Itaguaí registra primeiro caso da variante Delta


Seropédica já tem quatro casos. Ao todo são 83 em 13 municípios do estado.

Em 19 de julho de 2021

Rio de Janeiro – Subiu para 83 o número de casos confirmados da variante Delta no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) nesta tarde. Mais cedo, a pasta havia confirmado 72 casos.

“Das amostras sequenciadas, até o momento, foram registrados 83 casos, sendo 81 em 12 municípios do estado e 2 de pessoas que tiveram exames coletados no estado, mas ainda sem confirmação do município de residência. As secretarias municipais já foram notificadas para fazer a investigação epidemiológica, com apoio da SES.”

Os casos da variante Delta foram confirmados nas seguintes cidades: Rio de Janeiro (23), São João de Meriti (17), Nova Iguaçu (11), Mesquita (7), Duque de Caxias (5), Japeri (4), Seropédica (4), Maricá (3), Queimados (3), Campos dos Goytacazes (1), Itaboraí (1), Itaguaí (1) e Niterói (1).

“A confirmação foi possível graças aos últimos resultados do projeto Corona-Ômica-RJ, um dos maiores do país, que realiza a análise mensal de cerca de 800 amostras de todo o estado”, disse a pasta.

Segundo a Secretaria de Saúde, os dados recentes do monitoramento mostram a presença da variante Delta (B1.617.2), entretanto, a linhagem P.1 (Gama/Brasil) continua sendo a mais frequente no estado. Há registro em baixa frequência da VOC B.1.1.7 (Alfa/Reino Unido), além do declínio da P.2, desde novembro do ano passado.

Cidade do Rio

Dos 83 casos da variante Delta, 23 foram registrados na capital fluminense. O secretário municipal de Saúde do Rio de Janeiro, Daniel Soranz, informou que mais 15 casos da variante Delta foram confirmados na cidade do Rio, elevando o total para 23.

A variante Delta foi identificada pela primeira vez na Índia e se tornou a quarta variante de preocupação sinalizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), ao lado da Alfa, Beta e Gama. As três anteriores tiveram seus primeiros casos sequenciados no Reino Unido, na África do Sul e no Brasil.

As variantes de preocupação recebem atenção especial das autoridades de saúde porque têm potencial maior de transmissão.

“Independentemente da cepa do vírus ou linhagem, as medidas de prevenção e métodos de diagnóstico e tratamento da covid-19 seguem os mesmos. Sendo assim, não há alteração nas medidas sanitárias já adotadas, como uso de máscaras e álcool em gel, lavagem das mãos e distanciamento social. Além disso, é importante que os municípios continuem avançando no processo de vacinação contra a covid-19 e que a população retorne para receber a segunda dose. Estudos mostram que todas as vacinas disponíveis no Brasil são eficazes contra as variantes identificadas até o momento”, alerta a Secretaria estadual de Saúde.

Com Agência Brasil e O Globo

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