Reajuste do auxílio transporte dos Professores da rede pública do Estado pode sair em breve


Aumento deve mais do que dobrar valor pago aos servidores da Educação estadual, que hoje é de R$ 6 e que amargam defasagem do benefício desde 2014. Já o auxílio alimentação dos professores estaduais aumentou para R$ 239,52 (16 horas) a R$ 598,90 (40 horas).

Em 17 de agosto de 2021 / Júlio Andrade e O Dia

Rio de Janeiro – Com o auxílio transporte defasado desde 2014, os professores e demais servidores da Secretaria de Estado de Educação podem ter, em breve, aumento no valor do benefício. O reajuste já está sendo estudado, e há possibilidade de o valor ficar acima do dobro do que é pago atualmente — cada profissional recebe R$ 6 por dia (o equivalente a dois modais).

A revisão do auxílio foi também motivo de indicação legislativa do deputado Sergio Fernandes (PDT). O parlamentou levou a demanda da categoria ao governador Cláudio Castro (PL) e ao secretário da pasta, Alexandre Valle. Ele diz que os dois entenderam a necessidade do aumento.

“Fiz a indicação legislativa sinalizando a necessidade de aumento do auxílio transporte, o governador e o secretário entenderam que o benefício está defasado e, pelas nossas conversas, o governo pretende aumentá-lo em mais de 100%”, afirma o deputado.

“Estamos buscando valorizar os professores em diferentes frentes. Vamos lutar por melhores condições de trabalho, valorização e correção de benefícios, como o auxílio transporte. Com os valores atuais, os servidores estão pagando para trabalhar”, acrescenta.

AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO

Desde maio, a categoria passou a receber o valor do auxílio alimentação reajustado e proporcional à carga horária semanal de trabalho. Os educadores também acumulavam defasagem no valor desse benefício: desde 2013, o montante de R$ 160 era fixo para todos os servidores da área. Com a correção, passou para R$ 239,52 (16 horas) a R$ 598,90 (40 horas).

REAJUSTE SALARIAL

Pauta de todo o funcionalismo fluminense, o reajuste salarial é outro ponto colocado frequentemente pelos profissionais de Educação. A categoria reivindica a correção e já chegou a levar esse pleito ao governo por intermédio de parlamentares.

Fonte: O Dia

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