa o TRE, a biometria é a tecnologia que identifica o eleitor através do reconhecimento da impressão digital. Isso dá mais segurança à identificação no momento da votação, e ela é realizada por meio de um leitor biométrico que é acoplado à urna eletrônica.

O objetivo do sistema biométrico é dar segurança ao processo eleitoral e garantir que ninguém votará no seu lugar.

A coleta da biometria é realizado no ato de atendimento em cartório ou num posto de atendimento da Justiça Eleitoral. O procedimento envolve o cadastro das impressões digitais, fotografia e assinatura digitalizada.

Na votação com identificação biométrica, o eleitor passa a ter a identidade confirmada ao colocar sua digital na urna eletrônica.

Obrigatório e não obrigatório

O TRE classifica o cadastramento biométrico em dois: obrigatório e não obrigatório.

  • Obrigatório

Segundo informações na página do tribunal, a necessidade de cadastro ocorre quando os eleitores de determinado município são convocados para participar de uma “revisão do eleitorado”.

Nesse momento, eles são obrigados a comprovar endereço, revisar os dados biográficos e fazer a biometria.

O eleitor que deixar de comparecer no prazo de realização da revisão de eleitorado terá seu título eleitoral cancelado.

  • Não obrigatório

Os casos em que não é obrigatório são quando o eleitor vai ao cartório em busca de alguma operação no cadastro, como inscrição, atualização de dados ou transferência de município.

O TRE recomenda que quem ainda não tenha cadastrado os dados biométricos, que compareça no cartório de origem para adiantar a coleta da digital antes que o procedimento seja obrigatório. Isso pode ser feito agendando o atendimento.

Os eleitores que anteciparem a ida ao cartório não são obrigados a comparecer, mais à frente, no cadastramento biométrico obrigatório do município.

Para ser atendido é preciso levar:

  • documento de identificação oficial com foto
  • comprovante de residência – até três meses de emissão
  • título de eleitor – se tiver.

Lista de novos postos de atendimento

Para a nova etapa de cadastramento obrigatório, o Estado do Rio terá postos de atendimento nos seguintes municípios:

  • Comendador Levy Gasparian
  • Macuco
  • Varre-Sai
  • Santa Maria Madalena
  • Laje do Muriaé
  • Carapebus

Esses postos começam a funcionar na quinta-feira (2), na mesma data em que o cadastro da biometria passa a ser obrigatório nessas cidades.

Os eleitores desses municípios que ainda não cadastraram as digitais devem agendar o atendimento pelo próprio site do TRE-RJ ou pelo telefone (21) 3436-9000.

O tribunal informou que também serão criados novos postos de atendimento em Magé e São João de Meriti. Nesses municípios há cartórios próprios, mas o eleitorado nessas cidades é maior.

Com G1