Treze dias antes da deflagração da operação que determinou sua prisão
O juiz Marcelo Bretas, da 7 ª Vara Criminal Federal do Rio, assinou o decreto de prisão preventiva do empresário Eike Batista no dia 13 de janeiro, 13 dias antes de a operação ter sido colocada em prática. A informação é da coluna de Ancelmo Gois.
De acordo com a nota, mesmo de férias com a família num cruzeiro marítimo pelo Caribe, Bretas acompanhou ao telefone a execução do decreto.
Veja nota
Eike viajou para Nova York antes de a operação ser deflagrada. Informações dão conta de que ele teria saído do país com passaporte alemão (ele tem dupla nacionalidade, já que a mãe é alemã). Seus advogados afirmam que ele viajou a negócios, apesar de ter reservado passagem só de ida. A Interpol já o considera foragido internacional. Sua defesa negocia com a PF e o MPF sua volta ao Brasil.
Fonte: JB