Greve geral: veja o que não vai funcionar nesta sexta-feira, 28 de abril


Dezenas de categorias profissionais aderiram à paralisação em vários Estados do Brasil

Movimento deve afetar atividades de transporte, educação, aeroportos e comércio

 

Nesta sexta-feira, 28 de abril, milhares de pessoas ameaçam cruzar os braços, quase 100 anos após a primeira greve geral da história do Brasil, ocorrida em julho de 1917. A greve geral do dia 28 é uma resposta ao pacote de medidas lançadas pelo Governo de Michel Temer, com especial foco na reforma trabalhista e da Previdência. Embora a adesão dá sinais de ter crescido nos últimos dias – até a cantora Gal Costa adiou seu show em Salvador por conta da paralisação – só será possível medir o sucesso da convocatória na própria sexta-feira. Por enquanto, dezenas de categorias mostraram seu apoio ao movimento em todos os cantos do país. Bem sucedida ou não, a greve geral desta sexta tem sido um dos assuntos mais procurados no Google nos últimos dias. Confira aqui os serviços que devem parar.

Rio de Janeiro

 

Metrô, trens e ônibus

 

As categorias de transporte no Rio aderiram à greve. O maior impacto está previsto no transporte rodoviário após motoristas, cobradores e fiscais de ônibus municipais e intermunicipais resolveram parar suas atividades na sexta. Tampouco devem funcionar normalmente al linhas de BRT, VLT, coletivos turísticos e escolares. As barcas, que unem a capital com Niterói entre outros destinos, devem parar a partir das 6h, conforme anuncio dos sindicatos, embora o próprio serviço informa que funcionará com “grade normal”.

 

Escolas

 

A secretaria municipal de Educação definiu a sexta-feira como dia normal de trabalho, mas reconhece que não pode responder pela adesão dos professores nem pelos sindicatos. O sindicato de professores municipais apoia a greve e promete uma “paralisação integral das escolas”, mesmo espírito dos profissionais do ensino do resto do Estado que preveem a suspensão das aulas em 29 cidades fluminenses. Os professores se unirão à manifestação que congregará todas as categorias grevistas no começo da tarde na Cinelândia.

 

Saúde

 

O serviço essencial dos hospitais deve ser mantido, segundo o Sindicato de Enfermeiras do Rio, mas a previsão é que que haja paralisação tanto em postos de saúde como em clínicas de família. O Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro também aderiu à greve, embora serão os doutores de cada uma das unidades de saúde os que devem decidir sobre a paralisação.

 

Bancos

 

Os bancários do Rio consideram-se diretamente atingidos pelas reformas trabalhistas do Governo e também cruzarão os braços na sexta.

 

Tribunais

 

Os servidores públicos do Estado, como os funcionários do Poder Judiciário, cruzarão os braços e apenas atenderão demandas urgentes. O Sindicato dos Servidores do Judiciário Federal chamou à paralisação em cada um dos locais de trabalho.

 

Forças de Segurança

 

A Polícia Civil do Rio, que vinha de uma greve de cerca de três meses por conta da situação financeira do Estado, vai apoiar a paralisação mas não aderir à greve, em razão da recente decisão do STF que declarou institucional qualquer greve dos servidores públicos da segurança pública. Espera-se, por outro lado, a adesão de agentes, escrivães, papiloscopistas, peritos e delegados da Polícia Federal assim como agentes da Polícia Rodoviária. As categorias também foram convocadas para a caminhada que deve sair às 15h da Assembleia Legislativa com destino a Cinelândia, onde está prevista uma grande manifestação.

Fonte: ELPAIS

Anúncios

Dê a sua opinião sobre a postagem aqui!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s